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Três tendências da tecnologia que nos levarão à educação do futuro

A presença da tecnologia na educação existe há tempos, com o uso de equipamentos e recursos como vídeocassete, projetores, computadores, internet, lousa interativa e, mais recentemente, laptops e tablets. Entretanto, a discussão sobre o uso da tecnologia nessa área tem-se tornado mais frequente nos últimos anos, à medida que ela se torna mais intrínseca à vida das pessoas.

Além de mudar o cotidiano das pessoas, a tecnologia – com sua constante e rápida evolução – muda a maneira que os estudantes aprendem, como eles interagem e colaboram entre si e como os professores ensinam. Essas transformações nos dão uma prévia de como será o futuro da educação e como as escolas, universidades e instituições de educação precisam estar preparadas para se adaptar e suportar tudo isso. Abaixo, listo alguns dos principais sinais que vão ditar os rumos da educação:

Múltiplos dispositivos: Ter aulas no computador no laboratório de informática, acessar o conteúdo das aulas no tablet, colaborar em um trabalho pelo smartphone… são inúmeros os dispositivos que acessamos no dia, e muitas vezes, usamos vários aparelhos ao mesmo tempo. Além desses citados, também estamos evoluindo para óculos e relógios inteligentes e outros dispositivos vestíveis que só eram sonhos no passado.

Independentemente do equipamento que será mais utilizado na educação do futuro, a mensagem é clara: o acesso às informações, conteúdos e aplicativos desses gadgets precisa ser contínuo, e é preciso que a TI das escolas seja capaz de suportar e garantir esse acesso por qualquer dispositivo.

Nuvem: Com a nuvem, ensinar e aprender tem-se tornado mais social. Os professores podem usar a nuvem para recolher e avaliar os trabalhos e compartilhar as notas on-line. Os alunos podem acessar conteúdos on-line, como documentos, vídeos, imagens interativas, podcasts. Além disso, aplicativos de educação pela nuvem permitem que estudantes de diferentes estados, países e até continentes colaborem juntos.

Muitas instituições de ensino já estão investindo nessa tecnologia e oferecem cursos técnicos, programas de graduação e pós-graduação pela educação a distância, utilizando os recursos da nuvem. Cursos gratuitos on-line de curta duração e sobre todo tipo de assunto – muitas vezes proporcionados por universidades internacionais renomadas – também são cada vez mais comuns de se encontrar.

Disponibilidade: De nada adianta a mobilidade e a nuvem se os sistemas das instituições de ensino não se mantiverem disponíveis. Se houver problemas na velocidade de conexão ou paradas que impeçam que alunos e professores acessem seus dados e conteúdos, eles não vão querer utilizar seus dispositivos para aprender e ensinar.

Da mesma forma, de nada adianta ter belos livros e materiais virtualizados, se eles não puderem ser acessados. E para que a tecnologia não se torne uma barreira para isso, é preciso garantir que a infraestrutura a suporte. Proteger o ambiente de TI da escola ou da universidade com soluções que garantam o acesso em tempo real, evitem paradas no sistema, recuperem qualquer tipo de aplicação ou informação em caso de falhas é essencial para conseguir uma boa experiência da tecnologia no ensino.

Além dessas três tendências que nos mostram a influência da tecnologia na educação, é preciso levar em consideração que as instituições de ensino também demandam atualmente uma infraestrutura de TI mais eficiente para atender às demandas tanto de alunos como de professores. Ter uma estrutura sempre disponível e que pode reduzir custos é um requisito que atrai futuros estudantes e que colabora para a educação conectada do futuro.

Fonte: http://itforum365.com.br

Um jardim de infância totalmente diferente no Japão

Um jardim de infância projetado em 2007, no Japão, pelo arquiteto Takaharu Tezuka, é um belo exemplo de como a construção de uma escola pode afetar positivamente o desenvolvimento das crianças que estudam nela. O arquiteto percebeu que as crianças adoravam se mover em círculos e então teve a ideia de fazer do telhado da escola um local de circulação infinita.

Além do espaço livre no teto da instituição, outras ideias foram adicionadas ao projeto. As salas de aula, por exemplo, não possuem paredes, todos os ambientes contam com uma claraboia, três grandes árvores interagem com a construção e o uso de redes e de grades (onde as crianças conseguem colocar suas perninhas para fora, mas não a cabeça), aumentam a diversão dos alunos.

