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Saiba quais são os 3 principais impactos da tecnologia na Educação

A tecnologia se tornou a principal ferramenta para que a Educação continue durante a pandemia. E além desse imenso benefício, os recursos tecnológicos também trazem importantes incentivos e vantagens aos alunos. Confira!

Autonomia

Cada vez fica mais evidente que o futuro da educação é ser um espaço que dê mais autonomia para o aluno durante o processo de aprendizado. Dessa maneira, o uso de tecnologia, principalmente aliado ao ensino híbrido, favorece o protagonismo do estudante, desenvolvendo a sua autoconfiança.

Curiosidade

Imagine aprender conteúdos tradicionais como se fosse um jogo, com fases, desafios e recompensas? Você não acha que a criança se interessaria muito mais? Pois isso é possível com a gamificação da educação, que também utiliza tecnologia para ser aplicada. Várias escolas do futuro já usam esse recurso.

Desempenho

Com mais autonomia sobre sua aprendizagem e maior interesse em adquirir conhecimento, o resultado na melhora do desempenho não poderia ser diferente. O engajamento é algo fundamental para que o aluno consiga assimilar as informações e, assim, aprenda de verdade.

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Fonte: Catraca Livre

Ensino híbrido no Fundamental 1

Veja o que é necessário saber para que o formato de ensino híbrido gere engajamento com as crianças do Fundamental 1.

Para Jordana Thadei, professora do Instituto Singularidades, o Ensino Híbrido se assemelha, de certa forma, ao Ensino Fundamental 1. “O uso da tecnologia, se bem planejado e contextualizado, pode ser um importante meio de coleta de dados sobre o grupo de estudantes e sobre cada um deles individualmente, para personalizar o ensino, atuando sobre as demandas de conteúdo e de estratégias específicas de um grupo”.

Jordana enfatiza ainda que, na sua percepção, o ensino híbrido traz possibilidades que favorecem o professor, como o acompanhamento de grupo menores de estudantes nas atividades e autoavaliações. “Poder estar com grupos menores, principalmente em realidades de salas de aula cheias, é raro no contexto presencial tradicional, mas pode ser realizado no contexto do ensino híbrido (presencial ou adaptado para o remoto), já que a diversificação de atividades favorece ao professor escolher uma delas para acompanhar com diferentes grupos, um de cada vez”.

Mas é necessário um cuidado importante: com o gerenciamento de tempo das atividades, já que os estudantes dessa idade estão aprendendo a fazer seu planejamento. Com as aulas remotas, a preocupação aumenta. “Cabe ao professor dimensionar as atividades de modo que o tempo para execução não seja insuficiente e nem excessivo”.

Fica a importância de que o professor passe as tarefas de forma simples e clara, para que as crianças realizem-as por conta própria. Isso se traduz em um maior desenvolvimento da leitura e escrita.

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Fonte: Porvir

Recursos para usar no Ensino Híbrido

Em 2021, a grande tendência é da utilização do formato híbrido de ensino para a Educação continuar engajando. E hoje você vai ver recursos que podem te ajudar nesse formato. Confira!

Quando a professora Magda Rodrigues, de Língua Portuguesa, do Colégio Municipal José Botelho Athayde, em Volta Redonda (RJ), foi trabalhar no modelo de sala de aula invertida com a sua turma do 6º ano, ela propôs algumas atividades. “Eu pedi para que os alunos baixassem o aplicativo do Canva Free em seus celulares. A turma tinha bastante problema com internet. Por isso me programei com a antecedência para garantir que daria tempo de coletarem as informações quando necessário. É um percurso longo e árduo com a falta de recursos, mas é possível e, no final, o resultado é muito positivo”, diz.

A proposta de construção dos cartazes foi em grupo para trabalhar a colaboração.  A escolha do uso do aplicativo, segundo Magda, foi para dar liberdade aos alunos para criar com diferentes elementos digitais com as informações obtidas em casa.

Magda também já usou bastante o Clickers, que permite montar testes de múltipla escolha.

