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Esta professora utilizou memes para falar sobre história da arte

Sabrine Schoenell Evangelista é professora de artes e contou com a ajuda dos memes para se adaptar às aulas remotas.

Com todas as mudanças que ocorreram na educação, devido à pandemia, como aulas remotas e online, a professora Sabrine precisou se reinventar. E a inspiração veio de onde as crianças e adolescentes estão mais inseridos: as redes sociais. Inspirada no perfil “artesdepressão”, que utiliza imagens de obras de arte para fazer memes, ela utilizou um meme sobre arte barroca para fazer introdução do  conteúdo de aula para seus alunos de 1º ano do ensino médio.

A estratégia deu certo. A professora notou que os alunos tiveram grande interesse no assunto que foi abordado, depois de utilizar o meme, e então lançou um desafio para os estudantes criarem memes de acordo com imagens de obras de arte. Depois de estudar os conceitos, as obras e artistas do Renascimento e também do Barroco Europeu, os jovens foram pesquisar imagens de obras dos períodos mencionados e que pudessem gerar a criação de memes.

Os temas centrais foram a pandemia e a escola online. Assim, o objetivo focou mais nas questões socioemocionais dos alunos, possibilitando que, através da atividade também pudessem demonstrar o que estão sentindo nesse momento do mundo.

O resultado surpreendeu a professora. “Como todos sabem, não está sendo tarefa fácil conseguir alcançar a todos os alunos. Mas, para minha surpresa, esta atividade teve uma grande envolvimento. Até mesmo alunos que não haviam assistido a aula, começaram a enviar a tarefa”, salienta Sabrine.

E ela também percebeu que o formato que mais deu engajamento foi através dos stories no Instagram, gerando um grande alcance e número de comentários. “Após a realização desta atividade, os alunos passaram a estar mais presentes e participativos na aula e eu, passei a cada vez mais buscar soluções para as aulas de arte neste contexto online, finaliza.

Que achou da ideia, professor(a)? Comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 2)

Confira mais opiniões e dicas sobre a utilização do Google Classroom durante o período de pandemia!

Criando uma turma no Google Classroom

Para criar uma sala de aula no Classroom, basta fazer login no seu Gmail e selecionar o ícone dos vários pontinhos no canto superior direito, e escolher a opção Google Sala de Aula (um ícone de lousa). É possível, ainda, entrar diretamente na página do Classroom. Após apertar o botão “continuar”, o processo é bastante intuitivo: o professor cai numa tela em que basta clicar no ícone de “mais” no canto superior direito, e selecionar a opção “Criar turma”.

Criada a turma, a visão inicial do professor inclui o nome da sala, acompanhado de uma imagem de capa (que pode ser alterada nas opções laterais “Selecionar tema” e “Fazer upload da foto”) e do código da turma. Acima dessa imagem, o professor observa quatro abas: Mural (que é a página inicial), Atividades, Pessoas e Notas.

Em relação ao Mural, sua dinâmica é muito parecida com a do Facebook, permitindo aos professores realizarem publicações gerais que podem ser visualizadas e respondidas pelos alunos – no ícone de engrenagem no lado superior direito, o professor tem acesso às configurações e pode editar as funcionalidades do mural.

Para adicionar os alunos ou incluir outros professores à sala, são duas opções: a primeira é clicar na aba “Pessoas” e adicioná-los por meio dos seus endereços de e-mail. A segunda é compartilhar o código da turma, e cada aluno abre o Classroom com sua conta no Gmail e clica no ícone de “mais”, mas ao invés de selecionar “Criar turma”, escolhe a opção “Participar da turma”, digitando ali o código.

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Créditos da imagem de Photo Mix por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 1)

Através da sala virtual do Google você pode passar atividades, fazer correções de tarefas e marcar aulas. Confira como tirar o melhor proveito do Google Classroom!

O Google Classroom é uma excelente ferramenta para se trabalhar as suas aulas à distância nesse momento de pandemia. “O Classroom é como um coração, o professor pode usá-lo para centralizar todo o seu trabalho e depois migrar para outras possibilidades”, diz Renata Capovilla, formadora de professores e capacitadora do Google For Education, plataforma educacional colaborativa da empresa de tecnologia.

