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Passo a passo para dar aulas pelo Google Meet

O Google Meet é uma das ferramentas de videoconferência mais utilizadas atualmente, e pode te ajudar nas aulas à distância. Confira um passo a passo de como utilizá-lo.

A ferramenta permite que possam ter até 250 participantes ao mesmo tempo (para clientes do G Suite ou contas de instituições ensino).

Para que você possa fazer uma conferência à sua turma do Google Classroom, confira o passo a passo:

1 – Selecione a turma do Classroom que você deseja ter uma videoconferência. Após, clique nas opções (localizada no canto direito superior) e abra a “Agenda Google”;

2 – Então crie um evento na agenda, dando um nome a ele e escolhendo a opção “Participar com Google Meet”;

3 – Após, selecione no ícone de calendário a turma que você quer fazer a videoconferência. É importante frisar que todas as turmas que estão no seu quadro principal do Google Classroom vão aparecer;

4 – Em “Mais Opções” você pode escolher que seus alunos recebam um alerta sobre a videoconferência. Lembrando que serão os estudantes da turma que selecionou;

5 – Salve o evento e ele aparecerá na sua Agenda;

6 – Assim que o evento for salvo, ele é criado para todos alunos da turma selecionada. Para que esse mesmo evento apareça no Google Classroom e os alunos saibam dele, é necessário seguir os próximos passos;

7 – Acesse o Google Classroom e crie uma pergunta na aba “Atividade”. Selecione um título para a pergunta e, na descrição, explique que ocorrerá uma reunião por vídeo e que os alunos precisarão participar em hora determinada;

8 – Então selecione “acrescentar um link à pergunta”, e use o link do Google Meet que você já criou na Agenda;

9 – Determine data e horário de vencimento que sejam iguais à data e horário da reunião;

10 – Salve a pergunta e pronto! A reunião vai aparecer no quadro do Google Classroom.

Gostou do passo a passo? Então comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Guia do PC

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 2)

Confira mais opiniões e dicas sobre a utilização do Google Classroom durante o período de pandemia!

Criando uma turma no Google Classroom

Para criar uma sala de aula no Classroom, basta fazer login no seu Gmail e selecionar o ícone dos vários pontinhos no canto superior direito, e escolher a opção Google Sala de Aula (um ícone de lousa). É possível, ainda, entrar diretamente na página do Classroom. Após apertar o botão “continuar”, o processo é bastante intuitivo: o professor cai numa tela em que basta clicar no ícone de “mais” no canto superior direito, e selecionar a opção “Criar turma”.

Criada a turma, a visão inicial do professor inclui o nome da sala, acompanhado de uma imagem de capa (que pode ser alterada nas opções laterais “Selecionar tema” e “Fazer upload da foto”) e do código da turma. Acima dessa imagem, o professor observa quatro abas: Mural (que é a página inicial), Atividades, Pessoas e Notas.

Em relação ao Mural, sua dinâmica é muito parecida com a do Facebook, permitindo aos professores realizarem publicações gerais que podem ser visualizadas e respondidas pelos alunos – no ícone de engrenagem no lado superior direito, o professor tem acesso às configurações e pode editar as funcionalidades do mural.

Para adicionar os alunos ou incluir outros professores à sala, são duas opções: a primeira é clicar na aba “Pessoas” e adicioná-los por meio dos seus endereços de e-mail. A segunda é compartilhar o código da turma, e cada aluno abre o Classroom com sua conta no Gmail e clica no ícone de “mais”, mas ao invés de selecionar “Criar turma”, escolhe a opção “Participar da turma”, digitando ali o código.

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Créditos da imagem de Photo Mix por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

A rede social pode ser uma ótima opção para divulgação dos trabalhos

A professora de ciências, biologia e química do ensino fundamental 2 e médio, Marcia Cristina Bacic, está utilizando o Facebook para manter o engajamento dos alunos. E tem dado certo.

Marcia já tinha esse contato com alguns alunos pelas redes sociais, e isso facilitou que conseguisse atingir as pessoas nesse período de recesso. Nas atividades em sala de aula, ela costuma tirar foto dos trabalhos e até dos cadernos, quando lições estão caprichadas, e posta em uma página que tem no Facebook com os alunos. Eles veem suas produções, marcam os colegas e cobram que ela poste, pois se sentem valorizados por aquilo que produzem.

Para o Ensino Médio

Para o ensino médio, ela criou salas de aula virtuais no Google Classroom, que é ótimo para ter um ambiente virtual de aprendizagem onde pode disponibilizar atividades, colocar nota e dar feedback (retorno avaliativo) para os alunos, além de usar o Google formulários para questões objetivas de treino de vestibular.

Segundo ela, “há certa resistência entre as famílias porque leva um tempo para pais e alunos aderirem à ideia. Alguns vem me perguntar porque eu inventei algo ‘tão difícil’. Nesses casos, eu faço um passo a passo e, quando conseguem entrar na plataforma, percebem que é algo mais organizado e fácil de trabalhar”.

Para o Ensino Fundamental

No ensino fundamental, apesar de não ter recebido diretrizes para enviar atividades, ela já tinha passado trabalhos que os estudantes deveriam entregar durante a quarentena, como a construção de uma maquete de máquina simples. “Fiquei pensando que aquilo ocuparia espaço nas casas e iria desbotar. Então aproveitei meu contato nas redes sociais e solicitei que, quem já tivessem feito, tirasse uma foto ao lado da maquete – para me certificar de que não estavam pegando fotos da internet – e me mandasse”, salienta.

Marcia também está fazendo as crianças saírem o menos de casa possível, focando em atividades que eles podem fazer aproveitando o que têm dentro de casa, sem precisar sair para comprar nada. Para o oitavo ano, solicitou que os alunos desenhassem a planta de casa, distribuindo aparelhos elétricos e tomadas para que possam trabalhar eletricidade e consumo de energia.

“Esses mecanismos que as tecnologias oferecem são muito ricos. É algo que dentro de sala de aula não dava para fazer, porque eu trabalho em uma região pobre, onde não há acesso universal a computadores e tablets na escola. Ainda não temos solução para aqueles que não têm acesso a internet. O estado ofereceu um aplicativo que usa os dados apenas na hora do login, só que não são todos os alunos que têm celulares ou tablets para acessar. Aqui no interior e em regiões de zona rural, o sinal de telefonia não chega em alguns locais”, afirma Marcia.

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Fonte: https://porvir.org/vinculo-com-alunos-em-redes-sociais-ajuda-professora-a-manter-atividades-na-quarentena/