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Você sabe se os estudantes brasileiros estão felizes?

Os estudantes brasileiros andam satisfeitos com as suas vidas. É o que aponta o relatório “O Bem-Estar dos Estudantes”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O estudo foi realizado através de entrevistas com 540 mil jovens de 15 anos, em 72 países. A pesquisa solicitava que os alunos avaliassem, em escala de 0 (“pior vida possível”) a (“melhor vida possível”), os seus graus de satisfação com suas vidas. A média no Brasil é de 7,59. Esse número está acima da média mundial, que obteve 7,31.

Em países asiáticos, como Coreia do Sul  e Hong Kong, o índice médio de satisfação, dos adolescentes com suas vidas não passa de 20%. Já os países com os melhores índices são Islândia (46,7%), Colômbia (50,9%), México (58,5%) e República Dominicana (67,8%).

No relatório também foi mostrado que os estudantes brasileiros de 15 anos passam mais de três horas por dia na internet, no período fora da escola. Somente o Chile tem maior tempo gasto na internet, entre os países estudados.

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Fonte:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/estudantes-brasileiros-sao-felizes-e-estao-entre-os-que-mais-usam-internet-fora-da-escola-diz-ocde.ghtml

Aplicativo que ajuda no dever de casa

Gratuito e desenvolvido para ser utilizado em Android e iOS, o aplicativo Socratic agora está disponível também em português. Esse é um app que permite ao aluno tirar foto de uma pergunta da lição e, automaticamente, recebe explicações, conceitos mais difíceis, perguntas e respostas, vídeos e definições sobre o tema.

O Socratic utiliza inteligência artificial e informações coletadas na internet para interpretar as questões, utilizadas respostas elaboradas por uma comunidade de professores, estudantes e especialistas sobre as diversas matérias.

A diferença do aplicativo é que ele utiliza a inteligência artificial para entender qual é o conceito por trás de determinada questão, enquanto buscadores, como o Google, trazem links que contenham as palavras da pergunta. Por exemplo: quando o estudante fotografa a seguinte pergunta: “Um balão tem um volume de 2,9 litros a 320 Kelvin. Se a temperatura for aumentada para 343 Kelvin, qual passará a ser o volume?”, o aplicativo sabe que a questão é, de fato, sobre Lei de Charles, relacionada a transformações gasosas.

O aplicativo é mais indicado para estudantes entre 12 a 18 anos e você pode saber mais sobre ele aqui.

Fonte: http://porvir.org/aplicativo-ajuda-dever-de-casa-ganha-versao-em-portugues/

Pesquisa mostra que adolescentes brasileiros estão felizes com suas vidas

Os estudantes brasileiros andam satisfeitos com as suas vidas. É o que aponta o relatório “O Bem-Estar dos Estudantes”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O estudo foi realizado através de entrevistas com 540 mil jovens de 15 anos, em 72 países. A pesquisa solicitava que os alunos avaliassem, em escala de 0 (“pior vida possível”) a (“melhor vida possível”), os seus graus de satisfação com suas vidas. A média no Brasil é de 7,59. Esse número está acima da média mundial, que obteve 7,31.

Em países asiáticos, como Coreia do Sul e Hong Kong, o índice médio de satisfação, dos adolescentes com suas vidas não passa de 20%. Já os países com os melhores índices são Islândia (46,7%), Colômbia (50,9%), México (58,5%) e República Dominicana (67,8%).

No relatório também foi mostrado que os estudantes brasileiros de 15 anos passam mais de três horas por dia na internet, no período fora da escola. Somente o Chile tem maior tempo gasto na internet, entre os países estudados.

Fontes:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/estudantes-brasileiros-sao-felizes-e-estao-entre-os-que-mais-usam-internet-fora-da-escola-diz-ocde.ghtml

Geração Z e o que ela quer para o futuro

A criatividade é fundamental para as profissões do futuro. Ao menos é o que 85% dos alunos e 91% dos professores entrevistados para um estudo, acreditam.

