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Esta série sobre escolas inovadoras vai te inspirar

Documentário mostra exemplos de 13 escolas públicas inovadoras e transformadoras no Brasil.

“Sementes da Educação” é um documentário feito por produtora de São Carlos e que está sendo disponibilizado para educadores. O objetivo da produção da Oz é mostrar as iniciativas regionais para que elas sirvam de inspiração para outras unidades e professores.

Ela foi veiculada pelo canal Cine Brasil TV no ano passado e, este ano, passou a ser disponibilizada em uma plataforma digital para exibições em grupos.

“A gente sempre teve a intenção de trabalhar com conteúdos voltados para educação, entendendo que a evolução da educação é importante para a evolução do nosso país”, explica o diretor da Oz, Hygor Amorim.

Como assistir

Para assistir aos episódios da série é preciso fazer uma sessão de exibição com pelo menos três pessoas. A plataforma exige um relatório de quem participou e de como foi a discussão e uma foto.

“Por meio das fotos e dos textos a gente consegue uma resposta de como foi a aceitação da série, quantas pessoas a gente impactou e abre um canal de comunicação, pontes, os personagens que estão na temporada são muito acessíveis, então a escola que se interessem por uma inspiração de um episódio pode ter contato com aquele professor e talvez até ajudar numa ponte para as iniciativas que podem surgir”, diz Amorim.

Acesse o link para saber mais: https://www.videocamp.com/pt/movies?query=sementes+da+educa%C3%A7%C3%A3o

Créditos da imagem: Divulgação/Oz Produtora

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCEu_wTApB06msiH5SXQ-JRg

Fonte: https://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2019/03/11/serie-sobre-educacao-mostra-exemplos-de-escolas-inovadoras-e-transformadoras-no-brasil.ghtml

Esta escola tem um jeito diferente de ensinar. Saiba mais!

Na Serra Gaúcha, esta escola utiliza pedagogia livre de modelos para criar uma nova forma de viver conectada com a terra e com os ciclos da natureza.

Localizada em um bosque, na cidade gaúcha de Guaporé, a Cidade Escola Ayni tem um conceito: “Deixem as crianças em paz. Quem precisa de escola são os adultos”. Criada em outubro de 2015, a Ayni amplia o conceito de educação integral e propõe tirar os seres humanos da “normose’, ou seja, da matrix de uma sociedade inserida na competitividade, comparação, ilusão e ansiedade.

A palavra “Ayni” é vem dos incas e significa cooperação, solidariedade e reciprocidade. Na escola pratica-se uma forma diferente de se relacionar consigo mesmo, com a terra e com os ciclos da vida. Idealizada por Thiago Berto, um jovem empresário bem-sucedido da área de tecnologia, que decidiu largar tudo para viajar o mundo e conhecer diversos projetos pedagógicos em países tão diferentes quanto Estados Unidos, Espanha, Peru e Butão.

Quando voltou, Thiago foi para sua cidade natal, na Serra Gaúcha, e conseguiu com o prefeito de Guaporé a concessão por 20 anos de um parque ecológico de 45 mil metros quadrados lançando a semente do que seria a Cidade Escola Ayni.

Apesar de não se prender a nenhuma teoria ou prática pedagógica, a escola se estrutura em quatro eixos principais, que são:

1) Educação Viva: consciente e com olhar individual para o ser humanos;

2) Economia Circular: consumir menos e viver em abundância com o suficiente;

3) Agroecologia: respeito pelos ciclos da natureza;

4) Sagrado: saber lidar com a ancestralidade, o feminino e o masculino.

“A intenção é desenvolver um ser humano integral, conectado com a natureza e com ele mesmo”, explica a pedagoga Ana Paula Zatta, que é uma das guardiãs da Ayni, como se autodenomina a equipe que trabalha na gestão.

Entenda melhor a escola:

Créditos da imagem: Divulgação

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Fonte: http://porvir.org/escola-no-bosque-convida-pais-e-filhos-para-experiencia-de-educacao-integral/

Saiba porque esta escola é tão inovadora

Esta escola sueca queria fugir das aulas teóricas, em salas tradicionais, retangulares, com o professor de um lado e os alunos do outro, distribuídos em fileiras de mesas e cadeiras, e quase nenhuma interação. Para isso, criou um inovador projeto arquitetônico. Confira!

A escola tem um projeto arquitetônico inovador, com poucas paredes e salas, e vários espaços pensados para aguçar a criatividade dos alunos. A tecnologia faz parte do dia a dia dos estudantes e professores, que usam laptops para estudar e trabalhar. A aprendizagem é baseada em projetos, de acordo com interesses individuais e feita de maneira colaborativa.

