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4 ideias pedagógicas para combater o preconceito racial em sala de aula

No dia 20 de novembro foi celebrado o Dia da Consciência Negra no Brasil. E se você se pergunta como pode tornar o espaço de aprendizado mais antirracista, aqui vão práticas que pode tomar em suas aulas.

No Brasil, 74% dos jovens brancos concluíram o ensino médio com até 19 anos. Porém, para pessoas que se autodeclaram pretas e perdas, a realidade é de apenas 53,9% e 57,8% das pessoas, respectivamente. Esses dados foram revelados no levantamento divulgado em 2019 pela Organização “Todos Pela Educação”.

Mas como você pode ajudar a mudar a situação em sua escola e sala de aula? Estas 4 ideias pedagógicas, da Coordenadora Pedagógica do Espaço de SER, Renata Ishida, podem ser um começo para tornar a educação muito menos segregadora. Confira!

1) É necessário reconhecer o racismo

É preciso entender que existe o racismo antes mesmo de combatê-lo. Com certeza você já deve ter ouvido frases como “aqui na escola não tem racismo e todos convivem muito bem”, certo? Mas mesmo que não haja conflitos, é preciso se atentar ao fato de que as instituições podem reproduzir uma visão racista, através de seu currículo, práticas e até mesmo no “silêncio” diante desse problema. Uma dica é promover conversas sobre o assunto, leituras em conjunto e  aprender mais sobre como muitas vezes, mesmo sem intenção, acabam colaborando para essa desigualdade, com o uso, por exemplo, de expressões populares, jargões e atitudes racistas.

2) Revisão do currículo

Quem conta a história da escravidão no Brasil? Os escravizados ou os escravocratas? É fundamental que o currículo escolar vigente seja revisado, garantindo pluriversalidade, ou seja: que todas as perspectivas sejam apresentadas. Pela lei 11.645/2008, a história e a cultura afro-brasileira e indígena são temáticas obrigatórias no currículo oficial da educação básica.

3) Corpo docente representativo

Uma criança se sente representada não só pelas pessoas que vê na televisão ou internet, mas também por aquelas que a rodeiam. Ter um corpo docente formado por pessoas não-brancas concretiza a ideia de que existe oportunidade para todos e todas. Além disso, um corpo docente diverso amplia os olhares e experiências trazidas para o campo da aprendizagem.

4) Os espaços da escola

O espaço também educa. Quais são as imagens, os brinquedos e os objetos presentes pela escola? Se todas as ilustrações e bonecos forem de pessoas brancas, passamos o recado de que existe um padrão que é mais correto ou mais bonito. É fundamental que as crianças tenham acesso à diversidade na literatura, nas brincadeiras e nas suas referências de maneira geral.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Esta professora encontrou uma forma de motivar os alunos na pandemia. Confira!

Ao perceber que seus alunos não pareciam motivados nas aulas remotas, a professora Edizia Rodrigues desenvolveu atividade com outra professora para os alunos das turmas do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

Edizia é professora de língua portuguesa na escola estadual Doutor Leôncio Gomes de Araújo, em São Lourenço da Mata/PE e, juntamente à professora Bruna Gomes desenvolveu uma atividade que retomou a motivação de seus alunos nas aulas remotas.

Após um de seus alunos mostrar um anime que tinha produzido (estilo de animação japonesa), Edizia logo lembrou de um aplicativo que havia conhecido durante a sua formação do EducaMídia: o Toontastic 3D. Através desse app dá para escolher muitos ambientes e personagens para construir, desenhar, narrar e animar uma história.

Foi então que ela e Bruna criaram um festival de animes. Como o app permite a inserção de gravações de áudio, isso trouxe outros recursos para a aula de língua portuguesa, que vão além da produção de textos e dos desenhos. Através da proposta, foi possível construir um trabalho interdisciplinar.

Desenvolvimento da atividade

Para construir os roteiros das histórias, os alunos utilizar tópicos como a produção da vacina contra a covid-19, por exemplo. Além da construção da narrativa, os estudantes foram responsáveis pelos desenhos, animações e gravações de áudio para a dublagem dos animes. E, para apresentar, a ideia foi a criação de um festival online, com convites enviados pelo WhatsApp para turmas e famílias.

