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Uma plataforma à distância que ensina empreendedorismo

O desejo ter seu próprio negócio é realidade de 8 em cada 10 adultos brasileiros, segundo o estudo Amway Global Entrepreneurship Report, realizado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Porém,  nem todas as pequenas e médias empresas sobrevivem: 25% delas fecham suas portas com apenas dois anos de atividade. Para mudar esse cenário, o empreendedor Alexandre Henrique desenvolveu a plataforma de educação à distância “Eu Empreendo”, que leva conteúdos de empreendedorismo, inovação, marketing e finanças para alunos de ensino médio de todo o país.

O “Eu Empreendo” foi lançado em 2012, em escolas públicas de Bandeirantes, no interior do Paraná. Após, chegou a instituições de Campo Grande (MS), mas ainda precisava encontrar um caminho para atingir estudantes de todo o país. “As escolas começaram a nos procurar, e transformamos todo esse conteúdo em um ambiente de EAD (educação a distância)”, segundo Alexandre. Na plataforma os estudantes podem aprender  empreendedorismo, plano de negócios, marketing, recursos humanos e finanças, além de desenvolver competências voltadas para inovação, protagonismo e proatividade. “Não são apenas habilidades para construir um negócio tradicional. Mesmo se eles forem médicos, advogados ou engenheiros, podem usar isso para serem profissionais inovadores que buscam soluções para resolver problemas da comunidade”, destaca Alexandre.

Diferente de um ambiente de educação à distância tradicional, a plataforma reúne aulas com YouTubers, animações e encenações de telejornais. O grande destaque é um jogo virtual em que os alunos competem para ver quem consegue gerenciar melhor a sua empresa virtual. “Acreditamos que é muito melhor desenvolver algumas competências por meio de uma simulação do que uma narrativa. A narrativa vai até certo ponto, mas chega um momento em que o aluno precisa colocar a mão na massa”, diz.

Saiba mais sobre a plataforma, clicando aqui.

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Fonte: http://porvir.org/plataforma-ensina-conteudos-de-empreendedorismo-para-alunos-do-ensino-medio/

Empreendedorismo na sala de aula

O desejo ter seu próprio negócio é realidade de 8 em cada 10 adultos brasileiros, segundo o estudo Amway Global Entrepreneurship Report, realizado em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Porém, nem todas as pequenas e médias empresas sobrevivem: 25% delas fecham suas portas com apenas dois anos de atividade. Para mudar esse cenário, o empreendedor Alexandre Henrique desenvolveu a plataforma de educação à distância “Eu Empreendo”, que leva conteúdos de empreendedorismo, inovação, marketing e finanças para alunos de ensino médio de todo o país.

O “Eu Empreendo” foi lançado em 2012, em escolas públicas de Bandeirantes, no interior do Paraná. Após, chegou a instituições de Campo Grande (MS), mas ainda precisava encontrar um caminho para atingir estudantes de todo o país. “As escolas começaram a nos procurar, e transformamos todo esse conteúdo em um ambiente de EAD (educação a distância)”, segundo Alexandre. Na plataforma os estudantes podem aprender empreendedorismo, plano de negócios, marketing, recursos humanos e finanças, além de desenvolver competências voltadas para inovação, protagonismo e proatividade. “Não são apenas habilidades para construir um negócio tradicional. Mesmo se eles forem médicos, advogados ou engenheiros, podem usar isso para serem profissionais inovadores que buscam soluções para resolver problemas da comunidade”, destaca Alexandre.

Diferente de um ambiente de educação à distância tradicional, a plataforma reúne aulas com YouTubers, animações e encenações de telejornais. O grande destaque é um jogo virtual em que os alunos competem para ver quem consegue gerenciar melhor a sua empresa virtual. “Acreditamos que é muito melhor desenvolver algumas competências por meio de uma simulação do que uma narrativa. A narrativa vai até certo ponto, mas chega um momento em que o aluno precisa colocar a mão na massa”, diz.

Saiba mais sobre a plataforma, aqui.

Fonte:
http://porvir.org/plataforma-ensina-conteudos-de-empreendedorismo-para-alunos-do-ensino-medio/

Empreendedorismo em feira escolar

A Escola Base Rural Margarida Alves, de Olinda/PE promoveu a segunda edição da Feira do Pequeno Empreendedor, no dia 24/11.

