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Sua sala de aula é produtiva?

Como saber se a sua sala de aula é produtiva? O que é preciso acontecer com você, seus alunos e também com o ensino produzido em sala de aula para que esse momento seja produtivo para todos os envolvidos?

Os educadores precisam pensar as salas de aula como templos de efervescência intelectual, um lugar onde a criatividade e a inovação precisam estar sempre presentes. Dessa forma, os alunos estarão mais preparados para enfrentarem todos os desafios do futuro.

Ensinar e aprender não podem ser eventos isolados – é preciso interação entre educador e educando, desenvolvimento de competências em conjunto e construção de conhecimento do mundo aliada ao autoconhecimento – que envolve curiosidade, autenticidade e afeto.

Foi pensando nisso que o educador Terry Heick decidiu listar as características de uma sala de aula produtiva. Veja abaixo e saiba se você está no caminho certo. Caso contrário, nunca é tarde para mudar, não é mesmo?

Alunos são questionadores

Em uma sala de aula produtiva os alunos fazem perguntas, são inquietos e curiosos. Um estudante curioso pode tornar o ensino muito mais interessante e inspirador. Os professores devem despertar em seus alunos a criatividade, pedir a participação deles nos conteúdos propostos, e porque não, até mesmo deixar que eles mesmos tragam ideias de casa para a sala de aula.

Quando as perguntas são tão valiosas quanto as respostas

Lembre-se que quando questionamos o mundo a nossa volta descobrimos mais sobre ele e nos conectamos com várias realidades. As perguntas guiam o aprendizado, elas fazem o conteúdo fluir com mais facilidade. Valorize isso na sua sala de aula, estimule isso nos seus alunos, instigue a curiosidade deles e o interesse pelas aulas irá aumentar, com certeza!

Ideias surgem de fontes divergentes

Faça com que as ideias venham de vários lugares diferentes. Isso fará com que a aula seja mais rica e atraente para os seus alunos, e também para o educador. Siga várias direções, ouse, faa seus alunos verem o mundo de um outro ângulo, de uma nova perspectiva. Deixe-os buscar fontes em suas próprias comunidades e círculos de convívio, mas também fora de suas zonas de conforto. Que tal trazer para sala de aula um convidado com ideias inovadoras? É interessante um debate onde duas fontes discordam, pois é esse tipo de divergência que encaramos no mundo real.

Variedade nos modelos de ensino utilizados

As possibilidades de inovar passando o conteúdo são infinitas: projetos de audiovisual, aprendizado via conteúdo digital, desafios com jogos, intercâmbio de conhecimentos com outras salas. Aqui é usar a criatividade e tentar inovar sempre. É uma característica de uma sala de aula produtiva a diversidade, o que exige do professor a capacidade de se autodescobrir e reinventar-se, aprendendo sempre.

O conhecimento vai além da sala de aula

Se os alunos irão deixar as salas de aula em algum momento, o conhecimento precisa ultrapassar igualmente aquele ambiente físico.A química, por exemplo, está em todas as coisas que eles consomem, o que pode ser um gancho na hora de ensinar.

Ensino personalizado

Não é preciso ter muita sensibilidade para entender que cada aluno é diferente, de forma que toda sala de aula também será. Isso exige que o professor saiba adaptar suas aulas para a realidade daquela escola, daquela classe, daqueles alunos. Ainda que aprendam o mesmo conteúdo, os perfis são diferentes – e assim devem ser as aulas.

Avaliações autênticas e transparentes

Se a avaliação for punitiva isso terá reflexo na forma em que o aluno irá aprender. Busque formas alternativas de avaliar os seus alunos, não apenas com testes e provas. O ensino é mais do que apenas um número. Isso pode fazer a diferença na vida deles. Pense nisso!

Fonte: www.escribo.com.br

 

Realidade aumentada para ensinar a soletrar

A tecnologia é uma tendência nas salas de aula de todo o mundo. Muitas escolas já se utilizam de aplicativos, jogos, tablets, celulares e muito mais para ensinarem seus alunos. Essa é uma forma criativa e inovadora de abrir o horizonte das crianças e jovens, além de aproximá-los de tecnologias.