Apresentação

Para apresentar o festival, foi o utilizado o Google Meet. No início das apresentações, foi feita uma recepção ao público com músicas de animes, com apresentação do que foi a atividade desenvolvida com as turmas. Além disso, foram convidadas duas aulas para que explicassem o que tinham estudado sobre a linguagem de HQs, animes e cartoons. A partir daí, começaram as exibições das produções feitas pelos estudantes.

Resultado

Segundo Edizia, “essa atividade teve um valor muito significativo. A turma estava muito desmotivada, e trabalhar com esse aplicativo e com a produção de animes foi uma forma de fomentar a leitura e ainda desenvolver competências relacionadas à minha disciplina”.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Professora utiliza dinâmica para seus alunos refletirem sobre a internet

Juliana Hernandes é professora de educação socioemocional e está estimulando seus alunos a pensarem sobre como lidam com as informações e quais as suas responsabilidades nas redes sociais. Confira!

A professora, que dá aulas no Externato São José, em Atibaia/SP, utilizou uma de suas aulas remotas para estimular seus alunos do quarto ano do ensino fundamental a discutirem sobre um consumo mais consciente das informações na internet através de um texto de material didático em que os personagens discutiam sobre verdades e mentiras na web.

Após a reflexão sobre a leitura realizada na aula à distância, Juliana criou uma dinâmica sobre verdades e mentiras. Nela, cada estudante deveriam escrever três frases sobre si, em que uma seria mentira e as outras duas, verdades. “A partir dessa atividade, eu trouxe a provocação: E você, o que tem buscado nas redes sociais? Será que esses conteúdos são verdadeiros? O que você tem compartilhado nesse ambiente? Você sabe se essas informações são confiáveis?”, salienta a professora.

Dinâmica trouxe resultados

Segundo a professora, os alunos foram atingidos pela reflexão que a dinâmica propôs. Os estudantes apontaram que nunca tinham pensado muito nisso e também falaram sobre os Youtubers, no debate. Em muitos casos seus conteúdos são repletos de preconceito e julgamentos errôneos.

“Usamos todas essas reflexões para os estudantes percebem como eles estão se alimentando no ambiente digital e quais mensagens eles estão repassando para a sua rede. Eles entenderam que se consumissem e compartilhassem informações falsas, estariam ajudando a espalhar uma fake news”, afirma Juliana.

Tempo nas redes sociais

Através de tudo isso, os alunos também puderam refletir e questionar o tempo que gastam nas redes sociais e na internet. A  atividade se sucedeu com a construção de um plano de hábitos, que trouxe propostas de mudança para uma rotina mais saudável no ambiente virtual.

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Fonte: Porvir

Ligações telefônicas podem ser uma forma de aumentar vínculo professor x aluno

Projeto LigAção do Bem utiliza ligações telefônicas para restabelecer vínculos entre alunos e professores. Confira!

O Projeto LigAção do Bem, idealizado por professores ligados ao Programa Ensina Brasil, é uma ação para contornar a falta de contato físico e garantir que alunos e professores continuem criando vínculos durante o período de isolamento social.

A iniciativa começa com uma ligação de mais ou menos 20 minutos para entender como os alunos estão se sentindo, e não para cobrar o cumprimento – ou não – das tarefas escolares. Essa ligação humaniza a relação professor-aluno, amplia a sensação de pertencimento e faz com que o estudante se enxergue como parte de uma comunidade escolar, e não como um indivíduo isolado.

De acordo com a fonoaudióloga Laura Rezende, através da fala é possível expressar emoções, o ouvir da voz aproxima as pessoas e a fala é algo essencial para uma comunicação efetiva. Além disso, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 92% dos lares brasileiros contam com pelo menos um aparelho celular em seus domicílios, a ligação é a forma mais simples de atingir os alunos.

O site do projeto foi pensado para auxiliar o professor nessa ligação. Cada seção direciona uma parte do processo; em “A conversa”, é possível encontrar um passo a passo de como se preparar para ligar para o aluno; O “Mapa de temas” auxilia na hora de escolher um tópico inicial – ou para evitar o silêncio constrangedor de quando o assunto acaba, e oferece sugestões como relações interpessoais e construção e manutenção da rotina; o “Guia de cuidados” auxilia os professores sobre como reagir diante de temas delicados como violência doméstica, drogas e suicídio. É importante entender que a o projeto não é um acompanhamento terapêutico, mas sim uma maneira de dizer para o estudante que ele não está sozinho neste momento.

