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3 games para aprender matemática

Matemática é muito mais fácil e divertida de se aprender brincando. E hoje trazemos 3 dicas de jogos online que são desenvolvidos com base no aprendizado da matemática.

Feche a Caixa
Se seu objetivo é o estímulo do cálculo mental, esse é um jogo bem interessante para a sua turma.

Jogo da Cerca
Para o raciocínio lógico. Os alunos precisam desenvolver estratégias para conquistar o maior número de cercados para criar os seus animais.

Daqui pra lá, de lá pra cá
Neste game são necessários conhecimentos geométricos e de orientação espacial para ajudar o personagem a cumprir o trajeto proposto. Para isso, precisarão indicar a direção que ele deverá seguir para vencer o desafio.

Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/4983/blog-como-as-criancas-publicaram-um-livro-sem-gastar-nada

Games como forma de ensinar

Fugir dos modos tradicionais de aplicação de disciplinas, é um desafio cada vez mais presente entre os profissionais da educação. O professor Greiton Toledo de Azevedo encontrou nos games uma forma de aproximar os estudantes da matemática. E está funcionando muito bem.

O Mattics é o projeto desenvolvido pelo professor e que envolve a matemática e games, com divisão dada em três momentos: na primeira etapa os estudantes devem escolher o tema que desejam abordar, como poluição, violência doméstica, etc. Aqui, também, são discutidos os personagens que protagonizarão o game e seu roteiro.

A segunda fase é de desenvolvimentos: assim que personagens e objetivos dos jogos são definidos, é iniciado o processo de construção.

A última parte do processo é quando os estudantes apresentam os games desenvolvidos, recebendo feedback dos colegas e do professor.

Segundo Greiton, o projeto que já tem mais de dois anos tem trazido resultados importantes, com alunos mais participativos, produtivos e responsáveis. Se antes ao projeto havia um alto índice de evasão onde leciona, agora os alunos não faltam um dia sequer.

Fontes:
http://porvir.org/games-engajam-os-alunos-trazem-significado-para-matematica/

4 games que são muito mais que diversão

Videogames, à primeira visão, podem parecer somente entretenimento. Um momento para crianças confraternizarem com os coleguinhas, para passarem tempo ou simplesmente relaxarem. Mas, como já mostrados em outros exemplos que trazemos aqui no blog, os games têm muito mais benefícios do que imaginamos. E alguns deles vamos mostrar hoje, com 4 títulos que podem ensinar muito durante a diversão.
1 – SimCity (ajuda na tomada de decisões)
Desde o início do jogo, é sugerido ao jogador a tomada de muitas decisões, pois ele será o “prefeito” da cidade virtual, que cria e administra. As cidades do game são semelhantes às metrópoles reais, pois possuem características culturais e legais. Além da criança poder criar e posicionar edifícios gráficos (construindo bairros, expandindo áreas e desbloqueando locais turísticos), ela também deve resolver problemas que aparecem antes que o tempo se esgote, mantendo assim os moradores felizes.
2 – Light Bot (estimula o pensamento lógico)
Neste game, o jogador precisa ordenar os comandos de um robô por meio de diferentes ações, para que ele alcance o quadrado azul e acenda a luz em sua cabeça. O jogo estimula o raciocínio lógico da criança, ao oferecer formas diferentes de sequências.
3 – Lumosity (treinamento cerebral)
Desenvolvido por um time de cientistas e designers, o game tem 25 etapas que vão desafiar o cérebro da criança e oferecer objetivos cognitivos bem claros, como desafio à memória, flexibilidade, agilidade e resolução de problemas.
4 – 2048 (matemática simples)
Este game tem a função direta de incentivar a soma e a multiplicação de forma rápida e subjetiva. Para jogar é necessário deslizar o dedo na tela, o que leva todos os blocos para a direção escolhida. Quando dois blocos iguais se juntam, eles viram um único bloco com o valor da soma dos mesmos. As combinações são infinitas, mas quem conquista o bloco de número 2048 é considerado o vencedor.

