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Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 2)

Confira mais opiniões e dicas sobre a utilização do Google Classroom durante o período de pandemia!

Criando uma turma no Google Classroom

Para criar uma sala de aula no Classroom, basta fazer login no seu Gmail e selecionar o ícone dos vários pontinhos no canto superior direito, e escolher a opção Google Sala de Aula (um ícone de lousa). É possível, ainda, entrar diretamente na página do Classroom. Após apertar o botão “continuar”, o processo é bastante intuitivo: o professor cai numa tela em que basta clicar no ícone de “mais” no canto superior direito, e selecionar a opção “Criar turma”.

Criada a turma, a visão inicial do professor inclui o nome da sala, acompanhado de uma imagem de capa (que pode ser alterada nas opções laterais “Selecionar tema” e “Fazer upload da foto”) e do código da turma. Acima dessa imagem, o professor observa quatro abas: Mural (que é a página inicial), Atividades, Pessoas e Notas.

Em relação ao Mural, sua dinâmica é muito parecida com a do Facebook, permitindo aos professores realizarem publicações gerais que podem ser visualizadas e respondidas pelos alunos – no ícone de engrenagem no lado superior direito, o professor tem acesso às configurações e pode editar as funcionalidades do mural.

Para adicionar os alunos ou incluir outros professores à sala, são duas opções: a primeira é clicar na aba “Pessoas” e adicioná-los por meio dos seus endereços de e-mail. A segunda é compartilhar o código da turma, e cada aluno abre o Classroom com sua conta no Gmail e clica no ícone de “mais”, mas ao invés de selecionar “Criar turma”, escolhe a opção “Participar da turma”, digitando ali o código.

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Créditos da imagem de Photo Mix por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 1)

Através da sala virtual do Google você pode passar atividades, fazer correções de tarefas e marcar aulas. Confira como tirar o melhor proveito do Google Classroom!

O Google Classroom é uma excelente ferramenta para se trabalhar as suas aulas à distância nesse momento de pandemia. “O Classroom é como um coração, o professor pode usá-lo para centralizar todo o seu trabalho e depois migrar para outras possibilidades”, diz Renata Capovilla, formadora de professores e capacitadora do Google For Education, plataforma educacional colaborativa da empresa de tecnologia.

Confira a opinião de outros educadores a respeito da ferramenta:

Tutorial pode dar suporte aos alunos

“No primeiro momento, houve uma euforia e um choque para usar o Google Classroom”, comenta a professora Ana Maria Marcondes de Jesus, que atua na rede estadual de São Paulo/SP, dando aulas de Biologia e Prática de Ciências no Ensino Médio.

Os professores e estudantes do seu estado obtiveram uma conta institucional do Google, permitindo o acesso ao amplo pacote de ferramentas voltadas à Educação. Porém, houve um pouco de ‘receio’ dos alunos, em um primeiro momento: “No início, houve muita resistência dos alunos na utilização do e-mail institucional. Notei que muitos não tinham familiaridade com e-mails e ferramentas educacionais. Termos como ‘anexar’ e ‘e-mail institucional’ eram enigmas para eles”, comenta Ana Maria.

Adriana Vitoriano, que também trabalha na rede estadual paulista, como professora de Química para Ensino Médio em São Bernardo do Campo (SP), teve de lidar com um cenário semelhante. “Alguns alunos não sabiam que tinham um Gmail no celular para acessar a PlayStore [loja para aparelhos de aplicativos com sistema operacional Android]”, relembra a professora, “e houve uma resistência ao uso do e-mail fornecido pela Secretaria de Educação, pois não vinha com o nome deles, e sim, com o número identificação no sistema (RA)”. À falta de personalização somaram-se problemas com senha de acesso e até mesmo no uso da plataforma via celular. “A visão no computador é diferente da visão no celular”, enfatiza Adriana.

