Conexão Xalingo – Blog

Tag - games na educação

As vantagens dos jogos na educação

Veja um exemplo de como os jogos são benéficos à educação.

Na sala de aula da Escola Eliezer Max, os livros dividem espaço com jogos de computador. Por lá, o ensino é de programação já faz parte do currículo escolar.

Os alunos aprendem a programar através da criação de jogos e jogando os criados por outros, tornando o processo de aprendizado muito mais produtivo do que somente a absorção de conteúdo dado pelo professor. Assim, também se tornam protagonistas da tecnologia.

O ato de jogar traz diversas vantagens, como interpretação e resolução de objetivos de determinado jogo, por exemplo; há também os jogos que ocorrem em velocidade rápida, que exigem atividades multitarefas, como correr e atirar ao mesmo tempo. Inclusive, pesquisadores estrangeiros, como a cientista cognitiva Daphne Bavelier e o educador James Paul Gee, falam sobre outras características que os games elevam a quem os utiliza, como pensamento rápido, perseverança, mapeamento e teste de hipóteses.

Obs: a matéria foi realizada anteriormente ao período de pandemia, mas fica de inspiração para após tudo isso passar.

– – – –

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

– – – –

Créditos da imagem: Xalingo Brinquedos
Fonte: O Globo

Este game pode ajudar nas suas aulas de História

Game aborda a Revolução Industrial na Inglaterra.

A Revolução Industrial foi um dos mais importantes momentos da história mundial e aprender sobre este período pode ter grandes vantagens através do jogo Industriali. Surgido através do Comunidades Virtuais, um centro de pesquisa da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) que se dedica exclusivamente ao desenvolvimento de jogos educativos, o game trabalha conceitos da RI na Inglaterra.

Industriali é um dos mais de dez games já lançados pela instituição, que teve seu primeiro jogo desenvolvido em 2006: o Tríade, sobre a Revolução Francesa. As ferramentas criadas abordam desde o sistema imunológico até raíz quadrática, e são abertos e gratuitos para professores utilizarem em sala de aula com os alunos. Segundo Lynn Alves, pesquisadora e responsável pelo centro de pesquisa, os jogos permitem algo que é muito difícil de conciliar nas salas de aula de hoje: a multidisciplinaridade. Um mesmo game pode passar da história para a geografia, da literatura pra matemática. Ela começou a estudar a função educativa dos games há mais de 20 anos e enxerga eles como ponto a favor da educação.

Um exemplo que, segundo Lynn, justifica a escola se adaptar à nova realidade do processo de aprendizagem, está em uma pergunta que ela mesma ouviu de um aluno, durante um debate sobre Revolução Francesa: “aconteceu em Assassin’s Cred, né, professora?!”. O projeto mais recente do Comunidades Virtuais é uma plataforma desenvolvida com intuito de ajudar professores no ensino de alunos com necessidades especiais e déficit de atenção, conhecida como Gamebook. Ela trabalha com conteúdo multimídia, como jogos, vídeos e audiolivros, e o primeiro jogo dentro dessa plataforma é o Guardião da Floresta. Com personagens do folclore brasileiro, o estudante tem o desafio de solucionar problemas que vão exigir o treino de funções cognitivas importantes, como atenção, planejamento e memória.

Conforme a pesquisadora, os piores desempenhos escolares de crianças entre 8 e 11 anos estão ligados a déficits nessas funções básicas. É com esse período de idade que muitas crianças são descobertas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade).

– – – –

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

– – – –

Créditos da imagem: Freepik
Fonte: El País

Estes avanços tecnológicos têm trazido benefícios aos alunos

Os avanços tecnológicos estão presentes na vida dos estudantes e já é quase impossível de evitá-los em sala de aula. Entre eles, estão os games, que têm muitos benefícios para a educação.

Jogar videogame ajuda no desenvolvimento de habilidades, como o pensamento analítico e sistemático, entendimento de física, como também de outras questões de conhecimento geral. Existem exemplos específicos de jogos desenvolvidos em detrimento da educação, como é o caso do MinecraftEdu, adaptação do game Minecraft focada em educar, e já utilizada em diversas instituições de ensino.

Estas novas ferramentas são, em muitos casos, feitas para serem utilizadas dentro de ambientes institucionais, e servem como uma escola virtual no qual além do jogo, os professores contam com vários materiais para ajudar os seus alunos, como é o caso da americana Arcademic Skill Builders.

Aprender matemática e inglês através dos games

O jogo SENHOR X, por exemplo, foi criado para ajudar as crianças a fazerem equações de primeiro grau de forma a conseguir desenvolver o jogo. Este jogo está disponível para Android e iOS,  sendo uma ferramenta interessante para as crianças que estão com dificuldades de fazer somas, reduções, divisões, multiplicações.

Já para ajudar adolescentes com dificuldades em aprender uma segunda língua, como o inglês, por exemplo, o videogame é uma excelente ferramenta. Um dos jogos apontados como melhores para isso é o The Walking Dead, porque o jogo traz vários elementos da história em quadrinhos como também da série de televisão, e ainda faz várias perguntas em inglês para o jogador.

Você tem alguma dica de jogo que auxilia na educação de seus alunos? Comente abaixo!

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCEu_wTApB06msiH5SXQ-JRg

Fonte: https://www.geekproject.com.br/2019/04/sera-que-o-futuro-da-educacao-vai-incluir-a-utilizacao-de-videogames/

Seus alunos podem aprender sobre a Roma Antiga através de jogo

Jogo de aventura, desenvolvido por pesquisador da USP, tem cenários que permitem trabalhar elementos cotidianos, rituais religiosos e a estrutura social da época.

