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Robótica no meio do Amazonas

Conhecido por sua natureza, através das diversidades de fauna e flora, o estado do Amazonas agora também busca ser reconhecido pela criação de tecnologia.

Com a ideia de permitir que o aluno aprenda a criar tecnologia, a Manaós Tech for Kids é uma escola de robótica e programação para crianças inaugurada no HUB Tecnologia e inovação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Ela é uma escola para alunos de 6 a 16 anos, com uma divertida divisão das turmas: as crianças de 6 a 11 anos são chamadas de Padawns – aprendiz de Jedi. Já a turma para estudantes de 12 a 16 anos é a Jedi, em clara referência a “Star Wars”.

Segundo um dos fundadores da escola, Glauco Aguiar, a ideia é que a crianças se expressem por meio da tecnologia, criando e não só consumindo ela. A escola utiliza uma metodologia a qual já falamos aqui no Conexão Xalingo: a chamada “sala de aula invertida”. Através dela, o professor não é detentor do conhecimento, mas sim o direcionador, auxiliando os alunos a encontrar as ferramentas para resolução de problemas.

Mais informações sobre a escola, podem ser encontradas aqui.

Fontes:
http://www.acritica.com/channels/manaus/news/manaos-tech-inaugura-escola-de-robotica-e-programacao-para-criancas

O crescimento da gamificação

A gamificação tem crescido cada vez mais no Brasil e, agora, começa a ter apoio até mesmo de universidade norte-americana.

A coleção “Ludicidade, Jogos Digitais e Gamificação na Aprendizagem: Estratégias para Transformar as Escolas no Brasil” é organizada pelo Centro Lemann de Empreendedorismo e Inovação Educacional da Universidade de Stanford (dos EUA), com colaboração da Universidade Federal de Pernambuco e outras empresas. Para construí-la, estão sendo convidados educadores, pesquisadores, empreendedores e estudantes. Nesta coleção terá um livro e um canal no Youtube, que objetiva a promoção de debates sobre incentivos a inovação em sala de aula, através de jogos digitais e gamificação.

No livro, será possível visualizar estudos sobre atividades lúdicas na educação, com artigos científicos e técnicos. Já o canal no Youtube terá narrativas de professores e de estudantes, sobre eventos de interação entre jogos e aprendizagem.

Saiba mais sobre o projeto, aqui.

Fonte: http://porvir.org/livro-canal-de-video-reunem-estudos-praticas-de-jogos-na-educacao/

Guia com orientações sobre uso responsável da internet

Cada vez mais crianças e adolescentes estão conectados à internet. E isso é uma faca de dois gumes: ao mesmo tempo que possuem mais informações à disposição, é necessário um cuidado redobrado com sua segurança. Pensando nisso o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) desenvolveu guias com orientações educativas para pais, educadores e alunos.

No guia “#Internet com Responsa”, por exemplo, os pais e educadores têm acesso a orientações de como lidar com assuntos como discursos de ódio, cyberbullying e sexting. Outra publicação é a “#Fik Dik”, que traz à tona esses temas, na linguagem de crianças e adolescentes.

Exemplos reais, como a de um estudante que foi condenado a pagar indenização a um professor, devido a boatos espalhados em uma rede social, ajudam a conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância de ter cuidados na rede e estão presentes nos conteúdos.

Os guias podem ser baixados aqui.

Fontes:
http://porvir.org/como-garantir-seguranca-de-criancas-adolescentes-na-rede/

A leitura transforma

Lidar com sentimentos negativos, já é difícil para um adulto. Para uma criança, então, pode se tornar um processo ainda mais dolorido. Para auxiliar os pequenos nestes momentos, a professora Izabel Soares de Souza utilizou da literatura como apoio para as situações difíceis que seus alunos enfrentavam, como a perda dos pais, por exemplo.

Izabel fez a leitura do livro “Tenho Monstros na Barriga” com as crianças. Ele apresenta monstrinhos para abordar os sentimentos e ainda um questionário que os pequenos podem responder. Por diversas semanas, a professora contava a história de dois monstrinhos e também realizava uma aula prática. Em uma das aulas, os estudantes tiveram a oportunidade de escrever o que os deixava com raiva, em um cartaz. Finalizada esta atividade, ela levou os alunos para o ginásio da escola. Lá eles receberam uma bola, que tinham que jogar nos sentimentos que os incomodavam. O resultado foi que puderam colocar para fora o que o estavam sentindo, inclusive alguns se emocionando com o momento.

