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Estes alunos utilizaram a realidade aumentada para explicar física

Alunos de Manaus desenvolveram o aplicativo FisicAR, que utiliza a realidade aumentada para explicar conceitos de física e matemática.

Os estudantes do 1º ano do Ensino Médio, com esse projeto, foram finalistas da segunda edição da Maratona UNICEF Samsung, que desafia alunos de todo o Brasil a apresentarem projetos que envolvam educação e tecnologia. O aplicativo que desenvolveram, chamado de FisicAR utiliza da realidade aumentada para aplicar conceitos de matemática e física, trabalhando conteúdo das matéria do primeiro semestre a partir de uma interação visual que permite, por exemplo, enxergar a movimentação de carros em cima de uma mesa ou do chão, aprimorando o aprendizado.

O FisicAR

O aplicativo explica, de um jeito mais lúdico, conceitos como velocidade média, movimento uniforme e lançamento oblíquo, entre outros, e permite a inclusão de mais conteúdos, pois a ideia do grupo não foi desenvolver um programa totalmente concluído.

É possível baixar o aplicativo para smartphones Android neste link.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Emtempo

Desenho animado para ensinar física? Descubra

Pesquisadores da Unicamp produzem desenho animado para ensinar física a adolescentes. Projeto ‘Anima Física’ traduz conceitos e teorias em forma de animação e visa facilitar compreensão dos estudantes.

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em Campinas/SP, em parceria com o Núcleo de Cinema e Animação da cidade, está utilizando desenhos animados para ensinar sobre conceitos de física de partículas.

Intitulada “Anima Física”, a iniciativa tem como público-alvo adolescentes entre 12 e 16 anos que cursam o ensino médio ou estejam concluindo o fundamental.

Para desenvolver o curta, o professor titular do Instituto de Física da Unicamp Marcelo Guzzo, que também integra o Grupo de Estudo de Física e Astrofísica de Neutrinos (Gefan) na instituição, conta que foi preciso se reunir com o grupo de animadores para uma intensa aula de física para garantir a exatidão teórica do projeto.

Na outra ponta, o animador Maurício Squarisi ficou à frente da parte artística. Não foi o aprendizado sobre o conteúdo científico presente na animação que mais o impressionou, tampouco o sucesso em transformar teoria em traços coloridos e divertidos. O animador garante que teve a atenção captada por algo, segundo ele, inesperado.

“A gente, que vive no mundo da arte, fica imaginando que no mundo da ciência eles [cientistas] são todos meio bitolados. Uma coisa muito legal foi ver o quão eles são criativos e libertos. O artista e o cientista são muito próximos, dialogam muito. Eles, como nós, estão criando o tempo todo, e a imaginação funciona assim”.

Prótons, elétrons e rock ‘n roll

Com experiência em desenhos que envolvem conteúdo histórico e educacional, o animador Maurício Squarisi explica a concepção do roteiro.

“Trata-se de uma adolescente chamada Mari, que é fã de rock. Na história, ela faz uma aposta com o pai dela, que tem um baú. Caso ela acerte o conteúdo do baú, ganhará ingressos para assistir a um show de sua banda favorita”.

Na trama, a adolescente utiliza a teoria das partículas para se dar bem e garantir presença na apresentação musical. Entre os destaques presentes no trabalho final, o artista destaca a “brasilidade” que deu o tom da história. “A personagem principal é filha de um professor de física negro e de uma mãe que, além de ser professora de biologia, é uma imigrante italiana”.

O objetivo, segundo Squarisi, é aproveitar o conteúdo do desenho para exaltar a diversidade presente no Brasil de maneira bem-humorada.

Créditos das imagens: Quarks e Léptons/Reprodução

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Fonte: https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2019/06/30/pesquisadores-da-unicamp-produzem-desenho-animado-para-ensinar-fisica-a-adolescentes-veja-imagens.ghtml

Uma recuperação que nem Newton colocaria defeito

Como ferramenta avaliativa de recuperação de Física, a professora Raquel Rodrigues Dias, do Colégio Estadual Monsenhor Guilherme, em Foz do Iguaçu/PR, propôs uma atividade diferente aos seus alunos: criar uma embalagem resistente a quedas, para proteger um ovo cru de uma queda de até cinco metros.

Segundo Raquel, a atividade foi adaptada de um artigo que funcionou em condições parecida. Para realiza-la, a professora dividiu os alunos em grupos de até 5 participantes. Através de materiais reutilizados, os estudantes deveriam propor uma embalagem resistente a quedas, onde a mesma seria solta de altura aproximada de cinco metros. Quando a embalagem atingir o solo, o ovo deveria estar intacto. Após, foram apresentadas as instruções, e o sistema de avaliação continha um relatório técnico simplificado, em que o grupo devia explicar, inclusive demonstrar por cálculos, o sucesso ou não de seu protótipo, afim de integrar teoria e prática.

