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Aplicativos para ajudar você a aprender matemática

Matemática é o pesadelo de muitos alunos. Por ser uma ciência exata, muitas pessoas têm dificuldade com essa matéria. Os professores de matemática que o digam, precisam sempre inovar nas aulas para tornar o estudo proveitoso, inovador e ao mesmo tempo divertido.

Afinal, aprender matemática pode ser sim muito divertido. Depende apenas de como o professor irá abordar o assunto em sala de aula.

Por isso separamos o vídeo abaixo, no qual listamos 5 aplicativos que podem ajudar você a criar aulas criativas e também os seus alunos a aprenderem a matéria de uma forma mais divertida! Confere:

 

Desigualdades marcam acesso à tecnologia em escolas brasileiras

O número de escolas públicas com acesso à banda larga no Brasil é menor do que o de escolas com laboratório de informática, tanto no Ensino Fundamental como no Ensino Médio. Isso representa mais de 21 mil escolas que possuem os computadores para os alunos, mas só poderão fazer um uso limitado dessa estrutura. Os dados estão no Censo Escolar 2014 e também indicam que, agora que as escolas públicas conseguiram reduzir a ausência de equipamentos que as distanciava da média de escolas particulares, é o momento de pensar nas melhores estratégias pedagógicas para que a tecnologia de fato ajude a melhorar o aprendizado com uma educação de século 21.

O levantamento feito pelo Instituto Ayrton Senna mostra que, no Brasil, 45% das escolas públicas de Educação Básica possuem laboratório de informática, enquanto a banda larga chega a 43%. Mas a diferença de cobertura é ainda maior: Se observadas apenas as escolas com laboratório de informática, 32% delas não têm acesso a essa conexão. Banda larga é a conexão de internet que permite ao usuário navegar em alta velocidade; quanto maior a velocidade da conexão, melhor será o envio e recebimento de dados, incluindo imagens, infográficos e vídeos.

Um estudo recente da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) indicou que apenas equipar massivamente as escolas com dispositivos eletrônicos não é suficiente para melhorar os resultados e as habilidades digitais dos estudantes, o que aponta para a importância de qualificar os usos da tecnologia: formar professores para identificar os melhores conteúdos educativos, softwares que analisam as dificuldades dos alunos e geram aulas mais personalizadas, por exemplo. No Brasil, um movimento de organizações da sociedade civil lançou a campanha “Internet na escola” e defende que, para esse uso ocorrer, as unidades devem ter acesso a uma rede de 10 mega.

O principal objetivo do estudo feito pelo Instituto foi sistematizar a atual condição das escolas e incluiu uma série histórica sobre o acesso a esses recursos, bem como um comparativo entre diferentes regiões do país e entre áreas rurais e urbanas. Pela série histórica, percebe-se que enquanto a rede particular mostrou tendência de aumentar o acesso à banda larga (passando de 49% para 80% das escolas entre 2008 e 2014) e manteve estável o acesso a laboratórios (em cerca de 45% das escolas no mesmo período), a rede pública aumentou a cobertura de laboratórios de informática (de 22% para 45%) e de banda larga (de 18% para 43%), mas ainda de forma desigual.

Olhando os dados das escolas públicas por etapa de ensino, por exemplo, nota-se as diferenças no acesso à internet rápida: no Ensino Médio, 90% das escolas têm laboratório de informática e 80% o acesso à banda larga. A situação é pior no Ensino Fundamental, com laboratório em 51% das escolas, mas banda larga em apenas 40%. Os números das escolas particulares no Brasil revelam um cenário exatamente oposto sobre este acesso: no Ensino Médio, 78% das escolas possuem laboratório de informática e 91% têm acesso à banda larga. No Ensino Fundamental, são 55% com laboratório e 81% com banda larga, ou seja: em ambas as etapas, o número de escolas com banda larga é maior do que o de escolas com laboratório de informática.

 

Fonte: Instituto Ayrton Senna

Você inova na sua sala de aula? Queremos saber!

