Conexão Xalingo – Blog

Tag - ensino médio

Esta professora utilizou memes para falar sobre história da arte

Sabrine Schoenell Evangelista é professora de artes e contou com a ajuda dos memes para se adaptar às aulas remotas.

Com todas as mudanças que ocorreram na educação, devido à pandemia, como aulas remotas e online, a professora Sabrine precisou se reinventar. E a inspiração veio de onde as crianças e adolescentes estão mais inseridos: as redes sociais. Inspirada no perfil “artesdepressão”, que utiliza imagens de obras de arte para fazer memes, ela utilizou um meme sobre arte barroca para fazer introdução do  conteúdo de aula para seus alunos de 1º ano do ensino médio.

A estratégia deu certo. A professora notou que os alunos tiveram grande interesse no assunto que foi abordado, depois de utilizar o meme, e então lançou um desafio para os estudantes criarem memes de acordo com imagens de obras de arte. Depois de estudar os conceitos, as obras e artistas do Renascimento e também do Barroco Europeu, os jovens foram pesquisar imagens de obras dos períodos mencionados e que pudessem gerar a criação de memes.

Os temas centrais foram a pandemia e a escola online. Assim, o objetivo focou mais nas questões socioemocionais dos alunos, possibilitando que, através da atividade também pudessem demonstrar o que estão sentindo nesse momento do mundo.

O resultado surpreendeu a professora. “Como todos sabem, não está sendo tarefa fácil conseguir alcançar a todos os alunos. Mas, para minha surpresa, esta atividade teve uma grande envolvimento. Até mesmo alunos que não haviam assistido a aula, começaram a enviar a tarefa”, salienta Sabrine.

E ela também percebeu que o formato que mais deu engajamento foi através dos stories no Instagram, gerando um grande alcance e número de comentários. “Após a realização desta atividade, os alunos passaram a estar mais presentes e participativos na aula e eu, passei a cada vez mais buscar soluções para as aulas de arte neste contexto online, finaliza.

Que achou da ideia, professor(a)? Comente abaixo!

– – – –

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

– – – –

Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Ligações telefônicas podem ser uma forma de aumentar vínculo professor x aluno

Projeto LigAção do Bem utiliza ligações telefônicas para restabelecer vínculos entre alunos e professores. Confira!

O Projeto LigAção do Bem, idealizado por professores ligados ao Programa Ensina Brasil, é uma ação para contornar a falta de contato físico e garantir que alunos e professores continuem criando vínculos durante o período de isolamento social.

A iniciativa começa com uma ligação de mais ou menos 20 minutos para entender como os alunos estão se sentindo, e não para cobrar o cumprimento – ou não – das tarefas escolares. Essa ligação humaniza a relação professor-aluno, amplia a sensação de pertencimento e faz com que o estudante se enxergue como parte de uma comunidade escolar, e não como um indivíduo isolado.

De acordo com a fonoaudióloga Laura Rezende, através da fala é possível expressar emoções, o ouvir da voz aproxima as pessoas e a fala é algo essencial para uma comunicação efetiva. Além disso, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 92% dos lares brasileiros contam com pelo menos um aparelho celular em seus domicílios, a ligação é a forma mais simples de atingir os alunos.

O site do projeto foi pensado para auxiliar o professor nessa ligação. Cada seção direciona uma parte do processo; em “A conversa”, é possível encontrar um passo a passo de como se preparar para ligar para o aluno; O “Mapa de temas” auxilia na hora de escolher um tópico inicial – ou para evitar o silêncio constrangedor de quando o assunto acaba, e oferece sugestões como relações interpessoais e construção e manutenção da rotina; o “Guia de cuidados” auxilia os professores sobre como reagir diante de temas delicados como violência doméstica, drogas e suicídio. É importante entender que a o projeto não é um acompanhamento terapêutico, mas sim uma maneira de dizer para o estudante que ele não está sozinho neste momento.

Os criadores do projeto consideram as ligações como o início de uma conversa que deve continuar em sala de aula, com o retorno das aulas presenciais. Ele continua em um próximo momento conectando pessoas na vida real. Além disso, os comentários avaliativos deixados no site também funcionam como forma de repensar o projeto para um futuro sem coronavírus.