Os criadores do projeto consideram as ligações como o início de uma conversa que deve continuar em sala de aula, com o retorno das aulas presenciais. Ele continua em um próximo momento conectando pessoas na vida real. Além disso, os comentários avaliativos deixados no site também funcionam como forma de repensar o projeto para um futuro sem coronavírus.

Na prática

A professora Elineide Alves, de Cabrobó (PE), enxerga o projeto como uma forma de estreitar os laços com seus alunos. “Eu moro em uma cidade no interior de mais ou menos 34 mil habitantes, mas temos uma área rural extensa. Ali moram 90% dos meus estudantes e muitos deles não têm acesso à internet. O LigAção do Bem surgiu como uma saída para esse momento” , diz a professora, que conta ter conhecido melhor os estudantes por meio das ligações.

O que podemos fazer é acolher e confortar, antes a gente fazia isso com abraços, no olho a olho, mas hoje não é mais possível

Em Paracatu (MG), a relação da professora Evile Macedo com o projeto é parecida. A educadora sempre buscou manter um contato direto com os alunos, e para ela a ligação surge como uma oportunidade de não perder o carinho, o respeito e a confiança que foi construída durante as aulas presenciais, “O que podemos fazer é acolher e confortar, antes a gente fazia isso com abraços, no olho a olho, mas hoje não é mais possível”, reflete.

Ambas as professoras sentem seus alunos dispostos e animados com as conversas, e explicam que os temas que mais surgem tem a ver com saúde mental e angústia trazida pelo isolamento social. Mas os assuntos são variados, e vão desde como se manter ocupado no dia a dia,  até o término de relacionamentos.

Além de entender melhor como ajudar os alunos, as educadoras também se sentem acolhidos pelos estudantes, “A gente aprende muito todos os dias. Nesse período, eles me ensinaram a ver a vida de outra forma e dar valor as pequenas coisas. Eles tem muito mais a ensinar do que a gente”, diz Evile.

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Créditos da imagem: Mirko Sajkov por Pixabay.

Fonte: https://porvir.org/projeto-usa-ligacoes-telefonicas-para-restabelecer-vinculos-entre-alunos-e-professores/

A estratégia destes professores têm dado certo durante a pandemia

Paulo Gallina e Thiago Azevedo são professores de história e estão levando jogos de RPG para outras disciplinas durante a quarentena.

Os dois professores já lecionam em turmas presenciais de RPG (que traduzindo, significa “jogo de interpretação ou narrativos). Porém, com a pandemia, as aulas foram suspensas. Mas, apesar do distaciamento social, o jogo pode ser uma ferramenta aplicável em ambiente virtual. “Para começar, é preciso entender o que é um jogo de RPG. Ele se baseia em compartilhar a narrativa de uma história (aqui chamamos de aventura). Isso quer dizer que os jogadores apenas contam uma história em conjunto. Cada jogador controla um personagem dessa história, enquanto o narrador é um tipo de jogador especial, responsável pelo resto do cenário dessa aventura. O papel de narrador tem várias semelhanças com o papel de um professor em sala de aula. Ele precisa ensinar as regras do jogo, propor o fio narrativo, improvisar diante das escolhas dos jogadores e mediar a condução da aventura. Tudo isso sem deixar nenhum jogador de lado.”.

Inovação na educação em tempos de pandemia

A experiência com o RPG tem sido muito inovadora, pois está colocando o aluno como protagonista de uma história. Logo, ele está produzindo seu próprio conhecimento. “Ao conhecer o cenário em que ocorrerá o jogo, o aluno precisa, naturalmente, entender as leis da natureza que o regem, o momento histórico e as relações de poder entre os grupos sociais, sejam eles quais forem. Na hora de criar seu personagem, deve se perguntar uma infinidade de detalhes: sua origem, sua identidade, suas crenças, sua classe social, suas relações com os outros e com o ambiente (e isso tudo depende de muita pesquisa sobre o cenário em que o jogo ocorrerá, o que por si só já é uma parte importante do aprendizado em história e geografia).”

