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Tag - educação e pandemia

3 ferramentas para estimular as crianças nas aulas remotas

Está difícil de manter os alunos estimulados durante as aulas remotas? Estas ferramentas podem te ajudar!

Mentimenter

Essa ferramenta tem recursos que auxiliam a aumentar a interação entre professor e a sua turma. Tudo em tempo real. O Mentimenter é como uma plataforma de pesquisa, onde há questionários para serem respondidos durante a aula. Os resultados aparecem simultaneamente assim que as respostas são enviadas.

Há diversos formatos de como as perguntas podem ser feitas: múltipla escolha, dissertativa, escolha de imagens, e, o mais comum que é respondendo apenas uma questão para a criação de uma nuvem de palavras, que mostra os termos que mais apareceram. Esse último pode ser um ótimo recurso para estimular o debate durante aula.

Kahoot

O Kahoot é uma opção que tem muita interação e é super divertida para engajar seus alunos em tempo real. Na plataforma (que infelizmente só está disponível em inglês), é possível criar pesquisas e questionários. Com inspiração em jogos de perguntas de múltipla escolha, há muitas possibilidades para se compartilhar aprendizado, já que é possível jogar tanto individualmente como em grupos.  

A criação das perguntas é simples, onde o professor cria quizes sobre quaisquer assuntos. Também é possível inserir fotos, vídeos e planilhas e, após cada pergunta, pode-se analisar acertos e erros, compreendendo melhor como os alunos estão indo.

O acesso pode ser feito por meio de um código pelo site ou pelo aplicativo, disponível para dispositivos Android e iOS.

Quizlet

A ferramenta Quizlet permite criar e compartilhar cartões e listas de estudo, jogos e testes. Assim como o Kahoot, este também permite a criação e organização de turmas. Está disponível para acessar pelo navegador, ou pelo aplicativo, disponível para sistemas Android e iOS.

A ferramenta possui recursos avançados dentro do módulo Quizlet Live, que permite aos alunos participarem, em grupo ou individualmente, de jogos em tempo real. O educador pode criar equipes personalizadas e configurar a partida com diagramas e áudios.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Nova Escola

Esta educadora encontrou uma forma de promover leitura nas aulas remotas

Amélia Cristina Ferreira é bibliotecária do Colégio Salesiano Santa Rosa, em Niterói/RJ, e está utilizando a tecnologia para levar a experiência de clube de leitura para as aulas à distância.

A bibliotecária, desde 2009, faz um trabalho que busca levar maior interação com alunos através de livros, filmes e cultura geral. Como em uma gincana, o chamado Clube de Leitores, são criadas equipes com cores, gritos de guerra, desafios e atividades. Mas em 2020, a pandemia. O que fazer então?

A ideia de Amélia foi promover encontros virtuais com a biblioteca. Um encontro onde o aluno busca o que realmente quer ler. “Como mediadora da leitura, promovo reuniões voluntárias de estudantes do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, que são realizadas no contraturno das aulas. Começamos com um bate-papo em que pergunto o que eles estão fazendo, o que gostam de ler, quais filmes e séries assistem e, assim, eles se soltam. É uma conversa em que dou voz ao leitor, e isso acaba instigando ele a querer saber mais. Muitas vezes, eles não sabem que uma série ou um filme que gostam foram inspirados em um livro, e dessa forma começo a apresentar a literatura de forma geral”.

Ela também aproveita para realizar dinâmicas e brincadeiras a respeito de obras, temas e gêneros. Após, ela lê obras que serão discutidas posteriormente. “Tanto os livros que eu leio e indico, assim como os paradidáticos que os professores das disciplinam sugerem, estão na plataforma de leitura digital Árvore. Presencialmente, não tínhamos tanto tempo para explorar a ferramenta, mas agora durante a pandemia surgiu essa necessidade de buscar livros digitais. Com um vasto acervo, a ferramenta trabalha com editoras renomadas, livros de qualidade que tocam o imaginário infantil e criatividade e autores que dialogam muito bem com a área de educação”.