A Xalingo Brinquedos acredita que a inovação e a tecnologia fazem parte do nosso dia a dia, e claro, também precisam estar inseridos na sala de aula. Foi pensando nisso que a empresa criou esse blog, para que você possa buscar formas inovadoras, diferenciadas e interessantes de ensinar seus alunos ou mesmo os seus filhos em casa.

O ano letivo está começando e queremos saber sobre como você irá inovar com os seus alunos em 2016. Aqui mesmo pelo blog você pode enviar o seu relato da ação feita com os seus alunos, enviando fotos e histórias desse momento com as crianças.

Contando a sua história de inovação e criatividade em sala de aula outros educadores, pais e até professores terão acesso à sua história e ela pode ajudar outras pessoas a buscarem formas mais criativas e prazerosas de ensinar!

Como fazer aulas interessantes a partir do YouTube

O site Por Vir é uma ótima fonte de pesquisa para professores e educadores. Atualmente o site conversou com especialistas em YouTube para entender um pouco mais desse site e como usar essa tecnologia a favor da educação.

Um deles é o professor Rafael Procopio que desde o ano passado trocou a sala de aula para ensinar via Internet. Apesar de ser desencorajado a abandonar o cargo no setor público de ensino do Rio de Janeiro (RJ), hoje ele conta com cerca de 244 mil inscritos no seu canal do YouTube, o Matemática Rio.

Além de Procopio, Paulo Valim, de Inhumas (GO), e Ivys Urquiza, de Maceió (AL), também compartilharam suas histórias de sucesso e números de fazer inveja a canais de humor durante a nona edição da Campus Party Brasil, evento de tecnologia e empreendedorismo que aconteceu no Anhembi, em São Paulo, entre os dias 26 e 30 de janeiro. Valim comanda o canal Química em Ação, com 181 mil inscritos e Urquiza está à frente do Física Total, com 158 mil inscritos.

Apesar de hoje conseguirem dar tratamento profissional aos vídeos, a experiência com aulas virtuais começou de forma bastante simples. Procopio diz que sua história é comum a de muitos outros professores Youtubers: no início, até por falta de conhecimento, não havia preocupação com o lado técnico, que envolve som e imagem. “Em 2010, eu comecei a gravar meus vídeos em casa, com a minha camerazinha, sem preocupação com qualidade, iluminação, nada disso. Eu só pegava a câmera e gravava”, explica o professor. Segundo ele, a experiência com vídeos (e a confiança para deixar a sala de aula) veio com o tempo. “Muita gente pergunta pra mim como começar a fazer os vídeos, e eu respondo ‘é só começar. Se você não tem conhecimento técnico, com o tempo você aprende’”.

Para o professor Ivys Urquiza, os vídeos são atrativos porque facilitam a vida do estudante. “No meu blog, vários estudantes gostavam dos meus textos, mas diziam que eu escrevia demais. Muitos pediam um ‘videozinho’, alegando que ficaria mais fácil de acompanhar. O vídeo requer menos esforço. Hoje, não tem como escapar. Todos os sites têm apoio visual porque todo mundo corre para o vídeo”. À frente do canal Física Total, criado em 2013, ele avalia que o formato tem melhorado durante os últimos dois anos e explica que, atualmente, o maior problema está em lidar com a grande oferta de conteúdo. Como garantir que os alunos estão recebendo informações de qualidade? Para solucionar a questão,  o YouTube e a Fundação Lemann criaram YouTube Edu, espaço que seleciona os melhores vídeos produzidos por professores.

Como começar? Confira cinco dicas para um professor que está começando no YouTube, de Rafael Procopio:

