Conexão Xalingo – Blog

Tag - literatura

5 livros infantis sobre temas atuais para trabalhar com os alunos

Nos últimos anos, alguns temas têm estado mais em evidência no mundo e, na educação, também são importantes de serem estudados e debatidos. E para 2020, trazemos 5 dicas de livros sobre a atualidade para trabalhar com seus alunos. Confira!

1) Da minha janela, por Otávio Júnior

Da sua janela em uma favela do Rio de Janeiro, o narrador vê cores, traços, gestos, objetos e bichos cujas vidas podem ser parecidas ou diferentes da sua, mas com certeza têm algo a ensinar. A obra é um convite a olhar o que nos cerca e que muitas vezes passa despercebido.

2) A avó amarela, por Júlia Medeiros

Com base em suas memórias, a autora apresenta para as crianças de hoje como foi a infância de outras crianças no interior do Brasil. A narrativa também abre espaço para conversar sobre a passagem do tempo, a transformação do mundo e as diferentes infâncias.

3) Eleição dos bichos, por André Rodrigues, Larissa Ribeiro, Paula Desgualdo, Pedro Markun

O Leão desviou toda a água do rio para construir uma piscina em frente à sua toca. Será que ele deve continuar sendo o rei da floresta? Essa é a premissa da obra que aborda temas como a corrupção, o uso indevido do poder, a força das manifestações e da democracia, e como funciona uma eleição.

4) Sinto o que sinto e a incrível história de Asta e Jaser, por Lázaro Ramos

O protagonista da obra é Dan, uma criança que ao longo de um dia vivencia momentos e sentimentos muito distintos, e termina com o descobrimento da ancestralidade e o pertencimento trazidos pela história de seus antepassados.

5) Donana e Titonho, por Ninfa Parreiras

Este livro percorre a trajetória de Donana e Titonho, que se conheceram jovens, casaram e tiveram sete filhos, sobrevivendo de catar quinquilharias na rua. De maneira sensível, a autora aborda como é a vida de catadores de materiais recicláveis e explora excessiva produção de lixo de nossa sociedade.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://porvir.org/7-livros-infantis-sobre-temas-atuais/

Projeto de leitura recebe visita de carteiro

Projeto incentiva a escrita e ainda possibilitar o contato da turma com culturas de diferentes países.

Josefa Lucila Felix Moreira é professora dos anos iniciais do ensino fundamental em duas turmas da Escola SESC, em Macaíba/RN. Nesse percurso, desenvolveu muitas atividades interessantes com as crianças, como foi o caso do projeto de leitura e escrita.

Um projeto bastante significativo foi encerrado recentemente na turma do 4° ano. Intitulado “Uma viagem a povos distantes”, ele foi inspirado no livro “Cartas a Povos Distantes”, do escritor Fábio Monteiro. As crianças se envolveram de tal maneira, que ainda foi desenvolvido um novo projeto, chamado “Uma viagem a povos distantes II: Rumo ao Egito”.

“Sem sair de casa” foi a frase motivacional para esse trabalho, pois um dos personagens do livro diz “posso conhecer outras culturas sem sair de casa”. No primeiro projeto, as crianças tiveram a oportunidade de conhecer a cultura de outros países por meio de pesquisas, slides e vídeos. Também foram aprofundados conhecimentos sobre o nosso país.

Na ocasião, ainda foi trabalhado um novo gênero textual. A turma escreveu e enviou cartas para familiares e para crianças de uma comunidades da zona rural de Macaíba. Além disso, receberam a visita do carteiro, que conversou com a turma sobre a história do correio.

Diante de toda essa experiência, avanços significativos foram observados, tanto na leitura, quanto na escrita. O projeto despertou nas crianças o interesse de continuar a escrever para familiares e amigos.