“Eu já trabalho há 17 anos nessa área e acabamos conhecendo os gostos das crianças de cada faixa etária. Mas fica claro que, para ser um bom motivador de leitura, você também deve ler. Não adianta apenas falarmos que é importante. Se não demonstrarmos que nos encantamos e maravilhamos com livros e suas histórias, não adianta. O seu filho ou aluno vai perceber que a importância da leitura é só um discurso se você não aplicar isso em seu cotidiano”, completa Amélia.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Será que os alunos estão realmente concentrados nas aulas remotas?

A neurociência ajuda a desvendar como tem sido, para os estudantes, as aulas remotas, através de projeto da SOMOS Educação. Saiba mais!

Através de dispositivo acoplado à cabeça de estudantes, a iniciativa da SOMOS Educação faz mapeamento de quais atividades estão engajamento mais os alunos, para assim construir planejamentos de aula mais eficazes.

O estudo, realizado durante a quarentena, acompanhou as atividades cerebrais de alunos do segundo do ensino médio, mapeando quando os estudantes estão mais engajados, determinando quais atividades geraram atenção, motivação positiva e memorização. A experiência foi feita utilizando um headband, que é um dispositivo parecido com uma tiara eletrônica, que é conectado à internet.

Resultados

Entre as muitas descobertas, percebeu-se um nível maior de concentração em estudantes que estavam discutindo e participando de atividades colaborativas, em relação àquelas que estudavam de forma isolada. Segundo o professor de matemática, Thales Athanásio, “a headband mostra que aquele aluno que a gente sempre desconfiou que não prestava atenção estava realmente em um plano paralelo. E quando o aluno se depara com um resultado surpreendente, no qual a epifania é até sonora, existe uma mudança drástica em sua concentração”.

Além das aulas de matemática, também houve acompanhamento dos alunos em atividades de biologia, geografia, português e artes. Os dados foram agregados em uma plataforma online chamada BrainEdu, na qual professores, coordenadores e gestores podem analisar gráficos que mostram o que aconteceu quando um aluno assistiu a um vídeo, leu um texto, fez um exercício ou uma atividade em grupo.

Em comparação ao que acontece na educação presencial, Ricardo Schneider, diretor para a área de ciências da SOMOS, nota que na aula remota existe uma maior divergência entre os níveis de atenção registrados pelos alunos, enquanto que, em sala de aula, os gráficos da turma apresentam maior similaridade. “O nosso desafio é criar uma nova pedagogia para a aula digital que resgate essa atenção compartilhada que resulta em satisfação, sintonia e aprendizagem”, disse.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Esta metodologia pode ser uma grande ajuda na volta das aulas presenciais

Com a possibilidade de voltas às aulas presenciais em muitos estados brasileiros, a metodologia da sala de aula invertida pode ser um grande apoio ao ensino híbrido. Veja como ela pode ser utilizada.

A sala de aula invertida (tradução de flipped classroom) é uma metodologia que torna o aluno protagonista das aulas. O conceito é o seguinte: primeira é realizada uma introdução dos temas e conteúdos aos estudantes, antes das aulas presenciais acontecerem. Resumindo, é como uma “inversão” do processo de ensino e aprendizado, fazendo com que o aluno busque e apresente seus conhecimentos adquiridos mesmo que não haja o professor presencialmente.

O aluno então deixa de ser o agente “passivo” de ensino (onde só absorve conhecimento) para criador de conhecimento, onde é necessário que tenha mais responsabilidades e saiba cumprir e organizar suas metas. O professor ganha espécie de função mediadora e menos de “dono” do conhecimento.

Com a grande possibilidade de volta das aulas presenciais (em formato híbrido), a metodologia da sala de aula invertida pode trazer grandes benefícios aos professores, aliada à utilização de tecnologia e aplicações educacionais.