Dessa forma, as duas professoras – que já tinham experiências prévias com o Classroom – investiram numa espécie de letramento tecnológico, para então começar as suas atividades on-line. “Precisei tirar o pé do acelerador, e ensinar a linguagem tecnológica, então montei apresentações explicando passo a passo, traduzindo cada palavra e cada ferramenta. Além disso, enviei tutoriais, e ainda fiz atendimentos por vídeochamadas e WhatsApp”, detalha Ana Maria. Já a professora Adriana começou os trabalhos com uma vídeoaula via Google Meet. “Ali, expliquei aos alunos como obter os acessos para as atividades, materiais e prazos de entrega, e deixei postado no Classroom de todas as salas [virtuais]”.

Confira mais opiniões na próxima postagem!

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Créditos da imagem: William Iven por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

5 atividades pra trabalhar jogos com alunos da educação infantil até na quarentena

Os jogos são uma oportunidade de trabalhar com a educação infantil, inclusive durante esse período de pandemia. Veja agora algumas dicas do que você pode trabalhar!

Segundo Evandro Tortora, professor-autor de planos de atividades do Time de Autores Nova Escola, os jogos, em um contexto de aprendizagem, nem sempre tem o objetivo de transmitir um conhecimento escolar para os alunos, ou desenvolver habilidades motoras e lógicas.

Para as crianças na faixa etária que vai dos quase dois anos até pouco antes dos quatro, os jogos pedagógicos têm uma função pré-jogo, ou seja: servem para preparar as crianças para os seus próximos desafios de aprendizagem, como compreensão de regras.

“Existe uma diferença entre uma brincadeira e um jogo. O jogo pode ser uma brincadeira, mas o jogo exige regras e combinados para as crianças brincarem”, comenta.

Escolha dos jogos preferidos

Indicado para crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

Oportunize a seus alunos conversarem sobre quais jogos mais gostam. Com uma lista de atividades familiar entre as crianças, faça a divisão da sala em grupos, para que os pequenos interajam brincando com os jogos que eles escolheram e apresentem aos colegas.

Observe, então, quais as brincadeiras que determinado grupo reconhece e o que eles gostam de jogar ou não. Converse com as crianças e tente entender quais emoções estão presentes: irritação, conforto, diversão, etc. Com as aulas remotas, oriente os responsáveis para que eles possam observar a dinâmica das crianças sozinhas em casa, ou para que eles brinquem com os pequenos nas atividades sugeridas.

Contagem e registro a partir de coleções

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

A ideia é fazer uma coleção. Solicite às crianças (ou adulto responsável) separarem diferentes objetos para a atividade. Podem ser tampinhas, garrafas, enfim: embalagens diversas. Mostre os materiais reunidos aos pequenos e veja se reconhecem os objetos. Cada criança poderá separar o objeto que mais gostar, enquanto você observa como são as escolhas dos preferidos e quais critérios utilizam. Por exemplo: os objetos têm características específicas? Para aqueles que já têm idade para reconhecer e reproduzir números no papel, incentive a contagem dos objetos escolhidos em casa.

Resolvendo problemas de contagem das crianças

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Inspirado no trabalho da cozinha da escola, ele pode ser trabalhado com as crianças em casa, onde você grava um vídeo curto e envia aos pais com a seguinte questão: “Quantas pessoas comem na sua casa?”. A ideia é incentivar as crianças a contar quantos pratos são necessários para alimentar todos da família. Eles podem responder dizendo “muito”, “bastante”, mas tente contar com as crianças e familiares, mostrando um quadro ou enviando uma imagem com uma sequência de número de 0 a 100.

Problemas de contagem no jogo de boliche

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Em sala, você pode perguntar às crianças se conhecem o jogo de boliche. É importante para essa atividade que elas saibam como funciona a dinâmica desse jogo. Monte os pinos, prepare as bolas para o jogo e tenha à disposição lápis e cartolina para que as crianças anotem o placar e pontos das jogadas. Você pode indicar esse trabalho como uma tarefa para casa, assim um adulto responsável repetirá a dinâmica do jogo, ou indique um jogo digital de boliche na internet, que possa reproduzir esse ambiente, com a orientação de um adulto. A família pode adaptar o jogo de boliche em casa, com garrafas pet e bolas feitas de meia.