Confira a opinião de outros educadores a respeito da ferramenta:

Tutorial pode dar suporte aos alunos

“No primeiro momento, houve uma euforia e um choque para usar o Google Classroom”, comenta a professora Ana Maria Marcondes de Jesus, que atua na rede estadual de São Paulo/SP, dando aulas de Biologia e Prática de Ciências no Ensino Médio.

Os professores e estudantes do seu estado obtiveram uma conta institucional do Google, permitindo o acesso ao amplo pacote de ferramentas voltadas à Educação. Porém, houve um pouco de ‘receio’ dos alunos, em um primeiro momento: “No início, houve muita resistência dos alunos na utilização do e-mail institucional. Notei que muitos não tinham familiaridade com e-mails e ferramentas educacionais. Termos como ‘anexar’ e ‘e-mail institucional’ eram enigmas para eles”, comenta Ana Maria.

Adriana Vitoriano, que também trabalha na rede estadual paulista, como professora de Química para Ensino Médio em São Bernardo do Campo (SP), teve de lidar com um cenário semelhante. “Alguns alunos não sabiam que tinham um Gmail no celular para acessar a PlayStore [loja para aparelhos de aplicativos com sistema operacional Android]”, relembra a professora, “e houve uma resistência ao uso do e-mail fornecido pela Secretaria de Educação, pois não vinha com o nome deles, e sim, com o número identificação no sistema (RA)”. À falta de personalização somaram-se problemas com senha de acesso e até mesmo no uso da plataforma via celular. “A visão no computador é diferente da visão no celular”, enfatiza Adriana.

Dessa forma, as duas professoras – que já tinham experiências prévias com o Classroom – investiram numa espécie de letramento tecnológico, para então começar as suas atividades on-line. “Precisei tirar o pé do acelerador, e ensinar a linguagem tecnológica, então montei apresentações explicando passo a passo, traduzindo cada palavra e cada ferramenta. Além disso, enviei tutoriais, e ainda fiz atendimentos por vídeochamadas e WhatsApp”, detalha Ana Maria. Já a professora Adriana começou os trabalhos com uma vídeoaula via Google Meet. “Ali, expliquei aos alunos como obter os acessos para as atividades, materiais e prazos de entrega, e deixei postado no Classroom de todas as salas [virtuais]”.

Confira mais opiniões na próxima postagem!

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Créditos da imagem: William Iven por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

5 atividades pra trabalhar jogos com alunos da educação infantil até na quarentena

Os jogos são uma oportunidade de trabalhar com a educação infantil, inclusive durante esse período de pandemia. Veja agora algumas dicas do que você pode trabalhar!

Segundo Evandro Tortora, professor-autor de planos de atividades do Time de Autores Nova Escola, os jogos, em um contexto de aprendizagem, nem sempre tem o objetivo de transmitir um conhecimento escolar para os alunos, ou desenvolver habilidades motoras e lógicas.

Para as crianças na faixa etária que vai dos quase dois anos até pouco antes dos quatro, os jogos pedagógicos têm uma função pré-jogo, ou seja: servem para preparar as crianças para os seus próximos desafios de aprendizagem, como compreensão de regras.

“Existe uma diferença entre uma brincadeira e um jogo. O jogo pode ser uma brincadeira, mas o jogo exige regras e combinados para as crianças brincarem”, comenta.

Escolha dos jogos preferidos

Indicado para crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

Oportunize a seus alunos conversarem sobre quais jogos mais gostam. Com uma lista de atividades familiar entre as crianças, faça a divisão da sala em grupos, para que os pequenos interajam brincando com os jogos que eles escolheram e apresentem aos colegas.

Observe, então, quais as brincadeiras que determinado grupo reconhece e o que eles gostam de jogar ou não. Converse com as crianças e tente entender quais emoções estão presentes: irritação, conforto, diversão, etc. Com as aulas remotas, oriente os responsáveis para que eles possam observar a dinâmica das crianças sozinhas em casa, ou para que eles brinquem com os pequenos nas atividades sugeridas.

