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4 aplicativos que podem te ajudar nesse momento de pandemia

Com as medidas de isolamento social e consequente suspensão das aulas, a internet e suas ferramentas podem auxiliar a educação neste momento. E 4 aplicativos podem ser essenciais para a educação à distância. Confira!

1) Google Classroom

O Google Classroom faz parte do programa G Suite for Education, um projeto que disponibiliza aplicativos gratuitos para a educação à distância. Ele funciona como uma espécie de sala de aula EAD e pode ser utilizado pelas instituições de ensino e educadores durante a quarentena, para passar os conteúdos para os alunos.

Na plataforma é permitido disponibilizar atividades e materiais em PDF, além de ser possível dar feedbacks para os estudantes. Os alunos poderão entregar os trabalhos no aplicativo, tirar dúvidas on-line, organizar e consultar a sua agenda de aulas.

2) Zoom Cloud Meetings

Ele é um aplicativo disponível para Android e iOS que possibilita videoconferências, reuniões e aulas ao vivo. Na modalidade gratuita, permite até 25 pessoas em uma chamada por vídeo, por exemplo. Os professores podem passar os conteúdos e tirar as dúvidas dos estudantes. Ele é em inglês.

3) HangoutsMeet

O HangoutsMeet é uma ferramenta que possibilita facilidade no acesso, videochamadas e chamadas de áudio. Importante ressaltar que alguns recursos só estão disponíveis para clientes do G-suit.

4) Skype

Um dos mais conhecidos aplicativos de chamada de vídeo e voz, o Skype é uma ótima alternativa para a educação a distância durante a quarentena. O usuário pode realizar chamadas com vídeo, áudio e chat de forma gratuita.

E você: conhece algum outro aplicativo que pode auxiliar outros professores nesse momento de pandemia? Comente abaixo!

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Fonte: https://portalcorreio.com.br/aplicativos-para-aulas-ead-auxiliam-professores-na-quarentena/

Realidade aumentada para entender os órgãos humanos

Diversas escolas públicas de todo o Brasil participaram de maratona para o desenvolvimento de aplicativos de celular que ajudassem a melhorar a educação.

Entre quase 200 equipes inscritas, 31 foram premiadas com equipamentos e R$ 5 mil para continuar o desenvolvimento dos aplicativos. Uma das equipes premiadas é da cidade mineira de Timóteo, que desenvolveu um aplicativo em realidade aumentada que transforma figuras de órgãos do corpo humano em desenhos 3D.

“A tecnologia vem para revolucionar isso. Não é só uma folha de papel mais. É um celular que ele pega e vai utilizar de todas as formas possíveis, que ele possa realmente entender melhor cada matéria, retirar de tudo dessa matéria, que ele possa ter maior aproveitamento na escola”, conta o estudante Sávio Oliveira.

“O objetivo da maratona é não fazê-los meros consumidores de tecnologia, mas alguém que cria usando tecnologia, alguém que produz conteúdo, alguém que é capaz de ajudar outro a aprender, usando tecnologia”, explica o chefe de Educação do Unicef Brasil, Ítalo Dutra.

Era preciso formar equipes com múltiplas habilidades – e muitas vezes driblar as limitações. O estudante Carlos Henrique Costa, de Nova Andradina, Mato Grosso do Sul, explica a preocupação que teve para criar um jogo de perguntas e respostas sobre história e ciências.

“Muitos lugares lá do interior do meu estado não têm acesso a uma internet muito rápida. Quando você carrega ele pela primeira vez, já tem essa vantagem, você não precisa estar dependendo da conexão com a internet para poder utilizar ele”, conta Carlos.

As invenções podem ser usadas nas lições, na sala de aula e também no aprendizado da vida.

Milene, de Belo Horizonte, ficava imaginando como era difícil a integração de alunos surdos numa escola tradicional e resolveu criar um sistema que ajuda a traduzir palavras escritas para a língua brasileira de sinais. No aplicativo, se aprende a falar ‘comida’ em libras. Para quem tem fome de conhecimento e solidariedade.