  1. Comece com o que você já tem: “Não adianta querer entrar na internet sem nunca ter produzido nada. O primeiro passo é produzir, publicar o conteúdo, ver se vai dar certo e se é isso mesmo o que você quer”.
  2. Preocupe-se com o áudio: “O áudio é muito importante. Você nem precisa comprar um microfone. Eu comecei com o que eu tinha em casa, que é o headphone do celular. Se você colocar perto da boca, funciona como um microfone de lapela. Então, começa gastando literalmente zero”.
  3. Faça um roteiro: “Não adianta querer preparar o aluno para o Enem e não saber o que é cobrado. O nome é Exame Nacional do Ensino Médio. Então o professor dá um curso completo do ensino médio, mas o exame cobra mais conteúdo do ensino fundamental [na área de matemática]. É preciso montar um roteiro baseado naquilo que você quer ensinar – e isso não só pra matemática, como também para qualquer outra disciplina”.
  4. Invista em equipamentos: “Com o passar do tempo, se for isso o que você quer fazer de verdade, comece a investir em equipamento. Compre um câmera legal e um bom microfone. Quanto mais profissional for o canal, mais gente vai se interessar em assistir. Hoje em dia, a concorrência está muito grande, os canais estão cada vez mais profissionais. Conforme o seu material vai melhorando, o número de seguidores também aumenta”.
  5. Divulgue, divulgue, divulgue: “Divulgue ao máximo o seu conteúdo, seja por Facebook ou Instagram. Você precisa arrumar uma maneira de divulgá-lo para que as pessoas conheçam e saibam que você está fazendo o seu trabalho”. – Use o GoogleDocs, o Evernote e o Dropbox para organizar lições, textos, avaliações e muito mais.

Fonte: Por Vir

Você já conhece a fermenta ExamTime?

A gente sempre compartilha com você ideias legais para ajudar você no ensino dos seus alunos. Chegou no Brasil uma das ferramentas mais usadas internacionalmente dentro da sala de aula, o Examtime.

A ferramenta é totalmente gratuita e pode ser acessada por computador ou smartphone. Atualmente a rede está presente em mais de 140 países e está disponível nos idiomas inglês, espanhol e alemão, além da versão em português disponível no Brasil.

Criado em 2012, o site foi idealizado para que estudantes e professores do ensino médio e de universidades compartilhem conhecimento. A plataforma estimula os usuários a serem coautores de conteúdos que ficam disponíveis em forma de mapas mentais, quizzes, notas e jogo de cartas. Os participantes também podem formar grupos de estudo, criar calendários e trocar mensagens com outros estudantes e docentes do mundo todo.

O cadastro no serviço é gratuito e pode ser feito no site www.examtime.com.br. Lá é possível encontrar boas dicas de estudo para o Enem, o vestibular e o exame da OAB; testes de inglês, francês e mandarim; e simulados.

Três tendências da tecnologia que nos levarão à educação do futuro

A presença da tecnologia na educação existe há tempos, com o uso de equipamentos e recursos como vídeocassete, projetores, computadores, internet, lousa interativa e, mais recentemente, laptops e tablets. Entretanto, a discussão sobre o uso da tecnologia nessa área tem-se tornado mais frequente nos últimos anos, à medida que ela se torna mais intrínseca à vida das pessoas.

Além de mudar o cotidiano das pessoas, a tecnologia – com sua constante e rápida evolução – muda a maneira que os estudantes aprendem, como eles interagem e colaboram entre si e como os professores ensinam. Essas transformações nos dão uma prévia de como será o futuro da educação e como as escolas, universidades e instituições de educação precisam estar preparadas para se adaptar e suportar tudo isso. Abaixo, listo alguns dos principais sinais que vão ditar os rumos da educação:

Múltiplos dispositivos: Ter aulas no computador no laboratório de informática, acessar o conteúdo das aulas no tablet, colaborar em um trabalho pelo smartphone… são inúmeros os dispositivos que acessamos no dia, e muitas vezes, usamos vários aparelhos ao mesmo tempo. Além desses citados, também estamos evoluindo para óculos e relógios inteligentes e outros dispositivos vestíveis que só eram sonhos no passado.

Independentemente do equipamento que será mais utilizado na educação do futuro, a mensagem é clara: o acesso às informações, conteúdos e aplicativos desses gadgets precisa ser contínuo, e é preciso que a TI das escolas seja capaz de suportar e garantir esse acesso por qualquer dispositivo.

Nuvem: Com a nuvem, ensinar e aprender tem-se tornado mais social. Os professores podem usar a nuvem para recolher e avaliar os trabalhos e compartilhar as notas on-line. Os alunos podem acessar conteúdos on-line, como documentos, vídeos, imagens interativas, podcasts. Além disso, aplicativos de educação pela nuvem permitem que estudantes de diferentes estados, países e até continentes colaborem juntos.