Na prática

A professora Elineide Alves, de Cabrobó (PE), enxerga o projeto como uma forma de estreitar os laços com seus alunos. “Eu moro em uma cidade no interior de mais ou menos 34 mil habitantes, mas temos uma área rural extensa. Ali moram 90% dos meus estudantes e muitos deles não têm acesso à internet. O LigAção do Bem surgiu como uma saída para esse momento” , diz a professora, que conta ter conhecido melhor os estudantes por meio das ligações.

O que podemos fazer é acolher e confortar, antes a gente fazia isso com abraços, no olho a olho, mas hoje não é mais possível

Em Paracatu (MG), a relação da professora Evile Macedo com o projeto é parecida. A educadora sempre buscou manter um contato direto com os alunos, e para ela a ligação surge como uma oportunidade de não perder o carinho, o respeito e a confiança que foi construída durante as aulas presenciais, “O que podemos fazer é acolher e confortar, antes a gente fazia isso com abraços, no olho a olho, mas hoje não é mais possível”, reflete.

Ambas as professoras sentem seus alunos dispostos e animados com as conversas, e explicam que os temas que mais surgem tem a ver com saúde mental e angústia trazida pelo isolamento social. Mas os assuntos são variados, e vão desde como se manter ocupado no dia a dia,  até o término de relacionamentos.

Além de entender melhor como ajudar os alunos, as educadoras também se sentem acolhidos pelos estudantes, “A gente aprende muito todos os dias. Nesse período, eles me ensinaram a ver a vida de outra forma e dar valor as pequenas coisas. Eles tem muito mais a ensinar do que a gente”, diz Evile.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Créditos da imagem: Mirko Sajkov por Pixabay.

Fonte: https://porvir.org/projeto-usa-ligacoes-telefonicas-para-restabelecer-vinculos-entre-alunos-e-professores/

A estratégia destes professores têm dado certo durante a pandemia

Paulo Gallina e Thiago Azevedo são professores de história e estão levando jogos de RPG para outras disciplinas durante a quarentena.

Os dois professores já lecionam em turmas presenciais de RPG (que traduzindo, significa “jogo de interpretação ou narrativos). Porém, com a pandemia, as aulas foram suspensas. Mas, apesar do distaciamento social, o jogo pode ser uma ferramenta aplicável em ambiente virtual. “Para começar, é preciso entender o que é um jogo de RPG. Ele se baseia em compartilhar a narrativa de uma história (aqui chamamos de aventura). Isso quer dizer que os jogadores apenas contam uma história em conjunto. Cada jogador controla um personagem dessa história, enquanto o narrador é um tipo de jogador especial, responsável pelo resto do cenário dessa aventura. O papel de narrador tem várias semelhanças com o papel de um professor em sala de aula. Ele precisa ensinar as regras do jogo, propor o fio narrativo, improvisar diante das escolhas dos jogadores e mediar a condução da aventura. Tudo isso sem deixar nenhum jogador de lado.”.

Inovação na educação em tempos de pandemia

A experiência com o RPG tem sido muito inovadora, pois está colocando o aluno como protagonista de uma história. Logo, ele está produzindo seu próprio conhecimento. “Ao conhecer o cenário em que ocorrerá o jogo, o aluno precisa, naturalmente, entender as leis da natureza que o regem, o momento histórico e as relações de poder entre os grupos sociais, sejam eles quais forem. Na hora de criar seu personagem, deve se perguntar uma infinidade de detalhes: sua origem, sua identidade, suas crenças, sua classe social, suas relações com os outros e com o ambiente (e isso tudo depende de muita pesquisa sobre o cenário em que o jogo ocorrerá, o que por si só já é uma parte importante do aprendizado em história e geografia).”