Foi pensando nisso que a Xalingo Brinquedos, uma das pioneiras nos jogos educativos no Brasil, decidiu inovar e apresentar para as crianças uma nova forma de ensinar o público infantil através da realidade aumentada.

Essa tecnologia de ponta, utilizada pelas empresas mais inovadoras do mundo, funciona como um incentivo para que as crianças aprendam a soletrar as primeiras palavras, de forma interativa e divertida.

A linha de jogos Interactive Play mistura a brincadeira física com a realidade aumentada, proporcionando para a criança uma experiência ampliada de aprendizado.

O jogo é o primeiro produto direcionado ao aprendizado infantil com realidade aumentada produzido em grande escala. A sistemática do jogo é simples e funcional e pode ser utilizado somente com produto físico ou ampliando a experiência através do aplicativo 3D.

Composto por 50 peças em madeira, a criança pode montar 12 figuras diferentes. Ao concluir a montagem do quebra cabeça, é possível através do celular ou tablet, fazer a leitura da peça e projetá-la no ambiente. São projetados o objeto e a palavra, fazendo com que o aplicativo produza som onde a palavra é soletrada, proporcionando a criança uma experiência única, onde o som e a letra estão associados automaticamente.

No vídeo abaixo você confere um pouco mais de como funciona essa tecnologia que pode ser usada em sala de aula e até mesmo em casa para ajduar no aprendizado da criança.

 

 

 

 

Escolas inovadoras ao redor do mundo (Parte 1)

Bons exemplos precisam ser divulgados e seguidos. Separamos algumas escolas ao redor do mundo que inovaram e trouxeram novidades para dentro da sala de aula. A lousa e o giz ficaram em segundo plano e agora a criatividade e a tecnologia, além de liberdade e da confiança nos alunos, são alguns dos elementos que fazem dessas escolas bons exemplos de escolas inovadoras que ensinaram “fora da caixa”. Mais adiante vamos fazer mais um post com outras escolas bacanas para você conhecer.

Confira a lista e se inspire:

1 – Creche Into The Woods
Em Londres a creche Into The Woods atende crianças entre 2 anos e meio e 5. Até aí nenhuma novidade. Mas a escola tem um diferencial em relação às demais: a creche não possui paredes ou sala de aula. Tudo é aprendido ao ar livre, faça chuva ou faça sol.

A escola foi inaugurada em abril do ano passado e ganhou muitos fãs já nos primeiros meses de funcionamento. O modelo não é nenhuma novidade na educação do Velho Continente já que países como Alemanha, Escócia e alguns países da Escandinávia já possuem escolas que ensinam dessa forma.

Por lá, os alunos se conectam com a natureza, desenvolvem a criatividade e ainda habilidades de pensamento, além de construírem autoconfiança e também se divertem muito.

Aulas ao ar livre são o diferencial da escola inglesa Into The Woods

2 – Escola Municipal Amorim Lima
Esse exemplo vem de São Paulo e segue um modelo alternativo de ensino. Por lá, os estudantes tem bastante autonomia para organizar debates e integrar disciplinas. A diretora da escola assume o papel de tutora e os pais também participam ativamente das propostas de sala de aula. Até mesmo a página da escola no Facebook é administrada pelos pais dos alunos. A tradicional lousa é usada apenas nas aulas de inglês, português e matemática.

Na escola paulista os alunos têm autonomia e os pais auxiliam diretamente no ensino dos filhos

3 – Escola da Ponte
Essa escola portuguesa é mesmo bem diferente e inovadora. Não existem salas de aula, nem disciplinas e muito menos horários regrados. Lá, os alunos têm atividades variadas e os temas são trazidos pelos professores. Cada aluno tem a liberdade de escolher o tema que mais lhe interessa e estudá-lo, sozinho ou em grupos. O aprendizado é feito em mesas coletivas ou ainda ao ar livre, como o aluno preferir. As provas e exames são feitos somente quando os alunos sentem-se prontos para serem testados.

