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Os 4 principais aprendizados com a educação durante a pandemia

Na postagem “Veja quais foram os 5 principais desafios para os professores em 2020” vimos os principais desafios apontados, por diversos professores, nesse ano de pandemia. Agora vemos a opinião de professores sobre o aprendizado adquirido nesse período. Confira!

1) Aprender a lidar com as emoções

Para o professor de geografia Paulo Magalhães, da rede municipal de São Paulo/SP o ano de 2020 trouxe muita pressão, demandas e incertezas, gerando a necessidade de saber lidar com as emoções para cuidar da saúde emocional e praticar o autocuidado: “Aprendemos e reaprendemos a lidar com os sentimentos e a busca de um novo saber que se apresenta para nós, educadores”, completa.

2) Entender a importância da tecnologia na educação

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a importância da tecnologia da educação, 2020 veio para acabar com essa “pulga atrás da orelha”. Segundo a professora Márcia Santos, de Cruz/CE, “cada um de nós buscou utilizar a tecnologia que cada um dispunha para fazer o melhor para os alunos”. Carla Borges, também docente, completa que “a tecnologia está cada vez mais presente em nossa profissão e também na vida dos alunos. Fizemos tudo o que era possível para buscar formações para este novo modelo de ensino”.

3) Repensar as avaliações

Em um contexto de aulas remotas, os professores também tiveram que repensar o formato e papel da avaliação, que se tornou cada vez mais formativa, baseada no desenvolvimento de competências e no envolvimento dos estudantes durante as atividades. O formato tradicional de prova foi colocado em xeque no ambiente virtual. “Fazer avaliação em casa? Isso parecia um absurdo em março, mas era o que tínhamos e funcionou”, reflete a professora Eliane Barreto Maia Santos, de Curitiba/PR.

4) Trabalhar em parceria com a família

Para que os estudantes pudessem continuar se desenvolvendo em casa, o apoio da família também foi fundamental neste ano. “Muitas famílias puderam acompanhar melhor os filhos, e isso foi positivo também”, sugere Eliane Barreto Maia Santos.

E você, professor(a): concorda que esses aprendizados aconteceram? Você também aprendeu alguma coisa diferente com essa pandemia? Comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Veja quais foram os 5 principais desafios para os professores em 2020

2020 foi um ano que nunca esqueceremos, pois fomos postos à prova de muitas coisas em relação à educação. Muitos dos desafios vistos pelos professores, durante esse ano de pandemia, estão na opinião de docentes abaixo. Confira!

1) As aulas remotas

As aulas remotas se tornaram a alternativa para que a educação continuasse acontecendo, em tempos de pandemia. Mas não foi nada fácil. A professora Carla Borges, que atua com turmas do 1º ano do ensino fundamental, em São Joaquim de Bicas e Sarzedo/MG destaca o quanto foi difícil a adaptação: “Este ano de 2020 nos desafiou a conciliar as demandas escolares com as tarefas pessoais. Não havia mais hora para trabalhar e cada dia mais a escola adentrou nossa casa”.

2) A tecnologia

A tecnologia já estava ganhando cada vez mais espaço na educação há cada ano e, com a pandemia, ela se mostrou uma grande necessidade. Se alguns professores ainda não tinha vivenciam com as inovações tecnológicas, rapidamente tiveram de se adaptar para entender os recursos e criar atividades. “Vasculhamos e interagimos com inúmeros aplicativos com o objetivo de incrementar nossas aulas, sofremos muito na produção dos conteúdos e vídeos produzidos”, reflete o professor de geografia Paulo Magalhães, da rede municipal de São Paulo/SP. Tudo isso ainda foi acompanhado do desafio de infraestrutura e conectividade disponível para os estudantes e professores.

3) As estratégias pedagógicas

Para a professora de ensino médio, Socorro Braga, de Bragança/PA, “um dos desafios foi ressignificar as práticas pedagógicas, pensar nesse período de transição”. Todas as mudanças necessárias com a pandemia mostraram a importância de se investir em novas metodologias de ensino para engajar os alunos.