Brincadeiras com os dados coloridos durante a “Corrida dos Cones”

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Para esta atividade, o material necessário inclui folhas de papel, cartolina, cones de papel ou garrafas plásticas. O objetivo é combinar o uso dos dados para avançar em um tabuleiro, que pode ser montado a partir de um molde com alguém da família. Em sala, permita aos pequenos se familiarizar com os dados coloridos. Para reproduzir a atividade em casa, converse com as crianças por áudio ou vídeo, explicando o jogo, e pergunte o que sabem sobre a atividade. Com as informações compartilhadas, as crianças usarão o cone para avançar no tabuleiro, de acordo com as cores após lançar o dado.

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto#_=_

Esta professora dá dicas de como acompanhar a aprendizagem nas aulas remotas

Thalía Di Grassi é professora de Língua e Produção de Texto do Ensino Médio Integrado ao Técnico, no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e explicou como utiliza ferramentas para compreender como os seus alunos estão progredindo. Confira agora!

Com a nova realidade das aulas remotas, a professora precisou adaptar todo os seus materiais para o modelo online. O problema? Ela não tinha trabalhado com aulas à distância até o momento. Em paralelo a isso, ela também começou um curso para seu aprimorar seu conhecimento, mas as aulas que, antes eram presenciais, também se tornaram online.

O curso possibilitou que ela entrasse em contato com ferramentas que ela já conhecia, como o Kahoot e o Mentimeter, além de recursos que nunca havia utilizado, como Flipgrid, Jamboard e Padlet. Isso possilibitou que ela percebesse a importância de tornar o pensamento visível para os alunos e a necessidade de documentação do processo de aprendizagem.

Novas percepções

“A partir da nova realidade de isolamento social, aulas síncronas, atividades assíncronas e o curso de formação continuada, procurei planejar as aulas apresentando os conteúdos de uma maneira mais leve e dinâmica e, sempre que possível, utilizando uma nova ferramenta. Meu objetivo era tornar as aulas mais interativas e, também, acompanhar o engajamento dos estudantes. Com as aulas online, perdemos um pouco a noção de quem realmente está acompanhando a aula ou só deixou o computador ligado”, comenta Thalía.

E uma das propostas desenvolvidas durante o primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. “Uma das propostas desenvolvidas ao longo do primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. Decidi trabalhar com esse tema como uma estratégia de auxiliar os estudantes com a interpretação de diferentes textos. No início dessa sequência de atividades, fiz um levantamento utilizando o Mentimeter. O objetivo desse levantamento era sondar quantos alunos já conheciam o conceito em questão. Essa informação foi apresentada para os alunos e ‘arquivada’”, complementa.

Divisão por grupos

Após conversarem sobre a definição de paráfrase e realizarem diferentes exercícios sobre os assuntos, houve a divisão da turma em grupos. Cada um dos alunos precisou exercer um papel escriba, repórter, controlador do tempo e harmonizador). O objetivo de cada grupo foi produzir um vídeo utilizando a ferramenta Flipgrid. Nesse vídeo, os alunos precisavam fazer uma comparação entre o que já sabiam e o que aprenderam depois das aulas.

Esse exercício de metacognição foi importante para os alunos perceberem o quanto tinham aprendido durante as aulas, ou seja: uma maneira de tornar a aprendizagem visível. A divisão de papéis nos grupos ajudou na organização da preparação da atividade e em uma maior interação entre os estudantes.

A necessidade de produzir o vídeo fez com que os alunos perdessem um pouco a timidez de aparecer na frente da câmera. Como feedback (retorno avaliativo) desse trabalho, cada grupo recebeu um “vídeo resposta” sobre o desempenho do grupo. “Acredito que atividades como essa contribuem com o processo de aprendizado dos estudantes”, acrescenta.