O projeto foi desenvolvido por arquitetos, professores, designers e estudantes, sob a liderança da arquiteta Rosan Bosch. A escola integra a Vittra, uma rede independente de 35 escolas gratuitas, mantidas com recursos públicos, e construídas com arquitetura inovadora. O objetivo é que a escola seja inspiradora e um local que propicie a comunicação.

Soluções

Os estudos são baseados em projetos e acontecem em espaços criativos, pensados para potencializar o aprendizado e motivar os alunos a fazerem perguntas e a aprender de acordo com seus próprios interesses, mas de forma colaborativa.

O ambiente é aberto, positivo e divertido. Há espaços como a caverna, que é um canto para trabalhos individuais; o laboratório, onde ocorrem atividades práticas de matemática, ciências e artes; o acampamento, em que os alunos se reúnem para discutir ou trabalhar em algum projeto; o açude, local de socialização e atividades físicas, como dança; e o auditório, para apresentações. A escola conta ainda com espaços para relaxamento e para conversas, áreas para assistir a vídeos e salas multimídia.

Espaço da escola

As atividades diárias começam com todos os alunos da escola reunidos em grupos de diferentes idades e séries, para discutir algum assunto ou para tentar resolver um problema comum. A ideia é que eles compartilhem experiências, usem a criatividade, acreditem em si mesmos e sejam inovadores. Depois, partem para aulas das disciplinas, que são dadas parte em salas de aula e parte nos outros espaços da escola. Todos os professores e alunos com mais de 10 anos trabalham com o próprio laptop. Os estudantes mais novos também têm acesso a laptops e tablets da escola.

O aprendizado acontece em módulos online, e os alunos podem publicar seus trabalhos e compartilhar ideias com os colegas. Os educadores atuam como facilitadores, ajudando os alunos a desenvolverem seus projetos. Cada aluno tem um arquivo na internet, chamado de Vittra Book, onde são armazenados todos os dados relacionados à sua evolução na escola e que pode ser acessado de casa pelos pais.

Inovação nos espaços escolares

Resultados

O aprendizado se torna interessante, envolvente e interativo. As crianças gostam da escola, se sentem motivadas e desenvolvem competências para o século 21, como comunicação, empatia, confiança e concentração. Elas aprendem a enfrentar desafios. O uso de laptops desenvolve a leitura, a escrita, a criatividade e a capacidade de usar ferramentas digitais. O Vittra Book aumenta a interação entre os pais e a escola.

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Crédito da imagem de capa: https://www.archdaily.com

Fonte: http://www.innoveedu.org/pt/telefonplan-school

Você, professor, precisa ver esta série

“Corações e Mentes” é uma série dirigida por Cacau Rhoden e que apresenta experiências de empatia, trabalho em equipe, criatividade e protagonismo em diferentes regiões do país.

A série mostra como a empatia, o trabalho em equipe, a criatividade e o protagonismo têm sido pontos positivos em escolas públicas e particulares de São Paulo, Bahia, Pernambuco, Ceará e Amazonas. “Corações e Mentes” está disponível na plataforma Videocamp e passa no canal pago GNT.

Dirigida por Cacau Rhoden, a série apresenta escolas transformadoras e também práticas pedagógicas que estimulam mudanças em comunidades e na vida de crianças, jovens e adultos.

Todos receberam espaço

Em quatro episódios, o programa mostra escolas que assumiram o compromisso de não deixar nenhum estudante para trás. “A série tem como uma das suas principais mensagens mostrar que a educação é um espaço de potência para a transformação das nossas próprias vidas e também da vida em comunidade”, afirma Raquel Franzim, coordenadora do programa Escolas Transformadoras, iniciativa da organização internacional Ashoka, correalizado no Brasil pelo Instituto Alana.

Integrantes do programa Escolas Transformadoras, formado por uma comunidade de 21 escolas brasileiras e outras 262 escolas espalhadas em 34 países, as instituições que aparecem na série compartilham alguns valores. De acordo com Raquel, os principais são a coragem e a ousadia para enfrentar desafios. “Não basta um compromisso político e um compromisso com cada estudante. Muitas vezes é necessário coragem”, destaca.

