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Paraná utiliza a tecnologia para modernizar a educação

Para dar atendimento pleno aos alunos durante a pandemia, estado implantou plataforma de ensino a distância e sistemas como registro online e de combate à evasão, além de ferramentas como o Classroom.

O programa Aula Paraná tem aulas online transmitidas na TV aberta e também Youtube. Há ainda o aplicativo Aula Paraná. Ele permite que os estudantes assistam às aulas transmitidas pela TV, em tempo real, e possam interagir com os colegas de sala e professores através do chat do app.

Outra iniciativa foi a parceria firmada com a Google, oferecendo o Classroom para os alunos. Após a completa adesão dos professores e dos alunos ao Aula Paraná e suas ferramentas, a Secretaria da Educação deu início a incentivos de outras ferramentas disponíveis na parceria com a Google, como o Meet, sistema de videochamadas dentro do Classroom.

Em poucos dias a adesão aos meets já havia se consolidado. Ao todo, mais de 10.000 meetings diários passaram a ser realizados entre alunos e professores. Desde maio professores de todo o Estado passaram a complementar as videoaulas e tirar dúvidas de seus alunos por vídeo, uma forma ainda mais dinâmica do que o chat e os murais.

A professora Daniele Araujo, de Ciências, do Núcleo Regional de Educação de Maringá, conta que a opção foi excelente para ela e seus alunos. “Por meio dos Meets minha aula com minha turma continua, tenho o suporte das outras ferramentas on-line e estou respeitando a quarentena”, explica.

Plataforma de games para matemática

Alem disso, a Secretaria da Educação também fechou uma parceria com a Matific, plataforma de games educativos de matemática, usada para dinamizar o aprendizado dos estudantes. O Matific é oferecido gratuitamente aos alunos de Matemática do 6º e 7º anos, e permite ao professor diversificar suas aulas, que passam a contar com jogos educativos capazes de facilitar a absorção dos conteúdos mais complexos da disciplina.

A professora Marytta Rennó Masseli afirma que a novidade foi de grande aceitação entre seus colegas de profissão e entre os alunos. “Algo que todos comentamos é que com o Matific o professor conseguiu deixar a aula ainda mais acessível para o aluno”, explica.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Este aplicativo está ajudando na alfabetização de crianças com deficiência

Utilizando a realidade aumentada, este aplicativo gratuito ajuda no tratamento da apraxia de fala. Saiba mais!

As crianças que têm capacidade reduzida de pronunciar clara e corretamente sílabas e palavras podem ter o distúrbio neurológico chamado de apraxia de fala, limitando a comunicação e compreensão dos pequenos.

Compreendendo as dificuldades para manter as atividades e também tratamentos dessa condição durante a pandemia, a Educ360°, empresa que desenvolve tecnologia para a aprendizagem, lançou o aplicativo “Alfabetização na Apraxia de Fala Infantil” para iOS e Android.

Essa limitação é muito comum em crianças com autismo e síndrome de down e, segundo Fábio Educ, diretor da Educ360°, “elas costumam ter dificuldade em se concentrar, mas adoram tecnologia. Por isso, o objetivo do aplicativo é apoiar familiares e cuidadores de alunos durante o tempo de reclusão devido à pandemia”.

Com realidade aumentada

O aplicativo utiliza realidade aumentada e foi desenvolvido com o apoio tecnológico da Foursys, sendo fruto de uma parceria da Educ360° com a Apae de Cotia, em São Paulo, e o Multigestos, método de auxílio no tratamento da apraxia de fala infantil e que foi criado pelas fonoaudiólogas Cinthia Coimbra de Azevedo e Leticia Maria de Paula Silva.

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Créditos da imagem: drobotdean/Freepik (Licença Free)
Fonte: Estadão

Saiba como celular e filmes melhoraram a aprendizagem destes alunos

Esta professora precisava solucionar alguns problemas que vinham acontecendo, como: o uso excessivo do telefone celular, a falta de motivação dos alunos em aprender e a dificuldade de incluir os alunos com deficiência.

Cíntia Lautert é professora na Escola Madre Benícia, em Novo Hamburgo/RS, e utilizou a própria tecnologia para melhorar a aprendizagem de seus alunos. Diante de recomendações da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que reconhecem o uso de tecnologias que promovam a aprendizagem significativa, ela desenvolveu duas práticas que foram apresentadas em pesquisas acadêmicas.

Pesquisas

Em seu trabalho de conclusão de curso de graduação, ela demonstrou como o telefone celular pode contribuir positivamente para o ensino de Ciências. Na pesquisa, ela demonstrou como os smartphones ajudam a elevar a média dos alunos em 32%.

