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3 planos de aula para trabalhar higiene mesmo à distância

Mesmo com a distância, devido ao isolamento social, você pode trabalhar com seus alunos de fundamental 1, a higiene deles e do seu entorno. Confira 3 planos de aula para isso!

1) Higiene do corpo e cuidados com a pele

Este plano de aula vai te ajudar a discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde. Confira o plano aqui.

2) Higiene bucal para um sorriso saudável

Este plano de aula propõe trabalhar a importância dos hábitos de higiene bucal, contemplando a habilidade de Ciências Naturais. O objetivo é discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde e do sorriso saudável e bonito. Confira o plano aqui.

3) Higiene o dia todo

Neste plano há a proposta de um jogo que pode ser desenvolvido por toda a família e, no final, a dica é os adultos conversarem com a criança sobre o que pode ser melhorado em casa. Confira o plano aqui.

Obs: para acessar os planos de aula da Nova Escola, basta um cadastro rápido e gratuito.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Nova Escola

Dicas de especialistas para manter atenção dos alunos durante aulas online

Há algumas postagens atrás, trouxemos dicas para manter a atenção dos alunos durante as aulas à distância. Hoje trazemos ainda mais dicas de especialistas, para te ajudarem neste momento tão delicado. Confira!

Melissa Goichman, que é psicóloga e consultora pedagógica do LIV (Laboratório Inteligência de Vida),
esclarece que, antes de mais nada, temos que entender que estamos em um momento atípico, o que acaba tornando as respostas em nosso dia a dia, muitas vezes, diversas. Nem todos lidam da mesma forma com o problema. Mas estas dicas abaixo, podem te auxiliar a melhorar a questão da atenção de seus alunos:

1) Internet e seu novo propósito

Culturalmente, crianças e jovens, tendem a associar as “telas” a momentos de prazer e lazer. “Primeiro precisamos dar um tempo para que as crianças possam entender que esses recursos, como computadores, celulares e tablets, agora são também uma ferramenta educacional. É como se estivéssemos passando por uma transição na nossa relação com esses ‘gadgets’ (dispositivos)”, explica Melissa.

Se já não bastasse essa percepção das tecnologias, também é preciso compreender que houve uma mudança total e completa de ambiente de aprendizado. Se antes era a escola, hoje o estudo é em casa e sem a presença de professores e colegas. “Estudar online traz o ônus de perder um certo contorno que a sala de aula dava para as crianças. Digo contorno no sentido de estabelecer certas balizas sociais que indicavam para os estudantes que aquele seria um momento dedicado ao aprendizado. Muitos símbolos da escola nos lembram de seu propósito educacional, e isso nos ajuda a lembrar que estamos ocupando aquele espaço com a intencionalidade de desenvolver o conhecimento.”.

2) Participar em detrimento de assistir

É praticamente consenso entre professores e profissionais da educação que aulas ativas, que colocam o aluno em posição de criar, pensar, debater e desenvolver ideias, são mais dinâmicas e ativas do que aulas expositivas, nas quais o professor explica o conteúdo durante os 50 minutos de aula. Se adotada como única estratégia também no modo remoto,  existe uma grande probabilidade de os estudantes não criarem uma conexão com o que estão fazendo, o que consequentemente pode dispersar o foco.

“Eu investiria em uma forma de educar que possa ser estimulante ao protagonismo dos estudantes, mesmo que dentro do âmbito virtual. Isso já era um desafio para qualquer escola mesmo antes do modelo de aulas online: a dificuldade de pensar uma forma de educar que faça sentido para os estudantes, de maneira que eles possam participar ativamente do processo de aprendizagem. Quando vemos sentido em alguma tarefa, e nos dedicamos a ela também por gosto, é difícil interrompê-la”, afirma Melissa.

Vanessa Zito, professora e psicopedagoga, atualmente dá aula para alunos do ensino fundamental 1 e concorda com Melissa ao afirmar que, seja presencial ou virtualmente, a ideia é pensar em propostas de aula o menos expositivas possível, de forma a engajar, envolver e motivar os estudantes.

