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Escola de robótica participa de feira latino-americana

A Robô Ciência é uma escola de robótica e marcou presença na Bett Educar 2018, feira latino-americana de Educação. Esse é um evento que discute as inovações e a utilização de tecnologias como importantes ferramentas para transformar a educação.

A temática apresentou iniciativas como o robô NAO – humanoide francês que fala mais de 20 idiomas, canta, dança, joga futebol, dá aulas e é usado como ferramenta eficiente de ensino-aprendizagem pela Robô Ciência; e o Lab Maker – modelo que valoriza as tentativas, experiências e reflexões acerca dos acertos e erros, ao passo que os alunos desenvolvem seus próprios protótipos.

Conforme o diretor (e também professor) da Robo Ciência, Alexandre Amaral, “a nossa ideia é expor o nosso trabalho, material didático e metodologia, que são potiguares, para as instituições educacionais de todos os outros estados. Será uma média de 15.000 participantes na Bett, uma grande vitrine para a Robô Ciência e para o nosso Estado”.

A oportunidade também serviu para requalificação dos profissionais da escola potiguar, que participaram da programação completa da feira. “É um marco da evolução do nosso processo de educação. Uma empresa potiguar que consegue se projetar e expor o seu trabalho em uma feira macro como a Bett é de muita importância para a nossa terra, para Natal e o Rio Grande do Norte, na esfera educacional”, conclui Amaral.

Crédito da foto: Canindé Soares

Fonte:
https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/escola-potiguar-de-robotica-apresenta-projetos-desenvolvidos-no-rn-em-feira-latino-americana-de-educacao.ghtml

Amazonas com robótica

Conhecido por sua natureza, através das diversidades de fauna e flora, o estado do Amazonas agora também busca ser reconhecido pela criação de tecnologia.

Com a ideia de permitir que o aluno aprenda a criar tecnologia, a Manaós Tech for Kids é uma escola de robótica e programação para crianças inaugurada no HUB Tecnologia e inovação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Ela é uma escola para alunos de 6 a 16 anos, com uma divertida divisão das turmas: as crianças de 6 a 11 anos são chamadas de Padawns – aprendiz de Jedi. Já a turma para estudantes de 12 a 16 anos é a Jedi, em clara referência a “Star Wars”.

Segundo um dos fundadores da escola, Glauco Aguiar, a ideia é que a crianças se expressem por meio da tecnologia, criando e não só consumindo ela. A escola utiliza uma metodologia a qual já falamos aqui no Conexão Xalingo: a chamada “sala de aula invertida”. Através dela, o professor não é detentor do conhecimento, mas sim o direcionador, auxiliando os alunos a encontrar as ferramentas para resolução de problemas.

Mais informações sobre a escola, podem ser encontradas aqui: www.manaostech.com

Fonte:
http://www.acritica.com/channels/manaus/news/manaos-tech-inaugura-escola-de-robotica-e-programacao-para-criancas

Trabalhando robótica através da sucata

Trabalhar com robótica proporciona aos estudantes a vivência do aprendizado com experimentações e solução de problemas. E, quando não há um kit pronto para trabalhar com a tecnologia, é possível utilizar sucata. Uma forma sustentável de oferecer conhecimento tecnológico aos alunos, que pode trazer muitos benefícios aos estudantes. Confira!
1) Colabora com a solução de problemas

A utilização de sucata na robótica ajuda a solucionar problemas naturalmente, proporcionando aos alunos desenvolver mais concentração e cooperação. Além disso, ela ajuda a exercitar a capacidade de resolver problemas na prática.
2) Integra a escola e a comunidade

O entusiasmo dos alunos acaba aproximando os pais da escola e a própria comunidade ao seu redor, através da doação de sucatas, por exemplo, que colaboram no processo de construção dos robôs.
3) Estimula a criatividade

Os alunos são estimulados a criar de inúmeras formas, produzindo protótipos, exercendo diversos papéis e desenvolvendo o raciocínio independente na construção do conhecimento lógico. A motivação acontece de forma lúdica e dinâmica, incentivando a passarem por desafios e etapas, com mais interação social, colaboração e cooperação.
Créditos da foto: Débora Garofalo

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/9088/7-beneficios-para-trabalhar-com-a-robotica-com-sucata

Bioma brasileiro estudado através de robô

Professores criaram um projeto que utiliza materiais eletrônicos descartados para desenvolver um robô que percorreu um mapa do Brasil, executando diversas tarefas nos diferentes biomas do país.