4) A preservação dos vínculos socioafetivos à distância

Do outro lado da tela, além de pensar nos conteúdos, os educadores ainda enfrentam o desafio de manter o vínculo com os estudantes. Esse foi um dos maiores desafios para Cristina Van Opstal, professora em turmas de ensino fundamental e graduação na cidade de Santos (SP). “Se considerarmos que aprendemos muito melhor quando alguém ou algo nos toca, nos afeta e nos é significativo, a questão do vínculo assume um valor inestimável!”, ressalta.

5) O cansaço

As aulas online, as medidas de distanciamento social e contexto da pandemia também trouxeram muito cansaço, para os professores, estudantes e famílias. “Foi intenso, inseguro. Estar todos os dias frente a tela é cansativo e exaustivo. Por vezes, a impressão era que não íamos conseguir”, analisa a professora Viviane Cristina de Moraes Ferreira, que trabalha com alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental, em Valinhos (SP).

E para você, professor(a)? Concorda que esses foram os principais desafios? Ou você teve outros muito mais difíceis de lidar? Comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Videogame para evitar o sedentarismo? Pode ser que sim!

Neste período de pandemia e aulas à distância, a educação física acaba sendo uma das matérias mais prejudicadas. Mas a introdução de tecnologia em aula pode trazer benefícios até mesmo para matérias como ela.

Em recente estudo, conduzido por Karen Regina Salgado, que é mestranda da Universidade de Campinas (Unicamp), foi diagnosticado que os videogames podem ajudar os alunos a saírem do sedentarismo e, também, a aprenderem novos esportes.

Karen estudou os chamados “exergames”: jogos que captam a movimentação real do jogador e a transferem para a tela. Modalidades do atletismo, como salto em distância, lançamento de disco e corridas com barreiras, podem ser beneficiadas por estes games, já que, através deles, as crianças aprendem as regras do esporte na teoria. Após o conhecimento conceitual e procedimental, aí sim, os alunos vão para a quadra, colocar em prática o que aprenderam (quando as aulas presenciais voltarem, é claro).

A avaliação incluiu mais de 40 alunos, na idade entre 9 e 10 anos.

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Créditos de imagem: Freepik
Fonte: Uai

Quer continuar motivando seus alunos neste final de ano? Então veja dicas

Nesse ano de pandemia, muita coisa mudou. Professores tiveram de se renovar para manter seus alunos motivados durante as aulas à distância. E agora, com o final do ano, a situação muitas vezes fica mais difícil. Mas veja estas dicas de atividades para manter seus alunos de ensino fundamental e médio motivados para o ano que vem!

1) Desafios Criativo da Escola

Nesta iniciativa do programa Criativos da Escola, do Instituto Alana, estudantes de todo o país podem se organizar em equipes e, com o apoio de seus educadores e educadoras, inscrever seus planos de ação na etapa Premiação.

Esse ano, o Desafio Criativos da Escola realiza uma jornada criativa, organizada em três etapas: Fagulha, Chama e Premiação. Para participar da última etapa, não é obrigatório que as crianças e adolescentes tenham participado das etapas anteriores. No entanto, aqueles que participaram das missões das etapas Fagulha e Chama terão mais subsídios para elaborar um plano de ação mais completo. Serão selecionados até 50 planos de ação que evidenciem a empatia, a criatividade, o protagonismo e a colaboração das crianças e dos adolescentes.

Prazo até 10/11 no site https://criativosdaescola.com.br.

2) Olimpíada Jovens Gênios

Durante 7 dias, alunos dos anos finais do ensino fundamental de escolas privadas, poderão acessar a plataforma para fazer os quizzes adaptativos, de diferentes disciplinas, a partir de um banco de mais de 45 mil questões parametrizadas pela TRI (sigla para o método estatístico Teoria de Resposta ao Item, o mesmo do Enem).

A data exata de início e término da Olimpíada Jovens Gênios é determinada pelas escolas, entre os meses de outubro e novembro. Ao final do período escolhido, os três primeiros alunos de cada ano do fundamental 2 são premiados com troféu (para o 1º lugar) e medalhas para o segundo e terceiro colocados. A competição ocorre entre turmas, na qual a vencedora é a que tem a maior pontuação média.

