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Esta professora utilizou a tecnologia para mostrar os trabalhos das crianças

Conforme os anos vão passando, a tecnologia se mostra cada vez mais aliada quando o assunto é educação. E esta professora utilizou de uma ferramenta tecnológica simples de utilizar, para mostrar os trabalhos de seus alunos.

Tanymara Paganelli é professora de educação infantil e desenvolveu o projeto “Um brinquedo chamado natureza” diante de duas necessidades básicas: apresentar uma proposta inédita para a mostra de trabalhos e encontrar uma série de vivências lúdicas que pudessem estimular o equilíbrio interno e o autocontrole das crianças como um todo. A ideia, segundo ela, era permitir aos alunos “extravasar” emoções, perceber o outro e se acalmar por meio de brincadeiras e atividades.

Nesse projeto foram realizadas atividades e brincadeiras com folhas, galhos, pedras, flores, areia, argila e água, sempre respeitando a curiosidade e ritmo dos alunos. Por exemplo, tocar na argila causou estranheza e resistência para alguns estudantes. Ao pensar em como expor o trabalho, Tanymara refletiu que não fazia sentido falar da natureza e, posteriormente, imprimir inúmeras fotos e papéis, que depois da exposição acabariam indo para o lixo.

QR CODE PARA MOSTRAR TRABALHOS

Deste modo, a forma de inovar, na apresentação dos trabalhos, foi optar por ferramentas tecnológicsa simples e fáceis de utilizar: o QRCode (disponível em diferentes aplicativos, inclusive nativos da câmera do celular ou tablet) e o Microsoft Sway, que é um programa de apresentação que faz parte do pacote Office. É um aplicativo digital para criar apresentações de modo intuitivo.

A utilização das duas duas ferramentas objetivou permitir que pais e comunidade escolar pudessem ver, com detalhes, como foi o processo de construção das produções (modelagens com argila, mandala de folhas, pintura com água e sabão, pinhas, bonecos de alpiste, etc.). No entanto, o resultado com este formato foi ainda mais satisfatório, pois teve alcance a pais que não puderam visitar a Mostra de Trabalhos naquele dia, até avós e outros familiares que, mesmo de longe puderam, vivenciar junto com a criança suas aprendizagens.

E quando a professora avaliou o projeto, o resultado foi muito bom: famílias cientes e engajadas nas atividades da criança, desde o início até sua produção final; pais que relataram alegria por terem este acesso ao processo todo facilitado; e crianças empolgadas porque a mãe comprou argila para brincarem juntos em casa. Tanymara afirma que “vale a pena arriscar e inserir novas tecnologias inovando a forma de compartilhar, não apenas os resultados, mas também o processo, pois na educação infantil é na caminhada, nas tentativas e nos recomeços que percebemos a evolução das crianças”.

Créditos da imagem: Tanymara Paganelli

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Fonte: http://porvir.org/10-aplicativos-de-realidade-virtual-para-usar-em-sala-de-aula/

Saiba como a tecnologia está auxiliando esses professores

Os alunos do 8º ano, do Colégio Poliedro, em São José dos Campos/SP, estão aprendendo ciências com ferramentas que fogem do convencional “giz, lousa e livros”. É a tecnologia, mais uma vez, mostrando que vem para auxiliar os professores a tornarem as aulas cada vez mais dinâmicas e engajadas.

A professora Bianca Netto Rodrigues tem utilizado recursos tecnológicos como jogos, lousa digital e realidade aumentada para mostrar organismos, órgãos, sistemas e ecossistemas em funcionamento. “Hoje o acesso à informação é mais fácil e rápido, por isso o papel do professor vem mudando e atuamos como mediadores do processo de aprendizagem”, afirma.

E o que os alunos têm pensado sobre as inovações? Para a estudante Maria Rita Resende Aquino, de 13 anos, a tecnologia é muito boa para a sua educação: “acredito que a tecnologia favoreça a aula de Ciências não só por ser atrativa, mas porque facilita no aprendizado, saindo daquela teoria de todos os dias. Como atualmente a vida gira em torno da tecnologia, acho muito legal ter esses recursos na escola, onde passo a maior parte do tempo”, diz ela.

Os projetos tecnológicos buscam ampliar os desafios e caminhos de aprendizagem. “Ao propor que os alunos trabalhem em grupos com autonomia na construção de jogos educativos virtuais, eles precisam se empenhar para aprender linguagem de programação ou usar a criatividade na criação. Eles aprendem enquanto se divertem”, ressalta a professora.