Cíntia também é pós-graduada em TIC Edu (Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação) e no trabalho final dessa etapa, pesquisou como os filmes de entretenimento infanto-juvenil contribuem no processo de escolarização dos alunos da educação especial, além de elevar a média de aprendizagem em 9% nas turmas do sexto ano do ensino fundamental, sendo assim, um importante recurso pedagógico.

Realizações das pesquisas

Ambas as práticas foram realizadas em momentos distintos e com turmas de diferentes níveis escolares. Na utilização do celular, como recurso pedagógico, o projeto consistiu em verificar qual método de ensino seria mais eficaz: o método tradicional (que utiliza o quadro e o livro didático como recurso pedagógico) ou o método tecnológico (que consistia em pesquisar os conteúdos pré-selecionados pela professora e em produzir um vídeo com a utilização do telefone). Para verificar a assimilação do conteúdo, foram realizadas duas avaliações. Uma para analisar a aprendizagem a partir do método tradicional, e a outra após a produção audiovisual.

Para a prática com o filme de entretenimento, buscou-se avaliar os alunos a partir do método tradicional de ensino e após uma sessão de animação infanto-juvenil que dava sentido ao conteúdo aprendido em sala de aula. Como os alunos de inclusão apresentam uma forma de avaliação diferenciada e amparada por lei, essa foi adaptada à necessidade dos mesmos. Ambos artigos estão fundamentados com a legislação atual.

Com essas práticas, além da elevação na média de aprendizagem, os alunos ficaram mais motivados em aprender com tecnologias. Foi possível obter maior contextualização dos aspectos científicos com a realidade.

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Fonte: http://porvir.org/celular-e-filmes-melhoram-a-aprendizagem-em-ciencias-quimica-e-biologia/

Precisando melhorar suas habilidades com a tecnologia? Então leia este post

Você, professor(a) está com dificuldades em lidar com a tecnologia nesse momento de pandemia? A nova forma de ensinar está complexa? Então confira esta postagem!

Se as aulas remotas têm sido uma dor de cabeça, esta plataforma pode te auxiliar a aprender mais sobre as tecnologias. “Do Mundo para a Escola”, da Tecnologia Educacional, é uma plataforma com 3 trilhas de aprendizado que são pensadas nos educadores.

1) Para melhorar a interatividade das aulas remotas

Se você precisa melhorar a interatividade das suas aulas remotas, indo além de apresentações em PDF, a trilha “3 melhores ferramentas para qualquer professor” é a dica.

2) Para aprender um pouco de programação

A programação, há tempos, vem se mostrando uma excelente ferramenta para a educação. Mas mesmo que você já tenha ouvido falar, não sabe nem por onde começar? A  trilha “Code” apresenta o pensamento computacional, a linguagem Scratch e explica como professores podem desenvolver projetos na plataforma gratuita code.org ou com a placa de baixo custo MICRO:BIT.

3) Para montar estratégias de ensino

Para cada etapa existe uma estratégia ou recurso indispensável. Na trilha sobre ferramentas, professores da educação infantil ao ensino médio encontram dicas de plataformas. Todos os vídeos são  acompanhados de tutoriais para tirar uma aula do papel e surpreender os alunos, seja com desenho, histórias em quadrinhos ou gamificação.

Para que você possa acessar os conteúdos, basta fazem um cadastro com nome, e-mail e telefone.

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Fonte: https://porvir.org/como-fazer-a-avaliacao-durante-as-aulas-remotas/

Esta plataforma está tornando a matemática muito mais descontraída

Plataforma finlandesa utiliza de tom mais descontraído para ensinar matemática e novidade acaba de chegar ao Brasil. Confira!

Quando a matemática é assunto em sala de aula, tem muito aluno que chega a baixar a cabeça, não é mesmo?! E esse sentimento acaba se traduzindo em menores taxas de aprendizado e aquele clichê do “não sou de exatas”.

Pensando nisso, para aumentar a qualidade do ensino da matemática, pesquisadores da Universidade de Turku, na Finlândia, desenvolveram a plataforma Eduten Playground, que conta com 15 mil exercícios  que possibilitam a realização de cerca de 200 mil operações matemáticas.

De acordo com os desenvolvedores, o tempo ideal para que o aluno permaneça conectado à ferramenta é de 45 minutos, que podem ser distribuídos em uma ou mais sessões durante a semana. Uma análise de impacto realizada com alunos na Finlândia detectou um aumento de 20% na fluência matemática após seis semanas de práticas na plataforma.

