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6 maneiras divertidas para aprender, e ensinar, inglês com os seus alunos

Está precisando de ideias para te ajudar no ensino do inglês para os seus alunos? Essa segunda língua é fundamental para vencer no mercado de trabalho, viajar, se informar e até mesmo estudar fora do Brasil.

Online é possível encontrar várias ferramentas divertidas que lhe ajudarão a aprender, e ensinar, seus alunos e tornar o aprendizado mais divertido.

Das mensagens instantâneas aos vídeos e histórias, a lista reúne maneiras criativas de aprender inglês online. Confira as dicas:

Viagens ao redor do mundo

Com mais de 450 vídeos, a plataforma Tripppin funciona como uma viagem ao redor do mundo. O usuário acompanha temporadas e episódios gravados em 12 países, passando por cidades como Londres, Berlim, Barcelona e Paris. Os vídeos tentam simular experiências pessoais de viagem, que são representadas pelos irmãos Tripp e Pin. Além de apresentar situações formais e informais do idioma, a plataforma reúne exercícios, desafios, músicas e uma rede social interna que permite interagir com pessoas de diferentes locais. Alguns vídeos e recursos são gratuitos, mas para ter acesso completo é necessário fazer um plano de assinatura. Os valores variam entre US$ 19 e 80.

Mensagens instantâneas

Disponível para as plataformas iOS e Android, o HelloTalk é um aplicativo para aprender mais de 100 idiomas com professores nativos de diversos países. Como uma espécie de WhatsApp, ele tem ferramentas que permitem enviar mensagens de texto e voz. O usuário também pode ouvir a pronúncia correta das mensagens recebidas e enviadas, além de criar um banco de dados com o vocabulário aprendido durante as conversas. O aplicativo é gratuito.

Videoaulas com Star Wars 

Baseado nos filmes de Star Wars, o minicurso gratuito ensina diferentes tópicos de inglês e expressões idiomáticas a partir de trechos com cenas famosas. Desenvolvido pela startup brasileira Backpacker, o curso ainda conta com uma ferramenta de reconhecimento de voz para praticar a pronúncia.

Filmes e músicas

O site English Attack! reúne trechos de filmes e músicas que ajudam a treinar o idioma. As mídias são acompanhadas por exercícios, jogos, atividades de compreensão auditiva e itens de vocabulário. A plataforma é paga, com opções de assinatura mensal, semestral anual ou bienal, entre R$ 35.90 e R$ 357.60. Também existem planos voltados para professores, escolas e empresas.

Histórias em quadrinhos 

O jogo Speaking Comics, criado pela escola de idiomas CNA, ajuda a praticar a pronuncia de inglês e espanhol com tirinhas. O usuário pode criar seus próprios quadrinhos, selecionando personagens, fundos e falas. Após concluir, ele também tem a opção de gravar sua voz para narrar a história e compartilhar nas redes sociais. O game é gratuito.

Vídeos curtos para qualquer tempo livre

Do iniciante para avançado, a plataforma Pow eLearning possibilita aprender diferentes tópicos gramaticais de inglês, como tempos verbais e advérbios, por meio de vídeos gravados por alunos e professores de diversas nacionalidades. Com vídeos de menos de 1 minuto, a plataforma gratuita pode ser acessada em qualquer tempo livre e ajuda a treinar a compreensão auditiva, proporcionando o contanto com falantes nativos e sotaques variados.

Fonte: Por Vir

Professora usa Minecraft para ensinar Impressionismo

Usar jogos em sala de aula já é uma realidade. Vamos conhecer o relato da professora Sabrina Quarentani que usou o jogo Minecraft em suas aulas para ensinar os alunos sobre o Impressionismo, movimento criado em Paris que revelou grandes nomes da pintura como Van Gogh.

“Na elaboração das minhas aulas de artes, sempre procuro entender a realidade dos alunos e buscar elementos que estimulem o interesse e a vontade de aprender. Desde o ano passado, eu percebi que as crianças dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos falavam muito sobre o jogo Minecraft. Então, a partir de conversas com os próprios estudantes, eu elaborei um projeto que trouxesse a história da arte para dentro do jogo.

Nós usamos o tour virtual do Google Art Project para visitar museus ao redor do mundo. Eu escolhi trabalhar com o Impressionismo, já que esse movimento traz a questão das pinceladas rápidas e a importância de retratar a impressão do momento. Os alunos conheceram galerias e obras de artistas famosos mundialmente, como Monet e Renoir. Depois, eu propus que realizassem releituras das obras vistas usando os blocos do jogo ao invés de pincéis.