As aulas com inovações tecnológicas, além de transmitirem conceitos de ciências de forma mais divertida, permitem que os alunos tenham contato com linguagem de programação e desenvolvam autonomia na elaboração de jogos. “O planejamento completo do jogo deve ser pensado e executado pelo grupo, desde o objetivo principal, as regras, o tipo de jogo, sua construção, teste e funcionamento”, explica a docente.

A utilização da realidade aumentada amplia a curiosidade dos estudantes. O recurso tecnológico permite que vejam detalhes da estrutura de órgãos e organismos em funcionamento. Já as projeções de imagens e animações também são úteis para demonstrar o funcionamento de órgãos e/ou sistemas do corpo humano. Em todas as aulas, a professora utiliza a lousa digital, uma vez que facilita e agiliza o manuseio de diferentes ferramentas, possibilitando o acesso à Internet.

O OneNote, por exemplo, é um programa amplamente utilizado na preparação das aulas, permitindo que pais e alunos tenham acesso às anotações realizadas na lousa durante as aulas.

Fonte: https://www.segs.com.br/educacao/134804-professora-de-ciencias-inova-com-aulas-repletas-de-tecnologia

Sua escola está no mapa de inovação e criatividade do MEC?

Quais escolas brasileiras podem ser chamadas de inovadoras? O Ministério da Educação e Cultura lançou, no fim do ano passado, o Mapa de Inovação e Criatividade na Educação Básica, com o objetivo de fortalecer instituições públicas e particulares e organizações não governamentais que possuem propostas arrojadas na Educação Básica.

A ideia do portal é promover a divulgação e a articulação entre as iniciativas e também com universidades, secretarias de Educação e outras organizações relacionadas. Para identificar quem estava fazendo um trabalho realmente inovador, o ministério abriu uma chamada pública em setembro do ano passado para a qual se inscreveram 682 entidades. Os grupos de trabalho regionais avaliaram as inscrições segundo cinco critérios: gestão, currículo, ambiente, metodologia e intersetorialidade.

Foram selecionadas 178 iniciativas, de todos as etapas de ensino e de todas as regiões do Brasil. A maior parte dos trabalhos são em escolas, sendo 52,5% públicas e 47,5%, particulares.

 

Entre outros exemplos, há escolas indígenas, como a Kulika, em Monsenhor Tabosa, a 285 quilômetros de Fortaleza, em que o ensino é bilíngue, em tupi e português, e o currículo inclui legislação indígena, cultura indígena, meio ambiente; e escolas que praticam a gestão democrática, como a Politeia, em São Paulo, que define as regras de convivência, de utilização dos espaços e os limites dos direitos e os deveres em assembleias semanais.

Já na área de inclusão, vale destacar a Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga, no Distrito Federal. A instituição pública oferece ensino integral e recebe alunos com surdez de leve a profunda, filhos não surdos de pais surdos, alunos com dificuldade fonoarticulatória e não surdos. Além de ser baseada na pedagogia de projetos, os gestores convidam os estudantes a participar do planejamento das atividades escolares.

Na Escola Comunitária Cirandas, em Paraty, a 243 quilômetros do Rio de Janeiro, não há divisão em séries nem de disciplinas. Os alunos aprendem por meio de pesquisas e projetos de seu interesse, trocando conhecimentos com crianças de idades diferentes.

Use a tecnologia para acompanhar seus filhos na escola

Você sabia que a união entre família e colégio forma uma combinação essencial para o cotidiano da criança? A participação dos pais na vida escolar dos filhos é muito comum para a formação educacional dos jovens. Uma pesquisa feita pelo Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar (SARESP) revelou que sete em cada dez pais participam da vida escolar dos filhos. Além disso, um dos fatores que atuam positivamente é quando os pais conseguem comunicar aos filhos o valor da escola e do estudo.

Conheça algumas ferramentas que auxiliam os pais no cotidiano dos filhos na escola:

1 – Sistema de SMS: Quando o estudante passa pela catraca da escola, o responsável recebe uma mensagem de texto com a informação de que o filho está dentro do ambiente escolar. Esse processo permite que os pais tenham controle e segurança.

2 – Grupo da turma no WhatsApp: Caiu no gosto da galera e nem por isso deixou de ser um meio de comunicação eficaz. O WhatsApp pode ser inserido no ambiente escolar por meio de grupos da turma, onde os responsáveis podem ter acesso e trocar informações com os professores.