Sala de aula invertida na prática

A implementação da sala de aula invertida pode exigir um esforço importante dos docentes e escolas. No começo, muitos erros podem acontecer, mas, à medida do tempo, o aperfeiçoamento leva ao êxito. Os professores terão de organizar seus planos de aula para que se aproveite ao máximo as aulas presenciais, tirando dúvidas, interagindo com estudantes, dialogando e promovendo atividades.

Já para os momentos à distância, será necessário conduzir o aluno para que ele mesmo busque a leitura e o aprendizado do que antes era repassado em sala de aula. Esse certamente será “o” maior desafio: o engajamento dos alunos. Portanto, esse planejamento de atividades exigirá muito do professor e toda equipe pedagógica.

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Fonte: Notisul

Este aluno autista fez apresentações de ópera através de videoconferências

William Correa é estudante do Colégio Estadual Pedro Macedo, em Curitiba/PR, e tem feito impressionantes apresentações cantando ópera, através de videoconferências.

Com um grau leve de autismo, William tem sido atendido por professores da Sala de Recursos com atividades lúdicas, como a apresentação de seu talento. Essa atividade e outras são propostas da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte para esse período de pandemia.

Conforme William, a atividade tem ajudado a vencer a timidez. “Me sinto tranquilo quando canto, e hoje meu maior sonho é ser cantor de ópera”, diz. Luciana de Mello Correa, que é mãe de William, comemora a conquista do filho. Ela comenta que toda a equipe pedagógica que acompanha William de perto ficou feliz com sua apresentação. “Desde pequeno o William tem o interesse por música, e em especial por ópera. Desde então, temos o incentivado a continuar aprendendo e crescendo mais. O apoio dos professores da Sala de Recursos tem sido fundamental para isso”, afirma.

Assim como ele, outros estudantes que possuem necessidades especiais têm feito apresentações de suas habilidades via meetings. Andreith Finato é professora na Sala de Recursos Multifuncional, no Colégio Estadual Pedro Macedo, e conta que aliar tecnologia e inclusão tem se mostrado muito positivo. “Todo novo avanço que eles têm nos faz comemorar e crer que estamos no caminho certo”, explica a professora.

Os professores que atuam na Sala de Recursos focam especificamente no atendimento aos alunos com algum tipo de necessidade especial. Necessidades que variam de transtorno do espectro autista, a déficit de atenção e limitações motoras.

Durante a pandemia, os professores tiveram que se readaptar ao contexto de aula remota e também preparar atividades que atendessem seus alunos especiais de uma forma inclusiva.

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Fontes: Agência de Notícias do Paraná

A volta das aulas em outros países

Diante de uma possível retomada das aulas presenciais em diversos estados do Brasil, há muitas dúvidas e preocupações. Mas os exemplos de outros países, que já tiveram o retorno das aulas,  podem elucidar os cuidados que deverão ser tomados por aqui. Confira como foi em alguns países.

Israel

Logo que a pandemia atingiu o país, entre os meses de março e abril, foram tomadas atitudes drásticas, como fechamento das fronteiras e a parada de atividades presenciais em empresas, estabelecimentos e escolas.

Mas, em maio, foram retomadas diversas atividades, como as aulas presenciais. O resultado não foi bom: em um dos colégios mais tradicionais em Jerusalém, o Gymnasia Ha’ivrit, foram identificados dois casos de covid-19. A escolha foi optar pelo fechamento da escola e aplicar o isolamento. Aliado a isso, foi realizada testagem em massa, que resultou em 178 pessoas contaminadas (153 estudantes e 25 profissionais).

Mais casos foram registrados em outros colégios e, aproximadamente 250 escolas precisaram fechar novamente. Era necessário identificar respostas para o surto em Israel e especialistas chegaram às seguintes conclusões:

– Três dias depois da reabertura das escolas, com uma onda de calor com temperaturas batendo mais de 40 graus, o governo liberou que os alunos não utilizassem máscaras por três dias;

– Na escola que foi o primeiro foco de infecção, o número de alunos por sala de aula superava 30, quantidade acima da recomendável por órgãos especializados;

– Houve uma desatenção ao distanciamento social e à ventilação dos ambiente.