Prazo até 30/11 no site https://oferta.jovensgenios.com/olimpiadas-jg-2020#rd-column-jsc3dpzm.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Conselho do MEC recomenda redes sociais para orientar estudos

O Conselho Nacional de Educação (CNE) sugeriu a utilização de redes sociais como WhatsApp e Facebook para estimular os estudos durante a pandemia.

Na resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que estendeu o ensino remoto até dezembro do ano que vem e aprovou a junção dos anos letivos de 2020 e 2021, há a sugestão “para a utilização de mídias sociais de longo alcance (WhatsApp, Facebook, Instagram etc.) para estimular e orientar os estudos, pesquisas e projetos”.

As redes de ensino locais poderão aderir ou não à iniciativa, que ainda deve ter seu documento homologado pelo Ministério da Educação (MEC).

O texto aprovado também torna possível:

– que estados e municípios optem pela fusão dos anos letivos de 2020 e 2021 por meio da adoção de um continuum curricular de dois anos, na educação básica;

– um ano letivo “suplementar” para estudantes do 3º ano do ensino médio;

– volta às aulas presenciais: veja as redes estaduais de ensino público que já têm data de retorno e consulte a situação em seu estado e sua capital.

O documento flexibiliza a aprovação escolar ao permitir a “redefinição de critérios de avaliação” para a “promoção” do estudante.

Recomenda também uma “especial atenção” à aprovação de estudantes dos anos finais do ensino fundamental (5° ao 9º ano). Essa etapa de ensino registra alto índice de reprovação e abandono escolar.

Que você, professor(a), acha da ideia? Comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Globo

3 ferramentas para estimular as crianças nas aulas remotas

Está difícil de manter os alunos estimulados durante as aulas remotas? Estas ferramentas podem te ajudar!

Mentimenter

Essa ferramenta tem recursos que auxiliam a aumentar a interação entre professor e a sua turma. Tudo em tempo real. O Mentimenter é como uma plataforma de pesquisa, onde há questionários para serem respondidos durante a aula. Os resultados aparecem simultaneamente assim que as respostas são enviadas.

Há diversos formatos de como as perguntas podem ser feitas: múltipla escolha, dissertativa, escolha de imagens, e, o mais comum que é respondendo apenas uma questão para a criação de uma nuvem de palavras, que mostra os termos que mais apareceram. Esse último pode ser um ótimo recurso para estimular o debate durante aula.

Kahoot

O Kahoot é uma opção que tem muita interação e é super divertida para engajar seus alunos em tempo real. Na plataforma (que infelizmente só está disponível em inglês), é possível criar pesquisas e questionários. Com inspiração em jogos de perguntas de múltipla escolha, há muitas possibilidades para se compartilhar aprendizado, já que é possível jogar tanto individualmente como em grupos.  

A criação das perguntas é simples, onde o professor cria quizes sobre quaisquer assuntos. Também é possível inserir fotos, vídeos e planilhas e, após cada pergunta, pode-se analisar acertos e erros, compreendendo melhor como os alunos estão indo.

O acesso pode ser feito por meio de um código pelo site ou pelo aplicativo, disponível para dispositivos Android e iOS.

Quizlet

A ferramenta Quizlet permite criar e compartilhar cartões e listas de estudo, jogos e testes. Assim como o Kahoot, este também permite a criação e organização de turmas. Está disponível para acessar pelo navegador, ou pelo aplicativo, disponível para sistemas Android e iOS.

A ferramenta possui recursos avançados dentro do módulo Quizlet Live, que permite aos alunos participarem, em grupo ou individualmente, de jogos em tempo real. O educador pode criar equipes personalizadas e configurar a partida com diagramas e áudios.

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Fonte: Nova Escola

Esta educadora encontrou uma forma de promover leitura nas aulas remotas

Amélia Cristina Ferreira é bibliotecária do Colégio Salesiano Santa Rosa, em Niterói/RJ, e está utilizando a tecnologia para levar a experiência de clube de leitura para as aulas à distância.

