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Dicas de especialistas para manter atenção dos alunos durante aulas online

Há algumas postagens atrás, trouxemos dicas para manter a atenção dos alunos durante as aulas à distância. Hoje trazemos ainda mais dicas de especialistas, para te ajudarem neste momento tão delicado. Confira!

Melissa Goichman, que é psicóloga e consultora pedagógica do LIV (Laboratório Inteligência de Vida),
esclarece que, antes de mais nada, temos que entender que estamos em um momento atípico, o que acaba tornando as respostas em nosso dia a dia, muitas vezes, diversas. Nem todos lidam da mesma forma com o problema. Mas estas dicas abaixo, podem te auxiliar a melhorar a questão da atenção de seus alunos:

1) Internet e seu novo propósito

Culturalmente, crianças e jovens, tendem a associar as “telas” a momentos de prazer e lazer. “Primeiro precisamos dar um tempo para que as crianças possam entender que esses recursos, como computadores, celulares e tablets, agora são também uma ferramenta educacional. É como se estivéssemos passando por uma transição na nossa relação com esses ‘gadgets’ (dispositivos)”, explica Melissa.

Se já não bastasse essa percepção das tecnologias, também é preciso compreender que houve uma mudança total e completa de ambiente de aprendizado. Se antes era a escola, hoje o estudo é em casa e sem a presença de professores e colegas. “Estudar online traz o ônus de perder um certo contorno que a sala de aula dava para as crianças. Digo contorno no sentido de estabelecer certas balizas sociais que indicavam para os estudantes que aquele seria um momento dedicado ao aprendizado. Muitos símbolos da escola nos lembram de seu propósito educacional, e isso nos ajuda a lembrar que estamos ocupando aquele espaço com a intencionalidade de desenvolver o conhecimento.”.

2) Participar em detrimento de assistir

É praticamente consenso entre professores e profissionais da educação que aulas ativas, que colocam o aluno em posição de criar, pensar, debater e desenvolver ideias, são mais dinâmicas e ativas do que aulas expositivas, nas quais o professor explica o conteúdo durante os 50 minutos de aula. Se adotada como única estratégia também no modo remoto,  existe uma grande probabilidade de os estudantes não criarem uma conexão com o que estão fazendo, o que consequentemente pode dispersar o foco.

“Eu investiria em uma forma de educar que possa ser estimulante ao protagonismo dos estudantes, mesmo que dentro do âmbito virtual. Isso já era um desafio para qualquer escola mesmo antes do modelo de aulas online: a dificuldade de pensar uma forma de educar que faça sentido para os estudantes, de maneira que eles possam participar ativamente do processo de aprendizagem. Quando vemos sentido em alguma tarefa, e nos dedicamos a ela também por gosto, é difícil interrompê-la”, afirma Melissa.

Vanessa Zito, professora e psicopedagoga, atualmente dá aula para alunos do ensino fundamental 1 e concorda com Melissa ao afirmar que, seja presencial ou virtualmente, a ideia é pensar em propostas de aula o menos expositivas possível, de forma a engajar, envolver e motivar os estudantes.

“Precisamos fazer uso de estratégias que garantam a participação da maioria, como a construção de mapas mentais sobre o tema da aula, a realização de uma chuva de palavras por aplicativo antes da discussão do dia para acionar o conhecimento prévio e engajar os alunos, a construção de apresentações durante as discussões e leituras compartilhadas. Da mesma forma que tentamos engajá-los no ensino presencial, fazemos a mesma coisa no online, claro que usando outros recursos porque o contato físico, o olhar, a mediação não estão presentes.”

No processo de elaboração de aulas online, docentes também precisam levar em consideração que, em casa e, em muitos casos, sem a mediação de um adulto, que por sua vez precisa trabalhar remotamente, a atenção que seria dedicada às aulas pode ser capturada por um sem fim de possibilidades: brinquedos, videogames, conversas paralelas com os amigos na internet ou simplesmente não ouvir o que o professor está falando do outro lado da tela. Para evitar que isso aconteça, Melissa reforça a importância de não esperar que alunos não se distraiam eventualmente com o celular, considerando que ele faz parte dessa nova geração. Além disso, tem papel fundamental a elaboração de aulas que cativem, engajem e possibilitem que as crianças atuem como protagonistas do debate.

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Fonte: https://porvir.org/especialistas-dao-dicas-sobre-como-lidar-com-falta-de-atencao-dos-alunos-durante-aulas-online/

3 dicas para os alunos fazerem atividades complementares na pandemia

Confira estas 3 dicas de plataformas e canais que trazem conteúdos e atividades complementares para seus alunos, durante a quarentena.

1) SAS Educação

Com conteúdos voltados para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, o canal do SAS Educação tem aulas ao vivo, todos os dias, em parceria com diversos professores.

As aulas também ficam disponíveis na plataforma de ensino da empresa, que já conta com mais de 860 escolas e 100 mil alunos, o que pode aumentar devido à liberação dos conteúdos aos mais de 20 milhões de estudantes do Brasil que cursam os anos finais do Fundamental e o Ensino Médio.

2) Escola Mais

A Escola Mais é uma empresa de educação focada no currículo do Ensino Fundamental II e atende, principalmente, alunos e famílias de baixa renda.

Nesse período de quarentena, liberou acesso gratuito a sua plataforma educacional para toda a rede pública de ensino. Veja o que a ferramenta oferece:

  • Currículo 100% alinhado à BNCC;
  • Mais de 600 videoaulas gravadas;
  • Aulas ao vivo, pela internet, seguindo a grade escolar de 4h20/dia;
  • Métricas de aprendizagem e roteiros de estudos com exercícios;
  • Mais de 1.000 atividades e exercícios;
  • Acompanhamento do desempenho e produção dos alunos;
  • Disponível pelo computador e pelo celular (aplicativo para Android ou IOS).

3) Escola Games

Jogos educativos são excelentes atividades complementares para que os alunos aprendam brincando. No site da Escola Games você encontra jogos e livros para crianças a partir de 5 anos. Todos desenvolvidos com acompanhamento pedagógico.

São mais de 90 atividades relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Inglês e Meio Ambiente.

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Fonte: https://blog.portabilis.com.br/5-plataformas-com-atividades-complementares-para-os-alunos-fazerem-na-quarentena/

Professora estimulou os alunos a colocar a mão na massa

Vera Ligia de Campos Henrique é professora de ensino fundamental no Colégio Genius, em Campinas/SP e propôs a utilização de plataforma digital para trabalhar conteúdos de ciências com turmas do primeiro ao quinto ano.

Vera já tem mais de 20 anos de “casa”, com grande experiência em livros didáticos e apostilas, então trabalhar com uma plataforma digital, foi um novo desafio. Mas já nas primeiras aulas, a professora percebeu que os alunos estavam se envolvendo e participando das atividades.

A plataforma CLOE trabalha com a aprendizagem ativa, colocando o aluno no centro do processo. Por lá, é possível percorrer diferentes expedições que integram projetos, conteúdos e atividades práticas para trabalhar de forma significativa.

“Antes do fechamento das escolas, cada uma das minhas turmas estava participando de uma expedição. No quarto ano, por exemplo, estávamos percorrendo uma trilha que apresentava muitas experiências e estimulava momentos de interação entre os estudantes”, salienta Vera.

Quarto ano

A expedição do quarto ano falava um pouco sobre gastronomia molecular, transformações físicas e energia térmica. Além de trabalhar os conteúdos propostos, foram realizadas muitas atividades em sala de aula que estimulavam a reflexão dos estudantes, como experiência de observação de como a água passa do estado sólido para o estado líquido.

“Quando começou a quarentena, apesar de já estar trabalhando com uma plataforma digital, tive que fazer adaptações das aulas porque elas exigiam muitos momentos de interação e trabalho coletivo. Para dar continuidade aos conteúdos, passei a fazer algumas experiências na minha casa e também pedi para que os estudantes tentassem reproduzir com as suas famílias”, afirma Vera.