Hora de jogar

A partir do início do jogo, o jogador deve escolher o que seu personagem diz e faz nessa história. Assim, os jogadores conseguem entender melhor as relações de consequência, de poder, entre muitas outras, de um determinado componente escolar. Também é necessário que o aluno use conhecimentos prévios para conseguir que seu personagem faça o que ele deseja. Se precisa abrir um alçapão sem a chave, precisa entender a física das alavancas. Se precisa negociar com nações vizinhas, precisa conhecer a cultura de seu interlocutor. Para salvar o personagem de outro jogador na selva, deve saber como funciona o corpo humano, além das possibilidades de fauna e flora do local. As possibilidades são infinitas. Tudo depende dos objetivos do professor-narrador, que colocará desafios a serem resolvidos pelos jogadores, colaborativamente.

Regras

É claro que, como é um jogo, todas as escolhas são pautadas por diversas regras. Os sistemas clássicos de RPG possuem  regras muito complexas para a aplicação pedagógica, por isso os professores utilizam um sistema de regras próprio, criado por eles mesmos, que serve para equilibrar e tornar mais interessante as decisões dos jogadores. Ele funciona basicamente com uma ficha de jogador e um dado de dez lados. Na ficha, o jogador tem várias informações sobre seu personagem, que podem ajudar os testes, que são rolagens do dado. Quem decide quando um teste é necessário é o narrador. Eles servem para tornar a experiência mais divertida, pois quando os personagens podem fazer tudo sem restrições, a diversão se perde.

Desse modo, não é necessário fazer um teste para seu personagem se levantar da cama, mas sim quando ele deseja levantar de uma cama de campanha no meio de um bombardeio na guerra do Vietnã, por exemplo. As competências socioemocionais também estão sempre sendo desenvolvidas no RPG. Dar vida a um personagem em uma história é um movimento de empatia importantíssimo, além do trabalho colaborativo.

Experiência durante a quarentena

Durante a quarentena, as sessões de jogos migraram para as plataformas de reunião por vídeo e para um aplicativo que dá suporte visual, e eles ensinaram outros professores de história e matemática a jogar RPG. A aventura de história se passa em uma vila no interior do país no século 18, e os jogadores controlam personagens que devem investigar a morte de um escravizado que extraía ouro nas terras de um senhor. A aventura de matemática se passa no futuro, e pretende trabalhar a ideia do quadrado perfeito nos produtos notáveis, pois a tecnologia daquele cenário só permite que naves espaciais cheguem à velocidade da luz quando seu formato é um quadrado perfeito. Os professores se divertiram enquanto tomavam o primeiro contato com o RPG.

A ideia é aprender sem perceber. Vivendo essas histórias, o conteúdo é aprendido, utilizado e ressignificado de maneira quase intuitiva e extremamente prazerosa.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://porvir.org/professores-de-historia-levam-jogos-de-rpg-para-outras-disciplinas-durante-a-quarentena/

3 dicas para os alunos fazerem atividades complementares na pandemia

Confira estas 3 dicas de plataformas e canais que trazem conteúdos e atividades complementares para seus alunos, durante a quarentena.

1) SAS Educação

Com conteúdos voltados para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, o canal do SAS Educação tem aulas ao vivo, todos os dias, em parceria com diversos professores.

As aulas também ficam disponíveis na plataforma de ensino da empresa, que já conta com mais de 860 escolas e 100 mil alunos, o que pode aumentar devido à liberação dos conteúdos aos mais de 20 milhões de estudantes do Brasil que cursam os anos finais do Fundamental e o Ensino Médio.

2) Escola Mais

A Escola Mais é uma empresa de educação focada no currículo do Ensino Fundamental II e atende, principalmente, alunos e famílias de baixa renda.

Nesse período de quarentena, liberou acesso gratuito a sua plataforma educacional para toda a rede pública de ensino. Veja o que a ferramenta oferece:

  • Currículo 100% alinhado à BNCC;
  • Mais de 600 videoaulas gravadas;
  • Aulas ao vivo, pela internet, seguindo a grade escolar de 4h20/dia;
  • Métricas de aprendizagem e roteiros de estudos com exercícios;
  • Mais de 1.000 atividades e exercícios;
  • Acompanhamento do desempenho e produção dos alunos;
  • Disponível pelo computador e pelo celular (aplicativo para Android ou IOS).

