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Aplicativo que ajuda no consumo de energia

A conta de luz vive mudando de valor: às vezes pra mais, às vezes pra menos. Mas independente disso, tomar medidas como evitar desperdícios, fazem toda diferença no final do mês, quando a conta chega. Pensando na ideia de economizar energia, dois estudantes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet) de Divinópolis desenvolveram, em sala de aula, um aplicativo que faz a diferença.

E a ideia de Vinicius Alves Campos, de 17 anos, e Amanda Conceição Xavier de Almeida, de 16 anos, funcionou tão bem, que até ganharam o primeiro lugar geral da Mostra Específica do Cefet e levaram a experiência para apresentar na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A iniciativa começou de um projeto dentro do curso de informática que fazem, com apoio do professor Alberto Penalara e do orientador Vinícius Laredo. Com o tema “sustentabilidade”, os alunos queriam produzir algo relacionado à energia, pois acreditavam que a utilização do simulador levaria informações sobre seu consumo de energia e assim mudarem hábitos e atitudes que geravam desperdícios.

Com 3 opções, o Simulador de Consumo de Energia consegue simular o consumo de apenas um aparelho, ou fazer a simulação de consumo mensal de todos os eletrônicos dentro de uma residência. Além disso, ele tem a opção de detalhar a conta de energia. O usuário consegue fazer, assim, um acompanhamento onde pode colocar a leitura anterior, a atual e o constante do medidor, e o aplicativo então apresenta um gráfico com o consumo. Esse gráfico fica salvo e a pessoa vai vendo a evolução a partir do simulador.

 

Fonte: Globo 

 

Provas menos ansiosas

“Semana que vem tem prova, pessoal!”. Talvez essa seja uma das mais temidas frases pelos alunos. E quando chega o dia do teste, o coração dispara e as crianças sentem uma pressão intensa. Mas a professora de uma escola norte-americana encontrou uma forma de diminuir toda a pressão em cima deste dia: ao entrarem na sala de aula para os temidos testes, os alunos se depararam com mensagens de carinho e incentivo.

Chandni Langford, leciona na escola pública Evergreen Avenue, em Woodbury, Nova Jersey, e foi responsável pela atitude. Com uma caneta de fácil remoção, ela deixou recados personalizados para cada um dos alunos em suas mesas, com dizeres encorajadores como “Faça seu melhor!” e “Você consegue!”. Segunda ela, muitos dos seus alunos estavam com medo de tirarem notas baixas e não passarem de ano. Isso acaba gerando muita ansiedade quanto a isso, então pensou que esta seria uma maneira fofa deles serem recebidos.

A professora utiliza a estratégia de ensino intitulada “Growth Mindset”, ou “Mentalidade de Crescimento“,desenvolvida pela psicóloga Carol Dweck. Esta metodologia acredita na força do pensamento positivo para superar um desafio, em detrimento do medo do fracasso. Que tal praticar essa bela inspiração?

 

Fonte:  Hypeness 

 

Aprendendo inglês na horta

Imagem: divulgação

A Phil Young’s English School, em Curitiba, vem apostando na experiência que se transforma em aprendizado para suas aulas de inglês. A iniciativa caminha junto com as transformações que vêm ocorrendo mundo a fora nos processos de educação, e que visam potencializar o desenvolvimento das crianças como seres humanos questionadores e atuantes na sociedade.

Nesse cenário, a escola criou o Student Vegetable Garden. Trata-se de uma horta comunitária voltada para os alunos das turmas Phil Kids e Pre-Teens, que vai de 7 a 11 anos. Nas aulas, os alunos plantam e aprendem sobre temas relacionados ao meio ambiente, ao mesmo tempo em que assimilam outras línguas. Ao final do ciclo, eles colhem e comem o que plantaram, em um evento comemorativo chamado Festa da Salada.

A escola também desenvolve um projeto na área de reciclagem, organizando um sistema de separação e reciclagem de lixo na escola, que já reduziu o desperdício de insumos em torno de 20%.

Estes projetos existem desde 2008 na Phil Young’s English School, envolvendo os funcionários e também as famílias das crianças nessa atmosfera de cidadania e consciência ambiental.

 

Fonte: Hypeness

 

Deixando a timidez de lado

Intitulado “Ler e Cri@r é só começar”, o projeto da professora Bruna Sanches visa trabalhar leitura e criatividade, além de incentivar que o aluno seja protagonista do processo de aprendizagem. Em toda segunda-feira, um aluno é sorteado para escolher um livro dentro de um baú disponibilizado, o lê e apresenta da forma que se sentir mais confortável. Pode ser em forma de teatro, de maquete, vídeos.

Um dos alunos filmou sua apresentação contando a história dos Três Porquinhos e recebeu a ajuda de sua mãe, que ajudou a montar toda a história na mesa, com casinhas. Mesmo envergonhado, o aluno, foi se soltando aos poucos e, segundo a professora a ideia era justamente essa: fazer com que os estudantes encarassem o problema e superasse-o, ao invés de fugirem. Bruna percebeu que, contando uma história com brilho nos olhos e usando alguns adereços, ajudou muito, conquistando os alunos.

Depois do projeto, ela percebeu que os alunos melhoraram muito a questão da oratória, pois quando chegaram ao quarto ano, eles tinham bastante dificuldade de falar em público. Porém o projeto ajudou muito nesse sentido, já que, quando um apresenta, os outros fazem perguntas, havendo o sempre uma troca. Além disso, a escrita, como aliada da leitura, também melhorou, com o crescimento da autonomia dos estudantes.

Agora a ideia de Bruna é construir uma história junto aos alunos usando o Google Drive, onde, após todas as apresentações, irá compartilhar uma pasta com as crianças que, em duplas, montarão um texto colaborativo. No final do ano, a ideia é juntar tudo e a história será disponibilizada para os alunos.

 

 

Fonte: Porvir

Estudante cria uma forma de limpar os oceanos do mundo

Ser jovem é ter a mente cheia de ideias e colocá-las em prática é um grande desafio para quem ainda tem pouca idade. Mas a juventude nos dá uma coragem única e também aquela sensação maravilhosa de que podemos mudar o mundo com as nossas ações.

Boyan Slat, 19 anos, é um estudante holandês de engenharia que combinou ambientalismo, criatividade e tecnologia para resolver questões globais de sustentabilidade. Ele trabalhou no desenvolvimento de um dispositivo chamado Ocean Cleanup Array, capaz de limpar os fluxos de plástico nos oceanos, que já acumula mais de 7 milhões de toneladas do material.

A máquina funcionará como um filtro, recolhendo todo o material flutuante, armazenados em recipientes até ser recolhido para reciclagem em terra. A vida marinha continuaria segura, pois mesmo o lixo recolhido continua em contato com água, na separação eles seriam devolvidos ao mar, num processo de limpeza que levaria 5 anos.

Apesar de ser ainda um protótipo, o jovem já criou a The Ocean Cleanup Foundation, uma organização sem fins lucrativos.