Na sala de aula invertida, o professor de Matemática, Fernando Leonardi de Moraes, da Escola Estadual Benedito Lázaro de Campo, em Itu (SP) utiliza o Formulário do Google para reunir os documentos que serão estudados pelos alunos em casa. A plataforma permite a junção de diferentes materiais como textos para leitura, vídeos sobre o tema em discussão e até mesmo atividades para entender se os estudantes conseguem resolver a partir de suas leituras. “Por fim, peço para eles gravem um vídeo curto falando a respeito daquilo que eles estudaram em casa e fazemos essa socialização dos vídeos com os demais em sala”, explica. “A dica é não ter medo do novo e de aprender”.

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Fonte: Nova Escola

3 cursos para se preparar para o Ensino Híbrido

O Ensino Híbrido parece ser o modelo mais eficaz para manter a Educação com qualidade durante mais um ano em que parece que a pandemia seguirá fazendo parte de nossas vidas. Por isso, é bom se preparar e ter ainda mais conhecimento dessa possibilidade. Confira 3 cursos para você se aperfeiçoar ainda mais ao modelo.

1) A escola após a pandemia: como conduzir o retorno às aulas

Gratuito, o curso traz informações para te ajudar a se organizar. Saiba como priorizar as propostas didáticas, adaptadas a esse contexto, levando em conta a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Outro ponto importante abordado pelo curso é o acolhimento dos estudantes nesse momento e como envolver famílias e o grupo de professores para fortalecer a escola.

Saiba mais aqui.

2) Metodologias Ativas: Ensino Híbrido e Aprendizagem Baseada em Projetos

Aprofundando o Ensino Híbrido e a Aprendizagem Baseada em Projetos, esse curso aborda o estudo de casos reais, apresentando estratégias como sala de aula invertida e rotação por estação de aprendizagem, que promovem mais engajamento na turma e estimulam uma participação ativa dos estudantes. Além disso, você vai entender como essas estratégias se relacionam com a BNCC.

Saiba mais aqui.

3) Metodologias Ativas – Como inovar sem tecnologia

Dividido em duas partes, esse curso leva à reflexão da utilização do trabalho em grupo e a aprendizagem de projeto, sendo essa última uma estratégia para engajar os alunos em desafios vivenciados por eles em sua vida cotidiana ou no entorno da escola. A segunda parte apresenta a trajetória de Harley Sato, professor de Física e Ciências da Natureza, que utiliza a técnica dos Incidentes Críticos na sala de aula.

Saiba mais aqui.

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Fonte: Nova Escola

Aulas online autorizadas enquanto a pandemia continuar

Ainda no dia 10/12/2020, o Ministério da Educação (MEC) homologou a decisão do Conselho Nacional de Educação (CNE) a respeito da permissão das aulas remotas continuarem acontecendo durante a pandemia.

Para as fundadoras do SOS Educação, Roberta e Thais Bento, existem pontos positivos e negativos disso. O lado positivo é que as escolas já estarão estrategicamente prontas para receber os alunos esse ano, com base no que aconteceu em 2020. “Porém, diante do cenário atual, esse retorno 100% presencial vai ter que ser adiado. Poder se preparar com antecedência ajuda não só a escola, mas também as famílias, de forma que possamos ajudar as crianças a seguirem com o melhor que podem ter diante do risco que o vírus traz: o ensino híbrido para aqueles que podem voltar para o presencial de acordo com os dias oferecidos pela escola e o remoto para aqueles que são do grupo de risco. E seguimos firmes na torcida para que a vacina chegue logo e traga a segurança que tanto esperamos!”, explicam.

O lado negativo, segundo as especialistas, é que o ensino remoto não consegue suprir todas as necessidades de desenvolvimento e aprendizagem, e ainda ressaltam que a medida do governo deve ser provisória, pela questão da segurança da volta às aulas presenciais.

“Como não tem data de validade na resolução homologada, precisamos lembrar que o ensino remoto deve permanecer somente enquanto não for possível e seguro ter todas as crianças na escola. De maneira alguma ele supre todos os aspectos do desenvolvimento e aprendizagem de que os alunos precisam. O ensino remoto é inúmeras vezes melhor do que deixar as crianças sem contato com a escola e sem rotina de estudos. Mas sempre como provisório, até que seja possível que todos voltem seguros para as aulas presenciais”, concluem.

E você, professor(a): o que acha dessa decisão? Concorda ou discorda? Comente abaixo!