3) Escola Games

Jogos educativos são excelentes atividades complementares para que os alunos aprendam brincando. No site da Escola Games você encontra jogos e livros para crianças a partir de 5 anos. Todos desenvolvidos com acompanhamento pedagógico.

São mais de 90 atividades relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Inglês e Meio Ambiente.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://blog.portabilis.com.br/5-plataformas-com-atividades-complementares-para-os-alunos-fazerem-na-quarentena/

Precisando melhorar suas habilidades com a tecnologia? Então leia este post

Você, professor(a) está com dificuldades em lidar com a tecnologia nesse momento de pandemia? A nova forma de ensinar está complexa? Então confira esta postagem!

Se as aulas remotas têm sido uma dor de cabeça, esta plataforma pode te auxiliar a aprender mais sobre as tecnologias. “Do Mundo para a Escola”, da Tecnologia Educacional, é uma plataforma com 3 trilhas de aprendizado que são pensadas nos educadores.

1) Para melhorar a interatividade das aulas remotas

Se você precisa melhorar a interatividade das suas aulas remotas, indo além de apresentações em PDF, a trilha “3 melhores ferramentas para qualquer professor” é a dica.

2) Para aprender um pouco de programação

A programação, há tempos, vem se mostrando uma excelente ferramenta para a educação. Mas mesmo que você já tenha ouvido falar, não sabe nem por onde começar? A  trilha “Code” apresenta o pensamento computacional, a linguagem Scratch e explica como professores podem desenvolver projetos na plataforma gratuita code.org ou com a placa de baixo custo MICRO:BIT.

3) Para montar estratégias de ensino

Para cada etapa existe uma estratégia ou recurso indispensável. Na trilha sobre ferramentas, professores da educação infantil ao ensino médio encontram dicas de plataformas. Todos os vídeos são  acompanhados de tutoriais para tirar uma aula do papel e surpreender os alunos, seja com desenho, histórias em quadrinhos ou gamificação.

Para que você possa acessar os conteúdos, basta fazem um cadastro com nome, e-mail e telefone.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://porvir.org/como-fazer-a-avaliacao-durante-as-aulas-remotas/

3 cursos gratuitos para professores

A Revista Nova Escola disponibilizou 3 cursos gratuitos para você, professor(a), estudar em sua casa nesse período de quarentena. Confira!

Com as aulas suspensas em muitas cidades brasileiras, é um bom momento para investir na sua formação. Pensando nisso, a Nova Escola disponibilizou, gratuitamente, 3 cursos que vão te auxiliar a enfrentar os desafios de manter o contato com os alunos à distância, durante a pandemia.

Os cursos são de 4 a 10 horas de duração, alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com certificado de conclusão.

Para o Ensino Médio e Fundamental

O curso “Como criar e usar vídeos na Educação” tem 4 horas e é desenvolvido por Carina Fragozo, Paulo Valim, Ivys Urquiza e Rafael Procópio, responsáveis pelos maiores canais de Educação do YouTube no Brasil.

Eles compartilham seus conhecimentos de professores youtubers, ensinando quais os formatos possíveis de videoaulas, os equipamentos e técnicas necessárias, como criar um canal, como escrever um roteiro interessante que possa engajar os estudantes e como pensar estratégias didáticas para usar vídeos com a sua turma.

Para a Educação Infantil

Já o curso “Brincadeiras cantadas na escola: Valorizando a tradição popular” tem 10 horas e pode ser a oportunidade de pensar em atividades que permitam ampliar o repertório de canções e brincadeiras da tradição oral brasileira. Além de divertido, possibilita desafios rítmicos, melódicos e de coordenação entre movimento, palavra e música que contribuem para o desenvolvimento integral dos pequenos. A partir do curso, é possível pensar em propostas que as famílias possam fazer em casa com as crianças.