Não existe um consenso se foi a reabertura das escolas que ocasionou o surto de Covid-19, mas ainda assim é possível retirar alguns apontamentos dessa tentativa. “O meu entendimento da experiência de Israel é que não podemos relaxar nas medidas de segurança, enquanto não houver uma vacina”, afirma Tatiana Filgueiras, vice-presidente de Educação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. “É muito importante que as medidas básicas – uso de máscara, lavagem das mãos, distanciamento social – sejam mantidas”.

O fato enfatiza um alerta que vem sendo expressado por professores e epidemiologistas. “Ainda que tenhamos prejuízos acadêmicos, a vida deve estar em primeiro lugar. Enquanto não tivermos uma vacina, penso que seja pouco provável que as escolas consigam administrar um retorno às aulas presenciais com segurança”, afirma Vera Capellini.

China

Sendo epicentro do covid-19, a China manteve suas escolas fechadas por 4 meses, com retorno progressivo entre abril e maio, sendo dividido por províncias e também de acordo com idade dos alunos.

Os protocolos chineses para reabertura estabeleceram diversos requisitos:

– Só podem reabrir escolas localizadas em regiões sem nenhum caso de contaminação nos últimos 14 dias;

– Todos os alunos e funcionários passam por medição de temperatura diariamente pela manhã;

– As escolas distribuem máscaras, luvas e desinfetantes de mãos para todos os alunos e funcionários;

– Os espaços da escola passam por uma desinfecção diária;

– Os professores devem oferecer acolhimento emocional aos alunos;

– As escolas devem manter um mapeamento detalhado da situação epidemiológica; caso sejam confirmados novos casos, autoridades precisam ser notificadas e o isolamento social deve ser recomendado.

Quando a volta aconteceu, somente um caso foi reportado: um estudante que viajou para o exterior. Mas logo depois, outros 55 casos de viajantes foram vistos. Já em Pequim, os alunos ganharam pulseiras que emitem alertas quando for detectada temperatura corporal elevada.

Coréia do Sul

O país, que foi uma das referências sobre como lidar com a pandemia, iniciou a reabertura de suas escolas ao final de maio, através de sua testagem em massa. Assim como na China, o retorno foi gradual e iniciou pelos estudantes do Ensino Médio.

As exigências da reabertura sul-coreana foram similares às chinesas:

– Uso obrigatório de máscaras em toda a escola;

– Escalonamento dos horários de aulas e intervalos;

– Medição da temperatura de alunos e funcionários da escola diariamente pela manhã;

– Regras claras de distanciamento social; os alunos se sentam sozinhos em mesas que anteriormente abrigavam dois estudantes.

Apesar de todo esse cuidado, houve alguns problemas: escolas da região da capital Seul precisaram fechar poucos dias depois da reabertura, enquanto mais de cem tiveram que adiar a reabertura, pois dois estudantes foram diagnosticados com o novo coronavírus.

França

A França iniciou a retomada, de forma voluntária, na primeira quinzena de maio, priorizando Ensino Infantil e Fundamental. No final de junho, a volta foi obrigatória para todos os alunos de Fundamental e Médio, ainda que por apenas duas semanas – pois logo se iniciaram as férias de verão por lá.

Na França, o distanciamento social determinado entre alunos foi de quatro metros quadrados. Com isso, a quantidade de alunos por turma precisou ser reduzida pela metade. Crédito: Getty Images

O ministro da Educação Jean Michel Blanquer alegou que reabrir era necessário por uma questão de “emergência social” – referindo-se a preocupações como fracasso escolar e evasão. Os protocolos franceses para reabertura foram rigorosos: medidas de desinfecção e higiene de todos os tipos, máscaras obrigatórias para professores e estudantes maiores de 11 anos, distanciamento social de quatro metros quadrados entre alunos, e redução do tamanho das turmas, de 30 para 15 estudantes.

