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Entenda como a tecnologia está modernizando a educação

Na Feira CES 2021 foram apresentados exemplos de como a tecnologia está ajudando a modernizar a educação. Confira!

A educação, em 2020, foi um verdadeiro laboratório para inovar a educação com muita tecnologia. E muito do que foi visto no ano passado, foi abordado em painel sobre como realidade virtual, realidade aumentada, interação por voz e inteligência artificial estão inovando a forma de aprender e ensinar.

Realidade aumentada

Para Aaron Dence, gerente de Produtos da Spatial, empresa especializada em tecnologia 3D, mesmo distante, o professo é capaz de interagir com seus colegas e fazer trabalhos em um ambiente imersivo e controlado. “A realidade aumentada tem se desenvolvido para capacitar as pessoas a serem mais criativas, conectadas e produtivas”.

Uma das soluções criadas são salas de aula com realidade aumentada e, para os professores, o chamado Learn and Collaborate, que possui três pilares:

Teacher Tools: Possibilidade de expressar ideias mais rapidamente, integração com serviços de nuvem, ao vivo em browser e múltiplos elementos de realidade virtual;

Cross-platform: Capaz de integrar diversos dispositivos, plataformas e sistemas operacionais;

The Future: Presença holográfica por meio de um avatar criado a partir de selfies e ambiência;

Interação por Voz

Caitlin Gutekunst, diretora sênior de Marketing e Desenvolvimento de produtos da Creativity Inc falou sobre a utilização da interação por voz em brinquedos e produtos voltados a crianças. “Em toda minha carreira, tenho como objetivo ajudar crianças a serem mais sociais e a interagir entre si de forma segura em ambientes digitais.”

No âmbito escolar, Gutekunst destaca que a interação por voz é capaz de aumentar a acessibilidade e a transparência. “Além de encontrar informações mais facilmente, crianças portadoras de deficiência ou com dificuldade de aprendizagem tem uma maneira de aprender de forma diferente e acessar informações de forma mais clara, levando a um aumento em sua produtividade na sala de aula.”

Realidade Virtual

Melanie Harke é designer sênior de jogos na Schell Games. Ela elenca as três principais características, segundo ela, que tornam a realidade virtual tão poderosa para a educação.

– Acessibilidade: No sentido de acessar, viajar para terras distantes enquanto está no sofá de casa. Fazer estudos e procedimentos perigosos em ambiente seguros e usar recursos que seriam muito caros na vida real.

– Imersão: As pessoas acreditam realmente que estão nesse mundo virtual. Essa questão da imersão ajuda na retenção do foco. Para Harke, a imersão também deixa as pessoas alegres devido à experiência que podem desfrutar.

– Learn by Doing: O seu corpo inteiro está experimentando a imersão. Você não está simplesmente clicando em um botão ou sentado assistindo uma aula.

Inteligência Artificial

Shantanu Dev é co-fundador da Examd Inc. e destaca a missão e soluções da empresa que utilizam tecnologias de inteligência artificial.

“Nossa missão é fornecer a plataforma avançada mais confiável e escalonável que forneça segurança e integridade para avaliações/provas no mundo digital para melhorar a eficiência, o crescimento e a lucratividade dos negócios. Nossa plataforma prevê o comportamento e o desempenho do tomador de teste ao longo do tempo para fornecer serviços de valor agregado por meio de dados personalizados e agregados”, afirma Dev.

Uma das competências base da Examd é a utilização de algoritmos por meio de inteligência artificial que sinaliza automaticamente uma variedade de casos suspeitos com mais de 96% de precisão.

A inteligência artificial é usada em três momentos distintos:

Antes da prova: para fazer a autenticação do exame que será realizado;

Durante a prova: identificação do objeto;

Pós-prova: relatórios de violação, envolvimento do aluno com a prova e dados prévios de analytics.

“Após os resultados, por meio da inteligência artificial, são gerados relatórios para os instrutores/professores com apontamentos das principais dificuldades de cada aluno e o que poderia ser feito para que ele tenha um desempenho melhor na próxima prova”, conclui Dev.

Brinquedos com tecnologia

Os brinquedos tecnológicos podem ser muito benéficos à educação das crianças também, como por exemplo as Brincadeiras Inteligentes da Xalingo Brinquedos, que utilizam tecnologias com a realidade aumentada.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Set

Esta plataforma mostra, aos pais, como os filhos estão aprendendo

Em tempos de pandemia e aulas remotas ou híbridas, a Educação pode ter um maior acompanhamento de pais que estão trabalhando em modelo home office. E esta plataforma pode ser uma excelente ferramenta para isso. Saiba mais!