No primeiro episódio, a série fala sobre empatia, valor considerado essencial em um cenário de intolerância e dificuldade de se respeitar o outro. Já no segundo, a discussão gira em torno do trabalho colaborativo. O terceiro tem como destaque a criatividade, como uma competência para ser aprendida e cultivada nas escolas. Por fim, “Corações e Mentes” trata do protagonismo de estudantes, educadores, gestores e famílias na transformação da educação.

Além de ser exibida no canal GNT, a série pode ser assistida na plataforma Videocamp, que reúne produções audiovisuais de impacto. No site, o usuário tem a possibilidade de organizar uma exibição pública gratuita. Com duração aproximada de 30 minutos, os episódios também podem ser apresentados em reuniões escolares, formações, encontros e congressos. “Queremos muito que essa série promova boas conversas. Toda a estrutura foi pensada para isso”, conclui a coordenadora do programa Escolas Transformadoras.

Veja o teaser da série: https://youtu.be/IgIwoUVm3eI

Fonte: http://porvir.org/serie-mostra-o-trabalho-coletivo-em-escolas-transformadoras/

Saiba mais sobre essas 3 escolas brasileiras e inovadoras

Três novas escolas brasileiras foram reconhecidas pelo programa Escolas Transformadoras. Essa é uma iniciativa da Ashoka, realizada no Brasil com o Instituto Alana, que reúne instituições do mundo inteiro e que são comprometidas com a mudança da educação.

No programa, que teve início nos Estados Unidos em 2009, agora estão também a Escola Pluricultural Odé Kayodê, de Goiás (GO), o Projeto Âncora, de Cotia (SP), e o Centro Municipal de Educação Infantil Hermann Gmeiner, de Manaus (AM). A comunidade já conta com 21 escolas brasileiras e outras 262 escolas espalhadas em 34 países.

Para uma instituição ser reconhecida como uma escola transformadora, ela deve atender critérios do programa: estar alinhada com a visão de que todos podem ser transformadores, entender a criança e o jovem sob uma perspectiva integral do desenvolvimento, demonstrar capacidade de inovação e influenciar o ecossistema da educação.
Conheça as 3 novas escolas brasileiras que foram reconhecidas pelo programa:

Escola Pluricultural Odé Kayodê, de Goiás

Localizada em um espaço com muitas árvores, esculturas, referências religiosas afro-brasileiras e símbolos indígenas, a escola é um espaço de resistência e valorização das culturas. Entre outros destaques, ela aposta na formação multicultural dos alunos para que eles reconheçam suas heranças ancestrais e culturais e sejam agentes de transformação no seu território.

Projeto Âncora, de Cotia/SP

Referência nacional em práticas educacionais inovadoras, o Projeto Âncora foca na autonomia dos estudantes e no desenvolvimento de cidadãos comprometidos com a vida social. Em um espaço amplo, os estudantes podem escolher os temas que querem estudar e são orientados por tutores.

Centro Municipal de Educação Infantil Hermann Gmeiner, de Manaus/AM

Desde 2016, a escola investe em propostas pedagógicas desenvolvidas pelos próprios educadores ao invés de usar sistemas apostilados. Entre os seus pilares, ela incentiva o protagonismo das crianças, o brincar e a experimentação. Além disso, a instituição está aberta para acolher a comunidade e a diversidade.

Crédito da imagem: Hermann Gmeiner

Fontes:
http://porvir.org/3-escolas-brasileiras-entram-para-o-programa-escolas-transformadoras/

Aprendizagem Baseada em Projetos

O Colégio Sesi Internacional de Curitiba abriu mão da divisão por séries com o intuito de integrar todas as disciplinas em torno de desafios. No início de cada bimestre, os alunos decidem quais assuntos desejam aprender.

Com variados assuntos à escolha, os alunos optam por oficinas que envolvem a turma na solução de diferentes desafios. Os estudantes são divididos em grupos, onde fazem pesquisas e desenvolvem projetos para responder a um complexo questionamento feito pelo professor.

Por exemplo: durante uma oficina que envolve economia, a aula de matemática ajuda a entender juros simples e compostos, enquanto história trata de revolução industrial e física aborda o funcionamento da máquina a vapor, gerando assim, uma convergência entre todas as disciplinas.

A avaliação, para identificar se o grupo solucionou o desafio recebido, também é diferenciada: professores fazem acompanhamento do processo cognitivo e do processo relacional, através de diferentes instrumentos de avaliação, como apresentações, atividades escritas, relatórios, projetos e participação.