Plataforma no Brasil

A plataforma está sendo trazida ao Brasil pela Pro4Edu (Pro for Edu), que está realizando um piloto da Eduten Playground no Colégio Filomena de Marco, em São Paulo/SP, e poderá ser usada remotamente, com grande potencial de apoiar escolas a facilitar o aprendizado de matemática durante o período de isolamento social.

Confira mais sobre a plataforma no vídeo abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=K7-5fbpocOg

Créditos da imagem: Getty Images/Lucas S. Paiva/Guia do Estudante

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Fonte: https://porvir.org/plataforma-finlandesa-para-tornar-a-matematica-mais-descontraida-chega-ao-brasil/

A realidade aumentada cada vez mais acessível para você e seus alunos

O Google criou mecanismos que permitem visualizar animais pesquisados em sua busca, em realidade aumentada (AR).

Os animais AR “pesquisáveis” foram lançados como uma iniciativa do Google de tornar seu mecanismo de busca em uma extensão da realidade aumentada. Agora a companhia anunciou as principais atualizações que chegarão aos usuários, e novos extras AR incluem modelos anatômicos e estruturas microscópicas, além de alguns objetos de sua coleção Google Arts and Culture.

Esses elementos aparecerão como objetos 3D clicáveis no iOS ou Android. Porém, o smartphone ou tablet deve ser compatível com o ARKit ou ARCore, e a visualização mobile precisa estar ativada no navegador.

Ao que tudo indica, os novos modelos 3D são focados principalmente em educação. Os modelos biológicos, incluindo um esqueleto, são da Biodigital – dois citados são o sistema circulatório e sistema esquelético. Já os microscópicos vêm do Visible Body, e a Google já mencionou mitocôndrias e células animais como elementos pesquisáveis.

Tratando-se de Artes e Cultura, será possível ter experiências AR enquanto busca pela Apollo 11, Neil Armstrong e a Caverna Chauvet com suas pinturas rupestres.

Os usuários do Android também receberão uma atualização que deve mostrar objetos 3D da pesquisa em uma visualização da galeria. Isso também adiciona uma opção de gravação de tela para facilitar a captura de vídeos com elementos AR.

Créditos da imagem: Ausdroid

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Fonte: https://mundoconectado.com.br/noticias/v/13567/buscas-em-realidade-aumentada-do-google-vao-trazer-muito-mais-animais-e-estruturas

Esta professora tem usado a tecnologia para enfrentar a quarentena

Sara Sousa é professora de inglês das turmas do ensino fundamental 2 e está usando as tecnologias a seu favor nessa quarentena. Entenda!

Antes mesmo da pandemia, Sara ficou sabendo que iria acontecer uma olimpíada de inglês, propôs a seus alunos que participassem: foi como se fosse uma olimpíada de esportes, com cerimônia de abertura, hino e ranking, em que a professora atualizava semanalmente. Tudo em ferramenta online. Essa experiência ajudou a já ter certa proximidade com esse tipo de plataforma. Antes, ela não usava tão intensamente. Mas agora, a ferramenta é o dia a dia. A principal que ela usa é o ChatClass. O aplicativo é uma plataforma de aprendizagem que roda inteligência artificial por meio do WhatsApp, algo que já é do universo dos alunos.

Os alunos interagem diretamente com o robô e o papel de Sara é apenas direcionar as atividades de acordo com o assunto que estão estudando. “Por exemplo: se estamos trabalhando “Simple Present”, eles devem entrar nas atividades sobre esse assunto e praticar gramática, escuta e conversação. O mais interessante é que ele tem a correção automática e permite que professores criem suas próprias atividades. Eu fiz isso quando precisamos migrar da aula presencial para online. Criei um banco de perguntas para fazer a ponte e relembrar o último assunto que tínhamos tratado”, salienta a professora.

Youtube também é uma ótima ferramenta

Além disso, no caso da escola onde Sara leciona, foi necessário utilizar as redes sociais da escola para passar o conteúdo para os alunos quando as aulas foram suspensas. “Resolvi criar um canal no YouTube para direcionar as atividades e facilitar o acesso, já que é muito difícil marcar um horário e reunir todo mundo online. Estou gravando um vídeo por semana e disponibilizo para que eles acessem a qualquer hora. O último que gravei usei personagens do Roblox, um jogo que eles gostam muito, para ensinar sobre ‘The Genitive Case’”.

Essa foi uma forma que a professora encontrou para aumentar a proximidade em um momento de distância. “Se eles percebem que eu estou presente e pronta para orientar, existe uma chance maior de lembrarem de suas responsabilidades com os estudos. Como alguns alunos são mais auditivos ou visuais, os vídeos também são úteis para tentar dar conta dessas demandas”, enfatiza.