Com as mudanças ocorridas devido à pandemia, muitos pais e responsáveis migraram seus trabalhos para o modelo home office, possibilitando assim uma aproximação maior ao processo educacional de seus filhos. Mas isso nem sempre pode ser tão positivo, uma vez que não ter uma formação pedagógica adequada para fornecer esse apoio, pode, em muitos casos, ser prejudicial para crianças e jovens.

Mas para que os responsáveis possam acompanhar sem prejudicar o processo das crianças, existem plataformas educacionais que oferecem relatórios das atividades realizadas pelos estudantes, o que pode apoiar professores e pais a notar como cada estudante está progredindo. A Eduten Playground é uma delas.

Essa plataforma finlandesa auxilia crianças e jovens de 6 a 15 anos no desenvolvimento do raciocínio matemático. Renato Mendes Mineiro, professor universitário e consultor da Eduten, explica que, no modelo de ensino tradicional da educação, sem qualquer uso de tecnologia, identificar com precisão os assuntos e conteúdos que os alunos não dominam ou têm mais dificuldade é uma tarefa mais desafiadora. “Muitas vezes, um aluno que tirou nota cinco e vai para a recuperação não precisa ver todo o conteúdo de novo, mas sim só algum assunto pontual. A Eduten, por exemplo, ajuda a fazer essa identificação.”

Relatórios auxiliam a identificar necessidades

Combinando elementos de gamificação e inteligência artificial, a Eduten tem como proposta engajar estudantes em atividades de matemática e, com isso, melhorar os resultados de aprendizagem e facilitar o trabalho do professor, fornecendo relatórios de acompanhamento da evolução da turma e de cada estudante individualmente.

Uma das funcionalidades é, por exemplo, analisar quanto tempo os alunos permaneceram na plataforma e quanto tempo levaram para realizar cada atividade proposta. “Existe um gráfico que mostra o tempo de permanência e a pontuação de cada estudante. Enquanto a escola pode ver todos os alunos identificados, os responsáveis conseguem visualizar apenas o nome do seu filho. Um aluno que obteve pontuação baixa na plataforma pode ter ficado pouco tempo. Mas também é possível que um jovem que obteve pontuação boa tenha levado muito tempo para isso, mostrando que ele é empenhado mas tem dificuldade”, exemplifica.

São inúmeras as interpretações possíveis a partir dessa única tela: alunos que conseguiram boa pontuação em pouco tempo mostram ao professor que estão prontos para evoluir no nível de atividade. Outra funcionalidade é analisar cada questão de uma atividade, o que pode mostrar em quais subtemas ou conteúdos a turma tem mais dificuldade e precisa de revisões, direcionando melhor o trabalho do professor.

Onde a família entra?

Na opinião de Renato, os relatórios ajudam as famílias a entenderem melhor o ritmo de aprendizado dos filhos, como se organizam com as atividades de aula e também auxiliam, até mesmo, no contato com os professores.

“Uma frase comum por parte dos responsáveis é ‘eu não vejo você estudando’. Ao acessar a plataforma, o pai ou a mãe pode ver se isso é verdade ou não, de acordo com o tempo de permanência do aluno na ferramenta. Essas funcionalidades podem dar um panorama melhor para a família; é um jeito diferente de acompanhar a aprendizagem”, explica o professor.

Além disso, podem também servir para ajustar a cobrança em relação aos estudos dos filhos. Não faz sentido, por exemplo, exigir que crianças e jovens passem muitas horas estudando se, com menos tempo dedicado, já conseguem obter bons resultados e pontuações, avançando em seu processo de aprendizagem. “A Eduten também permite acompanhar quando os alunos entregam as atividades. Se vejo que meu filho está deixando tudo para o último dia, ao invés de fazer aos poucos, posso conversar com ele”.

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Sugestão de imagem: Freepik  
Fonte: Porvir

Quer aprender inteligência artificial? Então leia essa postagem

A Microsoft acaba de lançar plataforma de cursos gratuitos de inteligência artificial.

Com todas mudanças tecnológicas que vêm acontecendo, é sempre bom se atualizar às novidades que poderão ser repassadas, posteriormente, aos alunos.

