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Esta professora encontrou uma forma mais divertida de começar o dia

Na Lone Tree Elementary, escola de educação infantil do estado de Iowa, nos Estados Unidos, todos os dias uma criança recebe os colegas de maneira muito animada. A turma faz a fila e escolhe no cartaz a saudação: abraço, aperto de mão ou “toca aqui”.

A atividade foi organizada pela professora Kali Lovgren que buscava uma maneira de incentivar a boa convivência entre os alunos. “As crianças da educação infantil adoram cumprimentar seus amigos pela manhã e ficam ansiosas para a chegada desse momento”, disse ela.

“Eu também queria que eles tivessem escolha, porque os alunos sempre gostam mais quando podem fazer isso”. A atividade acontece todas as manhãs e semanalmente um novo aluno é escolhido para receber os demais.

Veja um pouco mais: https://youtu.be/Pum938T14Hs

Fonte: http://porvir.org/abraco-aperto-de-mao-ou-toca-aqui-um-jeito-divertido-de-comecar-o-dia/

A leitura que supera desafios

O desemprego não tirou do professor Luiz Carlos a vontade e a paixão de ensinar. A calçada de uma rua sem pavimentação é o local escolhido por Luiz para ensinar literatura a crianças de um dos mais carentes bairros da capital de Sergipe.
A “sala de aula” não tem cadeiras, mas as crianças acomodam-se no chão e vencem o que poderia ser a primeira barreira para se aproximarem dos livros. As aulas acontecem uma vez por semana e com elas, os pequenos podem desvendar o conteúdo literário que o professor traz em uma sacola. Quando não está sendo utilizado, o material de apoio fica exposto em um varal, à espera do próximo interessado.

O mês de novembro de 2017 foi o início do trabalho voluntário, após Luiz participar de um workshop literário. Desde o início do projeto, 12 crianças já participaram das atividades enquanto seus pais estão trabalhando. Luiz diz que a “educação é o meio de transformação sócio- cultural para a vida de cada uma dessas crianças levando respeito, dignidade, conhecimento e independência financeira”.

A escritora e coordenadora do Projeto Lê Campo/SE, Jeane Caldas, conheceu o trabalho do professor, e se apaixonou pela causa. “Ele sempre fez este trabalho, mas agora as ações de leitura foram intensificadas, porque conseguimos que fizesse parte do projeto Rede Ler e Compartilhar e Eu Leio, que fazem parte do programa nacional de incentivo à leitura. O programa disponibiliza sacolas circulantes com 30 livros e oferece formação continuada para os professores e mediadores de leitura, mas não paga nada por esse trabalho. Entrei na parceria por meio da Secretaria de Estado de Educação”, conta.

Você também participa de um projeto voluntário que leva mais educação a crianças carentes? Conte pra gente!

Fonte: https://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/professor-desempregado-leva-literatura-a-criancas-carentes-de-aracaju.ghtml

Ser igual a todos é que é estranho

A pequena Sophia Spencer sofria preconceito por parte de seus colegas. O motivo? Sua paixão por estudar insetos. Porém, seu gosto pelo assunto acabou virando pesquisa científica. E o melhor: ela é coautora.

Canadense, Sophia sonha em ser entomologista, nome dado aos biólogos que estudam os insetos em seus vários aspectos. Apesar da pequena sofrer bullying por isso, Nicole, sua mãe, não desistiu de incentivá-la e decidiu pedir ajuda: mandou uma carta para a Sociedade de Etimologistas do Canadá.
A mensagem dizia: ”Se alguém pudesse talvez conversar com ela mesmo por cinco minutos, ou alguém que não se importaria em trocar cartas com ela, eu agradeceria muito. Quero que ela ouça de um especialista que ela não é esquisita ou estranha (como as crianças a chamam) por amar insetos e bichos.”

Para ajudar Sophia, os etimologistas usaram seus perfis no Twitter para pedir o e-mail de outros pesquisadores interessados em apoiar a menina. A ideia viralizou com a hashtag #BugsR4Girls (“insetos são para meninas”, em tradução livre). A ajuda, veio: Morgan Jackson (cientista da Escola de Ciências Ambientais da Universidade de Guelph, em Ontario) a ajudou a publicar na revista Anais da Sociedade Entomológica da América o artigo “Se engajando por uma boa causa: a história de Sophia e por que #BugsR4Girls”.

O artigo não é especificamente sobre insetos, mas sobre a utilização das redes sociais para divulgação científica.

Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/apos-sofrer-bullying-na-escola-por-querer-estudar-insetos-garota-de-oito-anos-vira-co-autora-de-artigo-academico.ghtml