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Uma biblioteca sustentável

Produção e descarte de resíduos, consumo e consumismo, logística reversa. Todos esses assuntos são pilares para o projeto que as professoras Eliane Barreto Maia Santos e Rafaela Batista Santos, do Colégio Nossa Senhora Medianeira, em Curitiba/PR, criaram: a Casateca.

A Casateca é uma biblioteca para toda a escola utilizar como espaço de estudo, descanso e para pegar ou doar livros. Desenvolvida com materiais reciclados, a biblioteca e sua construção, possibilitaram trabalhar a matemática na prática, ao aferir a massa das caixas de leite cheias de resíduos, medir a madeira e construir o quadrado onde as caixas-tijolos seriam encaixadas. Também, para estudar problemas que poderiam ocorrer, como mudança de local da porta para não impedir a abertura de uma das janelas, os estudantes precisaram medir a área de cada placa e das paredes, explorando formas geométricas das placas, os sólidos geométricos formados pela casa e o próprio projeto da casa, que foi elaborado pela mãe de um dos alunos.

Após realizarem pesquisas sobre casas ecológicas, os estudantes acabaram optando por telhado desenvolvido com garrafa pet (para melhor iluminação) e pelo telhado verde (que mantém a casa com temperatura agradável). A atividade ajudou também na reflexão sobre a importância de um projeto assim, para a construção de moradias de baixo custo, uma alternativa sustentável de reaproveitamento de resíduos que levariam centenas de anos para se decompor na natureza. Foram utilizadas 808 caixas de leite, totalizando 161 kg de resíduos (cálculos realizados pelos alunos, após a construção). Para trabalhar o reaproveitamento, os alunos organizados em equipes desenvolveram objetos e móveis para o interior da casa.

Com o nome escolhido em votação pelos alunos, a Casateca é atualmente utilizada por todos alunos do ensino fundamental. Eles auxiliam na manutenção, molham as plantas do jardim e reorganizam a disposição dos móveis. Como é resistente ao sol e à chuva, existirá por muitos anos.

Que achou da ideia? Comente para nós!

Créditos da foto: Arquivo Pessoal / Eliane Barreto Maia Santos

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: http://porvir.org/alunos-reaproveitam-materiais-para-criar-biblioteca-ecologica-na-escola/

Este robô pode ajudar a ensinar sobre a natureza brasileira

Professores criaram um projeto que utiliza materiais eletrônicos descartados para desenvolver um robô que percorreu um mapa do Brasil, executando diversas tarefas nos diferentes biomas do país.

Leonardo Mendes e Paloma Sanchez são professores de programação e ciências no Colégio Jesus Maria José, em Poços de Caldas/MG. A proposta do projeto foi integrar os conteúdos de ciências, robótica e programação e surgiu no intuito de juntar as matérias em uma atividade que os alunos gostassem de executar.

O projeto foi organizado em etapas e, na primeira, os alunos fizeram pesquisas sobre os biomas brasileiros, onde puderam identificar as características e problemas de cada um. Com o diagnóstico, os estudantes desenharam cada bioma para a confecção de um tapete. Nele, o robô, então, iria executar as atividades e desafios que seriam propostos.

O próximo passo era criar o robô e, para isso, foi solicitado aos alunos que trouxessem materiais eletrônicos que não tivessem mais utilidade em suas casas. Esses equipamentos então foram desmontados e as peças que ainda tinham utilidade foram aproveitadas para elaboração de protótipos. Quando ficaram prontos, os estudantes perceberam melhor o funcionamento das peças e partiram para a construção e programação do robô.

Com os desenhos dos biomas já feitos, foram criadas tarefas para o robô executar em cada um desses biomas. No Pantanal, por exemplo, o desafio era resgatar jacarés que estivessem presos. Na Amazônia, a missão era prender traficantes de madeira. Assim, cada bioma tinha uma tarefa a ser executada.

Além de programação e ciências, o projeto também envolveu trabalho em equipe, raciocínio lógico, conhecimentos de eletrônica e reciclagem de aparelhos eletrônicos.  O resultado foi alunos muito envolvidos e com muita empolgação na busca de novos conhecimentos.

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Fonte: http://porvir.org/robo-de-sucata-eletronica-cumpre-missoes-para-proteger-natureza/

Saiba o que esses alunos fizeram com lixo eletrônico recolhido

Campanha de lixo eletrônico nascida em sala de aula mobiliza comunidade e ajuda alunos a compreender o descarte correto e reaproveitar materiais em um projeto de robótica educacional.

A campanha da Escola Municipal Pedro Carnaúba, em Viçosa/AL, intitulada “Recicle: todo lixo eletrônico é bem-vindo!” teve como objetivo a retirada de resíduos de circulação, realizar o descarte correto e então utilizar parte do material para atividades de robótica. O projeto, que contou com boa divulgação através das redes sociais e no “boca-a-boca”, arrecadou quase 900 kg.

A ação deu certificado de descarte certo da empresa Bio Digital aos envolvidos e os materiais serviram de matéria-prima para o projeto de robótica da escola.

Materiais reciclados viram tecnologia

Para ajudar na manipulação e correta desmontagem das peças eletrônicas, a escola recebeu kits de ferramentas da Secretaria Municipal de Educação e da Câmara de Vereadores. Com esses materiais eletrônicos recicláveis e os kits, a criatividade tomou conta dos estudantes.