E para te auxiliar, uma dica é a nova plataforma de ensino da Microsoft: a AcademIA. Ela terá disponibilizados 12 módulos gratuitos sobre inteligência artificial, que parte da introdução básica à tecnologia, sua linguagem de programação e aplicações. Para ganhar capilaridade, a iniciativa conta com o apoio de instituições que levarão os cursos até profissionais e estudantes, tais como Recode, IOS (Instituto de Oportunidade Social), Instituto Gerando Falcões, The Trust for The Americas, Eidos e ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios).

O curso de inteligência artificial contempla 12 módulos, sendo eles: “Introdução à Inteligência Artificial”, “Introdução a Python para Ciência de Dados” – ambos disponíveis em português –, além de “Matemática Essencial para Machine Learning: Edição Python”, “Leis e Ética para Dados e Analytics”, “Métodos de Pesquisa para Ciência de Dados: Edição Python”, “Princípios de Machine Learning: Edição Python”, “Explicações sobre Deep Learning”, “Explicações sobre Reinforcement Learning”, “Processamento de Linguagem Natural (NPL)”, “Sistemas de Reconhecimento de Voz”, “Visão computacional e Análise de Imagens” e “Microsoft Professional Capstone: Inteligência Artificial”.

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Fonte:
http://porvir.org/microsoft-lanca-plataforma-de-cursos-gratuitos-de-inteligencia-artificial/

Entenda como a Inteligência Artificial pode auxiliar a Educação

Startup de Abu Dhabi criou um sistema de inteligência artificial que coleta os dados de milhares de estudantes e adapta os conteúdos para diferentes formatos, de acordo com o grau de dificuldade de cada um.

Ao invés de lousas, livros e cadernos, em 57 escolas públicas de Abu Dhabi e Al Ain, nos Emirados Árabes, as salas de aulas possuem telas. Através de uma plataforma digital, os alunos aprendem matemática, ciências, e inglês com conteúdos adaptados de acordo com o grau de dificuldade de cada um. O sistema, criado pela startup Alef Education, usa inteligência artificial (IA) para coletar e personalizar os dados.

“Todos os dias, capturamos milhões de dados sobre os estudantes”, disse o CEO da Alef Education, Geoffrey Alphonso, à CNN. Ele contou como funciona o sistema: para começar, os estudantes criam seus próprios avatares. Depois, podem acessar o conteúdo do curso por meio de vídeos, animações e outros conteúdos digitais. Se o sistema capta alguma dificuldade, reprograma as atividades para que o aluno aprenda os conceitos de outra forma.

O sistema de inteligência artificial identifica ainda em quais temas o aluno tem mais facilidade. Depois, envia feedback instantâneo para o professor e para os pais. “Se um estudante está indo muito bem em ciências, por que não despertar seu interesse nas profissões de cientista ou astronauta?” diz Alphonso. “Essa é a nossa meta: usar todos esses dados para criar um caminho de aprendizagem individual”.

O CEO afirma não captar informações pessoais dos estudantes, para proteger sua privacidade. O uso das telas está restrito a três horas e meia por dia. No restante do dia, os alunos realizam atividades práticas, nas quais podem interagir e realizar experimentos.

Que achou da ideia? Comente abaixo!

Créditos da imagem: REPRODUÇÃO/CNN

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Fonte:
https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/05/startup-de-abu-dhabi-usa-ia-para-transformar-ensino-em-escolas-publicas.html

Saiba quais são as ferramentas de inteligência artificial que serão usadas nas escolas até 2030

A inteligência artificial deve impactar a educação nos próximos anos e, estudo do SESI e do SENAI, aponta a tendência de uso das tecnologias educacionais baseadas em IA nas escolas, até 2030.

Entre as apostas, está a expansão da utilização de sistemas tutores inteligentes para ensino personalizado. A ferramenta é capaz de identificar se o aluno adquiriu conhecimento sobre o tema ensinado e se está cansado ou feliz por ter resolvido um problema. A partir disso, a ferramenta é capaz de decidir, de forma autônoma, qual a melhor estratégia pedagógica para ser utilizada em cada momento.

O estudo Tendências em Inteligência Artificial na Educação foi elaborado pela professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Rosa Maria Vicari a pedido do SESI e do SENAI. Ela analisou bases de patentes nos Estados Unidos, na União Europeia, no Canadá e no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no Brasil. Além disso, consultou bases internacionais de artigos científicos e documentos apresentados em congressos.

