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Transformando a teoria em prática

Com o objetivo de exercitar a habilidade de cálculo mental das operações matemáticas de adição, subtração, multiplicação e raciocínio lógico, a professora Tania Cristina Pereira Luciano, do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo/SP, desafiou seus alunos a utilizarem a máquina de Rube Goldberg.

Para isso, eles optaram por modelar e imprimir as partes da máquina em impressora 3D, fazendo rampinhas e conectores. Também utilizaram uma placa perfurada de Eucatex, além de um kit maker com componentes eletrônicos. Outros materiais também puderam ser utilizados, tais como papelão para placa e para as rampas e outros kits eletrônicos de baixo custo compatíveis com a programação em Scratch.

Após criada a estrutura física, a base da programação foi realizada para que a máquina conferisse o cálculo mental dos alunos (conteúdo curricular de matemática) e que, além desse treino, a criança percebesse o funcionamento do motor e dos sensores (conteúdo curricular de educação tecnológica). Para seu funcionamento, a criança precisa digitar um valor numérico escolhido (de 1 a 10), dar o play para liberação da bolinha e a acompanhava no movimento passando pelas rampas, cobrindo sensores, acionando alavanca e concluindo seu percurso acendendo um LED.

A metodologia utilizada foi o ensino híbrido, visando a personalização no processo de ensino-aprendizagem.

Crédito da foto: Arquivo / Tania Cristina Pereira Luciano

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Fonte:
http://porvir.org/alunos-constroem-maquina-de-rube-goldberg-para-fazer-calculos-mentais/

Transformando a teoria em prática

Com o objetivo de exercitar a habilidade de cálculo mental das operações matemáticas de adição, subtração, multiplicação e raciocínio lógico, a professora Tania Cristina Pereira Luciano, do o Colégio Dante Alighieri, em São Paulo/SP, desafiou seus alunos a utilizarem a máquina de Rube Goldberg.

Para isso, eles optaram por modelar e imprimir as partes da máquina em impressora 3D, fazendo rampinhas e conectores. Também utilizaram uma placa perfurada de Eucatex, além de um kit maker com componentes eletrônicos. Outros materiais também puderam ser utilizados, tais como papelão para placa e para as rampas e outros kits eletrônicos de baixo custo compatíveis com a programação em Scratch.

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Após criada a estrutura física, a base da programação foi realizada para que a máquina conferisse o cálculo mental dos alunos (conteúdo curricular de matemática) e que, além desse treino, a criança percebesse o funcionamento do motor e dos sensores (conteúdo curricular de educação tecnológica). Para seu funcionamento, a criança precisa digitar um valor numérico escolhido (de 1 a 10), dar o play para liberação da bolinha e a acompanhava no movimento passando pelas rampas, cobrindo sensores, acionando alavanca e concluindo seu percurso acendendo um LED.

A metodologia utilizada foi o ensino híbrido, visando a personalização no processo de ensino-aprendizagem.

Fonte:
http://porvir.org/alunos-constroem-maquina-de-rube-goldberg-para-fazer-calculos-mentais/

Uma tabela periódica para deficientes visuais

A deficiência visual, assim como todas as outras, não pode ser empecilho para os estudantes que a possuam. É necessário encontrar caminhos e formas de incluir esse aluno com êxito, para que possa aprender sem dificuldades. E a tecnologia, mais uma vez, se mostra como forte aliada nesse processo com o desenvolvimento de uma tabela periódica com impressora 3D e o hardware Arduino.

O projeto teve como objetivo confeccionar uma Tabela Periódica Tecnológica adaptada (TPTa) e foi desenvolvido por alunos do segundo anos do ensino médio do Centro Educacional CE-403, em Campinas/SP, ao longo de quatro etapas: pesquisa, desenvolvimento, confecção de vídeos explicativos e testes.

Após a tabela ser impressa, foi desenvolvida a parte tecnológica que utiliza a plataforma Arduino. Nesse passo, foi colocado um botão na tabela impressa em 3D, para que o aluno com necessidades especiais, ao tocá-lo, ouça sons emitidos por uma placa de som. Assim, são informados dados úteis sobre a tabela, como histórico, número atômico e massa atômica de diferentes elementos, orientações a respeito da importância de determinados elemento ao organismo humano, entre outros. A lógica da programação da tabela é: enquanto o botão estiver pressionado, é enviado ao Arduino a informação de que ele deve executar a leitura de um cartão SD. Após esse procedimento, o Arduino recebe os dados que são enviados a um alto-falante. A tabela impressa foi apoiada em uma placa de acrílico, para fixação da parte tecnológica.

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Nos testes do protótipo, realizados por diversos alunos com deficiência, houve êxito: eles conseguiram identificar e também reconhecer os elementos químicos presentes na tabela periódica. E mais: os alunos foram convidados para participarem do Simpósio Científico na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), com o objetivo de integrá-los no mundo da universidade e da pesquisa científica.

Um grande projeto, não é mesmo?! E você: tem projetos como esse, que auxiliam na inclusão? Conte pra gente nos comentários abaixo!

Créditos das Imagens:
Capa – https://static.vix.com
Interna – Créditos: Raquel Gomes da Costa Silva

Fonte:
http://porvir.org/alunos-criam-tabela-periodica-com-arduino-para-incluir-amigos-com-deficiencia/