“O surdo vai deixar de se sentir mais isolado da sociedade, vai ter pessoas para se comunicar e o ouvinte se torna uma pessoa mais cidadã. A escola é exatamente o lugar para a gente começar isso. Vai ser uma integração muito linda”, diz a estudante Milene Teixeira.

Créditos da foto: G1

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Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/10/31/alunos-e-professores-da-rede-publica-criam-aplicativos-para-melhorar-ensino.ghtml

Confira estas dicas de como incentivar os alunos a criarem aplicativos

Estamos na era da informação simultânea, da tecnologia e da educação mão na massa. E hoje trazemos para você, professor(a),  algumas dicas de como incentivar os seus alunos a criarem aplicativos. Confira!

 É necessário que, na escola, os jovens possam desmistificar a produção de conteúdos tecnológicos e receber o incentivo da inclusão digital para que deixem de ser consumidores e se transformem em produtores de tecnologia.

Nesse sentido, são muitas atividades que podem ser desenvolvidas nas aulas, envolvendo a diversidade do currículo para realizar essa mudança nos jovens.

Aplicativo

Um bom exemplo disso é a Fábrica de Aplicativos, um software gratuito que dá oportunidade para que todos criem um aplicativo. Nele é possível agregar textos, fotos, vídeos, posts das redes sociais, personalizar e selecionar imagens de abertura e ícones.

A ferramenta é bem fácil de usar: a cada passo, são exibidas as opções disponíveis, no qual, o erro é considerado na caminhada de construção, precisando para isso apenas retornar alguns passos e consertar o app que está sendo criado. O aplicativo trabalha com noções de programação, lógica e o currículo de maneira interdisciplinar incluindo Língua Portuguesa, Matemática e cultura. Outro ponto é o trabalho das relações socioemocionais, principalmente as hibridas que envolvem a criatividade e o pensamento crítico.

Os alunos podem trabalhar com resoluções de problemas reais e desenvolver aplicativos que melhorem a rotina a escola e ou resolvam problemas da comunidade ao exercitar a colaboração ao trabalhar em grupo, empatia ao se colocar no lugar do outro, ao falar de autocuidado, autoconhecimento promovendo debates e discussões sobre determinados temas, ajudando a aprofundar a assuntos de diversas naturezas.

O trabalho em sala de aula

A sala de aula pode se transformar em um grande ambiente de descoberta. Para isso, o professor pode propiciar aos estudantes o envolvimento com ações de pertencimento, explorando potencial através de materiais de estudo, pesquisas, mapas mentais, videoaulas, através de temas específicos e ou interdisciplinares.

Uma das formas de propor o trabalho é através de desafios e realizar uma chuva de ideias com temas de interesses pessoais de jovens e ou propor problemas sociais, como bullying, alimentação e saúde.

Já imaginou quando os alunos criarem um aplicativo para falar sobre esses temas, ao mesmo tempo em que estarão escrevendo, aprendendo, interagindo, trocando informações com eles mesmos e com o outro e usando a tecnologia para alavancar a aprendizagem?

No entanto, é importante ter um planejamento objetivo e claro, com cada idealização de cada etapa a ser percorrida e mediar as atividades dos grupos.

O processo também pode contar com os outros professores como mentores, que irão auxiliar a encontrarem caminhos nessa jornada.

Conheça alguns exemplos de aplicativos desenvolvidos na ferramenta fábrica de aplicativos:

Física Interativa

Traz aulas, vídeos e exercícios resolvidos para os alunos.

Ajuda Salesiana

Criado por uma escola, o aplicativo avisa a turma sobre as próximas atividades.

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Fonte: https://razoesparaacreditar.com/voaa/ele-criou-projeto-prepara-jovens-periferia-mercado-trabalho/

Realidade aumentada para entender os órgãos humanos

Diversas escolas públicas de todo o Brasil participaram de maratona para o desenvolvimento de aplicativos de celular que ajudassem a melhorar a educação.