No início, o aluno Guilherme Heil Kinas, estranhou a metodologia de ensino do colégio. Mas, após ter passado por oito oficinas de aprendizagem, avaliou que esse formato contribuiu para ampliar suas habilidades de comunicação e até mesmo perder a timidez, já que todo bimestre é preciso trabalhar em diferentes equipes e, no final, apresentar uma solução para o desafio proposto.

A tecnologia também faz parte do ensino, seja em pesquisas ou até mesmo para conversas com profissionais de outros países. A escola também utiliza os avanços tecnológicos a favor da educação em disciplinas eletivas. Além de contar com atividades de teatro, desenho, línguas estrangeiras ou até mesmo práticas esportivas, são oferecidas aulas de cinema, fotografia, robótica e tantas outras.

Fontes:
http://porvir.org/escola-movida-desafios-prepara-alunos-para-atuar-cenario-global/

Escolas que inovam através da Arquitetura

A inovação é parte concreta de novos tempos para a educação. Inovar é possibilitar novas experiências aos alunos, é transformar a escola em um local que traga mais inspiração e desejo de mudanças. E são estes exemplos, que trazemos abaixo, que demonstram como é possível buscar novas direções no mundo educacional com auxílio da Arquitetura.

Ørestad Gymnasium / 3XN (Copenhague, Dinamarca)
Seu edifício é criado para promover uma diferente visão educacional de uma escola secundária, já que o design do local promove a aprendizagem reflexiva e colaborativa. Isso reflete em uma variedade de estilos de ensino, seja trabalhando em pequenos grupos ou individualmente.

Plaza Ecópolis / Ecosistema Urbano (Madri, Espanha)
O desenho deste colégio cria um espaço público que é de fácil acesso aos habitantes do bairro. O programa educativo da escola permite conscientizar seus alunos sobre o meio ambiente, para que as crianças se tornem adultos responsáveis.

Escola primária Hakusui / Yamazaki Kentaro Design Workshop (Chiba, Japão)
Seu contexto aproveita a natureza que a rodeia e, ao mesmo tempo, cria um espaço divertido às crianças. Dá para perceber que a escola acaba sendo uma “grande casa” para os alunos, com espaço amplo e interativo entre crianças de diferentes idades e diversos ritmos.

Vittra Telefonplan / Rosan Bosch (Estocolmo, Suécia)
Nesta escola não existem salas de aulas e nem parede. As divisões são espaciais, criando laboratórios flexíveis, o que permite o desenvolvimento de diferentes tipos de aprendizagem que se baseiam em uma didática digitalizada.

Jardim de Infância do Cultivo / Vo Trong Nghia Architects (Dong Nai, Vietnã)
Este jardim de infância foi desenvolvido para os filhos de trabalhadores de uma fábrica de sapatos, utilizando um orçamento reduzido. Seu desenho permite que as crianças tenham espaço verde onde podem experimentar a natureza e aprender sobre a importância da agricultura.

Veja fotos dos projetos, aqui.

Fontes:
http://www.archdaily.com.br/br/797105/o-que-as-escolas-mais-inovadoras-do-seculo-xxi-tem-8-exemplos-que-voce-precisa-conhecer

Escolas Inovadoras

A inovação tem sido cada vez mais aliada para um ambiente escolar atraente e receptivo aos estudantes. No mundo inteiro há exemplos de que a inovação tem trazido excelentes resultados, e não somente nos países desenvolvidos e de primeiro mundo. Estes exemplos de escolas apresentam novos valores para o ensino e vão além dos modelos tradicionais de educação, dialogando com as questões e demandas da sociedade contemporânea.

Escolas sem sala, sem professores, sem provas. O colégio Fontan, que fica perto de Medellín, na Colômbia é um exemplo. Lá, o aluno decide quando vai estudar. O que não significa moleza, já que cada aluno é responsável pelo seu tempo, na hora de cumprir o seu programa personalizado de estudo. E mesmo com toda autonomia, existem tutores para ajuda individual, e uma vez por mês, pais e tutores se reúnem com o estudante para avaliar seu desempenho. Já quando se fala na opinião dos pais, a concepção é quase unanime: o formato tem sido um sucesso, já que as crianças se sentem independentes e entendem, desde pequenas, como funciona a vida.

Já na escola Studio School, em Bath, na Inglaterra, são os alunos quem decidem os projetos de estudo junto com os professores. Segundo David Nicoll, chefe-executivo do colégio, os responsáveis sempre tiveram a percepção de que as instituições convenciais deixavam os estudantes entediados, com dificuldades em se adaptar à realidade do mercado de trabalho. O conceito deles, então, foi criar um local onde os jovens pudessem seus próprios potenciais, e assim serem preparados e transformados em profissionais com competências. A Studio School tem provas, mas toda matéria é desenvolvida de acordo com os projetos escolhidos pelos alunos, que vão desde campanhas publicitárias até cultivar uma horta.