Ainda assim, uma semana após a reabertura, 70 das 40 mil escolas francesas precisaram fechar novamente, por conta da identificação de casos da Covid-19 – não se sabe ao certo se o contágio ocorreu nas próprias escolas, pois o período de incubação é de 14 dias, podendo a contaminação ter ocorrido na semana anterior à reabertura.

Alemanha

Já na Alemanha, nação que, assim como a Coreia do Sul, foi considerada uma das referências no combate ao novo coronavírus, a reabertura oficial se deu mais tarde, nas primeiras semanas de agosto, e de forma faseada por estados (alguns voltarão apenas no início de setembro).

Os protocolos alemães incluem medidas bem definidas de distanciamento social e higiene, escalonamento de aulas, e em muitos estados, o uso de máscaras também é obrigatório. No entanto, mesmo com esse cuidado, duas escolas do norte do país precisaram fechar novamente, por conta da confirmação de novos casos de Covid-19 entre estudantes e professores.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Nova Escola

4 dicas para planejar as aulas de acordo com a experiência do aluno

As aulas remotas estão sendo difíceis neste momento de pandemia? Talvez seja o momento de você reavaliar os métodos e planejar suas aulas de acordo com a experiência dos alunos. Confira agora 4 dicas para te ajudar!

1) Deixe os planos de aula “descansarem”

Uma das dicas é quando você criar materiais para as aulas, faça rascunhos e revisões. Quando você reler o que escreveu, pode descobrir que está com alguns erros ortográficos, por exemplo.  Aproveite para ensinar isso para seus alunos também (edição e revisão).

2) Pela perspectiva do aluno

Coloque-se no lugar do aluno. Se você utiliza uma plataforma online de ensino, logue-se como um estudante faria e execute o que pedirá a ele depois. Busque utilizar dispositivos que o jovem usaria, como smartphone ou tablet.

Alguns detalhes são importantes de se observar quando você fazer o exercício como se fosse um aluno: quantas vezes precisou mudar de tela? Precisou usar memória de curto prazo? As funcionalidades são fáceis de utilizar (principalmente por um usuário com deficiência)?

Isso te ajudará a entender possíveis frustrações dos alunos e como corrigí-las.

3) Formatos mais simples

Novidades sempre são bem-vindas, mas busque manter o mesmo padrão em cada atividade proposta. Se o aluno necessita sempre ficar mudando de plataforma para estudar, por exemplo, isso o frustrará.

4) Não pense como um professor

Coloque alguém (que não seja educador) para resolver, antecipadamente, os testes que você criar. As pessoas que não são do setor de educação podem perceber os jargões e partes mais confusas que facilitam a revisão do professor. Crie um banco de recursos (como vídeos de orientação para acesso das plataformas, sobre como ter a senha sempre em mãos, por exemplo) para que as famílias possam ser seu “copiloto”.

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Fonte: Porvir

Esta professora utilizou memes para falar sobre história da arte

Sabrine Schoenell Evangelista é professora de artes e contou com a ajuda dos memes para se adaptar às aulas remotas.

Com todas as mudanças que ocorreram na educação, devido à pandemia, como aulas remotas e online, a professora Sabrine precisou se reinventar. E a inspiração veio de onde as crianças e adolescentes estão mais inseridos: as redes sociais. Inspirada no perfil “artesdepressão”, que utiliza imagens de obras de arte para fazer memes, ela utilizou um meme sobre arte barroca para fazer introdução do  conteúdo de aula para seus alunos de 1º ano do ensino médio.

A estratégia deu certo. A professora notou que os alunos tiveram grande interesse no assunto que foi abordado, depois de utilizar o meme, e então lançou um desafio para os estudantes criarem memes de acordo com imagens de obras de arte. Depois de estudar os conceitos, as obras e artistas do Renascimento e também do Barroco Europeu, os jovens foram pesquisar imagens de obras dos períodos mencionados e que pudessem gerar a criação de memes.

Os temas centrais foram a pandemia e a escola online. Assim, o objetivo focou mais nas questões socioemocionais dos alunos, possibilitando que, através da atividade também pudessem demonstrar o que estão sentindo nesse momento do mundo.