E se é pra auxiliar famílias a ensinar os bons hábitos de higiene às crianças, como a lavagem das mãos corretamente, por exemplo, o curso “Rotina das crianças: momentos de higiene e alimentação”, de 10 horas, oferecido pela a professora Nilcilene Brambilla, compartilha as práticas que ela que desenvolve com sua turma. As ações explicadas podem ser aplicadas em casa.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/18977/3-cursos-gratuitos-para-estudar-em-casa

A rede social pode ser uma ótima opção para divulgação dos trabalhos

A professora de ciências, biologia e química do ensino fundamental 2 e médio, Marcia Cristina Bacic, está utilizando o Facebook para manter o engajamento dos alunos. E tem dado certo.

Marcia já tinha esse contato com alguns alunos pelas redes sociais, e isso facilitou que conseguisse atingir as pessoas nesse período de recesso. Nas atividades em sala de aula, ela costuma tirar foto dos trabalhos e até dos cadernos, quando lições estão caprichadas, e posta em uma página que tem no Facebook com os alunos. Eles veem suas produções, marcam os colegas e cobram que ela poste, pois se sentem valorizados por aquilo que produzem.

Para o Ensino Médio

Para o ensino médio, ela criou salas de aula virtuais no Google Classroom, que é ótimo para ter um ambiente virtual de aprendizagem onde pode disponibilizar atividades, colocar nota e dar feedback (retorno avaliativo) para os alunos, além de usar o Google formulários para questões objetivas de treino de vestibular.

Segundo ela, “há certa resistência entre as famílias porque leva um tempo para pais e alunos aderirem à ideia. Alguns vem me perguntar porque eu inventei algo ‘tão difícil’. Nesses casos, eu faço um passo a passo e, quando conseguem entrar na plataforma, percebem que é algo mais organizado e fácil de trabalhar”.

Para o Ensino Fundamental

No ensino fundamental, apesar de não ter recebido diretrizes para enviar atividades, ela já tinha passado trabalhos que os estudantes deveriam entregar durante a quarentena, como a construção de uma maquete de máquina simples. “Fiquei pensando que aquilo ocuparia espaço nas casas e iria desbotar. Então aproveitei meu contato nas redes sociais e solicitei que, quem já tivessem feito, tirasse uma foto ao lado da maquete – para me certificar de que não estavam pegando fotos da internet – e me mandasse”, salienta.

Marcia também está fazendo as crianças saírem o menos de casa possível, focando em atividades que eles podem fazer aproveitando o que têm dentro de casa, sem precisar sair para comprar nada. Para o oitavo ano, solicitou que os alunos desenhassem a planta de casa, distribuindo aparelhos elétricos e tomadas para que possam trabalhar eletricidade e consumo de energia.

“Esses mecanismos que as tecnologias oferecem são muito ricos. É algo que dentro de sala de aula não dava para fazer, porque eu trabalho em uma região pobre, onde não há acesso universal a computadores e tablets na escola. Ainda não temos solução para aqueles que não têm acesso a internet. O estado ofereceu um aplicativo que usa os dados apenas na hora do login, só que não são todos os alunos que têm celulares ou tablets para acessar. Aqui no interior e em regiões de zona rural, o sinal de telefonia não chega em alguns locais”, afirma Marcia.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://porvir.org/vinculo-com-alunos-em-redes-sociais-ajuda-professora-a-manter-atividades-na-quarentena/

Aprender ciências de uma forma diferente? Estes alunos inovaram

Esta professora utilizou técnicas forenses para trabalhar com os seus alunos. Quer entender melhor? Então confira!

Paula Schimidt Guolo é professora de biologia no Colégio Regina Mundi, em São Paulo/SP e desenvolveu o projeto “Mundi Forense” com seus alunos. A atividade é inspirada em séries de investigação e trabalhou com as redes sociais, ciências investigativas e autoaprendizagem no ensino de ciências.

O projeto

O projeto começou pelo Facebook: os alunos criaram um caso investigativo com a utilização de técnicas forenses, que eles aprenderam por meio de pesquisas. Uma vez formada a equipe, os alunos se dividiram nas diferentes áreas forenses para realizar pesquisas referentes às técnicas que poderiam ser utilizadas por eles na elaboração do caso. Nesta divisão, alguns alunos que se colocaram em mais de uma área de pesquisa e, em alguns casos, mais de um aluno interessado pela mesma área. Desta forma, o caso criado teve a personalidade da equipe, que teve autonomia para decidir como e quais técnicas e documentos seriam usados.

