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Esta plataforma mostra, aos pais, como os filhos estão aprendendo

Em tempos de pandemia e aulas remotas ou híbridas, a Educação pode ter um maior acompanhamento de pais que estão trabalhando em modelo home office. E esta plataforma pode ser uma excelente ferramenta para isso. Saiba mais!

Com as mudanças ocorridas devido à pandemia, muitos pais e responsáveis migraram seus trabalhos para o modelo home office, possibilitando assim uma aproximação maior ao processo educacional de seus filhos. Mas isso nem sempre pode ser tão positivo, uma vez que não ter uma formação pedagógica adequada para fornecer esse apoio, pode, em muitos casos, ser prejudicial para crianças e jovens.

Mas para que os responsáveis possam acompanhar sem prejudicar o processo das crianças, existem plataformas educacionais que oferecem relatórios das atividades realizadas pelos estudantes, o que pode apoiar professores e pais a notar como cada estudante está progredindo. A Eduten Playground é uma delas.

Essa plataforma finlandesa auxilia crianças e jovens de 6 a 15 anos no desenvolvimento do raciocínio matemático. Renato Mendes Mineiro, professor universitário e consultor da Eduten, explica que, no modelo de ensino tradicional da educação, sem qualquer uso de tecnologia, identificar com precisão os assuntos e conteúdos que os alunos não dominam ou têm mais dificuldade é uma tarefa mais desafiadora. “Muitas vezes, um aluno que tirou nota cinco e vai para a recuperação não precisa ver todo o conteúdo de novo, mas sim só algum assunto pontual. A Eduten, por exemplo, ajuda a fazer essa identificação.”

Relatórios auxiliam a identificar necessidades

Combinando elementos de gamificação e inteligência artificial, a Eduten tem como proposta engajar estudantes em atividades de matemática e, com isso, melhorar os resultados de aprendizagem e facilitar o trabalho do professor, fornecendo relatórios de acompanhamento da evolução da turma e de cada estudante individualmente.

Uma das funcionalidades é, por exemplo, analisar quanto tempo os alunos permaneceram na plataforma e quanto tempo levaram para realizar cada atividade proposta. “Existe um gráfico que mostra o tempo de permanência e a pontuação de cada estudante. Enquanto a escola pode ver todos os alunos identificados, os responsáveis conseguem visualizar apenas o nome do seu filho. Um aluno que obteve pontuação baixa na plataforma pode ter ficado pouco tempo. Mas também é possível que um jovem que obteve pontuação boa tenha levado muito tempo para isso, mostrando que ele é empenhado mas tem dificuldade”, exemplifica.

São inúmeras as interpretações possíveis a partir dessa única tela: alunos que conseguiram boa pontuação em pouco tempo mostram ao professor que estão prontos para evoluir no nível de atividade. Outra funcionalidade é analisar cada questão de uma atividade, o que pode mostrar em quais subtemas ou conteúdos a turma tem mais dificuldade e precisa de revisões, direcionando melhor o trabalho do professor.

Onde a família entra?

Na opinião de Renato, os relatórios ajudam as famílias a entenderem melhor o ritmo de aprendizado dos filhos, como se organizam com as atividades de aula e também auxiliam, até mesmo, no contato com os professores.

“Uma frase comum por parte dos responsáveis é ‘eu não vejo você estudando’. Ao acessar a plataforma, o pai ou a mãe pode ver se isso é verdade ou não, de acordo com o tempo de permanência do aluno na ferramenta. Essas funcionalidades podem dar um panorama melhor para a família; é um jeito diferente de acompanhar a aprendizagem”, explica o professor.

Além disso, podem também servir para ajustar a cobrança em relação aos estudos dos filhos. Não faz sentido, por exemplo, exigir que crianças e jovens passem muitas horas estudando se, com menos tempo dedicado, já conseguem obter bons resultados e pontuações, avançando em seu processo de aprendizagem. “A Eduten também permite acompanhar quando os alunos entregam as atividades. Se vejo que meu filho está deixando tudo para o último dia, ao invés de fazer aos poucos, posso conversar com ele”.