3 – Agenda escolar: Mesmo com acesso à tecnologia, ela ainda é um meio de informação importante para a interação entre a escola e os pais. No decorrer da vida escolar, a agenda cumpre papéis importantes que vão desde a organização das tarefas, até recados institucionais.

4 –  Diálogo entre pais e filhos: Nada como a boa e velha ferramenta do encontro em carne e osso. Além de toda a tecnologia, tire um tempo para dialogar com a criança sobre o dia a dia na escola. Tenha interesse em saber como foram as aulas da semana e dedique um tempo do dia para ler ou estudar junto com os filhos.

 

Celular: vilão ou aliado na sala de aula?

Já ouviu aquele ditado que diz algo como: se você não pode com o seu inimigo, junte-se a ele? Pois é o que muitas escolas estão fazendo em relação aos smartphones em sala de aula. Hoje em dia é muito difícil conter o uso dos celulares pelos jovens e cada vez mais esses aparelhos fazem parte da vida deles desde muito cedo.

É papel da escola regular o uso do aparelho durante as aulas, mas sabemos que proibir só vai aumentar ainda mais a vontade dos alunos a mexerem nas redes sociais durante o período de aula. Então, qual a melhor saída?

Várias escolas estão tentando tratar desse dilema e introduzindo os smartphones dentro das atividades curriculares. Afinal, com o aparelho as distâncias ficam menores e o aluno pode ter vários conteúdos na palma da sua mão.

Os pesquisadores da Universidade Federal do Paraná sugerem algumas possibilidades de uso pedagógico dos smartphones como pesquisas em dicionários on-line ou aplicativos, a câmera como recurso nas aulas de artes, as redes sociais com geolocalização para as aulas de geografia. Tudo depende do propósito pedagógico e da disponibilidade do professor.

Mas, claro que o uso de aparelhos em sala não agrada a todos os professores. Pesquisa realizada pela Fundação Nacional de Ciência da Universidade do Estado de Michigan (EUA) confirmou o que muitos desconfiam: o uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula é altamente prejudicial ao desempenho dos alunos quando utilizados sem o propósito pedagógico. Depois de avaliar 500 alunos, os pesquisadores concluíram que mesmo os melhores alunos saem prejudicados se o aparelho for usado em aula sem a finalidade acadêmica. Sem consenso entre os professores sobre os benefícios da tecnologia, no Colégio Mary Ward (SP) há espaço para ambos os comportamentos: usar e não usar.

Professora usa iPads nas aulas de artes e inova

A professora Ana Helena dá aula em Campinas e recentemente recebeu um reconhecimento da Apple através do Apple Distinguished Educators (ADEs). A iniciativa premia professores que usem as tecnologias da empresa americana em suas salas de aula. Para se inscrever no projeto, os professores produziram um vídeo de três minutos expondo a prática de seus projetos pedagógicos que utilizaram as tecnologias Apple, especialmente o iPad.

O programa Apple Distinguished Educators reconhece professores de todo mundo que notoriamente utilizam as tecnologias da Apple de maneira inovadora na sala de aula. Os ADEs formam uma comunidade global para troca de experiências, estimulando a efervescência de novas ideias e a ampliação dos horizontes de ensino-aprendizagem para o século 21.

Ela ministra aulas de Arte Contemporânea na Escola Comunitária de Campinas, integrando o iPad às atividades artísticas realizadas pelos alunos do 9º ano do ensino fundamental. Entre as sequências didáticas que utilizam a tecnologia móvel pensadas pela professora estão a produção de maquetes de instalação artística, uma intervenção no espaço da escola, a interação com as obras contemporâneas de Lygia Clark por meio de um aplicativo de livro-conceito e uma atividade de curadoria na própria galeria de arte da escola.

Segundo a professora, o iPad possibilitou inclusive que todas as atividades feitas em grupo estivessem sempre com cada aluno por meio de registros audiovisuais, que se tornaram posteriormente um portfólio. Além disso, a tecnologia móvel permitiu que a professora mandasse os conteúdos prévios às atividades para as turmas.

Ao criar os projetos que ligaram os alunos à arte contemporânea não só pela tinta, mas também por meio dos iPads, a professora Ana Helena foi encorajada a enviar o vídeo para o programa da Apple e foi reconhecida como Distinguished Educator, estando no evento em Miami. “Eu me senti super agradecida de estar lá. A todo momento nos estimulavam a conversar e trocar experiências com pessoas de outros países. É um prazer ser professora e estar com outros professores, falando sobre ensino, é uma glória”, afirma Ana Helena.