A escola portuguesa aboliu as provas e exames. Os alunos só são testados quando se sentem seguros nas disciplinas ensinadas

4 – GENTE
Essa escola inovadora fica dentro da maior favela da América Latina, a Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro. A Escola Pública Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacional (GENTE) ensina de uma forma bem inusitada. Lá os alunos se reúnem por interesse e curiosidades em comum, e não por séries como as escolas convencionais. A tecnologia é muito presente no dia a dia dos alunos, que possuem um ambiente baseado na liberdade e na criatividade.

Outro exemplo brasileiro, agora do Rio de Janeiro, onde as crianças aprendem com o uso da tecnologia e também com muita liberdade

5 – Quest to Learn
Imagine uma escola onde o ensino é feito através de jogos? Isso já é realidade em Nova York, nos Estados Unidos. Nessa escola, que é pública, os alunos aprendem integralmente através de jogos. Além de divertidos, os games são didáticos e prendem a atenção do aluno, que aprende brincando. Por lá, os índices de aprendizado estão acima da média, o que torna uma referência para outras de todo o mundo. Uma prova de que a brincadeira e a ludicidade pode sim ser aliada do ensino.

quest2learn

Na escola americana o uso dos jogos é essencial para o aprendizado em sala de aula

 

E você, conhece alguma escola inovadora? Mande seu relato por aqui e veja a sua escola aparecer aqui no blog Conexão Xalingo como um bom exemplo a ser seguido!

Fonte: www.hypeness.com.br
www.catraquinha.catracalivre.com.br

Como tornar seus alunos pessoas inovadoras no futuro

A inovação e a criatividade andam de mãos dadas. Quanto mais seus alunos forem estimulados a serem criativos, mais inovadores eles serão, não somente na sala de aula, mas também na vida.

A gente sabe que ser inovador é um dos requisitos mais importantes no mercado de trabalho atual. Por isso, o professor pode ser um incentivador, fazendo com os seus alunos sejam capazes de realizar tarefas de forma inovadora e criativa. Não importa a área que o jovem pretende seguir no futuro, a inovação é um requisito básico para se sair bem nos dias de hoje.

Mas como despertar a criatividade, e em consequência, a inovação dentro da sala de aula. Trouxemos algumas ideias simples que você pode colocar em prática no dia a dia da sala de aula e despertar o lado inovador dos seus alunos. Afinal, é das jovens cabeças que saem ideias que podem fazer a diferença no mundo em que vivemos.

Vamos a elas?

Esteja aberto a perguntas autênticas:

Boas ideias surgem a partir de boas perguntas! Por isso, ouvir seus alunos com atenção é o primeiro passo para despertar neles a vontade de inovar e também a curiosidade. Convide-os para construir novos projetos relacionados às disciplinas, escute suas ideias e sugestões e tente colocá-las em prática.

Encoraje o Trabalho em equipe:

A sala de aula pode ser uma simulação daquilo que o aluno irá encontrar no mercado de trabalho. O trabalho de equipe é cada vez mais essencial e isso pode ser cultivado desde cedo. Ensine os estudantes a dividirem um projeto, atribuir tarefas a cada membro e responsabilidades. Você pode incentivá-los oferecendo exemplos de inovação que não teriam dado certo sem esforço conjunto.

Esteja pronto para crescer:

Estimule seus alunos a trazerem para dentro da sala de aula o relato de pessoas novas. As ferramentas digitais como as redes sociais e sites como o YouTube podem ajudar nessa tarefa.

Aumente a empatia:

Ver o problema pela perspectiva do outro. Está aí uma boa oportunidade de ensinar inovação para os seus alunos. Quando nos colocamos no lugar do outro, conseguimos ver as coisas de outro ângulo e encontrar soluções que podem resolver questões essenciais para o problema. Mostre a eles que estratégias de observação de campo, grupos focais ou entrevistas, por exemplo, são ferramentas que podem mostrar como os demais imaginam aquele projeto.

