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Professora mais velha do mundo não pensa em se aposentar

Ser educador é um dom e passar a vida toda dedicada a ensinar crianças e adolescentes é mesmo uma tarefa que merece o nosso reconhecimento. Enquanto alguns educadores sonham no dia em que irão se aposentar e curtir o merecido descanso, outros, nem pensam em pendurar as chuteiras.

É o caso da americana Agner Zhelesnik. Ela tem nada menos que 102 anos e segue ativa educando as disciplinas de costura e culinária na The Sundance School, na cidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Desde os 81 anos, ela é considerada a professora mais velha do país ainda na ativa. Em entrevista à revista norte-americana Time, disse que não tem a pretensão de parar. “Eu vou continuar até quando puder, fazendo os meus alunos felizes e os ajudando da melhor forma”, conta. Para seus colegas da Sundance School, Agnes é uma inspiração.

“Ela é um ícone desta escola”, diz Benjamin Foz, diretor da instituição. “Ela nos faz muito feliz, os alunos estão sempre a abraçando. É como se fossemos uma família e ela a nossa avó”, completa.

 

92% dos professores veem como positiva a inclusão de tecnologia na sala de aula

Disponibilizar materiais didáticos digitais de qualidade é visto como algo bom por 92% dos professores – mesmo percentual que acha positiva a capacitação profissional para a aplicação dessas tecnologias em sala de aula.

O número é resultado de uma pesquisa inédita da Fundação Lemann em parceria com a Instituto Paulo Montenegro e o Ibope Inteligência: os professores, em sua maioria, consideram positivas as avaliações externas e defendem a formação para melhorar o trabalho em sala de aula.

O levantamento, feito entre profissionais de escolas públicas, mostra também que 80% dos professores acreditam que ter formação específica para orientar o trabalho a partir das avaliações externas influencia positivamente a educação em escolas públicas. Para 66% dos professores, saber o que é esperado que os alunos aprendam a cada ano facilita o trabalho do professor.

— Professor é uma profissão que foi escolhida, geralmente se faz licenciatura sabendo que se quer ser professor — diz o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Faria. — Um ponto é garantir condições de trabalho para que o professor não perca essa expectativa. Se o professor não vê retorno, pode se desmotivar, pode deixar de ter essa gana de fazer o aluno aprender — acrescenta.

A pesquisa Conselho de Classe – A Visão dos Professores sobre a Educação no Brasil foi feita com profissionais do ensino fundamental de escolas públicas. Foram feitas mil entrevistas, em 50 municípios das cinco regiões brasileiras, entre os dias 19 de junho e 14 de outubro de 2014. A margem de erro é 3 pontos percentuais, e o nível de confiança, 95%.

Fonte: Agência Brasil

Fonte: www.terra.com.br

Educação 3.0: você está preparado para essa novidade?

Educação 3.0: você está preparado para essa novidade?

Paulo Freire é um dos grandes nomes da educação brasileira e é sua uma frase que resume bem o ensino nas escolas: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Essa frase pode nos ajudar a entender um pouco de uma nova forma de educação que chega às nossas escolas, a Educação 3.0. Mas você sabe o que ela significa? Será que estamos preparados para essa novidade?

A Educação 3.0 traz para dentro da sala de aula as tecnologias digitais e novas descobertas de como ensinar. Na Educação 1.0 preparava as pessoas a continuarem executando tarefas feitas pelos seus antepassados, como a porcelana e a tapeçaria. Em seguida, passamos para a Educação 2.0 que foi quando as pessoas se deslocaram para as cidades em busca de uma vida melhor e isso impactou na forma de educar. As coisas aprendidas para lidar com a vida no campo já não eram mais suficientes e a “nova” teve a responsabilidade de atender a essa nova demanda, ensinando as pessoas com tarefas repetitivas e mecânicas, trabalhos individuais, reproduzindo, de certa forma, obedecendo às mesmas características observadas na produção industrial.

Na Educação 3.0 espera-se que o aluno seja capaz de solucionar problemas e que faça isso de forma colaborativa, trabalhando em equipes e contando com as novas tecnologias a seu favor. Mas engana-se quem pensa que a nova escola substituirá a convencional lousa de giz pela lousa eletrônica. A tecnologia de nada adianta se as pessoas não estiverem dispostas a dar um passo à frente. A Educação 3.0 é uma nova concepção de ensinar, com mudanças no conteúdo e também na metodologia de ensino.

O mundo de hoje pede profissionais capacitados em solucionar problemas, com uma postura inovadora, empreendedora e que saiba trabalhar com pessoas diferentes, em ambientes sob pressão, mas ao mesmo tempo, com foco na criatividade. O desafio para os educadores com essa nova proposta educativa é repensar os modelos pedagógicos empregados em sala de aula onde o professor é o único detentor do conhecimento e os alunos são apenas ouvintes. Na Educação 3.0 é preciso ir além, levar as crianças à inovação, a trazerem suas vivências e experiências e a pensarem de forma colaborativa, com o uso das novas tecnologias, tão presentes na nossa vida nos dias de hoje.

Nessa nova realidade, o professor não somente ensina o que sabe, mas também aprende com o que vive!

Você já faz parte da Educação 3.0? Faz a diferença para os seus alunos? Conte-nos como! Mande seu relato através do nosso formulário e a sua história pode aparecer aqui no blog Conexão Xalingo!