“A situação da pandemia do COVID-19 é muito triste e complicada, mas está nos mostrando outros caminhos para agir. Sempre achei importante ir além durante minhas aulas e isso garantiu que meus alunos não estivessem totalmente por fora. O modelo tradicional de aula é muito bem-vindo em vários momentos, mas também devemos olhar para as especificidades de cada estudante e usar a tecnologia e inovação a favor disso”, completa Sara.

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Fonte: https://porvir.org/professora-de-ingles-enfrenta-quarentena-com-app-canal-de-youtube-e-pagina-no-facebook

A tecnologia tem sido uma forte aliada desta escola no período de quarentena

Escola está utilizando recursos tecnológicos para garantir que seus alunos recebam os conteúdos de aula com qualidade. Confira!

Entre as ferramentas utilizadas pelas Escolas Idaam estão vídeo-aulas que foram produzidas pelos próprios professores, aulas online, podcasts com conteúdos de disciplinas, a utilização da realidade aumentada e acesso a plataformas de soluções digitais.

Organização

Os alunos recebem um planejamento quinzenal de atividades e nesta programação estão a proposta de aula, o conteúdo (tanto o que está no material físico e em que momento precisarão dos recursos tecnológicos).

“Além dessas aulas ao vivo, em que o professor vai explicar e tirar dúvidas de forma online, eles também têm outros recursos como vídeo-aulas e podcasts, o que estamos preparando justamente para facilitar o estudo em casa. Outro recurso exclusivo do material Idaam é a realidade aumentada”, explicou a diretora pedagógica das Escolas Idaam, Célia Carrara.

“O aluno vai estudar sobre a célula, ele vai ao capítulo que fala sobre isso e, como celular, ele amplia de forma real e consegue ver o que contém em uma célula”, exemplificou.

De acordo com a diretora de Supervisão das Escolas Idaam, Luciana Barbosa, a utilização da realidade aumentada tem o objetivo de potencializar o aprendizado do aluno nas disciplinas em que a metodologia é aplicada.

Então, os estudantes desde a Educação Infantil até o oitavo ano do Ensino Fundamental tem a possibilidade de aprofundar o conhecimento nos conteúdos de disciplinas como matemática, ciências, geografia e língua portuguesa.

“A ideia é fazer com que os alunos tenham mais uma ferramenta para identificar aspectos do conteúdo e faça com que apreenda o conteúdo de forma significativa”, destacou a profissional.

Atividades específicas por faixa etária

Para a elaboração dos vídeos-aulas, os professores possuem a liberdade de gravar o conteúdo de casa. Além disso, os alunos podem estudar e assistir às aulas que acontecem ao vivo via internet também de maneira programada, conforme o que foi proposto no cronograma.

Outra facilidade é a produção de podcasts, ou seja, aulas em áudio para que os alunos consigam assimilar o conhecimento.

“Nós precisamos oferecer aos nossos alunos instrumentos que sejam compatíveis com a maturidade psíquica deles. Para a educação infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental, priorizamos os podcasts e também os vídeos-aulas”, reforçou Luciana Barbosa.

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Fonte: www.acritica.com

5 dicas de livros e filmes para você abordar a tecnologia em sala de aula

Você, professor(a), sabe muito bem: nem sempre é fácil engajar os alunos. Mas as possibilidades que a tecnologia tem demonstrado, para tornar as aulas mais dinâmicas e o conhecimento mais compartilhado, inspiram para o engajamento dos estudantes. E você pode explorar os avanços tecnológicos em sala de aula através de nossas 5 indicações de livros e filmes que abordam o assunto. Confira nossas dicas!

Filmes

1) Transcendence – A Revolução (2014)

Dr. Will Caster é um famoso cientista especializado em inteligência artificial. Durante o lançamento de uma plataforma desenvolvida por ele, um grupo terrorista antitecnologia tenta assassiná-lo. Vale a pena acompanhar esta trama, que mistura ficção e suspense.

2) Eu, Robô (2004)

A história se passa no ano de 2035, quando os robôs já fazem parte do cotidiano dos seres humanos. Eles servem aos humanos como trabalhadores em fábricas e serviços domésticos. Inesperadamente, um famoso cientista que defende o uso de inteligência artificial é encontrado morto, e o maior suspeito é o androide Sonny. Entra em cena o detetive Del Spooner, que abomina robôs, embora tenha sido salvo por um.