A especialista em educação, Anna Penedo, afirma que a escola consegue, assim,  oferecer um ambiente em que aquele aluno se encontra, descobrindo sua vocação e se engajando. O aluno Harry Kershaw diz que esse formato torna possível que ele possa fazer o que gosta, consequentemente lhe deixando muito mais feliz.

Nos Estados Unidos, mais especificamente na Califórnia, é onde a High Tech High está inserida. Lá, os alunos aprendem física, geometria, álgebra e geografia criando projetos de casas sustentáveis que eles mesmo constroem, vendo na prática conceitos que antes ficavam só na sala de aula.

Estes são só alguns dos exemplos de escolas inovadoras, mas que já mostram que a educação pode muito mais quando novas ideias são levadas em conta. E você: conhece algum outro exemplo de instituição de ensino inovadora? Comente abaixo!

 

Fontes:  Globo 

Sua escola está no mapa de inovação e criatividade do MEC?

Quais escolas brasileiras podem ser chamadas de inovadoras? O Ministério da Educação e Cultura lançou, no fim do ano passado, o Mapa de Inovação e Criatividade na Educação Básica, com o objetivo de fortalecer instituições públicas e particulares e organizações não governamentais que possuem propostas arrojadas na Educação Básica.

A ideia do portal é promover a divulgação e a articulação entre as iniciativas e também com universidades, secretarias de Educação e outras organizações relacionadas. Para identificar quem estava fazendo um trabalho realmente inovador, o ministério abriu uma chamada pública em setembro do ano passado para a qual se inscreveram 682 entidades. Os grupos de trabalho regionais avaliaram as inscrições segundo cinco critérios: gestão, currículo, ambiente, metodologia e intersetorialidade.

Foram selecionadas 178 iniciativas, de todos as etapas de ensino e de todas as regiões do Brasil. A maior parte dos trabalhos são em escolas, sendo 52,5% públicas e 47,5%, particulares.

 

Entre outros exemplos, há escolas indígenas, como a Kulika, em Monsenhor Tabosa, a 285 quilômetros de Fortaleza, em que o ensino é bilíngue, em tupi e português, e o currículo inclui legislação indígena, cultura indígena, meio ambiente; e escolas que praticam a gestão democrática, como a Politeia, em São Paulo, que define as regras de convivência, de utilização dos espaços e os limites dos direitos e os deveres em assembleias semanais.

Já na área de inclusão, vale destacar a Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga, no Distrito Federal. A instituição pública oferece ensino integral e recebe alunos com surdez de leve a profunda, filhos não surdos de pais surdos, alunos com dificuldade fonoarticulatória e não surdos. Além de ser baseada na pedagogia de projetos, os gestores convidam os estudantes a participar do planejamento das atividades escolares.

Na Escola Comunitária Cirandas, em Paraty, a 243 quilômetros do Rio de Janeiro, não há divisão em séries nem de disciplinas. Os alunos aprendem por meio de pesquisas e projetos de seu interesse, trocando conhecimentos com crianças de idades diferentes.

Apesar de toda a tecnologia, por que a educação não dá certo?

 

Os videogames ainda dividem opiniões quanto ao uso educacional. Alguns afirmam que os jogos servem somente para distrair os jovens. Entretanto, há quem diga que os benefícios dos games são vários.

Pensando nisso, a Universia Brasil elaborou uma lista com quatro benefícios para os jogadores. Confira:

Melhora a memória

Para atingir os objetivos dos jogos, os gamers são forçados a colocar em prática o raciocínio lógico, habilidade que pode ser usada em sala de aula.

Diminui o estresse

Segundo a Universia, os games servem como uma válvula para que os estudantes liberem todo o estresse que acumulam na sala de aula e nas tarefas realizadas.

Incentiva a busca por objetivos

Os videogames ajudam a despertar a vontade de atingir objetivos. Por isso, os estudantes transferem essa mentalidade de “atingir a meta” para o dia a dia, ajudando-os a cumprir seus objetivos acadêmicos e pessoais.

Melhora o desempenho profissional no futuro

Para finalizar a lista, a Universia trouxe um estudo da Universidade do Colorado, a Denver Business School, que comprovou que o uso de videogames no treinamento dos funcionários ajuda na melhora de resultados no trabalho.

Fonte: Universia