Fontes:
http://noticias.r7.com/hora-7/conheca-4-games-que-podem-te-ensinar-novas-habilidades-22092016

Dê espaço aos games, em tempos de redes sociais

Você já parou para pensar o quanto jogos de videogame podem ser benéficos para o fortalecimento da aprendizagem? Exemplos de games que trabalham com cálculos rápidos, criações de estratégias e desenvolvimento de aptidões são cada vez mais corriqueiros neste mercado. E por mais que muita gente acredite que há mais desvantagens do que vantagens deles, para a educação, um recente estudo desmente essa hipótese.

Alberto Posso, professor do Instituto Real de Tecnologia de Melbourne, conduziu uma pesquisa que tinha o objetivo principal de descobrir se redes sociais e jogos eletrônicos, especialmente nas versões online, poderiam prejudicar o rendimento escolar dos alunos.

Posso analisou dados de 12 mil estudantes australianos, na faixa de 15 anos de idade, através de um programa de avaliação estudantil que, além de verificar desempenho dos alunos, recolhe dados das atividades online que foram desempenhadas por eles. A meios de imprensa, o professor informou que já esperava que o baixo desempenho em algumas disciplinas estaria associado ao uso de redes sociais. Porém, ele não esperava o efeito contrário que foi percebido com os jogos: notas mais altas.

Na pesquisa foi constatado que os alunos que participam de jogos online diariamente tiveram, em média, 15 pontos a mais em matemática que o restante dos estudantes. Já em ciência, a média subiu para 17 pontos de diferença.  Foi verificado, também, que os adolescentes jogadores tiveram resultados mais significativos na compreensão de leituras.

É claro que o estudo não deve ser considerado uma verdade absoluta, pois o desempenho escolar depende de diversos fatores, como aspectos culturais, apoio familiar e conteúdo educacional de qualidade. Mas existem outros vários estudos que enaltecem os games e como eles podem contribuir para o desenvolvimento de habilidades importantes.

A pesquisa reforça, ainda, uma importante constatação: as redes sociais não devem ser utilizadas sem regras. Os malefícios de serviços como Facebook, Twitter e Snapchat são a dispersão e desatenção que eles promovem. A busca constante por curtidas, visualizações e comentários acionam as áreas de recompensa do cérebro e, portanto, tendemos a procurar pequenos momentos de prazer cada vez mais. E uma mente que está dispersa, ou então focada em outras atividades, vai prejudicar o desempenho do indivíduo nos estudos ou trabalho.

 

 

Fontes: Tecnoblog 

Genética no smartphone

Ensinar genética através de um aplicativo é fruto de um projeto de pesquisa vinculado ao programa PIBIC – EM, do CNPq. A equipe executora é composta por alunos do Curso Técnico Integrado em Informática, Campus Cajazeiras. O jogo desenvolvido é baseado em outro game educativo, o Serious Game, e auxilia na compreensão das Leis de Mendel, conteúdo básico de genética, no qual boa parte dos alunos sente dificuldade.

O aluno responsável pelo design de “Segundo Mendel”, Emídio José, explicou o funcionamento: “O game tem basicamente três partes: histórico sobre o Mendel, a primeira e segunda lei. Cada uma dessas partes tem teoria, curiosidades e prática. Nas curiosidades aplicamos a teoria a situações do cotidiano e a partir daí o usuário vai responder as perguntas do quiz e dependendo da quantidade de questões que acertar, ele ganha um troféu, que pode ser de ouro, prata ou bronze”.

A pesquisa bibliográfica sobre o assunto foi tarefa de Fernanda da Silva Vieira, que, no início, ficou assustada com o tamanho da responsabilidade, mas teve no trabalho um dos maiores aprendizados de sua vida. “Quando a professora trouxe a proposta do aplicativo eu fiquei até com medo, porque é uma responsabilidade muito grande fazer algo que vai ser usado e avaliado e pode ajudar outras pessoas. Agora eu vejo o quanto nós aprendemos”.

