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Tag - mapas mentais na educação

Esta plataforma de ensino traz conteúdos muito mais engajadores aos alunos

Seneca é uma plataforma desenvolvida na Inglaterra que produz conteúdos utilizando GIF’s, mapas mentais e outros recursos que facilitam a aprendizagem dos alunos. Saiba mais!

Voltada para o ensino fundamental 2, ensino médio e ENEM, essa plataforma é gratuita e adaptativa, já que seus conteúdos são apresentados de acordo com o ritmo de aprendizagem de cada estudante.

A Seneca trabalha com textos curtos, resumos e mapas mentais, sempre com a utilização de muitas imagens, que ajudam na retenção de informações. O conteúdo dela, aqui no país, foi todo escrito do zero, de acordo com a BNCC.

Emoção positiva ajuda no aprendizado

A plataforma tem um objetivo muito claro: fixar seus conteúdos com muito mais resultado. Para isso, utiliza resumos, exercícios e, até, GIF’s e memes. Tudo isso toma lugar das videoaulas e dos PDF’s, já que é tudo organizado por tópicos curtos, de acordo com conceitos da neurociência.

De acordo com Flávia Belham, cientista chefe da tecnologia, “as pesquisas que mostram que se você tenta aprender algo que está relacionado à emoção positiva, você aprende melhor. É por isso que os GIFs divertidos facilitam a aprendizagem. Os conceitos também estão associados a imagens porque assim fica mais fácil para lembrar depois”.

Passo a passo para entender a plataforma

Para facilitar a adoção da plataforma por educadores, também foi criada uma lista de vídeos no YouTube com passo a passo explicando as tarefas mais comuns: criação de conta e de turma, adicionar tarefas e verificar notas. Ainda em 2020, a plataforma promete ajudar o professor a personalizar também a lição de casa, com exercícios específicos para cada aluno.

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Fonte: https://porvir.org/com-gifs-e-aprendizagem-adaptativa-plataforma-oferece-conteudos-alinhados-a-bncc

Esta professora utiliza mapas mentais em substituição às avaliações

Buscando diminuir o receio das avaliações finais por parte dos seus alunos, Célia Aparecida prioriza atividades em aula e utiliza a construção de um mapa conceitual como fechamento da disciplina.

Temos trazido diversos exemplos de como os mapas mentais podem ajudar as suas aulas, aplicativos para criação deles e hoje falamos sobre a professora Célia Aparecida, que começou a metodologia a partir de 2015.

Percebendo a tensão que muitos alunos tinham com as provas finais, ela fez capacitação em metodologias ativas de aprendizagem, que lhe trouxe novas ideias. Paralelo a isso, surgiu a ideia de usar os mapas mentais como uma forma de avaliação. Ela tinha conhecido os mapas com um colega professor, que já tinha um material. Achou a proposta muito interessante e, pesquisando na internet, descobriu algumas ferramentas que ajudam a fazer um mapa de ideias.

Ela também começou propondo uma atividade individual para seus alunos aprenderem a teoria do mapa mental. Levou um mapa pronto pra eles verem e, a partir daí, elaborarem um mapa próprio sobre gestão do tempo. A intenção era mostrar para eles mesmos o que precisam fazer para ter maior concentração, para deixar o celular de lado, entre outras atitudes.

No fim do semestre, Célia propôs que os alunos se juntassem em grupos de quatro ou cinco pessoas, para realizar um mapa sobre Gestão de Equipes. Eles receberam a proposta como uma das atividades da disciplina, e não como uma prova. Mas a ideia da professora era avaliar o que aprenderam.

Funciona assim: no centro do mapa vai o nome da disciplina, e aí os alunos vão puxando tópicos principais das aulas, como liderança, trabalho em equipe, feedback, entre outros. A partir desses, eles vão colocando outros itens que se relacionam com os conteúdos. Célia estimulou que eles usassem a criatividade, figuras, desenhos e outros elementos que achassem interessantes, tudo isso pra ficar uma produção mais atrativa.

Célia afirma que a ideia deu muito certo: “comecei a desenvolver essa atividade porque acredito que a prova cria uma tensão desnecessária. Quando o aluno tem que fazer uma avaliação escrita, ele vai pegar todo o material, estudar, estudar e estudar, só pra fazer a prova. Para mim, isso não diz se ele realmente captou o conteúdo. Eu acho muito mais produtivo quando ele participa ativamente durante o semestre todo.”

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Fontes:
http://porvir.org/professora-usa-mapas-mentais-para-substituir-avaliacao

8 aplicativos para criar mapas mentais

Os mapas mentais podem ser fortes aliados para a educação. Eles funcionam como um diagrama que conecta informação a partir de um tema central. Por exemplo: “direitos humanos”, e as ramificações são subtópicos ou ideias como “leis”, “contexto”, “conquistas”.

Na postagem “Você sabe o que são mapas mentais e como podem ajudar suas aulas?” falamos sobre os mapas mentais mais detalhadamente, mostrando as vantagens de sua utilização. E hoje, trazemos a você professor(a), 8 dicas de aplicativos para criar mapas mentais com base no guia Design Da Educação Conectada – Metodologia para resolução de problemas na implementação do plano de tecnologia educacional, elaborado pelo CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira). Confira!