A bibliotecária, desde 2009, faz um trabalho que busca levar maior interação com alunos através de livros, filmes e cultura geral. Como em uma gincana, o chamado Clube de Leitores, são criadas equipes com cores, gritos de guerra, desafios e atividades. Mas em 2020, a pandemia. O que fazer então?

A ideia de Amélia foi promover encontros virtuais com a biblioteca. Um encontro onde o aluno busca o que realmente quer ler. “Como mediadora da leitura, promovo reuniões voluntárias de estudantes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, que são realizadas no contraturno das aulas. Começamos com um bate-papo em que pergunto o que eles estão fazendo, o que gostam de ler, quais filmes e séries assistem e, assim, eles se soltam. É uma conversa em que dou voz ao leitor, e isso acaba instigando ele a querer saber mais. Muitas vezes, eles não sabem que uma série ou um filme que gostam foram inspirados em um livro, e dessa forma começo a apresentar a literatura de forma geral”.

Ela também aproveita para realizar dinâmicas e brincadeiras a respeito de obras, temas e gêneros. Após, ela lê obras que serão discutidas posteriormente. “Tanto os livros que eu leio e indico, assim como os paradidáticos que os professores das disciplinam sugerem, estão na plataforma de leitura digital Árvore. Presencialmente, não tínhamos tanto tempo para explorar a ferramenta, mas agora durante a pandemia surgiu essa necessidade de buscar livros digitais. Com um vasto acervo, a ferramenta trabalha com editoras renomadas, livros de qualidade que tocam o imaginário infantil e criatividade e autores que dialogam muito bem com a área de educação”.

“Eu já trabalho há 17 anos nessa área e acabamos conhecendo os gostos das crianças de cada faixa etária. Mas fica claro que, para ser um bom motivador de leitura, você também deve ler. Não adianta apenas falarmos que é importante. Se não demonstrarmos que nos encantamos e maravilhamos com livros e suas histórias, não adianta. O seu filho ou aluno vai perceber que a importância da leitura é só um discurso se você não aplicar isso em seu cotidiano”, completa Amélia.

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Fonte: Porvir

Será que os alunos estão realmente concentrados nas aulas remotas?

A neurociência ajuda a desvendar como tem sido, para os estudantes, as aulas remotas, através de projeto da SOMOS Educação. Saiba mais!

Através de dispositivo acoplado à cabeça de estudantes, a iniciativa da SOMOS Educação faz mapeamento de quais atividades estão engajamento mais os alunos, para assim construir planejamentos de aula mais eficazes.

O estudo, realizado durante a quarentena, acompanhou as atividades cerebrais de alunos do segundo do ensino médio, mapeando quando os estudantes estão mais engajados, determinando quais atividades geraram atenção, motivação positiva e memorização. A experiência foi feita utilizando um headband, que é um dispositivo parecido com uma tiara eletrônica, que é conectado à internet.

Resultados

Entre as muitas descobertas, percebeu-se um nível maior de concentração em estudantes que estavam discutindo e participando de atividades colaborativas, em relação àquelas que estudavam de forma isolada. Segundo o professor de matemática, Thales Athanásio, “a headband mostra que aquele aluno que a gente sempre desconfiou que não prestava atenção estava realmente em um plano paralelo. E quando o aluno se depara com um resultado surpreendente, no qual a epifania é até sonora, existe uma mudança drástica em sua concentração”.

Além das aulas de matemática, também houve acompanhamento dos alunos em atividades de biologia, geografia, português e artes. Os dados foram agregados em uma plataforma online chamada BrainEdu, na qual professores, coordenadores e gestores podem analisar gráficos que mostram o que aconteceu quando um aluno assistiu a um vídeo, leu um texto, fez um exercício ou uma atividade em grupo.

Em comparação ao que acontece na educação presencial, Ricardo Schneider, diretor para a área de ciências da SOMOS, nota que na aula remota existe uma maior divergência entre os níveis de atenção registrados pelos alunos, enquanto que, em sala de aula, os gráficos da turma apresentam maior similaridade. “O nosso desafio é criar uma nova pedagogia para a aula digital que resgate essa atenção compartilhada que resulta em satisfação, sintonia e aprendizagem”, disse.

