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Esta plataforma de ensino traz conteúdos muito mais engajadores aos alunos

Seneca é uma plataforma desenvolvida na Inglaterra que produz conteúdos utilizando GIF’s, mapas mentais e outros recursos que facilitam a aprendizagem dos alunos. Saiba mais!

Voltada para o ensino fundamental 2, ensino médio e ENEM, essa plataforma é gratuita e adaptativa, já que seus conteúdos são apresentados de acordo com o ritmo de aprendizagem de cada estudante.

A Seneca trabalha com textos curtos, resumos e mapas mentais, sempre com a utilização de muitas imagens, que ajudam na retenção de informações. O conteúdo dela, aqui no país, foi todo escrito do zero, de acordo com a BNCC.

Emoção positiva ajuda no aprendizado

A plataforma tem um objetivo muito claro: fixar seus conteúdos com muito mais resultado. Para isso, utiliza resumos, exercícios e, até, GIF’s e memes. Tudo isso toma lugar das videoaulas e dos PDF’s, já que é tudo organizado por tópicos curtos, de acordo com conceitos da neurociência.

De acordo com Flávia Belham, cientista chefe da tecnologia, “as pesquisas que mostram que se você tenta aprender algo que está relacionado à emoção positiva, você aprende melhor. É por isso que os GIFs divertidos facilitam a aprendizagem. Os conceitos também estão associados a imagens porque assim fica mais fácil para lembrar depois”.

Passo a passo para entender a plataforma

Para facilitar a adoção da plataforma por educadores, também foi criada uma lista de vídeos no YouTube com passo a passo explicando as tarefas mais comuns: criação de conta e de turma, adicionar tarefas e verificar notas. Ainda em 2020, a plataforma promete ajudar o professor a personalizar também a lição de casa, com exercícios específicos para cada aluno.

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Fonte: https://porvir.org/com-gifs-e-aprendizagem-adaptativa-plataforma-oferece-conteudos-alinhados-a-bncc

Esta menina é tão apaixonada pelos estudos, que até já está ensinando

Desde os 3 anos, Amoy Antunet se mostra apaixonada pela neurociência e já tem até ensinado outras crianças sobre noções de ciências.

Agora com 7 anos e ainda no primário, o sonho de Amoy é ser neurocirurgiã. E o amor pela profissão é tão grande, que começou a dar “aulas” na internet. Em um de seus vídeos na rede social Facebook, ela fala: “Hoje vamos ver como funciona um neurotransmissor chamado GABA. Não, não me refiro a Yo Gabba (série de televisão infantil norte-americana) , mas sim ao ácido gamma-aminobutírico”.

Com teorias aprofundadas e linguagem que atinge crianças de sua idade, Amoy também apresenta seu laboratório: “estes são meus tubos de ensaio”, apontando para pequenos cilindros. “E estes são meus béqueres e aqui estão minhas provetas. E estes são alguns dos meus microscópios”.  Em 2015, seu pai começou a publicar os vídeos da filha no Facebook. Alguns deles viralizaram, superando 2 milhões de visualizações e 5 mil comentários.

Entre a repercussão dos vídeos, estão interações como “Uau! Essa pequena professora está me ensinando muito sobre neurotransmissores”, “excelente, senhorita! Siga em frente com esse bom trabalho!” e “eu deveria ter ouvido isso antes do meu exame final de neuroteorias”. Além de abordar os neurotransmissores, ela também explica, em seus vídeos, como funcionam o cérebro, o coração, os nervos e arco reflexo.

Quando há interesse da criança por assuntos complexos, nunca é cedo demais para que ela demonstre isso. E esse interesse pode também ser incentivado, bastando didática e linguagem apropriadas para a idade dos alunos.

E você, professor(a): já teve alunos com muito interesse por temas mais complexos? Ou já pensou em formas diferentes de abordá-las em sala de aula? Conte para a gente!

Foto: Amoy Antunet/Facebook

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Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/a-neurocientista-de-7-anos-que-faz-sucesso-ensinando-ciencia-na-internet.ghtml

A neurociência dentro da sala de aula

Compreender cada vez mais o comportamento e os interesses inconscientes de cada estudante, é um passo importante na melhora do engajamento dentro de sala de aula. E, de acordo com o neurocientista francês Olivier Oullier, professor de psicologia e neurociências na Universidade Aix-Marseille (França), é cada vez mais necessário que cientistas se aproximem da escola para entender melhor como uma criança aprende.

Oullier é também presidente-executivo da Emotiv, empresa que pretende levar a tecnologia portátil para o ambiente de aprendizagem e monitorar em tempo real momentos de atenção, desinteresse ou fadiga mental de estudantes. “Ao medir as atividades a partir de tudo o que o aluno olha, você consegue variar a aula contando uma piada, criando um intervalo, pedindo que eles desenhem ao invés de só escutar”, disse o professor.

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Foi por meio da Emotiv, por exemplo, que o brasileiro Rodrigo Mendes, que perdeu movimentos de braços e pernas, após ser baleado durante um assalto, teve a oportunidade de guiar um carro de Fórmula 1 com o auxílio de estímulos cerebrais. O dispositivo tem estrutura que nos lembra um fone de ouvido, dando a volta em torno da cabeça, e pertence à categoria de tecnologias vestíveis. Além de interagir com outros objetos, como drones ou o carro de F1, ele gera visualizações em tempo real de regiões do cérebro ativadas em uma determinada atividade.