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Fonte: Pais & Filhos

Como fazer o planejamento pedagógico de 2021

Como a pandemia não chegou ao fim ainda e como também sabemos como foi a educação em 2020, um bom planejamento para o próximo ano pode ser fundamental para que erros cometidos nesse ano sejam reparados e acertos continuem acontecendo. Por isso, no conteúdo de hoje, vemos o que diz a consultora Associada da HUMUS para Gestão Pedagógica, Débora Oliveira, sobre o planejamento pedagógico de 2021. Confira!

Para Débora, o ensino híbrido veio para ficar, uma vez que tem tido boa recepção no ambiente educacional, possibilitando ao professor personalizar o ensino, atendendo cada aluno dentro de suas especificidades e necessidades. “Não se pode ignorar o fato de que vivemos tempos de inovação, quando tanto se fala de tecnologia e inteligência artificial aplicada à educação”.

A grande mudança, na sua opinião, será a de se incorporar ao dia a dia da escola, o ensino híbrido, “pois ele dá, ao aluno, a possibilidade de ampliar as oportunidades de aprendizagem, presencial ou virtualmente, promovendo a colaboração, a interação e trocas importantes de informações”.

Cristiane Machado, professora doutora da Faculdade de Educação da Unicamp, também compartilha da mesma opinião. “Acho que as escolas estão preparadas para incluí-lo no planejamento pedagógico do ano que vem, mas não sei se estão preparadas para executar o ensino híbrido, especialmente no que diz respeito ao ensino a distância. Nem todo mundo tem o equipamento necessário, acompanhamento dos responsáveis ou local adequado em casa”, lembra.

Planejamento Pedagógico para 2021

Débora enfatiza que será necessária uma minuciosa análise vertical e horizontal dos conteúdos, a fim de se estabelecer o mínimo necessário em cada disciplina, bem como, determinar o que é essencial, complementar ou extra em cada um dos componentes curriculares, para cada série.

De acordo com ela, feitos os ajustes e definidas as prioridades, “é necessário, ainda, compartilhar com os alunos e suas famílias como será a execução desse planejamento, para que todos os envolvidos tenham o mesmo foco e busquem os mesmos objetivos”.

“A escola ainda vai usar recurso do ensino remoto e vai precisar encontrar formas de trabalhar o conteúdo de 2021 e tentar diluir o conteúdo de 2020 que não foi trabalhado por conta do isolamento, da suspensão das aulas e da dificuldade de todos ao lidarem com o ensino remoto”.

Para Cristiane, o planejamento é o maior desafio das escolas. “Ele deverá contemplar a perspectiva de conteúdo para 2021, mas também trazer alguns elementos do planejamento de 2020, porque a gente precisa considerar que nem tudo o que foi previsto para ser ensinado, realmente foi aprendido”, diz.

“Talvez as escolas lancem mão do que a gente chama de avaliação diagnóstica que é um instrumento para saber qual é a situação de aprendizagem de cada aluno. Então, a partir daí, propor o que será ensinado no ano que vem”, cita a docente da Unicamp.

6 passos para o planejamento de 2021

  1. Fazer análise vertical e horizontal dos conteúdos;
  2. Estabelecer o mínimo necessário em cada disciplina;
  3. Incluir as habilidades e competências nos componentes curriculares;
  4. Definir habilidades socioemocionais (de acordo com a BNCC);
  5. Desenvolver Projetos Multi, Inter e Transdisciplinares;
  6. Oferecer, na medida do possível, cursos extracurriculares de interesse de sua comunidade escolar.

Para Débora, revisitar a proposta pedagógica é sempre necessário. “Estabelecer objetivos concretos e factíveis; definir prioridades; inovar sempre; avaliar todos (equipe, professores, alunos), retomando o que não foi ensinado adequadamente ou o que não foi aprendido suficientemente, é boa decisão”, finaliza.

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Fonte: Ciranda de Livro

4 vantagens da tecnologia na Educação

Com a pandemia em pleno andamento e as aulas sendo remotas ou então híbridas, muito já deve ter se percebido sobre a importância da tecnologia para a educação nesse momento tão complicado. Confira agora mais algumas das vantagens desse “casamento”.