Leonardo Mendes e Paloma Sanchez são professores de programação e ciências no Colégio Jesus Maria José, em Poços de Caldas/MG. A proposta do projeto foi integrar os conteúdos de ciências, robótica e programação e surgiu no intuito de juntar as matérias em uma atividade que os alunos gostassem de executar.

O projeto foi organizado em etapas e, na primeira, os alunos fizeram pesquisas sobre os biomas brasileiros, onde puderam identificar as características e problemas de cada um. Com o diagnóstico, os estudantes desenharam cada bioma para a confecção de um tapete. Nele, o robô, então, iria executar as atividades e desafios que seriam propostos.

O próximo passo era criar o robô e, para isso, foi solicitado aos alunos que trouxessem materiais eletrônicos que não tivessem mais utilidade em suas casas. Esses equipamentos então foram desmontados e as peças que ainda tinham utilidade foram aproveitadas para elaboração de protótipos. Quando ficaram prontos, os estudantes perceberam melhor o funcionamento das peças e partiram para a construção e programação do robô.

Com os desenhos dos biomas já feitos, foram criadas tarefas para o robô executar em cada um desses biomas. No Pantanal, por exemplo, o desafio era resgatar jacarés que estivessem presos. Na Amazônia, a missão era prender traficantes de madeira. Assim, cada bioma tinha uma tarefa a ser executada.

Além de programação e ciências, o projeto também envolveu trabalho em equipe, raciocínio lógico, conhecimentos de eletrônica e reciclagem de aparelhos eletrônicos. O resultado foi alunos muito envolvidos e com muita empolgação na busca de novos conhecimentos.

Fonte: http://porvir.org/robo-de-sucata-eletronica-cumpre-missoes-para-proteger-natureza/

A tecnologia adentra a sala de aula

No Colégio Satc, em Criciúma/SC, os estudantes aprendem a lidar com novos desafios desde pequenos. A partir dos dois anos de idade até a fase adolescente, os alunos aprendem robótica de forma descontraída, adquirindo conhecimento das inovações do futuro.

Além disso, o colégio também conta com a Escola de Talentos, que estimula e agrega conhecimentos, como os tecnológicos. Em sala de aula, os estudantes aprendem robótica usando jogos voltados à educação tecnológica, como a cultura “maker” e do “faça você mesmo”.

Já em escolas da rede municipal de Forquilhinha/SC, há projetores multimídias em suas dependências. Conectados a um notebook, os projetores ajudam a reinventar as aulas e também expandir oportunidades a serem trabalhadas. Os resultados com tudo isso, podem estar em desenvolvimento de jogos relacionados a determinadas disciplinas, estreitando ainda mais os laços entre tecnologia e ensino.

E a inovação não tem trazido bons frutos somente às crianças e adolescentes: idosos têm tido programas de tecnologia voltados exclusivamente para eles, como o projeto de extensão “Informática para a Melhor Idade”, do curso de Ciência da Computação da UNESC.

Fonte: https://dnsul.com/2017/educacao/inclusao-tecnologica-uma-nova-linguagem-para-educacao/

O contato das crianças com os robôs

As crianças do Núcleo de Educação Infantil (NEI) Carrossel, em Balneário Camboriú/SC, tiveram uma grande surpresa em uma das aulas: a chegada de três simpáticos robôs.

Voltado para crianças entre quatro e sete anos, os robozinhos são conhecidos como Rope. Esse nome é em alusão a palavra “hope” que, em inglês, significa esperança. Rope também é a sigla para o nome técnico utilizado na ferramenta como Robô Programável Educacional.

Revestido com madeira, o Rope obedece a comandos programados através de cinco botões: quatro deles são comandos direcionais (andar pra frente, para trás, girar para esquerda e para direita) e o outro é quem dá início à execução dos movimentos. O seu desenvolvimento tem como intuito levar a tecnologia para dentro da sala de aula, de ume jeito divertido e lúdico. Através do Rope é possível abordar conceitos como resolução de problemas, estimativas e demais aprendizados importantes para o desenvolvimento da criança.

A iniciativa é parte da Univali e recebeu apoio do Ministério Público de Balneário Camboriú para as questões financeiras, possibilitando, assim, a doação de robôs para diversos NEI’s da cidade.

Fontes:
http://dc.clicrbs.com.br/sc/estilo-de-vida/noticia/2017/05/criancas-de-balneario-camboriu-participam-de-projeto-inovador-com-robo-de-brinquedo-9801107.html

Robótica em sala de aula

A Universidade de São Paulo (USP) desenvolve um projeto que visa incluir a robótica na vida escolar das crianças da rede pública de São Carlos/SP.