O resultado surpreendeu a professora. “Como todos sabem, não está sendo tarefa fácil conseguir alcançar a todos os alunos. Mas, para minha surpresa, esta atividade teve uma grande envolvimento. Até mesmo alunos que não haviam assistido a aula, começaram a enviar a tarefa”, salienta Sabrine.

E ela também percebeu que o formato que mais deu engajamento foi através dos stories no Instagram, gerando um grande alcance e número de comentários. “Após a realização desta atividade, os alunos passaram a estar mais presentes e participativos na aula e eu, passei a cada vez mais buscar soluções para as aulas de arte neste contexto online, finaliza.

Que achou da ideia, professor(a)? Comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Paraná utiliza a tecnologia para modernizar a educação

Para dar atendimento pleno aos alunos durante a pandemia, estado implantou plataforma de ensino a distância e sistemas como registro online e de combate à evasão, além de ferramentas como o Classroom.

O programa Aula Paraná tem aulas online transmitidas na TV aberta e também Youtube. Há ainda o aplicativo Aula Paraná. Ele permite que os estudantes assistam às aulas transmitidas pela TV, em tempo real, e possam interagir com os colegas de sala e professores através do chat do app.

Outra iniciativa foi a parceria firmada com a Google, oferecendo o Classroom para os alunos. Após a completa adesão dos professores e dos alunos ao Aula Paraná e suas ferramentas, a Secretaria da Educação deu início a incentivos de outras ferramentas disponíveis na parceria com a Google, como o Meet, sistema de videochamadas dentro do Classroom.

Em poucos dias a adesão aos meets já havia se consolidado. Ao todo, mais de 10.000 meetings diários passaram a ser realizados entre alunos e professores. Desde maio professores de todo o Estado passaram a complementar as videoaulas e tirar dúvidas de seus alunos por vídeo, uma forma ainda mais dinâmica do que o chat e os murais.

A professora Daniele Araujo, de Ciências, do Núcleo Regional de Educação de Maringá, conta que a opção foi excelente para ela e seus alunos. “Por meio dos Meets minha aula com minha turma continua, tenho o suporte das outras ferramentas on-line e estou respeitando a quarentena”, explica.

Plataforma de games para matemática

Alem disso, a Secretaria da Educação também fechou uma parceria com a Matific, plataforma de games educativos de matemática, usada para dinamizar o aprendizado dos estudantes. O Matific é oferecido gratuitamente aos alunos de Matemática do 6º e 7º anos, e permite ao professor diversificar suas aulas, que passam a contar com jogos educativos capazes de facilitar a absorção dos conteúdos mais complexos da disciplina.

A professora Marytta Rennó Masseli afirma que a novidade foi de grande aceitação entre seus colegas de profissão e entre os alunos. “Algo que todos comentamos é que com o Matific o professor conseguiu deixar a aula ainda mais acessível para o aluno”, explica.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Agência de Notícias do Paraná

3 planos de aula para trabalhar higiene mesmo à distância

Mesmo com a distância, devido ao isolamento social, você pode trabalhar com seus alunos de fundamental 1, a higiene deles e do seu entorno. Confira 3 planos de aula para isso!

1) Higiene do corpo e cuidados com a pele

Este plano de aula vai te ajudar a discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde. Confira o plano aqui.

2) Higiene bucal para um sorriso saudável

Este plano de aula propõe trabalhar a importância dos hábitos de higiene bucal, contemplando a habilidade de Ciências Naturais. O objetivo é discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde e do sorriso saudável e bonito. Confira o plano aqui.

3) Higiene o dia todo

Neste plano há a proposta de um jogo que pode ser desenvolvido por toda a família e, no final, a dica é os adultos conversarem com a criança sobre o que pode ser melhorado em casa. Confira o plano aqui.

Obs: para acessar os planos de aula da Nova Escola, basta um cadastro rápido e gratuito.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Nova Escola