Livros

1) Ensino Híbrido – Personalização e Tecnologia na Educação
(Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto e Fernando de Melo Trevisani Penso, 2015)

O livro é resultado de experimentações sobre o ensino híbrido desenvolvido em escolas pelo Instituto Península. O título reúne possibilidades de integração das tecnologias digitais ao currículo escolar, inspirando professores a desenvolver aulas personalizadas.

2) Gamificação na Educação
(Luciane Maria Fadel (org.), Pimenta Cultural, 2014)

Dividido em dez artigos escritos por diferentes especialistas na área, o e-book aponta os diálogos possíveis entre a gamificação e a Educação, além de ressaltar as potencialidades desse encontro. O conteúdo está disponibilizado gratuitamente para download.

3) Multimídia Digital na Escola
(Elenice Larroza Andersen (org.), Editora Paulinas, 2013)

A utilização de tecnologias no ambiente escolar e o uso de recursos educacionais abertos são alguns dos assuntos abordados no livro, que apresenta experiências desenvolvidas em contextos escolares diversos.

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Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/12044/como-a-tecnologia-pode-inspirar-sua-proxima-aula

A realidade virtual está ajudando a ensinar a história de Boa Vista/RR

Tecnologia está possibilitando que alunos do terceiro ano tenham acesso à história da cidade. Confira!

O projeto BV-128 foi implementado, de forma experimental, em duas escolas da cidade e está sendo estendido para mais quatro. Com ele, o aprendizado sobre a história de Boa Vista/RR se tornou mais interativo e dinâmico e as escolas Pequeno Polegar e Raimundo Eloy Gomes foram as primeiras contempladas e agora, as turmas do 3º ano das escolas Newton Tavares, Luiz Canará, Centenário e Frei Arthur também participarão do projeto.

“Em média serão 600 alunos atendidos em 21 turmas de seis escolas. É uma inovação, faz parte do Plano de Governo da prefeita Teresa Surita para que a inclusão digital chegue às nossas escolas, aos nossos alunos, para que eles possam aprender melhor”, segundo a gerente de Programas e Projetos Educacionais da Secretaria Municipal de Educação, Angelita Nóbrega.

Projeto

Na plataforma digital, Boa Vista foi reconstruída em quatro fases, a partir de 1830 até os dias atuais. Durante a simulação, os alunos podem, por exemplo, fazer um passeio pelas fazendas São Marcos e Boa Vista, conhecer o Forte São Joaquim e interagir com personagens de cada época.

A vantagem da plataforma é que ao inserir o estudante em um ambiente virtual, seja ele filmado ou produzido em computador, a sensação é semelhante à de estar de fato no local, aumentando o interesse pelo assunto. Além dos óculos de realidade virtual, professores e alunos vão contar ainda com tablets, lousas digitais e outras ferramentas nas aulas a cada bimestre.

A professora Raimunda Maria Alves participou do projeto-piloto. Segundo ela, os alunos demonstraram mais interesse em aprender a história de Boa Vista com o uso de realidade virtual.

“As crianças de hoje estão [inseridas] no mundo tecnológico, então essa ferramenta veio engrandecer ainda mais [o aprendizado], porque além da gente falar, eles estão vivenciando, se transportando para aquele momento histórico que fica memorizado. Então, o aprendizado é mais proveitoso”, disse.

BV-128 – O projeto começou a ser desenvolvido em 2018 – quando Boa Vista completou 128 anos (por isso o nome escolhido para o app é BV-128). Foi criado no Centro de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCTI), pelo Grupo Canaimé, do Programa de Talentos e depois levado para duas escolas como projeto-piloto. Seu principal objetivo é resgatar a história de Boa Vista e levar para a sala de aula tecnologias inovadoras que auxiliarão o professor.

“O BV-128 modelou os cenários históricos de Boa Vista, para que os alunos tivessem a experiência num cenário onde aconteceu um determinado fato histórico. A nossa expectativa é que isso intensifique o aprendizado dos alunos. A realidade virtual vai possibilitar que eles possam vivenciar como era Boa Vista, como ela foi se desenvolvendo ao longo do tempo até chegar ao que nós temos hoje”, destacou José Tobias de Freitas, secretário adjunto de Tecnologia e Inclusão Digital.

Nesta fase, as missões serão exploratórias pelas ruas de Boa Vista, permitindo conhecer as principais pontos turísticos e avenidas da cidade.

Créditos da foto: Divulgação

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Fonte:
https://folhabv.com.br/noticia/CIDADES/Capital/Projeto-de-realidade-virtual-ensina-historia-de-Boa-Vista/63349