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Sugestão de imagem: Freepik  
Fonte: Porvir

Professora estimulou os alunos a colocar a mão na massa

Vera Ligia de Campos Henrique é professora de ensino fundamental no Colégio Genius, em Campinas/SP e propôs a utilização de plataforma digital para trabalhar conteúdos de ciências com turmas do primeiro ao quinto ano.

Vera já tem mais de 20 anos de “casa”, com grande experiência em livros didáticos e apostilas, então trabalhar com uma plataforma digital, foi um novo desafio. Mas já nas primeiras aulas, a professora percebeu que os alunos estavam se envolvendo e participando das atividades.

A plataforma CLOE trabalha com a aprendizagem ativa, colocando o aluno no centro do processo. Por lá, é possível percorrer diferentes expedições que integram projetos, conteúdos e atividades práticas para trabalhar de forma significativa.

“Antes do fechamento das escolas, cada uma das minhas turmas estava participando de uma expedição. No quarto ano, por exemplo, estávamos percorrendo uma trilha que apresentava muitas experiências e estimulava momentos de interação entre os estudantes”, salienta Vera.

Quarto ano

A expedição do quarto ano falava um pouco sobre gastronomia molecular, transformações físicas e energia térmica. Além de trabalhar os conteúdos propostos, foram realizadas muitas atividades em sala de aula que estimulavam a reflexão dos estudantes, como experiência de observação de como a água passa do estado sólido para o estado líquido.

“Quando começou a quarentena, apesar de já estar trabalhando com uma plataforma digital, tive que fazer adaptações das aulas porque elas exigiam muitos momentos de interação e trabalho coletivo. Para dar continuidade aos conteúdos, passei a fazer algumas experiências na minha casa e também pedi para que os estudantes tentassem reproduzir com as suas famílias”, afirma Vera.

Resultados das experiências

Durante as últimas semanas, puderam observar o que acontecia com o mingau armazenado em potinhos, fizeram chá e até “geladinho” de vários sabores. “Compartilhamos receitas e tivemos um tempo para descrever como cada um fez na sua casa. Essa parte prática foi muito divertida, e os estudantes se engajaram muito”, completa a professora.

Segundo Vera, faltam três aulas para concluir essa expedição, mas ela já percebe que os estudantes estão envolvidos com o conteúdo. As experiências chamaram muito a atenção da turma, que consegue lembrar de diferentes atividades e conteúdos que foram trabalhados.

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Fonte: https://porvir.org/longe-do-laboratorio-turma-de-fundamental-1-pratica-ciencias-na-cozinha/

Plataforma para a educação infantil

Com o intuito de apoiar professores que lecionam na educação infantil, o programa Paralapracá, que é realizado pela ONG Avante – Educação e Mobilização Social, desenvolveu uma plataforma de aprendizagem que busca reunir práticas de diferentes localidades e apresenta referências para inspirar a produção de registros pedagógicos.

Utilizando diversos conteúdos e ferramentas, o ambiente virtual é para pessoas que estejam interessadas em conteúdos sobre a educação infantil, e tem como objetivo contribuir na melhora da qualificação dos profissionais que atuam no atendimento de crianças até seis anos. Para isso, os usuários têm acesso à campanha “TIC’s TAC’s”, que oferece orientações para a produção de registros pedagógicos mais criativos. Entre as dicas, estão técnicas para aprimorar as fotografias, como registrar atividades em vídeo, apresentações de slide e uso de ferramentas tecnológicas.

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Além disso, existe a área “Assim se Faz”, onde os educadores têm acesso a um repositório de práticas culturais e pedagógicas de profissionais da educação infantil de diferentes localidades. São apresentadas sugestões de atividades em diferentes linguagens, como brincar, música, artes visuais, literatura, organização de ambientes, natureza e exploração do mundo. Algumas das sugestões são a elaboração de um sarau de músicas e brincadeiras, que incentiva o brincar de dizer poesias, experimentando rimas, variações e entonações. Outra experiência, por exemplo, indica a construção de uma mandala com elementos da natureza.

O acesso aos conteúdos da plataforma é através de um cadastro gratuito pelo site. Mais informações estão disponíveis em http://ava.paralapraca.org.br/

Crédito da imagem: Reprodução

Fonte:
http://porvir.org/plataforma-conteudos-e-ferramentas-para-professores-da-educacao-infantil/