A possibilidade de conhecer outras culturas (de países como China, Portugal, México, Estados Unidos, Espanha) também encantou a turma. Como um dos personagens do livro “Cartas a Povos Distantes” reside em Luanda, capital de Angola, também foi abordada informação sobre essa capital, cantaram e dançaram uma canção africana na apresentação do projeto.

Fonte: http://porvir.org/em-projeto-de-leitura-e-escrita-turma-de-4o-ano-recebe-visita-de-carteiro/

Laboratório do Livro

Marcelo Weber Macedo começou a perceber o desinteresse dos estudantes do Colégio Medianeira, em Curitiba/PR e junto a outros responsáveis da escola, ajudou a desenvolver o Laboratório do Livro – Tipografia estudantil, que também busca envolver a comunidade.

O local foi projetado com o intuito de aumentar o “diálogo” entre as artes e outras formas de expressão da realidade, após diagnóstico do crescente afastamento dos livros e das bibliotecas, por parte dos alunos, além da apatia deles em ler materiais impressos. O que também foi diagnosticada é uma lacuna na prática da educação artística, em que as artes visuais carecem dos meios de expressão que as técnicas de gravura oferecem. Nas escolas em geral, a gravura é praticada de maneira isolada e esporádica. Em terceiro, a carência de um espaço multidisciplinar independente da sala de aula, onde estudantes pudessem desenvolver projetos individuais ou coletivos.

Através dessas análises, os educadores criaram estratégias para envolver estudantes e professores em projetos tipográficos e produção de livros, postais, cordéis, camisetas, estampas, ex-libris, cartazes e outras formas de expressão. O Laboratório do Livro possibilitou o incentivo à cultura do livro e à literatura, oportunizando aos estudantes – e também a toda comunidade educativa – a descoberta dos processos de confecção do livro, da composição tipográfica, ilustração, encadernação.

O funcionamento do Laboratório do Livro ocorreu em duas linhas de atividades: uma no contraturno (com ofertas de cursos de encadernação, restauro de livros, tipografia, cartazes, impressão em camisetas e oficinas de gravura e produção de papéis). Na outra, associada ao programa curricular, em parceria com professores da educação básica e fundamental, foram praticadas a composição de textos, cartões postais, cordéis, jogos educativos, mapas, representações de material científico, ilustração de histórias, leis, princípios científicos.

O resultado foi a criação de um ambiente de admiração pelo livro e valorização da escrita, com atividades que reforçam e ilustram o aprendizado teórico da alfabetização, como a tipografia de macarrão de letrinhas (sopa de letrinhas) e as técnicas de gravura, papel artesanal e análise de obras artísticas.

Fonte:
http://porvir.org/estudantes-vivenciam-todo-processo-de-confeccao-de-um-livro/

Talk Show Literário

Para discutir democracia em sala de aula, uma turma da Escola Estadual Maria do Carmo Viana dos Anjos, em Macapá/AP, criou espécie de talk show literário.

A ideia surgiu após haver conhecimento do 9º Concurso de Desenho e Redação promovido pela CGU (Controladoria-Geral da União) com o tema “Todo dia é dia de cidadania”. Foram realizadas três grandes ações em língua portuguesa e literatura para os alunos: talk show literário e histórico, produção da redação e a eleição da redação representante da nossa escola. Segundo a professora Nilva Oliveira dos Santos, em todas as ações “percebemos grande envolvimento das turmas, além de melhora significativa na qualidade textual com maior argumentatividade e construção de leitores reais, melhor interação na turma e sentimento de pertencimento ao ambiente escolar. […]”.

No começo foi trabalhado o período literário pré-modernismo, cujo contexto histórico social incluía as guerras de Canudos e do Contestado, as revoltas da Chibata, da Armada e da Vacina, além das grandes greves operárias no início do século 20. A partir daí surgiu a ação de talk show literário e histórico, consistindo em parodiar os programas televisivos noturnos de entrevistas. Nesta ação, os estudantes montaram seu “programa” com o entrevistador e entrevistado previamente selecionado.