No estudo “A Geração Z na Sala de Aula: Criando o Futuro”, que traz insights de alunos e professores norte-americanos, ficou evidente a importância da criatividade e da tecnologia na formação para as carreiras do futuro e para solucionar problemas globais. Os estudantes destacaram ainda que as aulas focadas em computadores e em tecnologia estão entre suas disciplinas favoritas e que deverão ter mais impacto em seus futuros.

Foram entrevistados mais de 1 mil alunos norte-americanos, entre 11 e 17 anos, além de 400 professores. Em torno de 75% dos participantes expressaram que gostariam de mais foco na criatividade, em sala de aula. E, apesar de os estudantes da Geração Z acreditarem que são mais criativos que as gerações passadas, professores e alunos pensam igual ao entenderem que o melhor método de aprendizagem é fazendo e criando. Essa perspectiva se correlaciona diretamente com os 60% dos educadores que procuram mais oportunidades de aprendizagem prática em sala de aula e os 52% que desejam atualizar seus currículos.

Fonte: http://www.segs.com.br/educacao/49448-estudantes-da-geracao-z-consideram-a-criatividade-a-chave-para-o-sucesso-segundo-estudo-da-adobe.html

Jogar videogame melhora a inteligência e o desempenho escolar de crianças

Ao contrário do que prega o senso comum, jogar videogame pode ser muito benéfico para as crianças, segundo estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

A pesquisa, publicada no periódico científico “Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology”, foi feita com base na análise dos dados de 3.195 crianças europeias entre seis e 11 anos, coletados pelo centro “School Children Mental Health Europe”.

A análise contemplou o desempenho escolar, o uso de videogames e o comportamento do ponto de vista dos pais, professores e dos próprios alunos. O resultado apontou que as crianças que faziam uso de jogos eletrônicos tinham duas vezes mais chances de terem alto desempenho na escola e melhor função intelectual.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que o uso moderado dos jogos, em torno de uma hora por dia, poderia influenciar positivamente as crianças em seus estudos. Outras pesquisas, entretanto, apontaram que as crianças aprendem comportamentos agressivos e violentos por meio dos jogos eletrônicos.

Dessa vez, os cientistas acreditam que esse tipo de diversão também pode contribuir para que as crianças fiquem mais sociáveis e integradas à comunidade escolar. No entanto, moderação e limites continuam sendo indicados pelos especialistas.

Dentre as crianças analisadas, 20% faziam uso dos jogos durante mais de cinco horas por semana.

A Wikipédia pode ser a sua aliada na educação

De alguns anos pra cá a Wikipédia tem sido uma vilã para os professores. O site colaborativo tomou lugar das enciclopédias das bibliotecas e faz com que a informação chegue mais perto dos alunos, sem muito esforço.

Justamente por ser uma ferramenta colaborativa, a Wikipédia pode não ser uma fonte muito confiável. Afinal, qualquer pessoa pode acessar o site e editar uma informação. Mas não é por isso que o site, famoso em todo o mundo, não pode ser uma boa ferramenta para você usar com os seus alunos em sala de aula.

Separamos algumas dicas que podem ser aplicadas ao seu dia a dia, de uma forma que o site seja uma ferramenta para tornar a sua aula mais dinâmica e atrativa!

Criar verbetes – A Wikipédia é uma ferramenta colaborativa, sendo assim, qualquer pessoa pode criar um verbete. Que tal ensinar isso aos seus alunos? Separe a turma em grupos e distribua verbetes para que cada grupo crie uma página com informações na Wikipédia. Pode ser um verbete sobre a escola onde as crianças estudam, uma praça da cidade, uma pessoa importante. As crianças deverão buscar informações para deixar o verbete o mais completo possível.

Editar verbetes – Você e sua turma podem pesquisar verbetes famosos e verificar se as informações são verdadeiras. Isso pode ser feito comparando com livros convencionais na biblioteca da escola. Caso você e seus alunos encontrem erros podem editar os verbetes, sem problemas.