Segundo Oullier, “quando você vê uma atividade se manifestando na parte de trás do cérebro, você pode interpretar como seu aluno pode estar usando uma estratégia visual, o que faz sentido se um aluno está lendo. Mas você pode perceber isso quando as pessoas estão imaginando coisas ou uma solução para um problema de matemática”. Assim, seria possível entender quais alunos aprendem de maneira mais visual, ou então de maneira mais abstrata, quando estiver relacionada com a parte frontal do cérebro.

Em níveis mais complexos, o que o processo busca realizar é aliar o que já se sabe em laboratório com questões como interações sociais que levem à solução de problemas e o que acontece com um aluno que resolve um problema matemático em poucos minutos e outro que fica queimando neurônios atrás de uma resposta. “O importante é tornar isso acessível para professores usarem”, explica Oullier.

E você, professor: o que acha da ideia? Comente abaixo!

Créditos:
Foto de capa: Globo/ Ramón Vasconcelos
Foto interna: Divulgação Emotiv

Fonte:
http://porvir.org/dispositivo-portatil-aproxima-neurociencia-da-sala-de-aula/

RoboRoach

Criar um inseto-robô é uma das muitas tarefas que já é possível uma criança realizar. Possibilitar que situações como essa se tornem comuns, faz parte da missão do neurocientista americano, Greg Gage, de tornar a neurociência mais acessível para o público em geral, principalmente crianças e adolescentes.

Se antes a neurociência era limitada a laboratórios e centro de pesquisas, agora já começa a aparecer em salas de aula, em grande parte por Gage e sua empresa: a Backyard Brains. Ela desenvolve dispositivos efetivos em experimentos neurológicos e um dos seus lançamentos de maior repercussão é o RoboRoach, apresentado no Campus Party 2018. O RoboRoach é uma barata ciborgue que pode ser considerada uma precursora das abelhas-robô, que aparecem no episódio “Odiados pela nação”, da terceira temporada da série Black Mirror.

O RoboRoach é uma das experiências que fazem parte da ideia de Gage para formar uma nova geração de neurocientistas capazes de resolver um dos grandes problemas da humanidade: as doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson, que afetam milhões de pessoas em todo o mundo. Qualquer um pode criar este protótipo de inseto-robô: basta ter US$ 150 (cerca de R$ 500) e comprar o pacote do RoboRoach à venda no site da empresa.

Veja um vídeo para entender melhor o seu funcionamento:
https://www.youtube.com/watch?v=L0jBzi-gKco

Fonte:
https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/01/31/para-neurocientista-acesso-a-tecnologia-pode-levar-a-cura-do-alzheimer.htm

Emocionar é um ato educativo

Neurocientistas em todo o mundo têm sido unânimes ao falar sobre a educação: aulas expositivas estão com os dias contados. Assistir televisão ou uma aula tradicional, segundo eles, não possuem diferença: ambas atividades vão registrar uma atividade neural muito baixa.

Conforme Alexandre Rezende, que é doutor em morfofisiologia do sistema nervoso pela Unicamp, a neurociência é forte aliada nas mudanças estratégicas da educação. Ele deu um exemplo disso: um educador que sabe que a melatonina (hormônio do sono) tem seus níveis aumentados em ambiente escuro, não vai apresentar slides em uma sala com luzes desligadas.

Também segundo Alexandre, a neurociência tem descoberto que a emoção está ligada a uma maior capacidade de o cérebro gravar informações. Por isso a importância de metodologias de ensino que visem emocionar.

Fonte: http://porvir.org/neurociencia-coloca-em-xeque-aula-tradicional/

Nosso cérebro precisa ser educado

Provavelmente todos nós já pensamos que determinados gênios como Einstein, Jobs ou Hawking simplesmente nasceram assim, com suas inteligências além do comum, sem que precisassem estudar muito. Mas a neurociência defende exatamente o contrário à esta ideia: a inteligência e as habilidades de alguém são moldáveis. E afirma, com convicção, que a educação é um desenvolvimento constante do cérebro.

Defensor ferrenho desta ideia, o neurocientista Facundo Manes abordou o assunto no Observatorio Iberoamericano de Neurociencias y Educación (OINE), na sua palestra de nome “Educar com o Cérebro em Mente”. Para ele, a educação é parte essencial de um cérebro bem desenvolvido, e o primeiro passo para uma educação melhor é identificar que se trata de um desenvolvimento.

E sabe aquela história de que só utilizamos somente 10% de nosso cérebro? Facundo afirma que esse é um dos muitos mitos criados, juntamente à ideia de que fazer várias coisas ao mesmo tempo é bom para o nosso cérebro. Manes também é categórico em afirmar que o cansaço é bom para o cérebro e, cansar a mente, é algo que a educação faz muito bem. Isso acontece devido ao fato de que nossos recursos cognitivos precisam ser exercitados. Se não cansamos nosso cérebro, significa que ele não está sendo levado ao limite, mas apenas trabalhando em níveis baixos, como em ações que não exigem muito pensamento.

Manes exalta o importantíssimo papel da educação neste cenário e que, nosso cérebro, é o produto de uma evolução de milhares de anos, onde somos alfabetizados há mais de 7 mil anos. E, embora a tecnologia seja fascinante, é necessário um cuidado ainda maior ao educar em uma sociedade cada vez mais digital.

Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2017/01/10/1148240/descubra-educacao-pode-forma-proteger-cerebro.html