Segundo o arquiteto, as crianças da escola infantil Fuji Kindergarten percorrem, em média, 4 mil metros por dia e têm maiores habilidades atléticas se comparadas às de outros jardins de infância. “Penso que a arquitetura é capaz de mudar o mundo e a vida das pessoas. E esta é uma das tentativas de mudar a vida das crianças”, conclui Tezuka. Conheça mais sobre essa escola clicando aqui.

Leia mais sobre Escolas inovadoras nos posts que fizemos sobre o assunto clicando aqui e aqui!

 

Escolas inovadoras ao redor do mundo (Parte 1)

Bons exemplos precisam ser divulgados e seguidos. Separamos algumas escolas ao redor do mundo que inovaram e trouxeram novidades para dentro da sala de aula. A lousa e o giz ficaram em segundo plano e agora a criatividade e a tecnologia, além de liberdade e da confiança nos alunos, são alguns dos elementos que fazem dessas escolas bons exemplos de escolas inovadoras que ensinaram “fora da caixa”. Mais adiante vamos fazer mais um post com outras escolas bacanas para você conhecer.

Confira a lista e se inspire:

1 – Creche Into The Woods
Em Londres a creche Into The Woods atende crianças entre 2 anos e meio e 5. Até aí nenhuma novidade. Mas a escola tem um diferencial em relação às demais: a creche não possui paredes ou sala de aula. Tudo é aprendido ao ar livre, faça chuva ou faça sol.

A escola foi inaugurada em abril do ano passado e ganhou muitos fãs já nos primeiros meses de funcionamento. O modelo não é nenhuma novidade na educação do Velho Continente já que países como Alemanha, Escócia e alguns países da Escandinávia já possuem escolas que ensinam dessa forma.

Por lá, os alunos se conectam com a natureza, desenvolvem a criatividade e ainda habilidades de pensamento, além de construírem autoconfiança e também se divertem muito.

Aulas ao ar livre são o diferencial da escola inglesa Into The Woods

2 – Escola Municipal Amorim Lima
Esse exemplo vem de São Paulo e segue um modelo alternativo de ensino. Por lá, os estudantes tem bastante autonomia para organizar debates e integrar disciplinas. A diretora da escola assume o papel de tutora e os pais também participam ativamente das propostas de sala de aula. Até mesmo a página da escola no Facebook é administrada pelos pais dos alunos. A tradicional lousa é usada apenas nas aulas de inglês, português e matemática.

Na escola paulista os alunos têm autonomia e os pais auxiliam diretamente no ensino dos filhos

3 – Escola da Ponte
Essa escola portuguesa é mesmo bem diferente e inovadora. Não existem salas de aula, nem disciplinas e muito menos horários regrados. Lá, os alunos têm atividades variadas e os temas são trazidos pelos professores. Cada aluno tem a liberdade de escolher o tema que mais lhe interessa e estudá-lo, sozinho ou em grupos. O aprendizado é feito em mesas coletivas ou ainda ao ar livre, como o aluno preferir. As provas e exames são feitos somente quando os alunos sentem-se prontos para serem testados.

A escola portuguesa aboliu as provas e exames. Os alunos só são testados quando se sentem seguros nas disciplinas ensinadas

4 – GENTE
Essa escola inovadora fica dentro da maior favela da América Latina, a Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro. A Escola Pública Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacional (GENTE) ensina de uma forma bem inusitada. Lá os alunos se reúnem por interesse e curiosidades em comum, e não por séries como as escolas convencionais. A tecnologia é muito presente no dia a dia dos alunos, que possuem um ambiente baseado na liberdade e na criatividade.

Outro exemplo brasileiro, agora do Rio de Janeiro, onde as crianças aprendem com o uso da tecnologia e também com muita liberdade

5 – Quest to Learn
Imagine uma escola onde o ensino é feito através de jogos? Isso já é realidade em Nova York, nos Estados Unidos. Nessa escola, que é pública, os alunos aprendem integralmente através de jogos. Além de divertidos, os games são didáticos e prendem a atenção do aluno, que aprende brincando. Por lá, os índices de aprendizado estão acima da média, o que torna uma referência para outras de todo o mundo. Uma prova de que a brincadeira e a ludicidade pode sim ser aliada do ensino.

quest2learn

Na escola americana o uso dos jogos é essencial para o aprendizado em sala de aula

 

E você, conhece alguma escola inovadora? Mande seu relato por aqui e veja a sua escola aparecer aqui no blog Conexão Xalingo como um bom exemplo a ser seguido!

Fonte: www.hypeness.com.br
www.catraquinha.catracalivre.com.br