Blogs para manter a comunicação

Além da utilização de novas ferramentas, a professora também criou um blog para as turmas. O objetivo foi estabelecer mais um canal de comunicação com os alunos. Neste espaço, ela disponibilizou materiais, criou desafios e tarefas de casa. As atividades não valiam nota. “Com isso, pude acompanhar também como estava a participação dos estudantes nas minhas aulas. O blog representou também importante documentação no processo de ensino-aprendizagem”, avalia.

O resultado

Ao final do semestre, Thalía  realizou um levantamento para saber quais estratégias e recursos os alunos gostaram mais. Para sua surpresa, os alunos gostaram mais de fazer atividades no Kahoot, mas percebem que aprendem mais com os registros realizados no Jamboard. “Fiquei surpresa com a escolha do Kahoot, pois era algo que grande parte dos alunos já conhecia de outras escolas. A partir dessas informações, pretendo preparar as atividades do próximo semestre e engajar ainda mais os estudantes nas aulas de Língua e Produção de texto”, finaliza a professora.

E você, professor(a): que estratégias e ferramentas têm utilizado para acompanhar o aprendizado de seus alunos durante a pandemia? Comente e compartilhe conosco, e com outros professores, abaixo!

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto

Professor(a): está com dificuldades nas aulas remotas? Este guia pode ajudar

Guia orienta a implementação de Estratégias de Aprendizagem Remota. Confira!

 A pesquisa TIC Educação 2019 apontou que 39% dos alunos de escolas públicas não têm acesso a computadores ou tablets em casa.

Os dados do CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) explicam os desafios enfrentados pelas secretarias de educação para dar continuidade às aulas neste período de suspensão de aulas presenciais – e que serão mantidos após a pandemia.

O CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira), que apoia gestores públicos das mais diferentes formas, coloca à disposição o Guia de Implementação de Estratégias de Aprendizagem Remota. Ele é um passo a passo detalhado sobre como colocar em prática sete possibilidades de ensino e a aprendizagem remotos.

“São estratégias de aprendizagem fundamentais tanto para esse período de isolamento social como para a fase pós-pandemia. Quando as escolas reabrirem, será preciso fazer uma recuperação dos conteúdos e das competências que não puderam ser trabalhados, e a adoção do ensino híbrido será uma das formas de alcançar esse objetivo”, diz Lúcia Dellagnelo, diretora-presidente do CIEB.

As estratégias

No material disponibilizado gratuitamente pela internet, as Estratégias de Aprendizagem Remota foram agrupadas em quatro grandes grupos para facilitar a compreensão:

Rádio e TV:

Transmissão de aulas e conteúdos educacionais via televisão

Transmissão de aulas e conteúdos educacionais via rádio

Materiais impressos:

Envio de material impresso com conteúdos educacionais

Videoaulas pelas redes sociais:

Aulas ao vivo e on-line transmitidas por redes sociais

Videoaulas gravadas e disponibilizadas em redes sociais

Conteúdos em plataformas digitais:

Disponibilização de plataformas de ensino on-line

Envio de conteúdos digitais em ferramentas on-line

Para cada categoria, o guia traz orientações minuciosas sobre todas as etapas de implantação, começando pelos aspectos práticos de checagem da infraestrutura e de organização de equipes, até chegar aos pontos mais críticos, como o desafio de formar professores, acompanhar a aprendizagem dos alunos e testar a eficácia do plano em si.

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Fonte: https://porvir.org/guia-orienta-a-implementacao-de-estrategias-de-aprendizagem-remota/

A estratégia destes professores têm dado certo durante a pandemia

Paulo Gallina e Thiago Azevedo são professores de história e estão levando jogos de RPG para outras disciplinas durante a quarentena.