Após, os estudantes receberam as primeiras orientações sobre texto dissertativo, tipos de argumentos e parágrafos. Em seguida, foi solicitado que fizessem uma redação em que poderiam apresentar a concepção de cidadania e formação de cidadão. Essas produções apresentavam diversos problemas como clichês cidadania/eleição, ausência do leitor imaginário para o texto além da professora, dissociação com outras áreas do saber etc. Então Nilva aproveitou o período de férias para, segundo ela, “dar o devido distanciamento temporal do texto e propor que o retorno para a reescrita encontrasse neles não mais um escritor, mas um leitor real do próprio texto”.

Com a finalização dos textos, houve um processo de votação. A escolha da metodologia levou em consideração a própria temática do concurso, de modo que houvesse maior protagonismo, envolvimento e sentimento de pertencimento por parte dos estudantes do ambiente escolar.

Fonte:
http://porvir.org/estudantes-lancam-talk-show-literario-para-discutir-democracia-em-sala-de-aula/

A leitura que supera desafios

O desemprego não tirou do professor Luiz Carlos a vontade e a paixão de ensinar. A calçada de uma rua sem pavimentação é o local escolhido por Luiz para ensinar literatura a crianças de um dos mais carentes bairros da capital de Sergipe.
A “sala de aula” não tem cadeiras, mas as crianças acomodam-se no chão e vencem o que poderia ser a primeira barreira para se aproximarem dos livros. As aulas acontecem uma vez por semana e com elas, os pequenos podem desvendar o conteúdo literário que o professor traz em uma sacola. Quando não está sendo utilizado, o material de apoio fica exposto em um varal, à espera do próximo interessado.

O mês de novembro de 2017 foi o início do trabalho voluntário, após Luiz participar de um workshop literário. Desde o início do projeto, 12 crianças já participaram das atividades enquanto seus pais estão trabalhando. Luiz diz que a “educação é o meio de transformação sócio- cultural para a vida de cada uma dessas crianças levando respeito, dignidade, conhecimento e independência financeira”.

A escritora e coordenadora do Projeto Lê Campo/SE, Jeane Caldas, conheceu o trabalho do professor, e se apaixonou pela causa. “Ele sempre fez este trabalho, mas agora as ações de leitura foram intensificadas, porque conseguimos que fizesse parte do projeto Rede Ler e Compartilhar e Eu Leio, que fazem parte do programa nacional de incentivo à leitura. O programa disponibiliza sacolas circulantes com 30 livros e oferece formação continuada para os professores e mediadores de leitura, mas não paga nada por esse trabalho. Entrei na parceria por meio da Secretaria de Estado de Educação”, conta.

Você também participa de um projeto voluntário que leva mais educação a crianças carentes? Conte pra gente!

Fonte: https://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/professor-desempregado-leva-literatura-a-criancas-carentes-de-aracaju.ghtml

Tecnologia incentivando a leitura

O incentivo à leitura pode ser realizado de diversas formas. A utilizada pela jornalista e editora Samira Almeida, e pelo designer e ilustrador Fernando Tangi, foi a criação de um aplicativo: o Storymax, que utiliza tecnologia dos smartphones e tablets para contar histórias.

Público infanto-juvenil e premiações

Com oito livros interativos publicados, todos adaptações de clássicos da literatura, o aplicativo objetiva desenvolver o gosto pela leitura no público infanto-juvenil. A primeira história foi “Frankie for Kids”, adaptação de “Frankenstein”, de Mary Shelley. Frankie for Kids aborda a dificuldade das pessoas em lidar com as diferenças, o que leva ao bullying. Segundo Samira, a ideia surgiu da percepção de que a experiência de leitura estava em mudança: “Percebemos que a experiência de leitura estava mudando. Quisemos projetar livros interativos que combinassem com isso. Usamos o potencial das diversas formas de leitura, como texto, arte, animação, efeitos de som e trilha sonora para transformar tudo isso em uma experiência de uso só”. O livro fez tanto sucesso, que ficou em 2º lugar na categoria digital e interativa do Festival comKids Prix Jeunesse Iberoamericano 2013, conquistando também o Prêmio Artes Digitais e Aplicativos Educacionais, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