Contagem e registro a partir de coleções

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

A ideia é fazer uma coleção. Solicite às crianças (ou adulto responsável) separarem diferentes objetos para a atividade. Podem ser tampinhas, garrafas, enfim: embalagens diversas. Mostre os materiais reunidos aos pequenos e veja se reconhecem os objetos. Cada criança poderá separar o objeto que mais gostar, enquanto você observa como são as escolhas dos preferidos e quais critérios utilizam. Por exemplo: os objetos têm características específicas? Para aqueles que já têm idade para reconhecer e reproduzir números no papel, incentive a contagem dos objetos escolhidos em casa.

Resolvendo problemas de contagem das crianças

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Inspirado no trabalho da cozinha da escola, ele pode ser trabalhado com as crianças em casa, onde você grava um vídeo curto e envia aos pais com a seguinte questão: “Quantas pessoas comem na sua casa?”. A ideia é incentivar as crianças a contar quantos pratos são necessários para alimentar todos da família. Eles podem responder dizendo “muito”, “bastante”, mas tente contar com as crianças e familiares, mostrando um quadro ou enviando uma imagem com uma sequência de número de 0 a 100.

Problemas de contagem no jogo de boliche

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Em sala, você pode perguntar às crianças se conhecem o jogo de boliche. É importante para essa atividade que elas saibam como funciona a dinâmica desse jogo. Monte os pinos, prepare as bolas para o jogo e tenha à disposição lápis e cartolina para que as crianças anotem o placar e pontos das jogadas. Você pode indicar esse trabalho como uma tarefa para casa, assim um adulto responsável repetirá a dinâmica do jogo, ou indique um jogo digital de boliche na internet, que possa reproduzir esse ambiente, com a orientação de um adulto. A família pode adaptar o jogo de boliche em casa, com garrafas pet e bolas feitas de meia.

Brincadeiras com os dados coloridos durante a “Corrida dos Cones”

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Para esta atividade, o material necessário inclui folhas de papel, cartolina, cones de papel ou garrafas plásticas. O objetivo é combinar o uso dos dados para avançar em um tabuleiro, que pode ser montado a partir de um molde com alguém da família. Em sala, permita aos pequenos se familiarizar com os dados coloridos. Para reproduzir a atividade em casa, converse com as crianças por áudio ou vídeo, explicando o jogo, e pergunte o que sabem sobre a atividade. Com as informações compartilhadas, as crianças usarão o cone para avançar no tabuleiro, de acordo com as cores após lançar o dado.

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto#_=_

Esta professora dá dicas de como acompanhar a aprendizagem nas aulas remotas

Thalía Di Grassi é professora de Língua e Produção de Texto do Ensino Médio Integrado ao Técnico, no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e explicou como utiliza ferramentas para compreender como os seus alunos estão progredindo. Confira agora!

Com a nova realidade das aulas remotas, a professora precisou adaptar todo os seus materiais para o modelo online. O problema? Ela não tinha trabalhado com aulas à distância até o momento. Em paralelo a isso, ela também começou um curso para seu aprimorar seu conhecimento, mas as aulas que, antes eram presenciais, também se tornaram online.

O curso possibilitou que ela entrasse em contato com ferramentas que ela já conhecia, como o Kahoot e o Mentimeter, além de recursos que nunca havia utilizado, como Flipgrid, Jamboard e Padlet. Isso possilibitou que ela percebesse a importância de tornar o pensamento visível para os alunos e a necessidade de documentação do processo de aprendizagem.

Novas percepções

“A partir da nova realidade de isolamento social, aulas síncronas, atividades assíncronas e o curso de formação continuada, procurei planejar as aulas apresentando os conteúdos de uma maneira mais leve e dinâmica e, sempre que possível, utilizando uma nova ferramenta. Meu objetivo era tornar as aulas mais interativas e, também, acompanhar o engajamento dos estudantes. Com as aulas online, perdemos um pouco a noção de quem realmente está acompanhando a aula ou só deixou o computador ligado”, comenta Thalía.

