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5 dicas de livros e filmes para você abordar a tecnologia em sala de aula

Você, professor(a), sabe muito bem: nem sempre é fácil engajar os alunos. Mas as possibilidades que a tecnologia tem demonstrado, para tornar as aulas mais dinâmicas e o conhecimento mais compartilhado, inspiram para o engajamento dos estudantes. E você pode explorar os avanços tecnológicos em sala de aula através de nossas 5 indicações de livros e filmes que abordam o assunto. Confira nossas dicas!

Filmes

1) Transcendence – A Revolução (2014)

Dr. Will Caster é um famoso cientista especializado em inteligência artificial. Durante o lançamento de uma plataforma desenvolvida por ele, um grupo terrorista antitecnologia tenta assassiná-lo. Vale a pena acompanhar esta trama, que mistura ficção e suspense.

2) Eu, Robô (2004)

A história se passa no ano de 2035, quando os robôs já fazem parte do cotidiano dos seres humanos. Eles servem aos humanos como trabalhadores em fábricas e serviços domésticos. Inesperadamente, um famoso cientista que defende o uso de inteligência artificial é encontrado morto, e o maior suspeito é o androide Sonny. Entra em cena o detetive Del Spooner, que abomina robôs, embora tenha sido salvo por um.

Livros

1) Ensino Híbrido – Personalização e Tecnologia na Educação
(Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto e Fernando de Melo Trevisani Penso, 2015)

O livro é resultado de experimentações sobre o ensino híbrido desenvolvido em escolas pelo Instituto Península. O título reúne possibilidades de integração das tecnologias digitais ao currículo escolar, inspirando professores a desenvolver aulas personalizadas.

2) Gamificação na Educação
(Luciane Maria Fadel (org.), Pimenta Cultural, 2014)

Dividido em dez artigos escritos por diferentes especialistas na área, o e-book aponta os diálogos possíveis entre a gamificação e a Educação, além de ressaltar as potencialidades desse encontro. O conteúdo está disponibilizado gratuitamente para download.

3) Multimídia Digital na Escola
(Elenice Larroza Andersen (org.), Editora Paulinas, 2013)

A utilização de tecnologias no ambiente escolar e o uso de recursos educacionais abertos são alguns dos assuntos abordados no livro, que apresenta experiências desenvolvidas em contextos escolares diversos.

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Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/12044/como-a-tecnologia-pode-inspirar-sua-proxima-aula

Ensino híbrido é o futuro da educação

Julia Freeland Fisher, diretora para educação do think tank Clayton Christensen Institute, uma entidade sem fins lucrativos que estuda a inovação em diversos setores. Para ela, o chamado ensino híbrido (ou também conhecido como “blended learning”) é o futuro da educação.

Para Julia, os professores continuarão sendo fundamentais, porém seu papel será diferente na escola. No ensino híbrido há uma combinação de experiências de aprendizagem flexíveis e on-line dentro das escolas físicas. Tradicionalmente, os professores ficam a frente na sala de aula para dar a mesma aula a estudantes que possuem diferentes níveis de compreensão.  “. Além disso, nas salas de aula mais tradicionais o tempo é fixo e a aprendizagem é variável. Os alunos passam pelo conteúdo a um ritmo relativamente rígido, com pouca flexibilidade para avançar a algo mais elaborado ou passar mais tempo em tópicos com os quais estão tendo dificuldade. Uma abordagem centrada no aluno muda esse roteiro. A aprendizagem é entregue pensando em cada aluno para que o estudante receba a ajuda que precisa quando precisa. Fundamentalmente, muitos modelos centrados no aluno também passam um pouco do controle para os próprios alunos ao longo da aprendizagem; eles podem acessar o conteúdo on-line a qualquer momento, em qualquer lugar, em vez de depender exclusivamente de professores para instruções.”, diz Julia.

Para tornar a educação ainda mais exitosa, o ensino híbrido promete mudanças importantes na relação professor x aluno. Segundo Julia, “nas salas de aula de ensino híbrido, os professores se transformam em facilitadores de aprendizagem. Ou seja, em vez de meramente conferir palestras, eles transferem parte desse trabalho à internet para que possam usar seu tempo de maneira mais produtiva: ao invés de avaliar provas ou falar por uma hora, um professor pode usar essa hora para analisar os dados das provas e identificar os pontos de maior dificuldade de seus alunos. E depois, dar uma explicação diferenciada para indivíduos específicos ou pequenos grupos.”.