Os dois professores já lecionam em turmas presenciais de RPG (que traduzindo, significa “jogo de interpretação ou narrativos). Porém, com a pandemia, as aulas foram suspensas. Mas, apesar do distaciamento social, o jogo pode ser uma ferramenta aplicável em ambiente virtual. “Para começar, é preciso entender o que é um jogo de RPG. Ele se baseia em compartilhar a narrativa de uma história (aqui chamamos de aventura). Isso quer dizer que os jogadores apenas contam uma história em conjunto. Cada jogador controla um personagem dessa história, enquanto o narrador é um tipo de jogador especial, responsável pelo resto do cenário dessa aventura. O papel de narrador tem várias semelhanças com o papel de um professor em sala de aula. Ele precisa ensinar as regras do jogo, propor o fio narrativo, improvisar diante das escolhas dos jogadores e mediar a condução da aventura. Tudo isso sem deixar nenhum jogador de lado.”.

Inovação na educação em tempos de pandemia

A experiência com o RPG tem sido muito inovadora, pois está colocando o aluno como protagonista de uma história. Logo, ele está produzindo seu próprio conhecimento. “Ao conhecer o cenário em que ocorrerá o jogo, o aluno precisa, naturalmente, entender as leis da natureza que o regem, o momento histórico e as relações de poder entre os grupos sociais, sejam eles quais forem. Na hora de criar seu personagem, deve se perguntar uma infinidade de detalhes: sua origem, sua identidade, suas crenças, sua classe social, suas relações com os outros e com o ambiente (e isso tudo depende de muita pesquisa sobre o cenário em que o jogo ocorrerá, o que por si só já é uma parte importante do aprendizado em história e geografia).”

Hora de jogar

A partir do início do jogo, o jogador deve escolher o que seu personagem diz e faz nessa história. Assim, os jogadores conseguem entender melhor as relações de consequência, de poder, entre muitas outras, de um determinado componente escolar. Também é necessário que o aluno use conhecimentos prévios para conseguir que seu personagem faça o que ele deseja. Se precisa abrir um alçapão sem a chave, precisa entender a física das alavancas. Se precisa negociar com nações vizinhas, precisa conhecer a cultura de seu interlocutor. Para salvar o personagem de outro jogador na selva, deve saber como funciona o corpo humano, além das possibilidades de fauna e flora do local. As possibilidades são infinitas. Tudo depende dos objetivos do professor-narrador, que colocará desafios a serem resolvidos pelos jogadores, colaborativamente.

Regras

É claro que, como é um jogo, todas as escolhas são pautadas por diversas regras. Os sistemas clássicos de RPG possuem  regras muito complexas para a aplicação pedagógica, por isso os professores utilizam um sistema de regras próprio, criado por eles mesmos, que serve para equilibrar e tornar mais interessante as decisões dos jogadores. Ele funciona basicamente com uma ficha de jogador e um dado de dez lados. Na ficha, o jogador tem várias informações sobre seu personagem, que podem ajudar os testes, que são rolagens do dado. Quem decide quando um teste é necessário é o narrador. Eles servem para tornar a experiência mais divertida, pois quando os personagens podem fazer tudo sem restrições, a diversão se perde.

Desse modo, não é necessário fazer um teste para seu personagem se levantar da cama, mas sim quando ele deseja levantar de uma cama de campanha no meio de um bombardeio na guerra do Vietnã, por exemplo. As competências socioemocionais também estão sempre sendo desenvolvidas no RPG. Dar vida a um personagem em uma história é um movimento de empatia importantíssimo, além do trabalho colaborativo.

Experiência durante a quarentena

Durante a quarentena, as sessões de jogos migraram para as plataformas de reunião por vídeo e para um aplicativo que dá suporte visual, e eles ensinaram outros professores de história e matemática a jogar RPG. A aventura de história se passa em uma vila no interior do país no século 18, e os jogadores controlam personagens que devem investigar a morte de um escravizado que extraía ouro nas terras de um senhor. A aventura de matemática se passa no futuro, e pretende trabalhar a ideia do quadrado perfeito nos produtos notáveis, pois a tecnologia daquele cenário só permite que naves espaciais cheguem à velocidade da luz quando seu formato é um quadrado perfeito. Os professores se divertiram enquanto tomavam o primeiro contato com o RPG.