Hora de jogar

A partir do início do jogo, o jogador deve escolher o que seu personagem diz e faz nessa história. Assim, os jogadores conseguem entender melhor as relações de consequência, de poder, entre muitas outras, de um determinado componente escolar. Também é necessário que o aluno use conhecimentos prévios para conseguir que seu personagem faça o que ele deseja. Se precisa abrir um alçapão sem a chave, precisa entender a física das alavancas. Se precisa negociar com nações vizinhas, precisa conhecer a cultura de seu interlocutor. Para salvar o personagem de outro jogador na selva, deve saber como funciona o corpo humano, além das possibilidades de fauna e flora do local. As possibilidades são infinitas. Tudo depende dos objetivos do professor-narrador, que colocará desafios a serem resolvidos pelos jogadores, colaborativamente.

Regras

É claro que, como é um jogo, todas as escolhas são pautadas por diversas regras. Os sistemas clássicos de RPG possuem  regras muito complexas para a aplicação pedagógica, por isso os professores utilizam um sistema de regras próprio, criado por eles mesmos, que serve para equilibrar e tornar mais interessante as decisões dos jogadores. Ele funciona basicamente com uma ficha de jogador e um dado de dez lados. Na ficha, o jogador tem várias informações sobre seu personagem, que podem ajudar os testes, que são rolagens do dado. Quem decide quando um teste é necessário é o narrador. Eles servem para tornar a experiência mais divertida, pois quando os personagens podem fazer tudo sem restrições, a diversão se perde.

Desse modo, não é necessário fazer um teste para seu personagem se levantar da cama, mas sim quando ele deseja levantar de uma cama de campanha no meio de um bombardeio na guerra do Vietnã, por exemplo. As competências socioemocionais também estão sempre sendo desenvolvidas no RPG. Dar vida a um personagem em uma história é um movimento de empatia importantíssimo, além do trabalho colaborativo.

Experiência durante a quarentena

Durante a quarentena, as sessões de jogos migraram para as plataformas de reunião por vídeo e para um aplicativo que dá suporte visual, e eles ensinaram outros professores de história e matemática a jogar RPG. A aventura de história se passa em uma vila no interior do país no século 18, e os jogadores controlam personagens que devem investigar a morte de um escravizado que extraía ouro nas terras de um senhor. A aventura de matemática se passa no futuro, e pretende trabalhar a ideia do quadrado perfeito nos produtos notáveis, pois a tecnologia daquele cenário só permite que naves espaciais cheguem à velocidade da luz quando seu formato é um quadrado perfeito. Os professores se divertiram enquanto tomavam o primeiro contato com o RPG.

A ideia é aprender sem perceber. Vivendo essas histórias, o conteúdo é aprendido, utilizado e ressignificado de maneira quase intuitiva e extremamente prazerosa.

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Fonte: https://porvir.org/professores-de-historia-levam-jogos-de-rpg-para-outras-disciplinas-durante-a-quarentena/

3 dicas para os alunos fazerem atividades complementares na pandemia

Confira estas 3 dicas de plataformas e canais que trazem conteúdos e atividades complementares para seus alunos, durante a quarentena.

1) SAS Educação

Com conteúdos voltados para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, o canal do SAS Educação tem aulas ao vivo, todos os dias, em parceria com diversos professores.

As aulas também ficam disponíveis na plataforma de ensino da empresa, que já conta com mais de 860 escolas e 100 mil alunos, o que pode aumentar devido à liberação dos conteúdos aos mais de 20 milhões de estudantes do Brasil que cursam os anos finais do Fundamental e o Ensino Médio.

2) Escola Mais

A Escola Mais é uma empresa de educação focada no currículo do Ensino Fundamental II e atende, principalmente, alunos e famílias de baixa renda.

Nesse período de quarentena, liberou acesso gratuito a sua plataforma educacional para toda a rede pública de ensino. Veja o que a ferramenta oferece:

  • Currículo 100% alinhado à BNCC;
  • Mais de 600 videoaulas gravadas;
  • Aulas ao vivo, pela internet, seguindo a grade escolar de 4h20/dia;
  • Métricas de aprendizagem e roteiros de estudos com exercícios;
  • Mais de 1.000 atividades e exercícios;
  • Acompanhamento do desempenho e produção dos alunos;
  • Disponível pelo computador e pelo celular (aplicativo para Android ou IOS).

3) Escola Games

Jogos educativos são excelentes atividades complementares para que os alunos aprendam brincando. No site da Escola Games você encontra jogos e livros para crianças a partir de 5 anos. Todos desenvolvidos com acompanhamento pedagógico.

São mais de 90 atividades relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Inglês e Meio Ambiente.