A proposta contribui inclusive para o projeto de vida dos alunos. Por exemplo: uma aluna quis entrar no projeto, pois gostaria de prestar direito no vestibular. Ela identificou a possibilidade de contribuir com o projeto a partir da produção de documentos, como o testamento e os depoimentos das testemunhas do caso fictício. Outra aluna, que gosta de medicina, ficou empenhada em produzir um exame de ultrassonografia obstétrica, com tamanho detalhamento que qualquer médico ficaria admirado.

Andamento do projeto

As pesquisas ocorreram ao longo de um mês, sendo de extrema importância que o aluno compreendesse à técnica escolhida. Essa pesquisa serviu como base para elaboração de um vídeo que, além de explicar a técnica, também sugeriu como ela poderia ser utilizada no caso.

Foi através desses vídeos que os alunos começam a perceber as possibilidades de utilização das diferentes técnicas pesquisadas no caso que foi criado pelo grupo.

É importante ressaltar que todas as discussões, compartilhamento de conhecimento e postagens de documentos elaborados pelos alunos foram feitos sempre por meio do grupo do Facebook e de uma pasta compartilhada pela equipe na nuvem.

Resultado do projeto

Terminada a primeira etapa, foi realizada uma reunião presencial no colégio, para a elaboração efetiva do caso. O primeiro passo, foi a realização de uma discussão que foi registrada por um integrante da equipe. Com base nas ideias apresentadas, a equipe selecionou aquelas com maior probabilidade de serem representadas na cena de investigação e, assim, começaram a trabalhar essas ideias.

Dentro deste formato, Paula percebeu que não caberia atribuir nota ao aluno. Muito além do prazer em aprender, o projeto contribuiu para o desenvolvimento de autonomia e de outras competências que se mostravam ir além dos muros da escola.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte:
https://porvir.org/alunos-utilizam-tecnicas-forenses-para-aprender-ciencia-de-forma-divertida/

Esta plataforma de ensino traz conteúdos muito mais engajadores aos alunos

Seneca é uma plataforma desenvolvida na Inglaterra que produz conteúdos utilizando GIF’s, mapas mentais e outros recursos que facilitam a aprendizagem dos alunos. Saiba mais!

Voltada para o ensino fundamental 2, ensino médio e ENEM, essa plataforma é gratuita e adaptativa, já que seus conteúdos são apresentados de acordo com o ritmo de aprendizagem de cada estudante.

A Seneca trabalha com textos curtos, resumos e mapas mentais, sempre com a utilização de muitas imagens, que ajudam na retenção de informações. O conteúdo dela, aqui no país, foi todo escrito do zero, de acordo com a BNCC.

Emoção positiva ajuda no aprendizado

A plataforma tem um objetivo muito claro: fixar seus conteúdos com muito mais resultado. Para isso, utiliza resumos, exercícios e, até, GIF’s e memes. Tudo isso toma lugar das videoaulas e dos PDF’s, já que é tudo organizado por tópicos curtos, de acordo com conceitos da neurociência.

De acordo com Flávia Belham, cientista chefe da tecnologia, “as pesquisas que mostram que se você tenta aprender algo que está relacionado à emoção positiva, você aprende melhor. É por isso que os GIFs divertidos facilitam a aprendizagem. Os conceitos também estão associados a imagens porque assim fica mais fácil para lembrar depois”.

Passo a passo para entender a plataforma

Para facilitar a adoção da plataforma por educadores, também foi criada uma lista de vídeos no YouTube com passo a passo explicando as tarefas mais comuns: criação de conta e de turma, adicionar tarefas e verificar notas. Ainda em 2020, a plataforma promete ajudar o professor a personalizar também a lição de casa, com exercícios específicos para cada aluno.