Os alunos desenvolveram uma casa sustentável, onde o acendimento de lâmpadas, ventiladores e do alarme era realizado por sensores de movimento de mouse de computador. Além disso, também foi construído um carrinho acionado por controle remoto de televisão e um minirrobô chamado “Barata Elétrica”.

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Projeto trouxe aprendizado para as crianças

Segundo João Paulo Lessa Falcão, professor responsável, “durante o andamento do projeto, além do trabalho manual desenvolvido em casa, os alunos puderam contextualizar conteúdos curriculares a temas como o consumo sustentável de energia elétrica e a utilização de sensores para redução dos de valores das contas de energia”.
Conforme João, hoje os alunos têm uma nova visão de mundo. E o resultado não parou por aí: pontos de coleta foram distribuídos em outras escolas municipais e alguns prédios públicos, mantendo a sustentabilidade local.

Gostou do projeto e tem outros exemplos para nos contar? Então comente abaixo!

Fonte:
http://porvir.org/campanha-de-lixo-eletronico-nascida-em-sala-de-aula-mobiliza-comunidade/

Casateca: uma biblioteca sustentável

Produção e descarte de resíduos, consumo e consumismo, logística reversa. Todos esses assuntos são pilares para o projeto que as professoras Eliane Barreto Maia Santos e Rafaela Batista Santos, do Colégio Nossa Senhora Medianeira, em Curitiba/PR, criaram: a Casateca.

A Casateca é uma biblioteca para toda a escola utilizar como espaço de estudo, descanso e para pegar ou doar livros. Desenvolvida com materiais reciclados, a biblioteca e sua construção, possibilitaram trabalhar a matemática na prática, ao aferir a massa das caixas de leite cheias de resíduos, medir a madeira e construir o quadrado onde as caixas-tijolos seriam encaixadas. Também, para estudar problemas que poderiam ocorrer, como mudança de local da porta para não impedir a abertura de uma das janelas, os estudantes precisaram medir a área de cada placa e das paredes, explorando formas geométricas das placas, os sólidos geométricos formados pela casa e o próprio projeto da casa, que foi elaborado pela mãe de um dos alunos.

Após realizarem pesquisas sobre casas ecológicas, os estudantes acabaram optando por telhado desenvolvido com garrafa pet (para melhor iluminação) e pelo telhado verde (que mantém a casa com temperatura agradável). A atividade ajudou também na reflexão sobre a importância de um projeto assim, para a construção de moradias de baixo custo, uma alternativa sustentável de reaproveitamento de resíduos que levariam centenas de anos para se decompor na natureza. Foram utilizadas 808 caixas de leite, totalizando 161 kg de resíduos (cálculos realizados pelos alunos, após a construção). Para trabalhar o reaproveitamento, os alunos organizados em equipes desenvolveram objetos e móveis para o interior da casa.

Com o nome escolhido em votação pelos alunos, a Casateca é atualmente utilizada por todos alunos do ensino fundamental. Eles auxiliam na manutenção, molham as plantas do jardim e reorganizam a disposição dos móveis. Como é resistente ao sol e à chuva, existirá por muitos anos.

Que achou da ideia? Comente para nós!

Créditos da foto: Arquivo Pessoal / Eliane Barreto Maia Santos

Fontes:
http://porvir.org/alunos-reaproveitam-materiais-para-criar-biblioteca-ecologica-na-escola/

Bioma brasileiro estudado através de robô

Professores criaram um projeto que utiliza materiais eletrônicos descartados para desenvolver um robô que percorreu um mapa do Brasil, executando diversas tarefas nos diferentes biomas do país.

Leonardo Mendes e Paloma Sanchez são professores de programação e ciências no Colégio Jesus Maria José, em Poços de Caldas/MG. A proposta do projeto foi integrar os conteúdos de ciências, robótica e programação e surgiu no intuito de juntar as matérias em uma atividade que os alunos gostassem de executar.

O projeto foi organizado em etapas e, na primeira, os alunos fizeram pesquisas sobre os biomas brasileiros, onde puderam identificar as características e problemas de cada um. Com o diagnóstico, os estudantes desenharam cada bioma para a confecção de um tapete. Nele, o robô, então, iria executar as atividades e desafios que seriam propostos.

O próximo passo era criar o robô e, para isso, foi solicitado aos alunos que trouxessem materiais eletrônicos que não tivessem mais utilidade em suas casas. Esses equipamentos então foram desmontados e as peças que ainda tinham utilidade foram aproveitadas para elaboração de protótipos. Quando ficaram prontos, os estudantes perceberam melhor o funcionamento das peças e partiram para a construção e programação do robô.

Com os desenhos dos biomas já feitos, foram criadas tarefas para o robô executar em cada um desses biomas. No Pantanal, por exemplo, o desafio era resgatar jacarés que estivessem presos. Na Amazônia, a missão era prender traficantes de madeira. Assim, cada bioma tinha uma tarefa a ser executada.

Além de programação e ciências, o projeto também envolveu trabalho em equipe, raciocínio lógico, conhecimentos de eletrônica e reciclagem de aparelhos eletrônicos. O resultado foi alunos muito envolvidos e com muita empolgação na busca de novos conhecimentos.

Fonte: http://porvir.org/robo-de-sucata-eletronica-cumpre-missoes-para-proteger-natureza/