Após, vieram outros livros interativos, como “Via Láctea”, adaptação de uma poema de Olavo Bilac, que ganhou o prêmio Jabuti de literatura em 2015, ficando em 2º lugar na categoria Infantil Digital. Baseado na obra “Vinte Mil Léguas Submarinas”, de Jules Verne, surgiu “Nautilus”, que também levou o Jabuti em 2017, na mesma posição e categoria. A história é um incentivo ao desenvolvimento do pensamento inovador, segundo Samira. “A principal razão de adaptar clássicos é que eles falam de coisas relevantes. O tempo passou e continuam falando. Faz sentido para todo mundo conhecer”, explica.

A reflexão também é objetivo do projeto

O objetivo principal do projeto é desenvolver o gosto pela leitura. Mas não é o único: Storymax é uma forma de levar crianças e jovens à reflexão, ação e busca da transformação social. Para isso, os aplicativos trazem conteúdo extra sobre os autores e sobre o tema discutido e propõem atividades educativas. “A relação com a arte serve para olhar para ela e pensar sobre você e como lida com as pessoas e com o mundo. Serve para conhecer o passado, pensar o presente, imaginar o futuro e fazer algo em relação a isso”, afirma Samira.

Parcerias

Grande parte das histórias estão para download gratuito, nas lojas de aplicativos, assim como o próprio Storymax. Uma das histórias gratuitas é “St. Ives”, que tem conteúdos pagos dentro. A publicação gratuita se tornou possível através de parcerias com instituições privadas e pelo financiamento público, com uso de editais, e funciona como atrativo para que os usuários conheçam os livros e se disponham a comprar aqueles que são pagos. Para o primeiro semestre de 2018, o aplicativo tem como objetivo a publicação (pela primeira vez) de duas histórias originais sem texto, que iniciam uma banca de livros de imagem, criadas por ilustradores. “Vai nascer com duas histórias originais. Depois vamos convidar autores para contar outras histórias”, diz Samira.

Para saber mais sobre o projeto, acesse o site: https://www.storymax.me/

E você: o que acha da ideia da tecnologia incentivar a leitura? Conhece outros projetos parecidos com esse? Responda para nós!

Fonte: http://porvir.org/aplicativo-adapta-classicos-para-despertar-gosto-pela-leitura/

Alunos trocam ideias com autor de livro

Para incentivar a leitura de seus alunos, a professora de língua portuguesa e literatura, Marcela de Alencar, propôs aos estudantes uma troca de ideias com um autor de livro.

Após a leitura da obra “Perfeito de todo jeito”, do paranaense Domingos Pellegrini, os alunos de Marcela, dos sétimos anos do Colégio Amplação, de Curitiba/PR, discutiram com o autor através de videoconferência via Skype. A ideia partiu depois que a professora passou um vídeo em que Domingos contava como iniciou o prazer pela leitura nele e, então, um aluno questionou se o autor ainda era vivo.

A partir dali, Marcela resolveu fazer uma surpresa aos alunos, que, em sua maioria, tiveram a primeira oportunidade de conversar com um autor. Os estudantes elaboraram perguntas ao longo de uma semana e, durante a conversa, o autor afirmou que iria revisar e publicar uma nova edição da obra, baseada nos comentários realizados pelos jovens, que estavam mais críticos e interessados pela leitura, após essa atividade proposta.
Fonte: http://porvir.org/alunos-participam-de-videoconferencia-autor-durante-aula-de-literatura/

Ler é uma gostosura

Para incentivar a leitura por parte dos seus alunos, a professora Liciane de Fátima Xavier Lourenço, criou o projeto “Ler é uma gostosura”, que trouxe excelentes resultados em sala de aula.