Os testes foram realizados nas casas dos estudantes durantes suas férias e a apresentação foi realizada no colégio, que possui estrutura com dois pisos, onde foi medida a altura para os protótipos serem lançados. A atividade foi foi aplicada com uma turma de primeiro ano do ensino médio e com outra de nível técnico em administração. Ao fim, o relatório entregue amarrava muito bem todas as fases, a ideia por trás de cada protótipo e, claro, a ligação com as leis de Newton. Para fechar a atividade, foi solicitado aos estudantes que fizessem uma análise da mesma e que relatassem o que deu certo e errado, o que poderiam ter melhorado e ainda que avaliassem o trabalho do colegas fazendo as mesmas considerações.

Segundo Raquel, o resultado surpreendeu: “O resultado foi fantástico! Os estudantes tiveram muita clareza das falhas e acertos em seus projetos, conseguiram fazer críticas construtivas aos trabalhos dos colegas e avaliar pelo trabalho realizado sem influências interpessoais, de modo que foram muito éticos e reconheceram a importância do trabalho em equipe, além de que, pediram mais desafios como este.”.

Tem um projeto legal e que deu muito certo com os seus alunos? Então comente abaixo, pois queremos conhecê-lo!

Fonte:
http://porvir.org/professora-troca-prova-de-recuperacao-de-fisica-por-desafio/

Aprendendo através de brincadeiras com carrinho de rolimã

Para ensinar força e movimento para alunos do infantil 5, professores utilizaram brincadeiras tradicionais, como carrinho de rolimã.

Em um primeiro momento, as crianças tiveram a oportunidade de brincar nas aulas de ciências e também de educação física e, através delas, aprender que quanto maior a massa do objeto, maior deve ser a intensidade da força aplicada. Posteriormente, aconteceram testes com carrinhos e rampas, onde foi possível para as crianças concluírem que existe relação entre a inclinação, o tempo para percorrer o caminho e o deslocamento que será feito ao final.

Para viver a prática mais de perto, os alunos receberam kits de peças para montar carrinhos de rolimã: parafusos, rolimãs, porcas, arruelas, prancha e pedaços de madeira. Cada grupo de cinco estudantes construiu um carrinho personalizado. Depois de prontos, as crianças utilizaram as rampas da escola para entender na prática o que haviam aprendido.

A experiência pode ser vista aqui: www.youtube.com/watch?v=wnQmR1oG9qg

Crédito da imagem: Ricardo Miura/Escola Móbile

Fontes:
http://porvir.org/criancas-descobrem-ciencia-brincando-carrinhos-de-rolima/

Física no folder de mercado

Temida por uma grande parcela de estudantes, inclusive com uma das menores taxas de acerto no ENEM (segundo pesquisa do appProva), a Física pode ser ensinada de uma forma mais próxima da realidade do estudante. É o que fez o professor Sandro Soares Fernandes, do Colégio Pedro II, Campus São Cristovão III.

A ideia foi aproveitar um momento de rotina, como a ida ao mercado, e criar um folder de ofertas fictícias. No anúncio, ao invés de preço, os produtos usavam unidades diferentes. Por exemplo: uma lâmpada era vendida por horas de uso, pão de forma por fatias e sandálias por anos de caminhada.

O aluno precisava, então, fazer uma série de estimativas. Exemplo: se valeria a pena comprar um pacote de 500 gramas de macarrão ou 500 metros do produto. Com esse folder fictício, comparando com anúncios de um supermercado de verdade, os estudantes tiveram a atividade de explorar massa, comprimento, volume, área, densidade, entre outros pontos. Para cada produto, compararam preços e pensaram nas suas relações para encontrarem os melhores preços.

Segundo Sandro, algumas estratégias foram adotadas pelos grupos. Para o macarrão, os grupos estimaram o comprimento de cada espaguete e a quantidade deles em um pacote de 500g. Também estimaram a massa e o tamanho de cada um dos espaguetes, para identificar o número deles por pacote e seu comprimento total alinhados.

Para o professor, a atividade foi recompensatória, já que os alunos e ele próprio sentiram-se desafiados e, trazer o mundo real pra matéria, tornou-a mais fácil de ser aprendida.

Fontes:
http://porvir.org/sala-de-aula-se-transforma-em-supermercado-para-aprender-fisica/