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Fonte: Porvir

Esta metodologia pode ser uma grande ajuda na volta das aulas presenciais

Com a possibilidade de voltas às aulas presenciais em muitos estados brasileiros, a metodologia da sala de aula invertida pode ser um grande apoio ao ensino híbrido. Veja como ela pode ser utilizada.

A sala de aula invertida (tradução de flipped classroom) é uma metodologia que torna o aluno protagonista das aulas. O conceito é o seguinte: primeira é realizada uma introdução dos temas e conteúdos aos estudantes, antes das aulas presenciais acontecerem. Resumindo, é como uma “inversão” do processo de ensino e aprendizado, fazendo com que o aluno busque e apresente seus conhecimentos adquiridos mesmo que não haja o professor presencialmente.

O aluno então deixa de ser o agente “passivo” de ensino (onde só absorve conhecimento) para criador de conhecimento, onde é necessário que tenha mais responsabilidades e saiba cumprir e organizar suas metas. O professor ganha espécie de função mediadora e menos de “dono” do conhecimento.

Com a grande possibilidade de volta das aulas presenciais (em formato híbrido), a metodologia da sala de aula invertida pode trazer grandes benefícios aos professores, aliada à utilização de tecnologia e aplicações educacionais.

Sala de aula invertida na prática

A implementação da sala de aula invertida pode exigir um esforço importante dos docentes e escolas. No começo, muitos erros podem acontecer, mas, à medida do tempo, o aperfeiçoamento leva ao êxito. Os professores terão de organizar seus planos de aula para que se aproveite ao máximo as aulas presenciais, tirando dúvidas, interagindo com estudantes, dialogando e promovendo atividades.

Já para os momentos à distância, será necessário conduzir o aluno para que ele mesmo busque a leitura e o aprendizado do que antes era repassado em sala de aula. Esse certamente será “o” maior desafio: o engajamento dos alunos. Portanto, esse planejamento de atividades exigirá muito do professor e toda equipe pedagógica.

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Fonte: Notisul

Este aluno autista fez apresentações de ópera através de videoconferências

William Correa é estudante do Colégio Estadual Pedro Macedo, em Curitiba/PR, e tem feito impressionantes apresentações cantando ópera, através de videoconferências.

Com um grau leve de autismo, William tem sido atendido por professores da Sala de Recursos com atividades lúdicas, como a apresentação de seu talento. Essa atividade e outras são propostas da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte para esse período de pandemia.

Conforme William, a atividade tem ajudado a vencer a timidez. “Me sinto tranquilo quando canto, e hoje meu maior sonho é ser cantor de ópera”, diz. Luciana de Mello Correa, que é mãe de William, comemora a conquista do filho. Ela comenta que toda a equipe pedagógica que acompanha William de perto ficou feliz com sua apresentação. “Desde pequeno o William tem o interesse por música, e em especial por ópera. Desde então, temos o incentivado a continuar aprendendo e crescendo mais. O apoio dos professores da Sala de Recursos tem sido fundamental para isso”, afirma.

Assim como ele, outros estudantes que possuem necessidades especiais têm feito apresentações de suas habilidades via meetings. Andreith Finato é professora na Sala de Recursos Multifuncional, no Colégio Estadual Pedro Macedo, e conta que aliar tecnologia e inclusão tem se mostrado muito positivo. “Todo novo avanço que eles têm nos faz comemorar e crer que estamos no caminho certo”, explica a professora.

Os professores que atuam na Sala de Recursos focam especificamente no atendimento aos alunos com algum tipo de necessidade especial. Necessidades que variam de transtorno do espectro autista, a déficit de atenção e limitações motoras.

Durante a pandemia, os professores tiveram que se readaptar ao contexto de aula remota e também preparar atividades que atendessem seus alunos especiais de uma forma inclusiva.

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Fontes: Agência de Notícias do Paraná