O início do projeto se deu quando Liciane, no início do ano letivo, percebeu que seus alunos não estavam interessados em histórias e rodas de conversa. Para incentivar o interesse dos estudantes, ela resolveu utilizar um livro de Todd Parr. Todos os dias, a professora incentivava a leitura e, com base na história fizeram diversas atividades relacionadas aos conteúdos de língua portuguesa e matemática. Estava iniciado o “Ler é uma gostosura”.

Durante o processo do projeto, foram utilizadas atividades lúdicas, como a senha da sala de aula. Quando um aluno queria ir ao banheiro, era necessário que ele pegasse uma senha dentro de uma caixa de sapato, que ficava estrategicamente localizada na porta. Após ler uma palavra do livro, o aluno estava liberado para sair.

Isso virou rotina e as crianças até começaram a fazer senhas para utilizarem em casa. Na escola, foram criados momentos de leitura na sala, com regras regidas pelos alunos, como momentos no chão, embaixo de árvores e nos corredores da escola. Para Liciane, as crianças precisam ser observadas, escutadas e valorizadas, pois são seres singulares. Logo que eles começaram a ler, os olhinhos brilharam e acabam incentivando os colegas.

Fonte: http://porvir.org/brincadeiras-producoes-autorais-contribuem-para-alfabetizacao/

Literatura pedalada

Uma biblioteca sobre duas rodas. O projeto BiciBiblioteca é, literalmente, uma biblioteca itinerante, com um acervo de quase três mil livros, levando literatura aos alunos do ensino fundamental de escolas da cidade de São Paulo/SP.

Através de uma bicicleta adaptada, com prateleiras sobre duas rodas, a BiciBiblioteca incentiva o compartilhamento de experiências literárias entre os estudantes de diferentes escolas. A cada mês, as crianças podem escolher duas novas histórias. E para isso, devem doar um livro usado. A prática se repete, ao mesmo tempo, nas outras instituições, promovendo um verdadeiro “rodízio” de livros.

A fim de estimular a troca entre os alunos, todos os livros possuem fichas de leitura, onde as crianças anotam, desenham momentos das obras e também elegem seus personagens favoritos. Esta ideia de unir bicicleta e literatura, vem do crescimento da utilização do veículo de duas rodas.

O projeto foi viabilizado com recursos obtidos pela Lei Rouanet e tem patrocínio de empresa de restaurantes corporativos, com pretensões de atingir cerca de mil crianças até o final do ano.

Fontes:
http://porvir.org/bicicleta-adaptada-promove-intercambio-de-livros-entre-escolas/

O rap como aliado da literatura

O rap nem sempre é bem visto pela sociedade, mas o professor Fábio Brazolin Abdulmassih soube utilizá-lo para trabalhar manifestações artísticas que tem pouca abordagem na escola.

Há mais de 7 anos, Fábio vem desenvolvendo um projeto que relaciona a linguagem do rap à produção literária no Brasil. Intitulado “De repente, rap!”, seu objetivo é oferecer aos alunos uma nova perspectiva em relação às diferentes manifestações artísticas da cultura popular. Trabalhando com uma ampla variedade de textos da cultura popular, como o cordel e o repente, e tendo o rap como eixo principal, o professor buscou recuperar o valor literário dessas manifestações, muitas vezes vistas como “menos desenvolvidas”.

Juntamente aos alunos, Fábio mostrou a complexidade da criação de raps, repentes e cordéis, buscando desfazer o preconceito ligado a essas manifestações culturais. Através de atividades como leitura, discussões e apresentações de documentários, além de oficinas de criação de rimas, os estudantes começaram a ter uma melhor desenvoltura na área de literatura, familiarizando-se com a linguagem poética.

Fonte: http://porvir.org/versos-rimas-de-rap-exercitam-criatividade-durante-oficina-de-literatura/