Como complemento desse estudo, o SESI e o SENAI reuniram, em um painel, especialistas brasileiros em inteligência artificial para avaliar a difusão dessas tecnologias nas escolas do país, entre os quais pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Grande Sul (PUC-RS), além de empresas do setor. A previsão é que, até 2030, quatro das tecnologias listadas no estudo estarão difundidas em até 50% das escolas públicas e privadas do Brasil, e uma delas, computação em nuvem, deve estar presente em até 70% das instituições de ensino.

Conheça as tecnologias educacionais com uso de inteligência artificial que devem ser mais difundidas:

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Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/tecnologia/2019/estudo-aponta-ferramentas-de-inteligencia-artificial-que-serao-usadas-nas-escola

10 tendências que estão mudando a educação em todo o mundo (parte 2)

As mudanças sociais e tecnológicas que têm acontecido no mundo nos últimos anos, também trazem mudanças na educação. E os desafios para os próximos anos prometem trazer muitos questionamentos e busca por soluções que impactem as novas gerações.

Na postagem passada vimos 5 tendências que prometem mudar o mundo nos próximos anos. Hoje veremos outras 5 delas, apontadas por Andreas Shleicher, diretor de educação da OCDE. Confira!

1) Humanos de primeira classe ou robôs de segunda?

Já foram feitos vários alertas sobre a ameaça da inteligência artificial para os empregos de hoje em dia. E é importante que os sistemas educacionais consigam fornecer aos estudantes as ferramentas que os adaptem e modernizem em um cenário de trabalho em constante mudança.

Cada vez mais surgem dúvidas quanto ao potencial do ser humano que pode ser replicado por robôs: como garantir que características humanas como imaginação, sentido de responsabilidade ou inteligência emocional possam ser aproveitadas junto com o processamento da inteligência artificial?

2) Lições ao longo da vida

Nas constantes mudanças, a expectativa de vida que tem aumentado, tem feito muitos adultos buscarem a capacitação profissional. Será necessário dar mais atenção ao aprendizado a longo prazo, para que os adultos estejam preparados para mudar de trabalho e se aposentar por mais tempo.

Desde 1970, a média de anos de aposentadoria em países membros da OCDE aumentou de 13 para 20 anos.

Em décadas recentes, houve grandes mudanças no âmbito profissional, e praticamente desapareceu o “emprego pra toda a vida”.Mas, na realidade, os adultos que mais precisam de educação e treinamento, ou seja, aqueles menos qualificados, são os que menos têm chances de ter acesso a isso.

É um problema frequentemente ignorado, mas será cada vez mais importante que as habilidades de uma pessoa coincidam com os requisitos dos empregos disponíveis.

3) Conectados ou desconectados?

A internet é uma parte integral da vida dos jovens. Em alguns países, a quantidade de tempo que os jovens de 15 anos passam conectados duplicou em três anos. Muitos adolescentes dizem sentir-se mal se ficam desconectados.

Mas a educação ainda tem que aceitar a presença permanente da internet. Qual é o papel que ela deve ter na educação? Como reduzir seus efeitos negativos, como o cyberbullying e a perda de privacidade?

4) Ensino de valores

Todo mundo espera que a escola ensine valores. Mas, em um mundo cada vez mais polarizado, quem decide quais devem ser ensinados?

O mundo digital tornou possível que mais gente expresse suas opiniões, mas isso não garante que possam acessar informações confiáveis e balanceadas ou que estejam dispostos a escutar outras pessoas.

Como uma pessoa pode diferenciar fatos e ficção? Como a escola podem diferenciar opiniões e informações objetivas? As escolas devem ser politicamente neutras ou promover ideias ou formas de pensamento específicas? E qual classe de virtudes cívicas são exigidas pelas democracias modernas?

5) Temas irrelevantes para muitos

A ONU diz que há cerca de 260 milhões de crianças que perdem a chance frequentar a escola. Para elas, estes temas serão irrelevantes, porque nem sequer têm acesso a uma escola ou estão escolas com um nível educacional tão baixo que saem dela sem ter os conhecimentos mais básicos de escrita e matemática.

Créditos da imagem: Eddie Kopp/Unsplash

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Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2019/03/03/educacao-10-tendencias-que-estao-mudando-o-ensino-em-todo-o-mundo.ghtml

Confira estas tendências de educação para 2019 (parte 2)

2019 está vindo repleto de tendências na área da educação. E você, professor, pode ficar por dentro de algumas delas na nossa postagem de hoje.