Já a aluna Beatriz Bezerra, foi responsável pela codificação do aplicativo,  e afirmou que o game serviu de certeza para caminho profissional que pretende seguir. “Foi uma experiência muito enriquecedora, principalmente porque deu pra perceber como os desenvolvedores trabalham de fato e ao desenvolver o aplicativo eu tive a certeza de que é isso que eu quero fazer na vida”.

“Segundo Mendel”, é fruto de um trabalho conjunto, e já é possível baixá-lo através de celulares com o sistema Android:

https://play.google.com/store/apps/details?id=org.test.segundomendel

 


Fontes:  
Diário do Sertão

Jogar videogame melhora a inteligência e o desempenho escolar de crianças

Ao contrário do que prega o senso comum, jogar videogame pode ser muito benéfico para as crianças, segundo estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.

A pesquisa, publicada no periódico científico “Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology”, foi feita com base na análise dos dados de 3.195 crianças europeias entre seis e 11 anos, coletados pelo centro “School Children Mental Health Europe”.

A análise contemplou o desempenho escolar, o uso de videogames e o comportamento do ponto de vista dos pais, professores e dos próprios alunos. O resultado apontou que as crianças que faziam uso de jogos eletrônicos tinham duas vezes mais chances de terem alto desempenho na escola e melhor função intelectual.

Estudos anteriores já haviam demonstrado que o uso moderado dos jogos, em torno de uma hora por dia, poderia influenciar positivamente as crianças em seus estudos. Outras pesquisas, entretanto, apontaram que as crianças aprendem comportamentos agressivos e violentos por meio dos jogos eletrônicos.

Dessa vez, os cientistas acreditam que esse tipo de diversão também pode contribuir para que as crianças fiquem mais sociáveis e integradas à comunidade escolar. No entanto, moderação e limites continuam sendo indicados pelos especialistas.

Dentre as crianças analisadas, 20% faziam uso dos jogos durante mais de cinco horas por semana.

Minecraft será usado para ensinar programação à crianças

A Microsoft Corp. se uniu à Code.org, que oferece ferramentas de programação gratuitas para crianças, para levar seu jogo de computador mais vendido, o Minecraft, aos populares tutoriais Hour of Code da entidade sem fins lucrativos.

As crianças poderão acessar o site da Code.org e encontrar um tutorial com 14 níveis do Minecraft, incluindo um tabuleiro livre para jogar, disse Deirdre Quarnstrom, diretor de educação com Minecraft na Microsoft, que é a maior apoiadora financeira da Code.org.

O Minecraft, que a Microsoft adquiriu por meio da compra de US$ 2,5 bilhões da empresa de software Mojang AB em 2014, coloca os usuários dentro de um vasto cenário 3D pixelizado e permite que eles construam com blocos feitos de diferentes recursos.

A Code.org foi criada em 2013 para tornar o ensino de ciências da computação disponível para mais crianças com o objetivo de aumentar a participação de mulheres e estudantes não brancos no setor.

Mais de 100 milhões de estudantes testaram o Hour of Code, que utiliza programas de entretenimento populares como o Flappy Bird e o jogo do filme “Frozen” em seus tutoriais e busca convencer as escolas a participarem da Semana de Educação de Ciências da Computação, que neste ano será realizada de 7 a 13 de dezembro.

A organização sem fins lucrativos fundada pelo ex-executivo da Microsoft Hadi Partovi e por seu irmão, Ali, também oferece treinamento gratuito para professores e um currículo de ciências da computação.

A adição do Minecraft era o que os estudantes e os pais mais pediam, disse Hadi Partovi, inclusive quando ele visitou as salas de aula durante o Hour of Code do ano passado.