Além disso, Izabel utilizou o livro como resolução de questões disciplinares. Em uma das atividades, onde foi abordado o bullying, as crianças tiveram de contar o que as deixava tristes. E ela acabou descobrindo que a maioria dos alunos tinha problemas a resolver.

O resultado do projeto foi que as crianças começaram a se respeitar mais, percebendo que os colegas também passam por algum problema na vida. O amadurecimento e empatia ficaram evidentes neste momento, para Izabel.

Créditos da foto: Izabel Soares de Souza/Arquivo Pessoal

Fontes:
http://porvir.org/professora-usa-monstrinhos-para-falar-sobre-emocoes-criancas/

Dicas de como aproximar as famílias à escola através da tecnologia

Muitas são as possibilidades que a tecnologia traz na melhoria do ensino, e ela também pode ser muito eficaz na aproximação das famílias junto à escola.

Entre as dicas está o famoso Whatsapp. Nele, por exemplo, o professor pode criar um grupo para a turma e adicionar responsáveis. Assim, todos podem interagir entre si. Outra opção é a lista de transmissão que, diferentemente do grupo, o professor dispara uma mensagem para todos os contatos, mas eles não ficam sabendo a quem mais foi enviado o conteúdo.

Existe, também, o Remind. Sua proposta é estimular a aproximação dos pais na vida escolar dos filhos. Neste aplicativo é possível enviar lembretes, fotos, documentos, PDF’s, entre outros. Está disponível para sistemas operacionais Android e iOS. Saiba mais em: https://www.remind.com

Outra dica é o ClassApp. Ele é um ótimo organizador e, além de simples recados, é possível enviar enquetes, relatórios, agenda de reuniões, eventos e até mesmo autorizações, com assinaturas digitais. Conheça-o em: https://www.classapp.com.br

 

Fonte: Nova Escola

Vista a camiseta da poesia

Abordar a poesia de um jeito diferente. Esse foi o objetivo das professora Mara Mansani e Marlene Andrade com o projeto “Poemisetas – Escrevendo e Vestindo Nossos Versos”.

Elas buscaram poemas de famosos escritores do país, como Cecília Meirelles, Vinicius de Moraes e Cora Coralina. Após, solicitaram aos alunos a leitura de materiais escritos por estes poetas e, a partir disso, a tarefa das crianças foi escrever seus próprios poemas. O produto final disto, foi um livro com as produções dos estudantes, além de uma camiseta que continha trechos dos poemas escritos por eles.

Para iniciar o processo, os alunos estudaram a biografia de vários poetas e também declamaram alguns poemas. Além disso, foram realizadas rodas de leitura, para que as turmas participantes conhecessem melhor cada um desses escritores, e também suas obras.

Após, foram iniciadas as oficinas de escrita coletiva. Nelas, os alunos escreviam em duplas e até mesmo com a classe toda. Na etapa posterior, se iniciou a escrita individual, onde foram propostos alguns temas e as crianças puderam escrever de forma livre, cada um com seu estilo.

Ainda teve a etapa da criação do livro e, então, o desenvolvimento das camisetas. Cada aluno recebeu uma camiseta personalizada, com versos diferentes nas costas. Assim, da forma que as crianças se posicionaram lado a lado, o poema era recriado.

O final foi um belo sarau poético, com o local decorado de poemas, varal com as camisetas e outros adereços que deram o tom final ao momento.

 

Créditos da foto: Mara Mansani

 

Fontes: Nova Escola

Yoga em sala de aula

O yoga tem inúmeros benefícios para a saúde física e mental do ser humano. Então, porque não adotá-lo em ambiente escolar, como forma de trazer melhorias à vida das crianças? Foi nisso que pensaram o professor João Soares e a pedagoga Rosa Muniz, que juntos criaram o projeto “Yoga com Histórias“.

A ideia do projeto é associar narrativas lúdicas aos movimentos de yoga, pois na visão do professor, a aula tradicional de yoga não funcionaria para crianças. Através das histórias, é possível entrar em contato com o inconsciente infantil, abordando suas emoções. A utilização de personagens auxilia na projeção desses sentimentos, facilitando o aprimoramento das técnicas.

O yoga, além de beneficiar na capacidade de lidar com os sentimentos, também muda a percepção de utilização do corpo. Através da atividade, as crianças melhoram a sua respiração e oxigenação cerebral, refletindo em uma maior concentração em aula.

Para João, o yoga deveria fazer parte do ambiente escolar, proporcionando momentos para as crianças relaxarem e assimilarem melhor as matérias passadas em aula.

 

 

Fontes: Porvir 

Emocionar é um ato educativo

Neurocientistas em todo o mundo têm sido unânimes ao falar sobre a educação: aulas expositivas estão com os dias contados. Assistir televisão ou uma aula tradicional, segundo eles, não possuem diferença: ambas atividades vão registrar uma atividade neural muito baixa.

Conforme Alexandre Rezende, que é doutor em morfofisiologia do sistema nervoso pela Unicamp, a neurociência é forte aliada nas mudanças estratégicas da educação. Ele deu um exemplo disso: um educador que sabe que a melatonina (hormônio do sono) tem seus níveis aumentados em ambiente escuro, não vai apresentar slides em uma sala com luzes desligadas.

Também segundo Alexandre, a neurociência tem descoberto que a emoção está ligada a uma maior capacidade de o cérebro gravar informações. Por isso a importância de metodologias de ensino que visem emocionar.

Fonte: http://porvir.org/neurociencia-coloca-em-xeque-aula-tradicional/

Curti e compartilhei sua rotina escolar

À primeira impressão, pode vir aquela ideia: Facebook e estudos não combinam. E motivos para isso não faltam. Porém Indiara Veçozzi, professora da rede estadual do Rio Grande do Sul, mostrou que é possível ter vantagens educativas na rede social.

Ela criou uma página no Facebook, onde posta os trabalhos realizados pelos alunos, recados para as famílias e mostra todas as atividades que são realizadas em sala de aula. Ela enxergou que desta forma, com um simples celular em mãos, as famílias conseguem acompanhar melhor seus filhos e a rotina escolar.

Indiara tem percebido que esta medida que adotou, trouxe maior envolvimento dos pais com a educação dos filhos. As famílias têm auxiliado mais na alfabetização e participado das atividades propostas. E, aliado a isso, as crianças estão mais empenhadas nas aulas, chegando a pedir o registro de muitas coisas que estão fazendo.

Fontes:
http://porvir.org/professora-usa-facebook-para-familias-acompanharem-rotina-escolar-das-criancas/

 

Todos podem cooperar

A proatividade é uma competência cada vez mais valorizada no mundo corporativo, principalmente no atual momento da nossa história. Entendendo a importância de passar esse valor às crianças desde cedo, a professora Vanessa Araújo resolveu criar cargos aos alunos em sala de aula. Mas claro: a prioridade deles é ser estudante.

Diante de situações em que os alunos eram muito dependentes de terceiros, como por exemplo, limpar a sujeira de um lápis apontado, Vanessa desenvolveu algumas estratégias que envolvessem todos os alunos na limpeza do local. Ela criou uma lista de atividades para os alunos realizarem e, juntos, determinaram o que necessitava de mais cuidado, como limpeza e organização.

Vanessa apresentou todas as tarefas em uma tabela e assim cada aluno pode escolher qual seria função. Eles nomearam as atividades como empregos. O processo para manutenção do “emprego” foi claro: para continuar empregado, o aluno deveria ter um bom desempenho acadêmico, além de se comportar corretamente. Caso não seguisse isso, perderia o cargo.

Segundo a professora, a estratégia teve êxito total. Os alunos compreenderam que os responsáveis pela limpeza do colégio eram contratados para serviços mais pesados e que, limpezas mais básicas, poderiam ser resolvidas por eles próprios. Outro ponto observado por ela, foi o amadurecimento das crianças, já que sentiam-se orgulhosa em cooperar.

Fontes:
http://porvir.org/professora-transforma-sala-de-aula-em-empresa-cria-cargos-para-os-alunos/