Descubra as paixões:

Todos nós somos apaixonados por algo. Descubra o que desperta a paixão e o interesse dos seus alunos, inclusive os gostos fora da escola. Assim você pode procurar oportunidades de conectar os assuntos da rotina escolar com os gostos pessoais de cada um.

Amplifique ideias valiosas:

Nos dias de hoje qualquer coisa pode ser largamente divulgada sem gastar muito por isso. Mostre aos seus estudantes que você reconhece o esforço deles e divulgue as melhores ideias em redes sociais, blogs (você pode mandar ideias inovadoras feitas em sala de aula para nós através do email tal).

Saiba dizer não:

Como professor o seu papel é incentivar os estudantes, mas isso não significa apoiar toda e qualquer ideia sugerida por eles. Seja crítico e saiba quando dizer não para uma ideia relativamente fraca. Mas cuidado, a sua negativa, dependendo de como seja feita, pode acabar com a confiança do aluno.

Encoraje avanços:

Provavelmente os seus estudantes não terão ideias inovadoras a cada projeto proposto por você, mas você pode sempre incentivá-los a desenvolver o pensamento criativo. Uma boa saída para encorajar os alunos a pensar

Jovem americana cria clube para ensinar meninas a programar

Quem disse que tecnologia é coisa de homens? Cada vez mais as mulheres estão dominando o mundo da tecnologia e da inovação. E não são só as mulheres mais velhas não, tem muita gente jovem mostrando que sabe bem o que está fazendo nessa área.

Um desses exemplos é a jovem Ava Brodie. Com apenas 11 anos de idade a americana mostrou que sabe muito de tecnologia e manja muito de programação.

Ela descobriu o talento por programas durante as aulas na escola Twin Falls Middle School, em Washington. Ela se deu conta que a maioria das crianças que se interessavam pelo assunto na aula eram meninos e aí veio a ideia inovaora: ela decidiu criar um clube de meninas para ensiná-las a programar.

A ideia do clube é fazer com que as meninas não fiquem com medo ou se sintam intimidadas a ingressar nesse mercado que ainda é dominado pelos homens. Além de aprender a programar em linguagens como Python e Ruby, as participantes também têm aula de desenvolvimento de jogos.

A iniciativa de Ava ficou tão conhecida que ela foi a convidada de honra no evento Tech Superwomen Summit, em São Francisco, e pôde conversar com várias outras mulheres da área de tecnologia.

 

Jovem cria aplicativo para ajudar na compra do material escolar

Os pais ficam de cabelo em pé quando precisam comprar a lista do material escolar dos seus filhos. Vendo o desespero da mãe ano após ano, o jovem David Braga, de apenas 14 anos, colocou sua criatividade para funcionar e inventou uma maneira simples e inovadora de fazer as compras.

O adolescente criou um aplicativo (List-It) que agiliza a compra de material escolar sem precisar ir à livraria. Basta preencher os campos com o nome do colégio e a série do aluno que todos os itens aparecem assinalados.

“É muito simples: é uma lógica invertida de e-commerce (comércio eletrônico), onde as pessoas entram lá e vai estar tudo selecionado. Por isso, a lógica invertida. Então o que ela já tem, apenas ‘desseleciona'”, diz o empreendedor David Braga.

A compra do material leva menos de cinco minutos. A startup tem quase três mil clientes cadastrados só em Alagoas.

O lucro do empreendimento criado por David é revertido no seu futuro. O dinheiro é guardado em uma poupança para que ele possa aplicar na ampliação do próprio negócio e também no futuro do jovem.

As ideias simples podem fazer muita diferença no mundo em que vivemos. Por isso, sempre incentive seus alunos a colocarem em prática suas ideias inovadoras. Elas podem gerar lucros e até serem tocadas como um emprego de verdade. Mas independente disso, desenvolver a criatividade, o lado inovador e empreendedor da criança é o que mais conta nessas horas.

Fonte: www.globo.com