Resultados das experiências

Durante as últimas semanas, puderam observar o que acontecia com o mingau armazenado em potinhos, fizeram chá e até “geladinho” de vários sabores. “Compartilhamos receitas e tivemos um tempo para descrever como cada um fez na sua casa. Essa parte prática foi muito divertida, e os estudantes se engajaram muito”, completa a professora.

Segundo Vera, faltam três aulas para concluir essa expedição, mas ela já percebe que os estudantes estão envolvidos com o conteúdo. As experiências chamaram muito a atenção da turma, que consegue lembrar de diferentes atividades e conteúdos que foram trabalhados.

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Fonte: https://porvir.org/longe-do-laboratorio-turma-de-fundamental-1-pratica-ciencias-na-cozinha/

Um jeito diferente de aprender a língua portugesa

Neste ano os alunos dos 6ºs anos A e B do Ensino Fundamental da IENH – Unidade Pindorama e dos 7ºs anos B e C do Ensino Fundamental da IENH – Unidade Fundação Evangélica, em Novo Hamburgo, vão experimentar uma forma diferente de vivenciar as aulas de Língua Portuguesa e as atividades de casa. Através de uma proposta de trabalho elaborada pela Professora Caroline Müller, que utiliza a plataforma Moodle como meio de aprendizagem, os estudantes serão convidados a participarem de uma experiência de ensino híbrido para dinamizar as atividades desenvolvidas em aula, a aprendizagem de conteúdos novos e a realização das tarefas de casa.

De acordo com a Professora Carolina, a proposta visa promover atividades diferenciadas para que os alunos motivem-se para os estudos de gramática e para a realização das tarefas de casa, ampliar o tempo em sala de aula para o trabalho com leitura e escrita enfatizando aspectos gramaticais através de seu uso em diferentes gêneros textuais. Além disso, a nova forma de abordagem da Língua Portuguesa irá possibilitar aos alunos que sejam agentes de sua aprendizagem e ainda irá reduzir a quantidade de folhas que são entregues aos alunos.

Para entender melhor como a proposta funcionará, a Professora esquematizou como serão as etapas do processo de aprendizagem.

“Foi criada uma comunidade no ambiente Moodle que será organizada em semanas, sendo estas abertas pela Professora no decorrer do semestre.

As atividades postadas na comunidade corresponderão aos temas de casa, sendo que os alunos poderão resolvê-los conforme seu tempo e disponibilidade. A cada tarefa prevista e cumprida os alunos receberão pontuações e medalhas.

Como as tarefas serão atividades do Moodle, há a possibilidade de feedback imediato para a resposta dada pelo aluno, mostrando-lhe um caminho para compreender melhor ou rever sua resposta. Cabe destacar que sempre terão o apoio presencial da Professora para entendimento do conteúdo. Além disso, os alunos poderão tirar suas dúvidas através dos fóruns ou por e-mail com a Professora.

Os conteúdos gramaticais serão postados no ambiente com textos e vídeos e os alunos serão incentivados a olharem este material com antecedência. Aqueles que se sentirem à vontade poderão preparar uma explicação sobre o conteúdo para os colegas em uma aula marcada. A explicação será dada pelos alunos com auxílio da Professora. Os alunos que tiverem esta participação explicando os conteúdos aos colegas também receberão uma medalha no ambiente. Esta participação ocorrerá por inscrição e cada aluno poderá participar uma única vez.

Neste formato as aulas presenciais de Língua Portuguesa terão ênfase nas atividades de leitura e escrita, ampliando as discussões gramaticais através do uso.

No final do ano os alunos com maior número de medalhas receberão um prêmio surpresa.”

Ao final de cada mês, a proposta será avaliada junto aos alunos para saber se estão gostando e conseguindo acompanhar o conteúdo.

Legal a iniciativa da escola, não é mesmo? Você também usa recursos tecnológicos em sala de aula? Então mande através do nosso formulário a sua história que ela pode aparecer aqui!