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: https://porvir.org/com-gifs-e-aprendizagem-adaptativa-plataforma-oferece-conteudos-alinhados-a-bncc

5 estratégias para melhorar o trabalho em grupo na sua aula (parte 2)

Na postagem “5 estratégias para melhorar o trabalho em grupo na sua aula (parte 1)” trouxemos 2 estratégias para melhorar o trabalho em grupo em suas aulas, conforme Sérgio Daniel Ferreira, do Instituto CLQ. Hoje trazemos mais 3 estratégias que podem te ajudar muito. Confira!

1) Quais critérios devo usar para montar os grupos?

a) Temos que gerenciar essa atividade com muita cautela, inicialmente é recomendado planejar os tamanhos dos grupos previamente levando em conta o número de estudantes daquela turma para não correr o risco de formar grupos grandes demais, pequenos demais ou que haja “alunos sobrando ao final do processo”.

Além disso, essa atitude prévia, vai assegurar mais tranquilidade no momento de divisão dos grupos, evitando improvisos e concessões que as vezes somos induzidos a fazer para diminuir a entropia provocada na sala de aula nesse momento.

b) Considerar nesse planejamento como proceder com os alunos que faltaram no dia e serão colocados em algum grupo.

c) Estabelecer e apresentar os critérios para montagem dos grupos de forma clara, e se possível registrar esses critérios em um local na sala de aula para ser relembrado sempre que necessário durante os trabalhos dos grupos

d) Caso seja possível, crie categorias onde cada um da equipe formada tenha um determinado papel para o desenvolvimento do trabalho, isso facilita a formação de grupos heterogêneos, uma vez que a diversificação das habilidades auxilia numa visão mais holística na resolução dos problemas. Contudo, é fundamental que todos devem contribuir para além da categoria a cada um atribuída.

e) Uma possibilidade de negociação que pode ser feita com os estudantes é a permuta entre membros dos grupos que ocupam as mesmas categorias, isso ajuda a aumentar a aderência dos alunos ao grupo dando a possibilidade de negociar parcialmente a construção da sua equipe.

f) Outra possibilidade é deixar que os estudantes construam os grupos por afinidades, colocando o professor como negociador de cargos, permutando alguns alunos para equalizar as equipes.

2) Condução e clareza do processo

a) Uma vez formados os grupos, deixe bem claro o processo de execução do trabalho, se possível for, construa um diagrama na lousa pontuando as etapas e/ou percursos que eles devem construir na execução do trabalho. É importante também pensar em colocar essas informações em local de fácil consulta para a coordenação e para os pais/responsáveis.

b) Deixe claro os prazos de entrega e verifique se há algum problema relacionado à disponibilidade ou aquisição de material que os estudantes irão precisar para construir o trabalho.

c) Evite que os alunos tenham que se reunir fora da escola, isso geralmente provoca disrupturas com as famílias em relação ao transporte e horários, principalmente em relação aos alunos do ensino fundamental.

d) Caso seja imprescindível a reunião dos grupos extraclasse, pense em encontros dentro do ambiente escolar, e que isso seja previamente conversado com a coordenação e sinalizado aos pais/responsáveis sobre essa possibilidade.

e) Outra opção é fazer uso das ferramentas tecnológicas para as reuniões ou desenvolvimento dos trabalhos de forma online. Isso permite inclusive desenvolver técnicas e habilidades relacionadas ao uso racional das tecnologias.

3) Importante para refletir

a) O que une um grupo com diferentes pessoas é seu objetivo comum em resolver um bom desafio.

b) “O meu trabalho só termina quando todos terminam o trabalho”

c) “Trabalho em grupo é sempre em grupo” – Não se pode permitir que estudantes façam sozinhos as atividades que foram planejadas para desenvolver a capacidade em trabalhar em equipe.

d) “O inferno são os outros” – Jean-Paul Sartre

E para ficar por dentro das últimas novidades da Xalingo Brinquedos, inscreva-se em nosso canal no Youtube.

Fonte: http://porvir.org/5-estrategias-para-melhorar-o-trabalho-em-grupo-na-sua-sala-de-aula/