E uma das propostas desenvolvidas durante o primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. “Uma das propostas desenvolvidas ao longo do primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. Decidi trabalhar com esse tema como uma estratégia de auxiliar os estudantes com a interpretação de diferentes textos. No início dessa sequência de atividades, fiz um levantamento utilizando o Mentimeter. O objetivo desse levantamento era sondar quantos alunos já conheciam o conceito em questão. Essa informação foi apresentada para os alunos e ‘arquivada’”, complementa.

Divisão por grupos

Após conversarem sobre a definição de paráfrase e realizarem diferentes exercícios sobre os assuntos, houve a divisão da turma em grupos. Cada um dos alunos precisou exercer um papel escriba, repórter, controlador do tempo e harmonizador). O objetivo de cada grupo foi produzir um vídeo utilizando a ferramenta Flipgrid. Nesse vídeo, os alunos precisavam fazer uma comparação entre o que já sabiam e o que aprenderam depois das aulas.

Esse exercício de metacognição foi importante para os alunos perceberem o quanto tinham aprendido durante as aulas, ou seja: uma maneira de tornar a aprendizagem visível. A divisão de papéis nos grupos ajudou na organização da preparação da atividade e em uma maior interação entre os estudantes.

A necessidade de produzir o vídeo fez com que os alunos perdessem um pouco a timidez de aparecer na frente da câmera. Como feedback (retorno avaliativo) desse trabalho, cada grupo recebeu um “vídeo resposta” sobre o desempenho do grupo. “Acredito que atividades como essa contribuem com o processo de aprendizado dos estudantes”, acrescenta.

Blogs para manter a comunicação

Além da utilização de novas ferramentas, a professora também criou um blog para as turmas. O objetivo foi estabelecer mais um canal de comunicação com os alunos. Neste espaço, ela disponibilizou materiais, criou desafios e tarefas de casa. As atividades não valiam nota. “Com isso, pude acompanhar também como estava a participação dos estudantes nas minhas aulas. O blog representou também importante documentação no processo de ensino-aprendizagem”, avalia.

O resultado

Ao final do semestre, Thalía  realizou um levantamento para saber quais estratégias e recursos os alunos gostaram mais. Para sua surpresa, os alunos gostaram mais de fazer atividades no Kahoot, mas percebem que aprendem mais com os registros realizados no Jamboard. “Fiquei surpresa com a escolha do Kahoot, pois era algo que grande parte dos alunos já conhecia de outras escolas. A partir dessas informações, pretendo preparar as atividades do próximo semestre e engajar ainda mais os estudantes nas aulas de Língua e Produção de texto”, finaliza a professora.

E você, professor(a): que estratégias e ferramentas têm utilizado para acompanhar o aprendizado de seus alunos durante a pandemia? Comente e compartilhe conosco, e com outros professores, abaixo!

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto

Estas professoras do fundamental 1 estão engajando os alunos à distância

Com passeio pela NASA e construção de foguete, atividade remota é feita com metodologia da sala de aula invertida para trabalhar sistema solar com turma do quarto ano.

Quando começou a quarentena, as professoras Laís Amorim e Mayara Lopes Schmidt precisavam dar a continuidade ao trabalho que estavam desenvolvendo com seus alunos do quarto ano do ensino fundamental da Escola Projeto/Lápis de Cor, em Curitiba (PR).

Para isso, elas trabalharam com o conceito de sala de aula invertida, planejando uma expedição virtual e incentivando a turma a colocar a mão na massa.

“Como prevê a metodologia da sala de aula invertida, as curiosidades, os conteúdos e os slides foram enviados para eles estudarem antes. Quando nos reunimos ao vivo, aproveitamos esse momento para consolidar o que eles aprenderam, debater e fazer experiências. A intenção era instigar os alunos a procurarem informações e utilizarem a ferramenta que tínhamos apresentado de exploração virtual”, afirmam.