Muitas instituições de ensino já estão investindo nessa tecnologia e oferecem cursos técnicos, programas de graduação e pós-graduação pela educação a distância, utilizando os recursos da nuvem. Cursos gratuitos on-line de curta duração e sobre todo tipo de assunto – muitas vezes proporcionados por universidades internacionais renomadas – também são cada vez mais comuns de se encontrar.

Disponibilidade: De nada adianta a mobilidade e a nuvem se os sistemas das instituições de ensino não se mantiverem disponíveis. Se houver problemas na velocidade de conexão ou paradas que impeçam que alunos e professores acessem seus dados e conteúdos, eles não vão querer utilizar seus dispositivos para aprender e ensinar.

Da mesma forma, de nada adianta ter belos livros e materiais virtualizados, se eles não puderem ser acessados. E para que a tecnologia não se torne uma barreira para isso, é preciso garantir que a infraestrutura a suporte. Proteger o ambiente de TI da escola ou da universidade com soluções que garantam o acesso em tempo real, evitem paradas no sistema, recuperem qualquer tipo de aplicação ou informação em caso de falhas é essencial para conseguir uma boa experiência da tecnologia no ensino.

Além dessas três tendências que nos mostram a influência da tecnologia na educação, é preciso levar em consideração que as instituições de ensino também demandam atualmente uma infraestrutura de TI mais eficiente para atender às demandas tanto de alunos como de professores. Ter uma estrutura sempre disponível e que pode reduzir custos é um requisito que atrai futuros estudantes e que colabora para a educação conectada do futuro.

Fonte: http://itforum365.com.br

Além da tecnologia, proposta pedagógica deve ser consistente, diz especialista

Em escolas e faculdades onde a aposta tecnológica é antiga, professores relatam maior aprendizagem e engajamento dos alunos. O risco, segundo especialistas, é investir apenas no uso dos equipamentos sem uma proposta pedagógica consistente.

O sonho de todo o professor é uma sala de aula equipada com internet, computadores, smartphones e muito mais tecnologias em prol da educação. Esses aparelhos agilizam as aulas de uma forma mais rápida e criativa. Nos dias de hoje é impossível pensar na formação do aluno sem a ajuda da tecnologia.

Mas é preciso se ter em mente que a tecnologia só terá efeito positivo na educação se houver uma proposta pedagógica completa e diversificada. A tecnologia nunca irá substituir o papel do professor em sala de aula e também ele não poderá ser apenas um operador de sistemas. É fundamental que ele mantenha a função de promotor do conhecimento.

As tecnologias precisam estar integradas ao projeto educacional da escola e também ao nível do aluno. Se bem usadas, as tecnologias serão suas aliadas e pode melhorar, e muito, o processo de aprendizagem em todas as idades.

Diferença entre banda larga em escolas públicas e particulares preocupa

Para estudantes do Acre, ter (ou não) acesso à banda larga depende de uma questão: estudar numa escola pública ou pagar por educação. Por lá, quase 97% dos colégios particulares contam com conexão. Nos públicos, porém, apenas 17% têm acesso à internet rápida.

Um estudo feito pelo Instituto Ayrton Senna mostra que em todos os estados brasileiros a rede particular apresenta maiores níveis de acesso à banda larga. Em alguns deles, no entanto, a discrepância é absurda.

“As escolas privadas perceberam mais cedo a importância de levar a internet para dentro da sala de aula”, diz Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. “Nas públicas, o movimento foi muito mais devagar. Nas regiões mais afastadas que, não coincidentemente, enfrentam os maiores desafios de aprendizagem, ainda é comum encontrar linhas discadas”.

O impacto na vida dos alunos, segundo Ramos, varia desde a perda do interesse pelas aulas — que ficam descoladas do ritmo dos estudantes — até o aumento do abismo entre quem estuda em colégios públicos e particulares.

“Se esse cenário não mudar, as chances de acesso ao mundo universitário e ao mercado de trabalho será claramente maior para quem tiver condições de pagar pela educação”, diz Ramos. “Acesso à internet não deve mais ser visto como luxo, mas como uma estratégia para o desenvolvimento do país”.