1) Coggle

Android: https://ciebdec.page.link/aGhm
iOS: https://ciebdec.page.link/TdJZ
Site: https://ciebdec.page.link/YAcr

2) Bubbl

Site: https://ciebdec.page.link/gkgW

* Gratuito até 3 mapas mentais por usuário

3) GoConqr

Android: https://ciebdec.page.link/Mcyr
iOS: https://ciebdec.page.link/BGjC
Site: https://ciebdec.page.link/wfCs

* Recursos privados e sem anúncio na versão paga

4) miMind

Android: https://ciebdec.page.link/Epu2
iOS: https://ciebdec.page.link/3oQJ
Site: https://ciebdec.page.link/bB2D

5) Mind Map Maker

Site: https://ciebdec.page.link/jj1c

6) Mindomo Mapa Mental

Android: https://ciebdec.page.link/zjoC
iOS: https://ciebdec.page.link/N8wA
Site: https://ciebdec.page.link/vGXY

Gratuito até 3 mapas. Para baixar o software: https://www.mindomo.com/pt/mind-mapping-software

7) Popplet Lite

iOS: https://ciebdec.page.link/JGud
Site: https://ciebdec.page.link/CcyF

8) SimpleMind

Android: https://ciebdec.page.link/865C
iOS: https://ciebdec.page.link/z2gu
Site: https://ciebdec.page.link/hrWi

* Versão gratuita para aplicativo

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Fontes:
http://porvir.org/melhores-aplicativos-para-criar-mapas-mentais/

Você sabe o que são mapas mentais e como podem ajudar suas aulas?

A utilização de mapas mentais auxilia a memorização de conteúdos e análise crítica dos alunos. Saiba mais!

A utilização de diagramas, instrumentos, música e quaisquer outras técnicas que tornam lúdica e positiva a aprendizagem e a memorização de conteúdos é uma forma de estimular o foco e a reflexão em sala de aula. E os mapas mentais podem ser uma excelente ferramenta para isso.

Criada pelo escritor inglês Tony Buzan, a técnica consiste em uma espécie de resumo do conteúdo, por meio das informações principais em palavras-chaves, desenhos ou pequenos ícones, que devem funcionar como uma âncora, que puxa o restante do conteúdo na memória. O mapa mental trabalha com comparações, síntese de informações e hierarquização.

Essa metodologia de ensino pode facilitar o entendimento de informações complexas, fazendo com que os estudantes possam criar ou conectar ideias. Com isso, o professor pode perceber mais claramente qual é o processo de pensamento de cada aluno para fazer suas internvenções quando a aprendizagem precisa avançar mais.

Exemplos de utilizações de mapas mentais na educação

Os mapas mentais são muito úteis em processos como a fixação da linguagem escrita, o ensino e visualizações de fatos históricos. Segundo a psicopedagoga e professora da UERJ, Regina Lima, “Os mapas mentais ajudam na estruturação de informações, compreensão, síntese, memorização e geração de novas ideias”.

Narcélio Pereira é mestre em Geografia e estudou a utilização dos mapas mentais como instrumento de percepção do espaço geográfico. Para ele, um dos principais aspectos positivos do uso dos mapas mentais nas aulas é a desmistificação da cartografia como um simples desenho que reproduz fielmente a superfície da Terra. “A utilização de conceitos cartográficos para a produção dos mapas mentais possibilita o tratamento dos alunos não como meros reprodutores e, sim, sujeitos participantes na construção de um material cartográfico”, diz. Narcélio afirma que essa mudança de perspectiva é capaz de mostrar como o aluno vê e interpreta o meio em que vive e a sociedade onde ele está inserido.

Nessas atividades, o professor acompanha o processo de representação espacial, questiona os alunos sobre o que estão fazendo ou fizeram, promove reflexões sobre a possibilidade de soluções aos problemas encontrados durante a elaboração dos mapas mentais. David Luiz Rodrigues pesquisa Educação Geográfica e Cartografia Escolar na Universidade Federal da Paraíba e, de acordo com ele, o mapa mental pode auxiliar os alunos a desenvolver não apenas uma representação do espaço geográfico, mas uma habilidade consciente do ato de mapear, uma leitura de mundo da qual faz parte.

Em uma de suas pesquisas em campo, em uma turma do 4º ano, David trabalhou com uma oficina sobre os principais rios da Paraíba e sua influência no cotidiano da população. “Realizamos um estudo de caso com um pequeno curso de rio canalizado que passa ao lado da escola e deságua em um dos cartões postais da cidade de Campina Grande, o Açude Velho, analisando também os problemas sociais urbanos relacionados a ele. Uma aluna desenhou o curso de água e a acompanhei no ato de pintar o rio. Em um determinado momento, ela pegou uma caneta preta e coloriu o meio do rio de preto. Quando a questionei sobre aquela ação, ela respondeu: ‘Professor, quando o riacho nasce a água é limpinha, quando vai chegando dentro da cidade as pessoas vão jogando lixo nele’. Essa interpretação, por mais simples que seja, auxilia o aluno a desenvolver conhecimentos cada vez mais complexos e atribui novos significados ao aprendizado”, afirma.

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Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/17882/como-usar-mapas-mentais-para-melhorar-aprendizagem-na-escola