E se a preocupação é ser substituído por robôs, fique calmo, professor. Para Julia, “como depende muito da interação humana e de cuidados, dar aula é, na verdade, uma das profissões com menos probabilidade de se automatizar. Com base nas nossas pesquisas, a tecnologia não irá substituir os professores na sala de aula — em vez disso, a tecnologia serve para ajudar com tarefas que levam muito tempo, como fazer chamada, dar nota ou planejamento de lições.”.

Você, educador: o que acha da ideia do ensino híbrido? Comente abaixo!

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Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2018/03/o-ensino-hibrido-e-o-futuro-da-educacao-diz-especialista.html

Se você leciona para a educação infantil, vai adorar esta plataforma

Com o intuito de apoiar professores que lecionam na educação infantil, o programa Paralapracá, que é realizado pela ONG Avante – Educação e Mobilização Social, desenvolveu uma plataforma de aprendizagem que busca reunir práticas de diferentes localidades e apresenta referências para inspirar a produção de registros pedagógicos.

Utilizando diversos conteúdos e ferramentas, o ambiente virtual é para pessoas que estejam interessadas em conteúdos sobre a educação infantil, e tem como objetivo contribuir na melhora da qualificação dos profissionais que atuam no atendimento de crianças até seis anos. Para isso, os usuários têm acesso à campanha “TIC’s TAC’s”, que oferece orientações para a produção de registros pedagógicos mais criativos. Entre as dicas, estão técnicas para aprimorar as fotografias, como registrar atividades em vídeo, apresentações de slide e uso de ferramentas tecnológicas.

Além disso, existe a área “Assim se Faz”, onde os educadores têm acesso a um repositório de práticas culturais e pedagógicas de profissionais da educação infantil de diferentes localidades. São apresentadas sugestões de atividades em diferentes linguagens, como brincar, música, artes visuais, literatura, organização de ambientes, natureza e exploração do mundo. Algumas das sugestões são a elaboração de um sarau de músicas e brincadeiras, que incentiva o brincar de dizer poesias, experimentando rimas, variações e entonações. Outra experiência, por exemplo, indica a construção de uma mandala com elementos da natureza.

O acesso aos conteúdos da plataforma é através de um cadastro gratuito pelo site. Mais informações estão disponíveis em http://ava.paralapraca.org.br/

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Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2018/03/o-ensino-hibrido-e-o-futuro-da-educacao-diz-especialista.html

Confira estas tendências de educação para 2019 (parte 3)

Saiba quais são mais algumas das tendências que pretendem revolucionar a educação em 2019.

1) Ensino híbrido

Você já ouviu falar em ensino híbrido? Nessa modalidade, na qual ambiente online e offline misturam-se, o jovem tem a consciência, a todo momento, de que está aprendendo continuamente.

Por meio de plataformas, é possível efetuar leituras complementares, testes em tempo real, assistir a vídeos, etc. E tudo isso acontece sob supervisão do professor, que permanece interagindo com o estudante.

2) LET (Lean Education Technology)

Antes de explicarmos a metodologia LET, é preciso compreender dois conceitos: Lean Startup e Design Thinking.

Resumidamente, o Lean Startup é uma abordagem voltada para o empreendedorismo, que consiste na criação e gerenciamento de negócios e no desenvolvimento de novos produtos. Já o Design Thinking foca na resolução de problemas e coloca o ser humano como o centro de processos.

A metodologia LET, concebida a partir dos conceitos supracitados, incorpora o empreendedorismo no dia a dia de jovens. Ela traz inúmeros benefícios para que, desde cedo, eles adquiram habilidades importantes para lidar com desafios, resolver problemas complexos, destacarem-se no mercado de trabalho e muitos mais.

Além disso, ela estimula a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração.

Conheça os seis objetivos que norteiam a metodologia:

– apresentação dos conceitos do empreendedorismo;

– desenvolvimento da mentalidade empreendedora;

– conhecimento das técnicas do Design Thinking;

– aplicação dos conceitos apreendidos no Design Thinking (para realização de entrevistas ou pesquisas, compreensão de problemas e geração de ideias e de soluções);

– projeção e construção de protótipos da solução encontrada;

– apresentação das ideias de um projeto.

Como você pode ver, a tecnologia tem modificado consideravelmente o mundo da educação, ressignificando relações humanas e processos de aprendizagem e, ainda, tornando a aquisição de conhecimento mais relevante e profunda aos jovens.