A ideia é aprender sem perceber. Vivendo essas histórias, o conteúdo é aprendido, utilizado e ressignificado de maneira quase intuitiva e extremamente prazerosa.

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Fonte: https://porvir.org/professores-de-historia-levam-jogos-de-rpg-para-outras-disciplinas-durante-a-quarentena/

Dicas de especialistas para manter atenção dos alunos durante aulas online

Há algumas postagens atrás, trouxemos dicas para manter a atenção dos alunos durante as aulas à distância. Hoje trazemos ainda mais dicas de especialistas, para te ajudarem neste momento tão delicado. Confira!

Melissa Goichman, que é psicóloga e consultora pedagógica do LIV (Laboratório Inteligência de Vida),
esclarece que, antes de mais nada, temos que entender que estamos em um momento atípico, o que acaba tornando as respostas em nosso dia a dia, muitas vezes, diversas. Nem todos lidam da mesma forma com o problema. Mas estas dicas abaixo, podem te auxiliar a melhorar a questão da atenção de seus alunos:

1) Internet e seu novo propósito

Culturalmente, crianças e jovens, tendem a associar as “telas” a momentos de prazer e lazer. “Primeiro precisamos dar um tempo para que as crianças possam entender que esses recursos, como computadores, celulares e tablets, agora são também uma ferramenta educacional. É como se estivéssemos passando por uma transição na nossa relação com esses ‘gadgets’ (dispositivos)”, explica Melissa.

Se já não bastasse essa percepção das tecnologias, também é preciso compreender que houve uma mudança total e completa de ambiente de aprendizado. Se antes era a escola, hoje o estudo é em casa e sem a presença de professores e colegas. “Estudar online traz o ônus de perder um certo contorno que a sala de aula dava para as crianças. Digo contorno no sentido de estabelecer certas balizas sociais que indicavam para os estudantes que aquele seria um momento dedicado ao aprendizado. Muitos símbolos da escola nos lembram de seu propósito educacional, e isso nos ajuda a lembrar que estamos ocupando aquele espaço com a intencionalidade de desenvolver o conhecimento.”.

2) Participar em detrimento de assistir

É praticamente consenso entre professores e profissionais da educação que aulas ativas, que colocam o aluno em posição de criar, pensar, debater e desenvolver ideias, são mais dinâmicas e ativas do que aulas expositivas, nas quais o professor explica o conteúdo durante os 50 minutos de aula. Se adotada como única estratégia também no modo remoto,  existe uma grande probabilidade de os estudantes não criarem uma conexão com o que estão fazendo, o que consequentemente pode dispersar o foco.

“Eu investiria em uma forma de educar que possa ser estimulante ao protagonismo dos estudantes, mesmo que dentro do âmbito virtual. Isso já era um desafio para qualquer escola mesmo antes do modelo de aulas online: a dificuldade de pensar uma forma de educar que faça sentido para os estudantes, de maneira que eles possam participar ativamente do processo de aprendizagem. Quando vemos sentido em alguma tarefa, e nos dedicamos a ela também por gosto, é difícil interrompê-la”, afirma Melissa.

Vanessa Zito, professora e psicopedagoga, atualmente dá aula para alunos do ensino fundamental 1 e concorda com Melissa ao afirmar que, seja presencial ou virtualmente, a ideia é pensar em propostas de aula o menos expositivas possível, de forma a engajar, envolver e motivar os estudantes.

“Precisamos fazer uso de estratégias que garantam a participação da maioria, como a construção de mapas mentais sobre o tema da aula, a realização de uma chuva de palavras por aplicativo antes da discussão do dia para acionar o conhecimento prévio e engajar os alunos, a construção de apresentações durante as discussões e leituras compartilhadas. Da mesma forma que tentamos engajá-los no ensino presencial, fazemos a mesma coisa no online, claro que usando outros recursos porque o contato físico, o olhar, a mediação não estão presentes.”

No processo de elaboração de aulas online, docentes também precisam levar em consideração que, em casa e, em muitos casos, sem a mediação de um adulto, que por sua vez precisa trabalhar remotamente, a atenção que seria dedicada às aulas pode ser capturada por um sem fim de possibilidades: brinquedos, videogames, conversas paralelas com os amigos na internet ou simplesmente não ouvir o que o professor está falando do outro lado da tela. Para evitar que isso aconteça, Melissa reforça a importância de não esperar que alunos não se distraiam eventualmente com o celular, considerando que ele faz parte dessa nova geração. Além disso, tem papel fundamental a elaboração de aulas que cativem, engajem e possibilitem que as crianças atuem como protagonistas do debate.

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Fonte: https://porvir.org/especialistas-dao-dicas-sobre-como-lidar-com-falta-de-atencao-dos-alunos-durante-aulas-online/

6 dicas de como atrair a atenção dos alunos na pandemia

As aulas à distância estão sendo mais difíceis para manter a atenção dos alunos? Você não tem percebido um real engajamento das crianças? Então estas 6 dicas, da palestrante Tathiane Deândhela, podem te ajudar!

1) Gamificação

Esta técnica, que também é conhecida como ludificação, traz o princípio de jogos e videogames às aulas. Os joguinhos ajudam a facilitar o aprendizado, pois são mais dinâmicos e têm objetivos para serem cumprido. A ideia do feeback também é interessante, pois podem ser criadas “recompensas”, possibilitando que os alunos se esforcem mais para atingir metas e serem recompensados por isso.

2) Storytelling

Trabalhar técnicas de storytelling é muito interessante. O professor tem que ser um exímio contador de histórias. Ele precisa desenvolver habilidades de contar, desenvolver e adaptar histórias para que consiga envolver os alunos. Praticar o lado artístico é uma ótima ideia também, fazer paródias, criar musiquinhas para facilitar a absorção do conteúdo. Então a ideia seria usar habilidades artísticas também para poder tornar esse momento mais envolvente.

3) Participação do aluno

Colocar o aluno para participar, fazer perguntas, criar formas de interação para que o aluno não fique muito tempo ouvindo. A participação em duplas ou trios, mesmo online, ajuda a compreender o conteúdo. Praticar a escuta entre eles pode ser bastante positivo.

4) Quebra de estado

Essa técnica de neurolinguística serve para tirar o ouvinte do estado em que se encontra e voltar a atenção dele a outro ponto. Em uma aula ou palestra, o ideal é que a cada sete minutos se faça uma quebra de estado. Ou seja: alguém que está falando, principalmente no mesmo tom, por muito tempo seguido, a cada sete minutos é interessante que faça alguma coisa diferente: passar um vídeo, uma música, uma interação ou uma história. Isso torna o aluno mais presente e a aula fica muito mais envolvente, muito mais prazerosa.

5) Oratória

Em alguns momentos falar mais alto, mais rápido, em outros mais baixo e mais devagar. Trabalhar toda essa entonação, quais palavras, quais expressões é preciso dar mais ênfase e falar com mais força. Ter um momento de silêncio também, uns 2 ou 3 segundos, que faz a pessoa conseguir pensar e interagir.

6) Trazer elementos visuais

Um professor memorável precisa, além do storytelling, usar muitas analogias e metáforas. Então tudo o que ele vai falar ele pensa em formas mais criativas de se falar a mesma coisa. Imaginar o que é possível comparar com coisas do cotidiano, com coisas do dia a dia do público. Então sempre que ele traz comparações, analogias, metáforas e outros elementos que trazem visualização, que demonstram aquilo que ele quer dizer faz com que o aluno se conecte com aquilo que está sendo passado e memorize com mais facilidade.