Nesta aula, a princípio elas produziram um roteiro para as crianças. Gravaram um vídeo explicativo sobre a atividade e também falaram de algumas curiosidades relacionadas ao conteúdo, tais como quem foi o primeiro homem que pisou na lua ou como os astronautas dormem.

Antes da aula também elaboraram um convite personalizado para despertar o interesse dos alunos. Fizeram os slides e todos os materiais gráficos no site Canva Design, que oferece alguns templates fáceis de personalizar.

“Durante a aula, utilizamos uma ferramenta de videoconferência para fazer um passeio virtual com os alunos no site da NASA, a agência espacial dos Estados Unidos. Nós visitamos um laboratório de propulsão, local onde são construídos os motores dos foguetes, e acompanhamos toda a exploração ao lado dos alunos para deixar a atividade mais lúdica, além de enviar um link para que pudessem depois continuar sozinhos ou com as famílias”, salientam.

Concluída a exploração virtual, lançaram a proposta de construir um foguete de materiais recicláveis com os alunos. Com essa atividade, conseguiram trabalhar formas geométricas, sistema solar, exploração espacial, meios de transportes, inglês, entre outros conteúdos.

No total, a aula teve quarenta minutos de duração. Durante os dez minutos iniciais, fizeram o passeio virtual e em seguida começaram a construção do foguete.

“Como foi a nossa primeira experiência, ainda estávamos nos adaptando. Ficamos com medo de não funcionar a internet na hora, então já elaboramos um plano B caso não fosse possível explorar o laboratório da NASA com os alunos. Já tínhamos separado um material com as instruções e o link para eles acessarem depois em casa”, disseram.

Com a aula, os alunos puderam notar a conexão de conteúdos que estavam estudando com a vida deles. Além de aprender a usar novos recursos digitais, eles também acabaram descobrindo que vários itens que utilizam hoje foram desenvolvidos para viagens espaciais.

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Fonte: https://porvir.org/com-passeio-pela-nasa-e-construcao-de-foguete-professoras-engajam-alunos-do-fundamental-1/

4 aplicativos que podem te ajudar nesse momento de pandemia

Com as medidas de isolamento social e consequente suspensão das aulas, a internet e suas ferramentas podem auxiliar a educação neste momento. E 4 aplicativos podem ser essenciais para a educação à distância. Confira!

1) Google Classroom

O Google Classroom faz parte do programa G Suite for Education, um projeto que disponibiliza aplicativos gratuitos para a educação à distância. Ele funciona como uma espécie de sala de aula EAD e pode ser utilizado pelas instituições de ensino e educadores durante a quarentena, para passar os conteúdos para os alunos.

Na plataforma é permitido disponibilizar atividades e materiais em PDF, além de ser possível dar feedbacks para os estudantes. Os alunos poderão entregar os trabalhos no aplicativo, tirar dúvidas on-line, organizar e consultar a sua agenda de aulas.

2) Zoom Cloud Meetings

Ele é um aplicativo disponível para Android e iOS que possibilita videoconferências, reuniões e aulas ao vivo. Na modalidade gratuita, permite até 25 pessoas em uma chamada por vídeo, por exemplo. Os professores podem passar os conteúdos e tirar as dúvidas dos estudantes. Ele é em inglês.

3) HangoutsMeet

O HangoutsMeet é uma ferramenta que possibilita facilidade no acesso, videochamadas e chamadas de áudio. Importante ressaltar que alguns recursos só estão disponíveis para clientes do G-suit.

4) Skype

Um dos mais conhecidos aplicativos de chamada de vídeo e voz, o Skype é uma ótima alternativa para a educação a distância durante a quarentena. O usuário pode realizar chamadas com vídeo, áudio e chat de forma gratuita.

E você: conhece algum outro aplicativo que pode auxiliar outros professores nesse momento de pandemia? Comente abaixo!

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Fonte: https://portalcorreio.com.br/aplicativos-para-aulas-ead-auxiliam-professores-na-quarentena/