O projeto ensina os princípios da robótica aos estudantes, com aulas que despertam o interesse dos alunos pela tecnologia. A ação conta com o apoio de empresas famosas na área da informática.

Conforme Eduardo Simões, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), o projetivo busca retirar o “medo” das crianças em relação à robótica, permitindo-os que tenham contato com os materiais, brinquem, e até destruam e construam da forma que quiserem, para que não sintam-se limitados na ideia de “não pode mexer”.

Os alunos têm acesso a conceitos de programação e comandos, mas tudo de um jeito mais leve e divertido, tendo contato diretamente com as máquinas. O aluno Davi Correa, de 11 anos, acha que os robôs trariam mais interesse dos estudantes às aulas. Já Eduardo Abreu, de 10 anos, diz que não gosta muito de matemática e que, através das máquinas, poderia aprender mais sobre a matéria.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/projeto-da-usp-leva-robotica-para-escolas-publicas-de-sao-carlos.ghtml

(Foto: Ely Venâncio/EPTV)

Robótica no meio do Amazonas

Conhecido por sua natureza, através das diversidades de fauna e flora, o estado do Amazonas agora também busca ser reconhecido pela criação de tecnologia.

Com a ideia de permitir que o aluno aprenda a criar tecnologia, a Manaós Tech for Kids é uma escola de robótica e programação para crianças inaugurada no HUB Tecnologia e inovação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Ela é uma escola para alunos de 6 a 16 anos, com uma divertida divisão das turmas: as crianças de 6 a 11 anos são chamadas de Padawns – aprendiz de Jedi. Já a turma para estudantes de 12 a 16 anos é a Jedi, em clara referência a “Star Wars”.

Segundo um dos fundadores da escola, Glauco Aguiar, a ideia é que a crianças se expressem por meio da tecnologia, criando e não só consumindo ela. A escola utiliza uma metodologia a qual já falamos aqui no Conexão Xalingo: a chamada “sala de aula invertida”. Através dela, o professor não é detentor do conhecimento, mas sim o direcionador, auxiliando os alunos a encontrar as ferramentas para resolução de problemas.

Mais informações sobre a escola, podem ser encontradas aqui.

Fontes:
http://www.acritica.com/channels/manaus/news/manaos-tech-inaugura-escola-de-robotica-e-programacao-para-criancas

O cão guia robô

O cão guia é uma ótima opção para que deficientes visuais possam se locomover com mais cuidado e segurança. Com base no pet, a professora de robótica, Neide Sellin, desenvolveu com seus alunos a “Lisa”, um protótipo de cão guia.

Com três rodas e pesando pouco mais de 3kg, o robô pode ser levado em carros e ônibus. Suas funções são alimentadas através de bateria de celular, que dura oito horas de uso. Sua parte externa também inova, já que foi feita utilizando uma impressora 3D. Seu primeiro protótipo foi desenvolvido em 2011, com alunos de uma escola do Espírito Santo, onde Neide leciona.

O projeto está sendo melhorado e, segundo o estudante de engenharia de automação e controle, Maycon Rodrigues, o projeto poderá ter geolocalização com pontos de referência, reconhecimento de voz e também de objetos, auxiliando nas rotas percorridas pelo deficiente.

Fontes:
http://g1.globo.com/espirito-santo/educacao/noticia/2016/12/cao-guia-robo-e-criado-por-alunos-de-escola-publica-no-es.html

Robôs em sala de aula

Robôs têm tomado cada vez mais espaço em nossa sociedade e, aos poucos, o ambiente escolar também tem sido “invadido” por eles. Em países como a Austrália e os EUA, já estão sendo realizados testes-piloto para introduzir robôs como ferramentas educacionais.

Em Londres ocorre a BETT, feira anual de tecnologia aplicada ao ensino, com propostas para preencher o espaço entre a teoria aprendida em ambiente escolar, e a prática exigida no mercado. Entre as ideias trazidas, está a de alunos experimentarem na prática os conceitos de química, por exemplo.

O diretor executivo da Touchable Universe, por exemplo, cita que em salas de aula, há em média 30% de alunos cinestésicos (pessoas que têm um gosto especial por emoções e tudo aquilo que esteja relacionado com coisas físicas e manuais), que aprendem melhor através do tato.

Crédito da foto: AFP

Fonte: http://pt.euronews.com/2017/01/31/robots-na-saula-de-aula