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Minecraft será usado para ensinar programação à crianças

A Microsoft Corp. se uniu à Code.org, que oferece ferramentas de programação gratuitas para crianças, para levar seu jogo de computador mais vendido, o Minecraft, aos populares tutoriais Hour of Code da entidade sem fins lucrativos.

As crianças poderão acessar o site da Code.org e encontrar um tutorial com 14 níveis do Minecraft, incluindo um tabuleiro livre para jogar, disse Deirdre Quarnstrom, diretor de educação com Minecraft na Microsoft, que é a maior apoiadora financeira da Code.org.

O Minecraft, que a Microsoft adquiriu por meio da compra de US$ 2,5 bilhões da empresa de software Mojang AB em 2014, coloca os usuários dentro de um vasto cenário 3D pixelizado e permite que eles construam com blocos feitos de diferentes recursos.

A Code.org foi criada em 2013 para tornar o ensino de ciências da computação disponível para mais crianças com o objetivo de aumentar a participação de mulheres e estudantes não brancos no setor.

Mais de 100 milhões de estudantes testaram o Hour of Code, que utiliza programas de entretenimento populares como o Flappy Bird e o jogo do filme “Frozen” em seus tutoriais e busca convencer as escolas a participarem da Semana de Educação de Ciências da Computação, que neste ano será realizada de 7 a 13 de dezembro.

A organização sem fins lucrativos fundada pelo ex-executivo da Microsoft Hadi Partovi e por seu irmão, Ali, também oferece treinamento gratuito para professores e um currículo de ciências da computação.

A adição do Minecraft era o que os estudantes e os pais mais pediam, disse Hadi Partovi, inclusive quando ele visitou as salas de aula durante o Hour of Code do ano passado.

Os maiores desafios do uso da tecnologia na sala de aula

O uso da tecnologia em sala de aula pode ser um aliado na aprendizagem das crianças - 2

Qual o maior desafio no uso da tecnologia na sala de aula? Sabemos que a tecnologia é uma constante na nossa vida e também no dia a dia das crianças. Por isso mesmo, a escola não pode ficar de fora dessa tendência e aplicar essas modernidades na sala de aula pode ser muito interessante para o ensino da criançada.

Os educadores precisam encontrar formas de inovar no ensino do conteúdo convencional e tentar aliar isso a tablets, smartphones, sites e tudo mais que está ao nosso dispor, transpondo os muros da escola e expandindo o conhecimento dos seus alunos.

Mas é preciso ter em mente que é um desafio usar a tecnologia na sala de aula. Cabe ao educador entender a necessidade da turma, e também de cada aluno, e conseguir trabalhar os temas propostos no currículo com o uso de tecnologias novas.

Pesquisamos e compartilhamos com vocês cinco desafios que precisam ser superados para que a tecnologia seja aplicada dentro de sala de aula. Vamos lá:
Investimento e infraestrutura

Nem todas as escolas conseguem acompanhar as mudanças tecnológica dos dias de hoje. Renovar os equipamentos constantemente, oferecer amplo acesso à Internet banda larga e ter mão de obra especializada para manutenção e operacionalização das redes exige investimento contínuo por parte dos gestores.

Contato real versus virtual
Por mais que as redes sociais e os recursos de interação tenham um papel fundamental para fomentar debates, o contato real ainda é importante. Em cursos a distância, por exemplo, é preciso estar comprometido em fazer todas as disciplinas, mesmo sem o incentivo constante de colegas e professores. Claro, tudo depende de como a aula é conduzida. Um professor que mantenha os alunos atentos pode tornar o contato virtual tão interessante quanto o real.

Distração
Muitos educadores acham que os smartphones e tablets podem ser apenas uma fonte de distração para os alunos. Claro que, em alguns casos, isso é verdade. Os jovens se distraem com facilidade e os smartphones e tablets podem tornar rotina de sala de aula um tanto estressante. Aí entra o papel do professor. Ele precisa usar esses equipamentos a seu favor e tornar a aula mais motivadora, mas sem perder o foco no ensino.