A receptividade das crianças foi ótima. Aquelas que tinham mais dificuldade recebiam ajuda dos colegas, o que contribuiu muito para o trabalho colaborativo.

Como conclusão das atividades das aulas de artes, nós geralmente fazemos exposições. Nesse projeto, eu queria uma forma de apresentar as releituras que os alunos fizeram digitalmente. A ideia de fazer um passeio pelas obras dentro do jogo veio dos próprios estudantes, que elaboraram um tour pelas produções: montaram o caminho, os trilhos e o carrinho, que passeava virtualmente.

O resultado não poderia ter sido melhor. Foram aulas muito interativas, porque todos deram ideias, já que eles entendiam muito mais do jogo do que eu. A partir desse espaço aberto para a troca e colaboração, a participação de cada um aumentou muito. Tanto que, depois do projeto, uma aluna sugeriu outro aplicativo, que nós já estamos trabalhando.

O engajamento dos pais também foi muito importante. Um dos alunos comentou em casa sobre as obras impressionistas. Então, a família resolveu visitar o Masp (Museu de Arte de São Paulo), para conhecer um pouco mais desse movimento.

Como os alunos têm um dia da semana em que podem levar eletrônicos para a escola, é importante aproveitar essa oportunidade e saber trabalhar de uma forma pedagógica, para que não fique como uma “aula livre”. Nesse sentido, o uso do jogo a partir de tablets e celulares conseguiu despertar o interesse pelo aprendizado da história da arte.”

Fonte: www.porvir.org

Estudante cria uma forma de limpar os oceanos do mundo

Ser jovem é ter a mente cheia de ideias e colocá-las em prática é um grande desafio para quem ainda tem pouca idade. Mas a juventude nos dá uma coragem única e também aquela sensação maravilhosa de que podemos mudar o mundo com as nossas ações.

Boyan Slat, 19 anos, é um estudante holandês de engenharia que combinou ambientalismo, criatividade e tecnologia para resolver questões globais de sustentabilidade. Ele trabalhou no desenvolvimento de um dispositivo chamado Ocean Cleanup Array, capaz de limpar os fluxos de plástico nos oceanos, que já acumula mais de 7 milhões de toneladas do material.

A máquina funcionará como um filtro, recolhendo todo o material flutuante, armazenados em recipientes até ser recolhido para reciclagem em terra. A vida marinha continuaria segura, pois mesmo o lixo recolhido continua em contato com água, na separação eles seriam devolvidos ao mar, num processo de limpeza que levaria 5 anos.

Apesar de ser ainda um protótipo, o jovem já criou a The Ocean Cleanup Foundation, uma organização sem fins lucrativos.

Jovem cria aplicativo para ajudar na compra do material escolar

Os pais ficam de cabelo em pé quando precisam comprar a lista do material escolar dos seus filhos. Vendo o desespero da mãe ano após ano, o jovem David Braga, de apenas 14 anos, colocou sua criatividade para funcionar e inventou uma maneira simples e inovadora de fazer as compras.

O adolescente criou um aplicativo (List-It) que agiliza a compra de material escolar sem precisar ir à livraria. Basta preencher os campos com o nome do colégio e a série do aluno que todos os itens aparecem assinalados.

“É muito simples: é uma lógica invertida de e-commerce (comércio eletrônico), onde as pessoas entram lá e vai estar tudo selecionado. Por isso, a lógica invertida. Então o que ela já tem, apenas ‘desseleciona'”, diz o empreendedor David Braga.

A compra do material leva menos de cinco minutos. A startup tem quase três mil clientes cadastrados só em Alagoas.

O lucro do empreendimento criado por David é revertido no seu futuro. O dinheiro é guardado em uma poupança para que ele possa aplicar na ampliação do próprio negócio e também no futuro do jovem.

As ideias simples podem fazer muita diferença no mundo em que vivemos. Por isso, sempre incentive seus alunos a colocarem em prática suas ideias inovadoras. Elas podem gerar lucros e até serem tocadas como um emprego de verdade. Mas independente disso, desenvolver a criatividade, o lado inovador e empreendedor da criança é o que mais conta nessas horas.

Fonte: www.globo.com