Créditos da foto: https://aricasimplicidade.com.br/

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Fonte: https://supertopmotor.com.br/index.php/2020/05/19/dicas-para-professor-conquistar-alunos-em-aulas-online/

3 dicas para os alunos fazerem atividades complementares na pandemia

Confira estas 3 dicas de plataformas e canais que trazem conteúdos e atividades complementares para seus alunos, durante a quarentena.

1) SAS Educação

Com conteúdos voltados para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, o canal do SAS Educação tem aulas ao vivo, todos os dias, em parceria com diversos professores.

As aulas também ficam disponíveis na plataforma de ensino da empresa, que já conta com mais de 860 escolas e 100 mil alunos, o que pode aumentar devido à liberação dos conteúdos aos mais de 20 milhões de estudantes do Brasil que cursam os anos finais do Fundamental e o Ensino Médio.

2) Escola Mais

A Escola Mais é uma empresa de educação focada no currículo do Ensino Fundamental II e atende, principalmente, alunos e famílias de baixa renda.

Nesse período de quarentena, liberou acesso gratuito a sua plataforma educacional para toda a rede pública de ensino. Veja o que a ferramenta oferece:

  • Currículo 100% alinhado à BNCC;
  • Mais de 600 videoaulas gravadas;
  • Aulas ao vivo, pela internet, seguindo a grade escolar de 4h20/dia;
  • Métricas de aprendizagem e roteiros de estudos com exercícios;
  • Mais de 1.000 atividades e exercícios;
  • Acompanhamento do desempenho e produção dos alunos;
  • Disponível pelo computador e pelo celular (aplicativo para Android ou IOS).

3) Escola Games

Jogos educativos são excelentes atividades complementares para que os alunos aprendam brincando. No site da Escola Games você encontra jogos e livros para crianças a partir de 5 anos. Todos desenvolvidos com acompanhamento pedagógico.

São mais de 90 atividades relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Inglês e Meio Ambiente.

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Fonte: https://blog.portabilis.com.br/5-plataformas-com-atividades-complementares-para-os-alunos-fazerem-na-quarentena/

Precisando melhorar suas habilidades com a tecnologia? Então leia este post

Você, professor(a) está com dificuldades em lidar com a tecnologia nesse momento de pandemia? A nova forma de ensinar está complexa? Então confira esta postagem!

Se as aulas remotas têm sido uma dor de cabeça, esta plataforma pode te auxiliar a aprender mais sobre as tecnologias. “Do Mundo para a Escola”, da Tecnologia Educacional, é uma plataforma com 3 trilhas de aprendizado que são pensadas nos educadores.

1) Para melhorar a interatividade das aulas remotas

Se você precisa melhorar a interatividade das suas aulas remotas, indo além de apresentações em PDF, a trilha “3 melhores ferramentas para qualquer professor” é a dica.

2) Para aprender um pouco de programação

A programação, há tempos, vem se mostrando uma excelente ferramenta para a educação. Mas mesmo que você já tenha ouvido falar, não sabe nem por onde começar? A  trilha “Code” apresenta o pensamento computacional, a linguagem Scratch e explica como professores podem desenvolver projetos na plataforma gratuita code.org ou com a placa de baixo custo MICRO:BIT.

3) Para montar estratégias de ensino

Para cada etapa existe uma estratégia ou recurso indispensável. Na trilha sobre ferramentas, professores da educação infantil ao ensino médio encontram dicas de plataformas. Todos os vídeos são  acompanhados de tutoriais para tirar uma aula do papel e surpreender os alunos, seja com desenho, histórias em quadrinhos ou gamificação.

Para que você possa acessar os conteúdos, basta fazem um cadastro com nome, e-mail e telefone.

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Fonte: https://porvir.org/como-fazer-a-avaliacao-durante-as-aulas-remotas/