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Fonte: https://blog.portabilis.com.br/5-plataformas-com-atividades-complementares-para-os-alunos-fazerem-na-quarentena/

Estes alunos encontraram uma forma divertida de combater as fake news

Professora de São Caetano do Sul/SP está trabalhando gêneros textuais e fake news de forma criativa durante as aulas remotas. Confira!

Fabiana Lopes é professora de língua portuguesa e redação na escola Colégio Castelo Bilingual School, em São Caetano do Sul/SP e, quando a pandemia surgiu, junto ao problema, surgiu um outro, também grave: a desinformação através das fake news. Ela então resolveu agir com seus alunos do sétimo ano do ensino fundamental: desenvolveu uma sequência didática para trabalhar o assunto com eles.

“A partir do vídeo de um ‘químico autodidata’ sobre a ineficácia do álcool em gel, questionei a turma sobre a veracidade daquelas informações que estavam circulando no WhatsApp. A missão da turma era fazer uma pesquisa para avaliar e refutar a mensagem que tinha sido apresentada”, esclarece Fabiana.

Primeiros passos

No começo, a sua ideia era utilizar a atividade como subsídio para que os alunos produzissem uma crônica argumentativa, porém, com a suspensão das aulas presenciais, ela teve de adaptar o método para o ambiente virtual. “O que eu faria em três ou quatro aulas foi reorganizado para ser desenvolvido apenas duas. Para isso, tive a ideia de mudar o produto final para um Zine, pois a sua produção seria mais rápida”, salienta.

Ela foi inspirada por oficinas e dicas de outra professora: Emilly Fidelix, da página SeligaProf. Percebeu então que o zine poderia ser uma ótima ferramenta para trabalhar gêneros textuais e discutir desinformação. “Então, após discutir sobre fake news em sala de aula, para dar continuidade ao trabalho de forma remota, pedi para os alunos fazerem pesquisas em casa sobre como verificar notícias. Também gravei um vídeo com instruções sobre como eles poderiam fazer dobraduras para criar a sua revistinha e quais materiais eles precisariam para a nossa aula síncrona”, completa.

Aulas remotas levam o projeto em frente

No dia da aula, ela se conecta com seus alunos através da plataforma de videoconferência Zoom. “Conversamos um pouco, e eu dei um tempo para os alunos produzirem Zines com cinco dicas para os seus familiares e colegas verificarem se uma informação é confiável. Em cada página, os alunos tinham que fazer um desenho e escrever uma orientação, como ‘sempre duvide de quem enviou’, ‘verifique a fonte e a data’ ou ‘preste atenção na linguagem’”, afirma.

Resultado promissor

Com as revistinhas prontas, na aula seguinte os alunos tiveram a oportunidade de mostrar o seu Zine para os colegas. Foi uma experiência muito produtiva, segundo a professora. Os estudantes se engajaram e puderam refletir sobre os tópicos que estávamos estudando. No final, ainda combinaram de que utilizariam material, com muita educação, para ajudar a orientar as pessoas que lhes enviassem fake news no WhatsApp.

Créditos da imagem: Colégio Castelo Bilingual School

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Fonte: https://porvir.org/alunos-de-ensino-fundamental-criam-zines-para-combater-a-desinformacao/

Precisando melhorar suas habilidades com a tecnologia? Então leia este post

Você, professor(a) está com dificuldades em lidar com a tecnologia nesse momento de pandemia? A nova forma de ensinar está complexa? Então confira esta postagem!

Se as aulas remotas têm sido uma dor de cabeça, esta plataforma pode te auxiliar a aprender mais sobre as tecnologias. “Do Mundo para a Escola”, da Tecnologia Educacional, é uma plataforma com 3 trilhas de aprendizado que são pensadas nos educadores.

1) Para melhorar a interatividade das aulas remotas

Se você precisa melhorar a interatividade das suas aulas remotas, indo além de apresentações em PDF, a trilha “3 melhores ferramentas para qualquer professor” é a dica.

2) Para aprender um pouco de programação

A programação, há tempos, vem se mostrando uma excelente ferramenta para a educação. Mas mesmo que você já tenha ouvido falar, não sabe nem por onde começar? A  trilha “Code” apresenta o pensamento computacional, a linguagem Scratch e explica como professores podem desenvolver projetos na plataforma gratuita code.org ou com a placa de baixo custo MICRO:BIT.