O game se passa mais precisamente na Roma Antiga com Septimius como personagem principal. Ele é um escravo que precisa cumprir determinadas tarefas para preparar um banquete no dia 24 de agosto de 79 d.C. Para quem não sabe, essa é a data em que o vulcão Vesúvio entrou em erupção, levando destruição e tragédias às cidades de Pompeia e Herculano.

Com essa narrativa, o jogo “O Último Banquete em Herculano” convida alunos e professores do ensino fundamental e médio a vivenciarem o último dia nas cidades. O game foi desenvolvido por pesquisadores do Laboratório Romana Provincial (Larp) da USP, que são arqueólogos especializados em Roma Antiga.

“O Último Banquete em Herculano” utiliza o cenário dos preparativos para a grande refeição como forma de trabalhar elementos cotidianos, como alimentação, banhos, rituais religiosos e a estrutura social da época. “O banquete funciona como se fosse um microcosmo da sociedade romana. Você tem a questão de classes, do senhor da casa e dos escravos, enquanto o banquete envolve os alimentos e os vasilhames de bronze”, explica o historiador e arqueólogo Alex Martire, pesquisador do Larp.

O jogo

Gratuito, o jogo está disponível para Android e iOS, sendo do gênero aventura. “Nós partimos para o campo do mobile porque é onde tem o maior apelo entre os professores. Nem toda escola tem um laboratório de informática. Nós sabemos as dificuldades que existem e construímos um jogo digital para atender a essas demandas”, diz Alex.

Para apoiar o uso pedagógico da ferramenta, o jogo acompanha um guia didático, produzido pelos pesquisadores Alessandro Mortaio Gregori e Amanda Daltro de Viveiros Pina. Dividido em oito sessões, o material pretende auxiliar o trabalho em sala de aula. “Nós preparamos esse material para auxiliar o professor, sabendo que a realidade docente no país é difícil e muitas vezes ele não vai ter tempo para planejar e observar o game durante horas”, conta Alessandro Mortaio Gregori.

Além de trazer a contextualização do jogo e indicações de livros e sites para pesquisas, o guia também traz sugestões de atividades e planos de aula com durações variadas, que podem ser utilizados de acordo com a disponibilidade de cada educador.

“Nós estruturamos esse guia com um viés mais construtivista, pensando no papel ativo do aluno na aprendizagem”, destaca o pesquisador. Segundo ele, as atividades foram elaboradas para gerar uma discussão com os alunos e, a partir daí, permitir que eles coloquem a mão na massa. “As sugestões sempre trazem alguma atividade a ser desenvolvida que não é o jogo. O aluno sempre vai produzir alguma coisa, como uma história em quadrinhos, um trabalho com massa de modelar, uma composição, uma narrativa ou um vídeo”, detalha.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube:  https://www.youtube.com/channel/UCEu_wTApB06msiH5SXQ-JRg

Fonte: http://porvir.org/jogo-de-aventura-ensina-historia-antiga-com-desafios/

Plataforma Ville

Inúmeras vezes citamos como a Finlândia é um dos países que mais se destacam na educação básica. E uma das ferramentas utilizadas pelos finlandeses, para fazer deles um exemplo educacional, é a Plataforma Ville, que conta mais de 80 mil exercícios propostos, no ensino da matemática.

As questões abordadas na plataformas são assim feitas de diversas maneiras. Uma delas, são os games, que registram os erros e acertos das crianças, fornecendo ao professor um panorama do processo de aprendizagem de cada estudante. A ferramenta ainda informa o tempo levado pelo aluno para escolher determinada resposta, além de medir o nível de engajamento da turma nas atividades.

 

Reprodução

Ao longo de 12 anos, o material foi desenvolvido pelo Centro de Análise de Dados em Educação da Universidade de Turku, no próprio país. Os resultados foram muito satisfatórios: no caso dos alunos mais novos, a velocidade para realizar cálculos aumentou 17% durante o ano letivo. Já entre os do segundo ano, o uso da ferramenta fez com que reduzissem em 71% a quantidade de erros.

Você tem alguma dica de aplicativo que auxilia na educação da matemática dos alunos? Comente para nós!

Fonte:
https://oglobo.globo.com/sociedade/conheca-cinco-novas-tecnologias-para-transformar-sala-de-aula-22335573

Mais engajamento em sala de aula através de aplicativo

Para gerar interesse e engajamento dos alunos em sala de aula, em um momento que a tecnologia é cada vez mais parte da vida do brasileiro, é necessário fazer parte desse novo universo da educação.

E é o que fez o professor Henrique Dezani, de São José do Rio Preto/SP, que criou o aplicativo “Heroes of Learning”, que une diversão e conhecimento. A ideia para desenvolvê-lo era permitir que os alunos utilizassem seus dispositivos em um contexto de jogo, ao mesmo tempo em que estudam conteúdos das disciplinas abordadas. Seu desenvolvimento durou sete meses e o resultado tem sido significativo.

Henrique salienta que tem observado que as metodologias de ensino atuais não prendem mais a atenção dos alunos, que estão sempre conectados com dispositivos. E, através do jogo, o rendimento dos estudantes tem aumentado. Tanto que já chegam na aula tendo o conteúdo apresentado. Gratuito, o aplicativo pode ser baixado para Android ou iOS, e utilizado em qualquer ambiente de ensino. Uma vez cadastrados, os estudantes podem escolher o personagem do mago ou guerreiro, que interpretarão no jogo. Sempre que o professor criar uma nova questão, os alunos recebem uma notificação para acessar o jogo e realizar a atividade.

Fonte: https://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-preto-aracatuba/noticia/professor-cria-aplicativo-de-rpg-medieval-para-alunos-aprenderem-sobre-programacao.ghtml