Nos últimos anos, vemos a tecnologia cada vez mais adentrando as salas de aula. E para 2019, ela continuará auxiliando na melhora da educação. Confira essa e outras tendências:

Uso da tecnologia

O uso da tecnologia em sala de aula pode trazer muitos benefícios. Confira alguns deles:

– aprimoramento na qualidade da educação: novas metodologias chegam para aperfeiçoar o processo educacional, ajudando educadores a encontrarem abordagens pedagógicas diversificadas;

– aulas mais atraentes: a aprendizagem torna-se mais motivadora e encantadora;

– aproxima alunos de professores: propicia um aprendizado conjunto que contribui para a socialização de docentes e discentes;

– auxílio no desempenho escolar: com o estímulo, o interesse pelas atividades escolares cresce, assim como a produtividade dos alunos;

– estímulo ao conhecimento e à troca de ensinamentos: os assuntos abordados em sala de aula passam a ser partilhados em âmbito familiar.

Tendências tecnológicas para a sala de aula

– Gamificação

A gamificação consiste na utilização de mecânicas e dinâmicas de jogos para despertar e estimular o aprendizado. O recurso, que apresenta práticas ludopedagógicas e interativas, é bastante interessante para desenvolver a criatividade e aumentar a participação em sala de aula.

– Mobile learning

No mobile learning, o ensino acontece em ambientes digitais, à distância. Por meio de dispositivos móveis (smartphones, tablets etc.) com acesso à internet, existe a possibilidade de utilizar metodologias diferenciadas, como livros digitais, videoaulas, aplicativos, cursos e-learning, entre outros.

Inteligência Artificial

O uso da inteligência artificial na educação é relativamente novo e tem sido timidamente adotado por instituições de ensino. O recurso é de grande valia para que o aluno consiga identificar rapidamente seu padrão de erros e acertos, pois ele trabalha basicamente com estatísticas. Assim, o estudante pode acompanhar, estatisticamente, a evolução de seu aprendizado, verificando acertos e dificuldades.

Robótica

A robótica é uma tendência indiscutível em diversos setores da sociedade. Além de promover a ligação entre o digital e o real, o recurso proporciona o protagonismo do jovem. Com a ferramenta, o aprendizado é aprofundado, pois ele passa a compreender na prática, por exemplo, teorias matemáticas ou físicas difíceis de serem assimiladas.

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Fonte: https://escolasdisruptivas.com.br/escolas-do-seculo-xxi/tendencias-da-educacao-2019/

Confira estas tendências de educação para 2019 (parte 1)

A cada ano que passa, novas ideias surgem para melhorar a educação em todo o mundo. E para 2019 não vai ser diferente: muita inovação e tecnologia devem fazer parte do currículo escolar de muitas escolas.

E para te ajudar a entender tudo que pode acontecer neste próximo ano, selecionamos 3 tendências de educação. Confira!

1) Flexibilização curricular

Uma das principais tendências da educação é a flexibilização curricular. O objetivo é levar para a sala de aula a discussão sobre assuntos em pauta na sociedade e que fazem parte do cotidiano dos estudantes. A exemplo, a sustentabilidade, os direitos humanos, a tecnologia, a igualdade social e as questões de gênero.

Com a flexibilização curricular, existe a oportunidade de construir uma nova abordagem e uma formação escolar mais diversificado. Dessa maneira, é possível adaptar o ensino às necessidades individuais de cada aluno — tornando, assim, a sala de aula muito mais democrática e inclusiva.

2) Conscientização e inclusão

Como dissemos, com a flexibilização curricular é possível tratar de assuntos emergentes da sociedade, em sala de aula. E isso é importantíssimo, pois vivemos em um mundo onde já não há mais espaço para o preconceito, de modo que jovens precisam permanecer conscientizados acerca da diversidade.

O investimento na educação inclusiva também é uma das tendências da educação. As diferenças sempre existiram e precisam ser respeitadas. Há diversos alunos com síndromes, deficiências e transtornos que, assim como os demais, merecem um ensino de qualidade.

Por isso, é importante que educadores estejam atentos para as peculiaridades e necessidades desses jovens. É essencial lembrar-se de que cada ser humano é singular e que, antes de pensar sobre o desenvolvimento do currículo escolar, suas individualidades precisam — e devem — ser consideradas.