Excesso de facilidade
Se mal utilizada, a tecnologia pode facilitar em excesso as tarefas dos estudantes. Muitos aplicativos fornecem respostas prontas e rápidas para os alunos e aí ele acaba sem aprender ou ir mais a fundo na atividade proposta pelo professor. É preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre a utilização correta dos aplicativos e o uso desregrado.

Avaliação dos alunos
Usar tecnologia não significa, necessariamente, que os estudantes vão se sair melhor nas avaliações tradicionais. O aprendizado depende diretamente da motivação – utilizar aplicativos sem qualquer critério pedagógico pode não instruir os jovens. Os defensores do uso da tecnologia em classe acreditam que os resultados dos testes padronizados pode não ser o melhor indicador de inteligência do aluno. No entanto, avaliações que comportem esse novo jeito de ensinar ainda não surgiram.

Superar as limitações que ainda dificultam a união de tecnologia e educação é o desafio de gestores e educadores.

Compartilhe com a gente: quais são as dificuldades e facilidades que você encontra para implementar o uso da tecnologia com os seus alunos!

Educação 3.0: você está preparado para essa novidade?

Educação 3.0: você está preparado para essa novidade?

Paulo Freire é um dos grandes nomes da educação brasileira e é sua uma frase que resume bem o ensino nas escolas: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Essa frase pode nos ajudar a entender um pouco de uma nova forma de educação que chega às nossas escolas, a Educação 3.0. Mas você sabe o que ela significa? Será que estamos preparados para essa novidade?

A Educação 3.0 traz para dentro da sala de aula as tecnologias digitais e novas descobertas de como ensinar. Na Educação 1.0 preparava as pessoas a continuarem executando tarefas feitas pelos seus antepassados, como a porcelana e a tapeçaria. Em seguida, passamos para a Educação 2.0 que foi quando as pessoas se deslocaram para as cidades em busca de uma vida melhor e isso impactou na forma de educar. As coisas aprendidas para lidar com a vida no campo já não eram mais suficientes e a “nova” teve a responsabilidade de atender a essa nova demanda, ensinando as pessoas com tarefas repetitivas e mecânicas, trabalhos individuais, reproduzindo, de certa forma, obedecendo às mesmas características observadas na produção industrial.

Na Educação 3.0 espera-se que o aluno seja capaz de solucionar problemas e que faça isso de forma colaborativa, trabalhando em equipes e contando com as novas tecnologias a seu favor. Mas engana-se quem pensa que a nova escola substituirá a convencional lousa de giz pela lousa eletrônica. A tecnologia de nada adianta se as pessoas não estiverem dispostas a dar um passo à frente. A Educação 3.0 é uma nova concepção de ensinar, com mudanças no conteúdo e também na metodologia de ensino.

O mundo de hoje pede profissionais capacitados em solucionar problemas, com uma postura inovadora, empreendedora e que saiba trabalhar com pessoas diferentes, em ambientes sob pressão, mas ao mesmo tempo, com foco na criatividade. O desafio para os educadores com essa nova proposta educativa é repensar os modelos pedagógicos empregados em sala de aula onde o professor é o único detentor do conhecimento e os alunos são apenas ouvintes. Na Educação 3.0 é preciso ir além, levar as crianças à inovação, a trazerem suas vivências e experiências e a pensarem de forma colaborativa, com o uso das novas tecnologias, tão presentes na nossa vida nos dias de hoje.

Nessa nova realidade, o professor não somente ensina o que sabe, mas também aprende com o que vive!

Você já faz parte da Educação 3.0? Faz a diferença para os seus alunos? Conte-nos como! Mande seu relato através do nosso formulário e a sua história pode aparecer aqui no blog Conexão Xalingo!