3) Para montar estratégias de ensino

Para cada etapa existe uma estratégia ou recurso indispensável. Na trilha sobre ferramentas, professores da educação infantil ao ensino médio encontram dicas de plataformas. Todos os vídeos são  acompanhados de tutoriais para tirar uma aula do papel e surpreender os alunos, seja com desenho, histórias em quadrinhos ou gamificação.

Para que você possa acessar os conteúdos, basta fazem um cadastro com nome, e-mail e telefone.

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Fonte: https://porvir.org/como-fazer-a-avaliacao-durante-as-aulas-remotas/

Esta plataforma está tornando a matemática muito mais descontraída

Plataforma finlandesa utiliza de tom mais descontraído para ensinar matemática e novidade acaba de chegar ao Brasil. Confira!

Quando a matemática é assunto em sala de aula, tem muito aluno que chega a baixar a cabeça, não é mesmo?! E esse sentimento acaba se traduzindo em menores taxas de aprendizado e aquele clichê do “não sou de exatas”.

Pensando nisso, para aumentar a qualidade do ensino da matemática, pesquisadores da Universidade de Turku, na Finlândia, desenvolveram a plataforma Eduten Playground, que conta com 15 mil exercícios  que possibilitam a realização de cerca de 200 mil operações matemáticas.

De acordo com os desenvolvedores, o tempo ideal para que o aluno permaneça conectado à ferramenta é de 45 minutos, que podem ser distribuídos em uma ou mais sessões durante a semana. Uma análise de impacto realizada com alunos na Finlândia detectou um aumento de 20% na fluência matemática após seis semanas de práticas na plataforma.

Plataforma no Brasil

A plataforma está sendo trazida ao Brasil pela Pro4Edu (Pro for Edu), que está realizando um piloto da Eduten Playground no Colégio Filomena de Marco, em São Paulo/SP, e poderá ser usada remotamente, com grande potencial de apoiar escolas a facilitar o aprendizado de matemática durante o período de isolamento social.

Confira mais sobre a plataforma no vídeo abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=K7-5fbpocOg

Créditos da imagem: Getty Images/Lucas S. Paiva/Guia do Estudante

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Fonte: https://porvir.org/plataforma-finlandesa-para-tornar-a-matematica-mais-descontraida-chega-ao-brasil/

3 cursos gratuitos para professores

A Revista Nova Escola disponibilizou 3 cursos gratuitos para você, professor(a), estudar em sua casa nesse período de quarentena. Confira!

Com as aulas suspensas em muitas cidades brasileiras, é um bom momento para investir na sua formação. Pensando nisso, a Nova Escola disponibilizou, gratuitamente, 3 cursos que vão te auxiliar a enfrentar os desafios de manter o contato com os alunos à distância, durante a pandemia.

Os cursos são de 4 a 10 horas de duração, alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com certificado de conclusão.

Para o Ensino Médio e Fundamental

O curso “Como criar e usar vídeos na Educação” tem 4 horas e é desenvolvido por Carina Fragozo, Paulo Valim, Ivys Urquiza e Rafael Procópio, responsáveis pelos maiores canais de Educação do YouTube no Brasil.

Eles compartilham seus conhecimentos de professores youtubers, ensinando quais os formatos possíveis de videoaulas, os equipamentos e técnicas necessárias, como criar um canal, como escrever um roteiro interessante que possa engajar os estudantes e como pensar estratégias didáticas para usar vídeos com a sua turma.

Para a Educação Infantil

Já o curso “Brincadeiras cantadas na escola: Valorizando a tradição popular” tem 10 horas e pode ser a oportunidade de pensar em atividades que permitam ampliar o repertório de canções e brincadeiras da tradição oral brasileira. Além de divertido, possibilita desafios rítmicos, melódicos e de coordenação entre movimento, palavra e música que contribuem para o desenvolvimento integral dos pequenos. A partir do curso, é possível pensar em propostas que as famílias possam fazer em casa com as crianças.

E se é pra auxiliar famílias a ensinar os bons hábitos de higiene às crianças, como a lavagem das mãos corretamente, por exemplo, o curso “Rotina das crianças: momentos de higiene e alimentação”, de 10 horas, oferecido pela a professora Nilcilene Brambilla, compartilha as práticas que ela que desenvolve com sua turma. As ações explicadas podem ser aplicadas em casa.

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/18977/3-cursos-gratuitos-para-estudar-em-casa