Quando se liga tecnologia à educação, ainda encontram-se fortes resistências em todo o mundo, por grupos que consideram a ideia de perda de qualidade no ensino devido a dispersões, por exemplo. Mas segundo pesquisa da AVG, os mitos contrários às inovações começam a cair, já que mais de 75% das crianças entre 3 e 5 anos já utilizaram algum aplicativo educacional, em 10 países.

Utilizar ferramentas como estas, é um hábito que vem sendo adotado também por pais e professores, que estão incentivando as crianças a utilizarem esses apps para complementar suas lições em sala de aula.

Isso também ganha reflexo na disponibilidade de aplicativos: só no Itunes, a loja online da Apple, existem mais de 65 mil aplicativos educacionais. E quando se vê esse aumento considerável de acessos a estas ferramentas, uma pergunta surge: quais são as vantagens educacionais desses apps? Abaixo, trazemos alguns pontos positivos levantados pelo site Oficina da Net:

1) O aprendizado fica mais divertido

Além de educativos, muitos aplicativos são, também, divertidos. Apps interativos, como livros de histórias e jogos, são uma ótima forma de aprendizagem para crianças, fazendo-os entender um pouco mais sobre saúde, leitura, música, etc.

2) Podem ajudar a desenvolver habilidades importantes, como a motora

Existem aplicativos que envolvem atividades como traçar linhas, formas, letras e números, ou então games que desafiam a coordenação motora.

3) Complemento para as atividades em sala de aula

Aplicativos educacionais, destinados a crianças com menos de 5 anos, podem ajudar a prepara-las para a escola, reforçando a leitura, a fala e habilidades matemáticas. Um número crescente de escolas e professores também está se voltando para estes dispositivos dentro da sala de aula como material de apoio.

4) Aprimoramento da compreensão de leituras

Um dos principais benefícios dos aplicativos educacionais para crianças se dá na fase inicial da alfabetização. A compreensão de leitura e a interpretação de texto aumentam quando as crianças brincam com jogos e a leitura é mais fácil quando há visão e som como elementos “recompensadores”. A facilidade na leitura desenvolve por consequência a habilidade da fala também.

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Fonte: Oficina da Net

Dicas para adaptações das aulas remotas e presenciais (parte 2)

Confira mais opiniões de professores e especialistas sobre as adaptações necessárias nessas transições das aulas remotas e presenciais.

Professora de língua portuguesa e coordenadora de projetos da assessoria pedagógica Redesenho Educacional, Danielle Lima enxerga que um dos grandes desafios destas mudanças está na questão de envolvimento dos alunos em ambas propostas. “Os alunos já vem de um estresse e de um cansaço de todo esse tempo de aulas online, e isso precisa ser considerado. Eu tenho muito receio que a transmissão de aulas faça com que o engajamento dos alunos se perca”, diz.

Buscando evitar que os alunos diminuam suas participações, Danielle salienta a importância do planejamento de estratégias específicas para cada formato. “No ensino remoto, durante o momento síncrono, precisamos pensar em estratégias para deixar a aula menos expositiva e mais participativa. Quando você apenas transmite a aula presencial, você perde muito disso”, diz.

Conforme as necessidades de cada instituição, as estratégias de adaptação podem variar entre diferentes caminhos. Dois professores podem se dividir entre a condução das aulas presenciais e a mediação de atividades virtuais simultâneas, os alunos que estão em casa podem ter aulas em outros horários ou até mesmo podem ser utilizadas diferentes abordagens, como o modelo rotacional ou virtual aprimorado do ensino híbrido.

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Fonte: Porvir

Dicas para adaptações das aulas remotas e presenciais (parte 1)

Com a volta das aulas presenciais em muitos locais, são necessárias adaptações para que o ensino permaneça com qualidade e os alunos não sintam mais esta mudança. E nesta ideia, o ensino híbrido ganha cada vez mais espaço.

Especialista em educação inclusiva e certificado pelo programa Google Innovator, o professor Doug Alvoraçado defende a adaptação das aulas e atividades para ambos os formatos de ensino. “No presencial, existe a possibilidade estar ali com o aluno, já no virtual existe a facilidade de utilizar recursos ou jogos digitais. O professor precisa entender o que é melhor em cada formato. A partir daí, ele vai planejar sua aula em dois momentos”, diz.