3) Exercício do diálogo e da escuta

É preciso instigar um diálogo no qual os jovens consigam expressar-se sem amarras. E, mais do que isso, é importante incentivá-los a escutar outros pontos de vista sobre um mesmo assunto, e fazê-los compreender que existem outras opiniões que devem ser respeitadas.

Durante esse momento, o processo de aprendizado deve ser estimulado a ocorrer em conjunto. É necessário criar um ambiente onde todos possam aproveitar essa atividade e refletir verdadeiramente sobre um determinado tema, com a ajuda uns dos outros.

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Fonte: https://escolasdisruptivas.com.br/escolas-do-seculo-xxi/tendencias-da-educacao-2019/

Inteligência artificial na educação? Saiba Mais!

Paul é uma inteligência artificial turbinado pela plataforma Watson, da IBM, que cumpre o papel de um professor 24 horas por dia, tirando dúvidas dos alunos e identificando a melhor forma de aprendizagem de cada um deles baseada em suas personalidades.

Um dos beneficiados por Paul é o profissional autônomo Kennedy Sophia Junior, de 33 anos. Ele é pós-graduado em três cursos presenciais, mas está gostando muito do novo “professor” do curso à distância que está fazendo. Segundo Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala, “”A grande diferença é que o Paul usa computação cognitiva, não é chatbot e nem pesquisa de informações, como os auxiliares de smartphones, Siri ou Google Assistente”.

Se, por exemplo, o curso tem matemática financeira e o aluno já estudou ou trabalha com isso, Paul orienta que ele avance o tema. Mesmo assim, todo o conteúdo programático é avaliado.

Paul gera um relatório sobre os alunos

A inteligência artificial consegue gerar três relatórios sobre o aluno: traços de personalidade, que consideram introversão e extroversão, por exemplo; melhor método de aprendizagem; e grau de conhecimento sobre o tema, que pode ajudar a pular algumas etapas.
Depois de mapear o perfil do aluno, o professor sugere métodos de aprendizagem em vídeos, textos, infográficos ou outros aspectos que possam ajudá-lo a captar mais informações.

E o professor, onde fica nessa história?

Segundo Adriano Mussa, diretor acadêmico e de inteligência artificial na escola de negócios Saint Paul (casa de Paul) os professores têm uma nova atribuição, que é ensinar a inteligência artificial. Como há sempre novas dúvidas que precisam ser respondidas, o professor não só ensina a IA, como também precisa aprender.
O primeiro curso a ter contato com o Paul foi Contabilidade, seguido de Inovação e Criatividade. Nesse momento, os alunos de Administração e Demonstrativos Financeiros começam a conhecer a novidade.

Você, professor: que acha das inovações tecnológicas em sala de aula? Responda pra gente nos comentários abaixo!

Fontes:
https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/06/19/plantao-de-duvidas-inteligencia-artificial-vira-aliada-de-estudantes.htm?utm_source=linkedin&utm_medium=social-media&utm_campaign=noticias&utm_content=geral

Inteligência Artificial na Educação

A Inteligência Artificial é realidade em diversos setores do mundo e, na educação, também já está com seu lugar cada vez mais garantido. E foi, durante a Bett Educar 2018 que a Conexia, hub de soluções educacionais do Grupo SEB (um dos maiores conglomerados de educação do País), lançou o o BRÖ.

O BRÖ é um assistente inteligente que auxilia o aluno no processo de ensino e aprendizagem, e está pronto para ser implementado no segundo semestre de 2018, inicialmente para os alunos do Ensino Médio de todas as unidades próprias do Grupo SEB. Nas versões web e mobile, a plataforma atua como um agente pessoal do aluno, ajudando a relembrar compromissos educacionais e a estabelecer metas para sua aprendizagem. À medida que o relacionamento entre o aluno e a inteligência artificial do BRÖ for se intensificando, a plataforma passará a oferecer planos de estudo cada vez mais personalizados.

Assim como em outras plataformas de inteligência artificial, o BRÖ pode interpretar questionamentos e dar respostas, como em uma conversa. A tecnologia utiliza um banco de dados previamente abastecido de acordo com o perfil de cada escola, além de ser alimentado com novas informações e conteúdo. Ele ainda tem a capacidade de desenvolver-se por meio do relacionamento estabelecido com os alunos e, por meio da metacognição, ajudar o aluno a aprender a aprender.

Créditos da foto: DINO

Fontes: http://jornaldiadia.com.br/2016/?p=431473