Com o comércio de roupas, alimentos e outros produtos, a ideia do projeto é abordar a cultura empreendedora que é desenvolvida na escola, dando a alunos de 4 a 11 anos a oportunidade de conhecer a importância do trabalho em equipe e o envolvimento da família na vida escolar. Todo o dinheiro arrecadado será revertido para uma festa de fim de ano dos estudantes.

A feira possibilita que os alunos apresentem os domínios e vivência que tiveram com os conceitos do mundo dos negócios. Além disso, permite que eles experienciem o empreendedorismo como parte fundamental da postura de cada um perante a vida.

Para o secretário de Educação da cidade, Paulo Roberto Souza Silva, empreendedor é um agente de mudanças e inovações, que busca oportunidades e transforma conhecimento em riqueza material ou espiritual. Os instrumentos específicos do espírito empreendedor são a inovação, a busca organizada por mudanças, e as oportunidades que tais transformações podem oferecer.

Créditos da imagem: http://www.olinda.pe.gov.br/destaque/alunos-de-escola-da-area-rural-de-olinda-promovem-feira-do-empreendedor#.WhgkX0qnEdU

Fonte: http://porvir.org/projeto-leva-estudantes-da-rede-publica-para-aprender-em-museus/

Projeto Nave à Vela

O projeto Nave à Vela visa repensar o modelo escolar para o século XXI, através da combinação de conhecimento e utilização de tecnologias para desenvolver soluções criativas para problemas reais.

Para isso, articula elementos de engenharia, design e empreendedorismo no currículo escolar, implementando espaços e dinâmicas makers em escolas. As ferramentas utilizadas pelo projeto incluem componentes de eletrônica, impressora 3D e outras máquinas. E o primeiro projeto do Nave foi desenvolvido sob encomenda para alunos de ensino médio do colégio Porto Seguro, de São Paulo.
Da vivência dessa atividade, e com uma cooperativa de recicláveis, surgiram soluções como um carrinho que facilita o transporte de papelão, uma esteira para separar vídeo e um protótipo que derrete latinha de alumínio e transforma-as em barras. A empresa foi configurada com base nisso: educação para transformar.

Um dos idealizadores do projeto, Lucas Torres, conta que os conteúdos e dinâmicas do negócio buscam formar adultos com as seguintes características: maker (se divertir explorando tecnologias e criações e buscar entender como funciona o mundo), designer (lidar com sistemas complexos e propor soluções para ajudar as pessoas) e empreendedora (testar rapidamente ideias para corrigir os erros e aprender a melhor forma de realizá-las).

Créditos da Imagem: http://projetodraft.com/

Fonte: http://projetodraft.com/o-nave-a-vela-quer-transformar-a-educacao-e-para-isso-implanta-oficinas-maker-nas-escolas/

Jovem cria aplicativo para ajudar na compra do material escolar

Os pais ficam de cabelo em pé quando precisam comprar a lista do material escolar dos seus filhos. Vendo o desespero da mãe ano após ano, o jovem David Braga, de apenas 14 anos, colocou sua criatividade para funcionar e inventou uma maneira simples e inovadora de fazer as compras.

O adolescente criou um aplicativo (List-It) que agiliza a compra de material escolar sem precisar ir à livraria. Basta preencher os campos com o nome do colégio e a série do aluno que todos os itens aparecem assinalados.

“É muito simples: é uma lógica invertida de e-commerce (comércio eletrônico), onde as pessoas entram lá e vai estar tudo selecionado. Por isso, a lógica invertida. Então o que ela já tem, apenas ‘desseleciona'”, diz o empreendedor David Braga.

A compra do material leva menos de cinco minutos. A startup tem quase três mil clientes cadastrados só em Alagoas.

O lucro do empreendimento criado por David é revertido no seu futuro. O dinheiro é guardado em uma poupança para que ele possa aplicar na ampliação do próprio negócio e também no futuro do jovem.

As ideias simples podem fazer muita diferença no mundo em que vivemos. Por isso, sempre incentive seus alunos a colocarem em prática suas ideias inovadoras. Elas podem gerar lucros e até serem tocadas como um emprego de verdade. Mas independente disso, desenvolver a criatividade, o lado inovador e empreendedor da criança é o que mais conta nessas horas.

Fonte: www.globo.com