Entre quase 200 equipes inscritas, 31 foram premiadas com equipamentos e R$ 5 mil para continuar o desenvolvimento dos aplicativos. Uma das equipes premiadas é da cidade mineira de Timóteo, que desenvolveu um aplicativo em realidade aumentada que transforma figuras de órgãos do corpo humano em desenhos 3D.

“A tecnologia vem para revolucionar isso. Não é só uma folha de papel mais. É um celular que ele pega e vai utilizar de todas as formas possíveis, que ele possa realmente entender melhor cada matéria, retirar de tudo dessa matéria, que ele possa ter maior aproveitamento na escola”, conta o estudante Sávio Oliveira.

“O objetivo da maratona é não fazê-los meros consumidores de tecnologia, mas alguém que cria usando tecnologia, alguém que produz conteúdo, alguém que é capaz de ajudar outro a aprender, usando tecnologia”, explica o chefe de Educação do Unicef Brasil, Ítalo Dutra.

Era preciso formar equipes com múltiplas habilidades – e muitas vezes driblar as limitações. O estudante Carlos Henrique Costa, de Nova Andradina, Mato Grosso do Sul, explica a preocupação que teve para criar um jogo de perguntas e respostas sobre história e ciências.

“Muitos lugares lá do interior do meu estado não têm acesso a uma internet muito rápida. Quando você carrega ele pela primeira vez, já tem essa vantagem, você não precisa estar dependendo da conexão com a internet para poder utilizar ele”, conta Carlos.

As invenções podem ser usadas nas lições, na sala de aula e também no aprendizado da vida.

Milene, de Belo Horizonte, ficava imaginando como era difícil a integração de alunos surdos numa escola tradicional e resolveu criar um sistema que ajuda a traduzir palavras escritas para a língua brasileira de sinais. No aplicativo, se aprende a falar ‘comida’ em libras. Para quem tem fome de conhecimento e solidariedade.

“O surdo vai deixar de se sentir mais isolado da sociedade, vai ter pessoas para se comunicar e o ouvinte se torna uma pessoa mais cidadã. A escola é exatamente o lugar para a gente começar isso. Vai ser uma integração muito linda”, diz a estudante Milene Teixeira.

Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/10/31/alunos-e-professores-da-rede-publica-criam-aplicativos-para-melhorar-ensino.ghtml

Aplicativo ajuda a reconhecer as mais variadas plantas

Que tal dar um incremento nas suas aulas de biologia e ciências? Muitas vezes a criançada pode achar chato estudar sobre plantas e animais apenas olhado pelos livros. Mas e se você inovar e sair a campo para explorar a natureza e mostrar inloco para os seus alunos?

Acredita-se que exista aproximadamente 298 mil tipos diferentes de plantas, sendo que mais de 215 mil já estão devidamente catalogadas. Imagina se fosse possível mostrar um pouco desse vasto mundo para os seus alunos?

O PlantNet, foi apresentado pela primeira vez em 2013, na 50° edição do encontro Paris Internacional Agricultura Show, e recebeu neste mês de abril de 2015 sua mais nova atualização. Basicamente, o programa consegue identificar uma planta ou flor para seu usuário que não sabe de qual espécime se trata.

Para fazer o PlantNet funcionar, basta tirar uma foto da planta ou flor e colocar o aplicativo para buscar a imagem correspondente em seu banco de dados. Assim que o sistema identifica a espécie que combina com a foto tirada, ela é mostrada na tela para seu usuário saber qual planta ou flor está contemplando.

O banco de dados do PlantNet, claro, não possui as 215.644 espécies em seu banco de dados. Possui muito menos, aliás, pouco mais de 4 mil, e com foco em espécies não ornamentais, mas o programa recebe atualizações e o crescimento da rede de usuários, que encaminham fotos e identificam os espécimes que conhecem, depois de validadas por uma equipe científica, só faz crescer a capacidade do PlantNet de ajudar aos amantes das plantas e das flores a conhecer um pouco mais da riquíssima biodiversidade de nosso planeta. O aplicativo está disponível pela iOS e Android.