Ele dá o exemplo de uma aula de ciências: você pode realizar uma experiência presencial com sua turma, preparar um determinado kit com materiais para os estudantes estudarem em casa ou realizarem uma gravação para visualizarem depois. E isso depende muito dos objetivos da sua aula.

E entender estes objetivos é também compreender os diferentes caminhos de aprendizagem que os alunos podem percorrer. “Dependendo da turma, o professor pode ter três tipos diferentes de alunos: o que está presencialmente na escola, o que está acompanhando a aula virtualmente e o que vai assistir mais tarde de forma assíncrona. A escola precisa decidir como ela vai ser organizar. Ela vai ter um professor dando aula presencial e outro virtual? Tudo isso precisa ser considerado”, destaca o professor.

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Fonte: Porvir

Esta metodologia de educação deve ganhar força na pós-pandemia

Cláudio Sassaki é cofundador de empresa especializada em educação inovadora no Brasil e acredita que o Ensino Híbrido vai ganhar cada vez mais força no país pós-pandemia. Confira seu pensamento!

Cláudio é é cofundador e CEO da Geekie e acredita que a educação é um dos pilares que sofrerá grandes mudanças em nossa sociedade, quando o período da pandemia passar. Segundo análise do Fórum Econômico Mundial sobre os possíveis impactos da pandemia na educação, já há uma mudança imediata: milhões de pessoas no planeta estão sendo educadas graças à brecha digital que trouxe novas abordagens pedagógicas via uso de tecnologias. Implementada como alternativa às salas de aula fechadas, essa via tecnológica conferiu inovação educacional a um setor que sempre resistiu aos ventos da mudança; sempre investiu em um modelo de aulas expositivas.

Ensino Híbrido ganhará força

Inspirado pelo relatório “Three ways the coronavirus pandemic could reshape education” (Três formas que a pandemia do coronavírus pode remodelar a educação, em uma tradução livre), conduzido pelo Fórum Econômico Mundial – e como mestre em Educação pela Universidade de Stanford – Cláudio pensou no possível “legado” da pandemia à educação.

“Sob a constatação do maior uso da tecnologia em um cenário de aulas a distância, acredito que veremos, no mundo sem Covid-19, um maior número de escolas adotando do Ensino Híbrido. Para conceituar melhor, essa modalidade integra as melhores práticas educacionais off-line e online; em inglês, inclusive, é reconhecido pelo termo blended learning – em livre tradução, misturar o processo de aprender. Nessa metodologia, há momentos em que o aluno estuda sozinho, aproveitando ferramentas online; em outros, a aprendizagem acontece de forma presencial, valorizando a interação entre alunos e com o professor e a professora”, acredita Cláudio.

Por inserir essas ferramentas digitais no processo de aprendizagem do(a) estudante, esta estratégia tem se mostrado mais coerente com o estado da arte da educação. Os alunos e as alunas deste século, os nativos digitais, estão imersos no mundo virtual – embora nem sempre com as competências e conhecimentos necessários para identificar seus riscos e suas oportunidades. É neste espaço digital que está a própria linguagem, a forma de expressão, as interações e, principalmente, as próprias fontes de informação. Neste sentido, o Ensino Híbrido traz para a sala de aula a realidade desta nova geração.

No livro “Blended – usando a inovação disruptiva para aprimorar a educação”, os autores Michael B. Horn e Heather Staker abordam o Ensino Híbrido como a modalidade que mescla um ensino presencial com o virtual dentro e fora da escola; ambos acreditam que essa é uma das tendências mais importantes da educação de século XXI. Os autores defendem que não por acaso esse programa de educação formal tem se disseminado em redes de ensino ao redor do mundo: ele oferece aos alunos acesso a um aprendizado mais interessante, eficiente e personalizado; torna-se, ainda, a base de um sistema educacional centrado no aluno. Na perspectiva desse processo eficiente e personalizado de aprender, o Ensino Híbrido funciona como um motor que alimenta a inovação e aquisição de conhecimento dentro e fora da escola.

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Fonte: https://www.geekie.com.br/blog/dia-mundial-da-educacao-2020-tendencia-pos-coronavirus/