“Precisamos fazer uso de estratégias que garantam a participação da maioria, como a construção de mapas mentais sobre o tema da aula, a realização de uma chuva de palavras por aplicativo antes da discussão do dia para acionar o conhecimento prévio e engajar os alunos, a construção de apresentações durante as discussões e leituras compartilhadas. Da mesma forma que tentamos engajá-los no ensino presencial, fazemos a mesma coisa no online, claro que usando outros recursos porque o contato físico, o olhar, a mediação não estão presentes.”

No processo de elaboração de aulas online, docentes também precisam levar em consideração que, em casa e, em muitos casos, sem a mediação de um adulto, que por sua vez precisa trabalhar remotamente, a atenção que seria dedicada às aulas pode ser capturada por um sem fim de possibilidades: brinquedos, videogames, conversas paralelas com os amigos na internet ou simplesmente não ouvir o que o professor está falando do outro lado da tela. Para evitar que isso aconteça, Melissa reforça a importância de não esperar que alunos não se distraiam eventualmente com o celular, considerando que ele faz parte dessa nova geração. Além disso, tem papel fundamental a elaboração de aulas que cativem, engajem e possibilitem que as crianças atuem como protagonistas do debate.

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Fonte: https://porvir.org/especialistas-dao-dicas-sobre-como-lidar-com-falta-de-atencao-dos-alunos-durante-aulas-online/

Estas professoras do fundamental 1 estão engajando os alunos à distância

Com passeio pela NASA e construção de foguete, atividade remota é feita com metodologia da sala de aula invertida para trabalhar sistema solar com turma do quarto ano.

Quando começou a quarentena, as professoras Laís Amorim e Mayara Lopes Schmidt precisavam dar a continuidade ao trabalho que estavam desenvolvendo com seus alunos do quarto ano do ensino fundamental da Escola Projeto/Lápis de Cor, em Curitiba (PR).

Para isso, elas trabalharam com o conceito de sala de aula invertida, planejando uma expedição virtual e incentivando a turma a colocar a mão na massa.

“Como prevê a metodologia da sala de aula invertida, as curiosidades, os conteúdos e os slides foram enviados para eles estudarem antes. Quando nos reunimos ao vivo, aproveitamos esse momento para consolidar o que eles aprenderam, debater e fazer experiências. A intenção era instigar os alunos a procurarem informações e utilizarem a ferramenta que tínhamos apresentado de exploração virtual”, afirmam.

Nesta aula, a princípio elas produziram um roteiro para as crianças. Gravaram um vídeo explicativo sobre a atividade e também falaram de algumas curiosidades relacionadas ao conteúdo, tais como quem foi o primeiro homem que pisou na lua ou como os astronautas dormem.

Antes da aula também elaboraram um convite personalizado para despertar o interesse dos alunos. Fizeram os slides e todos os materiais gráficos no site Canva Design, que oferece alguns templates fáceis de personalizar.

“Durante a aula, utilizamos uma ferramenta de videoconferência para fazer um passeio virtual com os alunos no site da NASA, a agência espacial dos Estados Unidos. Nós visitamos um laboratório de propulsão, local onde são construídos os motores dos foguetes, e acompanhamos toda a exploração ao lado dos alunos para deixar a atividade mais lúdica, além de enviar um link para que pudessem depois continuar sozinhos ou com as famílias”, salientam.

Concluída a exploração virtual, lançaram a proposta de construir um foguete de materiais recicláveis com os alunos. Com essa atividade, conseguiram trabalhar formas geométricas, sistema solar, exploração espacial, meios de transportes, inglês, entre outros conteúdos.

No total, a aula teve quarenta minutos de duração. Durante os dez minutos iniciais, fizeram o passeio virtual e em seguida começaram a construção do foguete.

“Como foi a nossa primeira experiência, ainda estávamos nos adaptando. Ficamos com medo de não funcionar a internet na hora, então já elaboramos um plano B caso não fosse possível explorar o laboratório da NASA com os alunos. Já tínhamos separado um material com as instruções e o link para eles acessarem depois em casa”, disseram.

Com a aula, os alunos puderam notar a conexão de conteúdos que estavam estudando com a vida deles. Além de aprender a usar novos recursos digitais, eles também acabaram descobrindo que vários itens que utilizam hoje foram desenvolvidos para viagens espaciais.

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Fonte: https://porvir.org/com-passeio-pela-nasa-e-construcao-de-foguete-professoras-engajam-alunos-do-fundamental-1/