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Créditos da imagem: https://www.sparkmontessori.org

Fonte: https://escolasdisruptivas.com.br/escolas-do-seculo-xxi/tendencias-da-educacao-2019/

5 dicas de livros e filmes para você abordar a tecnologia em sala de aula

Você, professor(a), sabe muito bem: nem sempre é fácil engajar os alunos. Mas as possibilidades que a tecnologia tem demonstrado, para tornar as aulas mais dinâmicas e o conhecimento mais compartilhado, inspiram para o engajamento dos estudantes. E você pode explorar os avanços tecnológicos em sala de aula através de nossas 5 indicações de livros e filmes que abordam o assunto. Confira nossas dicas!

Filmes

1) Transcendence – A Revolução (2014)

Dr. Will Caster é um famoso cientista especializado em inteligência artificial. Durante o lançamento de uma plataforma desenvolvida por ele, um grupo terrorista antitecnologia tenta assassiná-lo. Vale a pena acompanhar esta trama, que mistura ficção e suspense.

2) Eu, Robô (2004)

A história se passa no ano de 2035, quando os robôs já fazem parte do cotidiano dos seres humanos. Eles servem aos humanos como trabalhadores em fábricas e serviços domésticos. Inesperadamente, um famoso cientista que defende o uso de inteligência artificial é encontrado morto, e o maior suspeito é o androide Sonny. Entra em cena o detetive Del Spooner, que abomina robôs, embora tenha sido salvo por um.

Livros

3) Ensino Híbrido – Personalização e Tecnologia na Educação
(Lilian Bacich, Adolfo Tanzi Neto e Fernando de Melo Trevisani Penso, 2015)


O livro é resultado de experimentações sobre o ensino híbrido desenvolvido em escolas pelo Instituto Península. O título reúne possibilidades de integração das tecnologias digitais ao currículo escolar, inspirando professores a desenvolver aulas personalizadas.

4) Gamificação na Educação
(Luciane Maria Fadel (org.), Pimenta Cultural, 2014)


Dividido em dez artigos escritos por diferentes especialistas na área, o e-book aponta os diálogos possíveis entre a gamificação e a Educação, além de ressaltar as potencialidades desse encontro. O conteúdo está disponibilizado gratuitamente para download.

5) Multimídia Digital na Escola
(Elenice Larroza Andersen (org.), Editora Paulinas, 2013)


A utilização de tecnologias no ambiente escolar e o uso de recursos educacionais abertos são alguns dos assuntos abordados no livro, que apresenta experiências desenvolvidas em contextos escolares diversos.

Tem dicas de outros filmes e livros que abordam a tecnologia? Então comente abaixo!

Fonte: Nova Escola
Créditos da imagem: Freepik

As tendências de inovação para a educação

Algumas destas tendências já tornaram-se realidade, outras têm tudo para acontecerem. Confira 3 tendências que prometem inovar a educação:

1) Mobile Learning

O mobile learning é uma modalidade relativamente nova de ensino que possibilita a estudantes e professores o aprendizado através da criação de novos ambientes à distância. Dispositivos móveis com acesso à internet, como laptops, smartphones e tablets são as ferramentas para aprendizado, propiciando utilizar metodologias como videoaulas (gravadas em estúdio, com curta duração), aplicativos (com questionários interativos e conteúdos multimídia), livros digitais (em PDF ou não), cursos e-learning (treinamentos específicos), redes sociais acadêmicas (interação entre usuários), entre outros.

2) Storytelling no EAD

A técnica de storytelling possibilita trabalhar determinado tema utilizando recursos como cenas do cotidiano, imagens, vídeos, trilha sonora, infográficos e textos atraentes. A arte de contar histórias nas práticas de educação à distância tem tido efeito positivo entre os alunos. As histórias devem ser planejadas, sistematizadas e em total sintonia com o tema em questão. Além da voz que narra, que deve levar em conta uma entonação própria, itens como a criação de personagens conectados aos alunos e uma narrativa com começo, meio e fim, fazem do storytelling uma referência em termos de inovação no ensino.

3) Ensino Híbrido

O ensino híbrido tem a premissa em transformar o professor em aluno e o aluno em professor. Sua ideia central é fornecer aos alunos um material digital antecipado sobre a aula para que ele estude. Para a sala de aula fica a missão de ser um espaço para tirar dúvidas e o professor intervir apenas no sentido de propor projetos interdisciplinares. Além de gerar maior interação dos estudantes, é uma forma de fazê-los aprender a matéria de forma leve e divertida.

E você, professor: o que acha dessas inovações? Tem outras dicas de inovações na educação? Então comente abaixo!

Fonte:
http://www.gennera.com.br/blog/inovacao-na-educacao-tendencias-que-voce-deve-conferir/

Ensino híbrido

Julia Freeland Fisher, diretora para educação do think tank Clayton Christensen Institute, uma entidade sem fins lucrativos que estuda a inovação em diversos setores. Para ela, o chamado ensino híbrido (ou também conhecido como “blended learning”) é o futuro da educação.

Para Julia, os professores continuarão sendo fundamentais, porém seu papel será diferente na escola. No ensino híbrido há uma combinação de experiências de aprendizagem flexíveis e on-line dentro das escolas físicas. Tradicionalmente, os professores ficam a frente na sala de aula para dar a mesma aula a estudantes que possuem diferentes níveis de compreensão. “… Além disso, nas salas de aula mais tradicionais o tempo é fixo e a aprendizagem é variável. Os alunos passam pelo conteúdo a um ritmo relativamente rígido, com pouca flexibilidade para avançar a algo mais elaborado ou passar mais tempo em tópicos com os quais estão tendo dificuldade. Uma abordagem centrada no aluno muda esse roteiro. A aprendizagem é entregue pensando em cada aluno para que o estudante receba a ajuda que precisa quando precisa. Fundamentalmente, muitos modelos centrados no aluno também passam um pouco do controle para os próprios alunos ao longo da aprendizagem; eles podem acessar o conteúdo on-line a qualquer momento, em qualquer lugar, em vez de depender exclusivamente de professores para instruções.”, diz Julia.

Para tornar a educação ainda mais exitosa, o ensino híbrido promete mudanças importantes na relação professor x aluno. Segundo Julia, “nas salas de aula de ensino híbrido, os professores se transformam em facilitadores de aprendizagem. Ou seja, em vez de meramente conferir palestras, eles transferem parte desse trabalho à internet para que possam usar seu tempo de maneira mais produtiva: ao invés de avaliar provas ou falar por uma hora, um professor pode usar essa hora para analisar os dados das provas e identificar os pontos de maior dificuldade de seus alunos. E depois, dar uma explicação diferenciada para indivíduos específicos ou pequenos grupos.”.

E se a preocupação é ser substituído por robôs, fique calmo, professor. Para Julia, “como depende muito da interação humana e de cuidados, dar aula é, na verdade, uma das profissões com menos probabilidade de se automatizar. Com base nas nossas pesquisas, a tecnologia não irá substituir os professores na sala de aula — em vez disso, a tecnologia serve para ajudar com tarefas que levam muito tempo, como fazer chamada, dar nota ou planejamento de lições.”.

Você, educador: o que acha da ideia do ensino híbrido? Comente abaixo!

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2018/03/o-ensino-hibrido-e-o-futuro-da-educacao-diz-especialista.html

A tecnologia como aliada dos alunos com deficiência

A tecnologia já se mostrou excelente aliada na educação, e tem mostrado ainda mais benefícios quando o enfoque é educar crianças com algum tipo de deficiência.

Em São José dos Campos/SP, mais especificamente no Colégio Planck, professores juntaram-se para criar um grupo de experimentação do ensino híbrido, que utiliza a tecnologia para mesclar o aprendizado on e off-line. Para abordar os regimes totalitários, ele utilizou a metodologia da sala de aula invertida, gravando uma videoaula para que os alunos tivessem acesso ao conteúdo em casa e, em sala de aula, houvesse debate acerca do assunto. Aconteceu a percepção de que a modalidade de ensino híbrido tinha maior engajamento entre os alunos com deficiência.

Já em aula sobre democracia na Grécia Antiga, foi utilizada a rotação por estações, com aulas simultâneas (como pesquisa na internet, assistir vídeo de canal educativo ou utilizar material digital do colégio). Os alunos escolhiam por onde iriam iniciar a aula e trocavam de estação conforme seu ritmo. Segundo professores, a metodologia ajuda a ampliar o envolvimento de toda a turma, principalmente de alunos com autismo e déficit de atenção. Diferentemente de uma aula expositiva, o ensino híbrido facilita a inclusão.

Fontes:
http://porvir.org/uso-da-tecnologia-facilita-engajamento-de-alunos-deficiencia/