Fonte: Revista Exame

Professora usa Minecraft para ensinar Impressionismo

Usar jogos em sala de aula já é uma realidade. Vamos conhecer o relato da professora Sabrina Quarentani que usou o jogo Minecraft em suas aulas para ensinar os alunos sobre o Impressionismo, movimento criado em Paris que revelou grandes nomes da pintura como Van Gogh.

“Na elaboração das minhas aulas de artes, sempre procuro entender a realidade dos alunos e buscar elementos que estimulem o interesse e a vontade de aprender. Desde o ano passado, eu percebi que as crianças dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos falavam muito sobre o jogo Minecraft. Então, a partir de conversas com os próprios estudantes, eu elaborei um projeto que trouxesse a história da arte para dentro do jogo.

Nós usamos o tour virtual do Google Art Project para visitar museus ao redor do mundo. Eu escolhi trabalhar com o Impressionismo, já que esse movimento traz a questão das pinceladas rápidas e a importância de retratar a impressão do momento. Os alunos conheceram galerias e obras de artistas famosos mundialmente, como Monet e Renoir. Depois, eu propus que realizassem releituras das obras vistas usando os blocos do jogo ao invés de pincéis.

A receptividade das crianças foi ótima. Aquelas que tinham mais dificuldade recebiam ajuda dos colegas, o que contribuiu muito para o trabalho colaborativo.

Como conclusão das atividades das aulas de artes, nós geralmente fazemos exposições. Nesse projeto, eu queria uma forma de apresentar as releituras que os alunos fizeram digitalmente. A ideia de fazer um passeio pelas obras dentro do jogo veio dos próprios estudantes, que elaboraram um tour pelas produções: montaram o caminho, os trilhos e o carrinho, que passeava virtualmente.

O resultado não poderia ter sido melhor. Foram aulas muito interativas, porque todos deram ideias, já que eles entendiam muito mais do jogo do que eu. A partir desse espaço aberto para a troca e colaboração, a participação de cada um aumentou muito. Tanto que, depois do projeto, uma aluna sugeriu outro aplicativo, que nós já estamos trabalhando.

O engajamento dos pais também foi muito importante. Um dos alunos comentou em casa sobre as obras impressionistas. Então, a família resolveu visitar o Masp (Museu de Arte de São Paulo), para conhecer um pouco mais desse movimento.

Como os alunos têm um dia da semana em que podem levar eletrônicos para a escola, é importante aproveitar essa oportunidade e saber trabalhar de uma forma pedagógica, para que não fique como uma “aula livre”. Nesse sentido, o uso do jogo a partir de tablets e celulares conseguiu despertar o interesse pelo aprendizado da história da arte.”

Fonte: www.porvir.org

Você sabe o que é uma sala de aula flexível?

O que é uma sala de aula flexível e como conseguir fazer essa inovação sem comprometer o ensino das crianças?

Ir à escola significa manter uma rotina de estudos e atividades, responsabilidades que a criança assume desde muito cedo e que ajudarão a moldar o seu caráter. O modelo tradicional de ensino vem ficando cada vez mais defasado e afastando mais alunos da escola. A vida dos jovens hoje é muito agitada e muitos deles não se sentem atraídos em ficar sentados o dia todo copiando materiais de um quadro negro, sem interação e novidades.

O bom é que cada vez menos escolas mundo afora aceitam esse modelo tradicional de ensino. Em julho desse ano, a Universidade de Harvard realizou o “Learning Spaces Week” (“Semana dos Espaços de Aprendizado”), a fim de discutir o impacto dos espaços físicos de aprendizagem. Desde então algumas escolas vêm mudando o jeito de fazer com que o aluno se sinta à vontade para estudar.

Um bom exemplo disso é a Albemarle County Public School, nos Estados Unidos, que incorporou o modelo da “sala de aula flexível”, que oferece espaços pequenos – equipados com móveis, sofás e diversos tipos de cadeiras – dentro de uma classe descontraída, onde os alunos são estimulados a escolher o que querem estudar.

Quer conhecer melhor como funciona uma sala de aula flexível? Dá uma olhada nesse vídeo: