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Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 2)

Confira mais opiniões e dicas sobre a utilização do Google Classroom durante o período de pandemia!

Criando uma turma no Google Classroom

Para criar uma sala de aula no Classroom, basta fazer login no seu Gmail e selecionar o ícone dos vários pontinhos no canto superior direito, e escolher a opção Google Sala de Aula (um ícone de lousa). É possível, ainda, entrar diretamente na página do Classroom. Após apertar o botão “continuar”, o processo é bastante intuitivo: o professor cai numa tela em que basta clicar no ícone de “mais” no canto superior direito, e selecionar a opção “Criar turma”.

Criada a turma, a visão inicial do professor inclui o nome da sala, acompanhado de uma imagem de capa (que pode ser alterada nas opções laterais “Selecionar tema” e “Fazer upload da foto”) e do código da turma. Acima dessa imagem, o professor observa quatro abas: Mural (que é a página inicial), Atividades, Pessoas e Notas.

Em relação ao Mural, sua dinâmica é muito parecida com a do Facebook, permitindo aos professores realizarem publicações gerais que podem ser visualizadas e respondidas pelos alunos – no ícone de engrenagem no lado superior direito, o professor tem acesso às configurações e pode editar as funcionalidades do mural.

Para adicionar os alunos ou incluir outros professores à sala, são duas opções: a primeira é clicar na aba “Pessoas” e adicioná-los por meio dos seus endereços de e-mail. A segunda é compartilhar o código da turma, e cada aluno abre o Classroom com sua conta no Gmail e clica no ícone de “mais”, mas ao invés de selecionar “Criar turma”, escolhe a opção “Participar da turma”, digitando ali o código.

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Créditos da imagem de Photo Mix por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 1)

Através da sala virtual do Google você pode passar atividades, fazer correções de tarefas e marcar aulas. Confira como tirar o melhor proveito do Google Classroom!

O Google Classroom é uma excelente ferramenta para se trabalhar as suas aulas à distância nesse momento de pandemia. “O Classroom é como um coração, o professor pode usá-lo para centralizar todo o seu trabalho e depois migrar para outras possibilidades”, diz Renata Capovilla, formadora de professores e capacitadora do Google For Education, plataforma educacional colaborativa da empresa de tecnologia.

Confira a opinião de outros educadores a respeito da ferramenta:

Tutorial pode dar suporte aos alunos

“No primeiro momento, houve uma euforia e um choque para usar o Google Classroom”, comenta a professora Ana Maria Marcondes de Jesus, que atua na rede estadual de São Paulo/SP, dando aulas de Biologia e Prática de Ciências no Ensino Médio.

Os professores e estudantes do seu estado obtiveram uma conta institucional do Google, permitindo o acesso ao amplo pacote de ferramentas voltadas à Educação. Porém, houve um pouco de ‘receio’ dos alunos, em um primeiro momento: “No início, houve muita resistência dos alunos na utilização do e-mail institucional. Notei que muitos não tinham familiaridade com e-mails e ferramentas educacionais. Termos como ‘anexar’ e ‘e-mail institucional’ eram enigmas para eles”, comenta Ana Maria.

Adriana Vitoriano, que também trabalha na rede estadual paulista, como professora de Química para Ensino Médio em São Bernardo do Campo (SP), teve de lidar com um cenário semelhante. “Alguns alunos não sabiam que tinham um Gmail no celular para acessar a PlayStore [loja para aparelhos de aplicativos com sistema operacional Android]”, relembra a professora, “e houve uma resistência ao uso do e-mail fornecido pela Secretaria de Educação, pois não vinha com o nome deles, e sim, com o número identificação no sistema (RA)”. À falta de personalização somaram-se problemas com senha de acesso e até mesmo no uso da plataforma via celular. “A visão no computador é diferente da visão no celular”, enfatiza Adriana.

Dessa forma, as duas professoras – que já tinham experiências prévias com o Classroom – investiram numa espécie de letramento tecnológico, para então começar as suas atividades on-line. “Precisei tirar o pé do acelerador, e ensinar a linguagem tecnológica, então montei apresentações explicando passo a passo, traduzindo cada palavra e cada ferramenta. Além disso, enviei tutoriais, e ainda fiz atendimentos por vídeochamadas e WhatsApp”, detalha Ana Maria. Já a professora Adriana começou os trabalhos com uma vídeoaula via Google Meet. “Ali, expliquei aos alunos como obter os acessos para as atividades, materiais e prazos de entrega, e deixei postado no Classroom de todas as salas [virtuais]”.

Confira mais opiniões na próxima postagem!

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Créditos da imagem: William Iven por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

5 atividades pra trabalhar jogos com alunos da educação infantil até na quarentena

Os jogos são uma oportunidade de trabalhar com a educação infantil, inclusive durante esse período de pandemia. Veja agora algumas dicas do que você pode trabalhar!

Segundo Evandro Tortora, professor-autor de planos de atividades do Time de Autores Nova Escola, os jogos, em um contexto de aprendizagem, nem sempre tem o objetivo de transmitir um conhecimento escolar para os alunos, ou desenvolver habilidades motoras e lógicas.

Para as crianças na faixa etária que vai dos quase dois anos até pouco antes dos quatro, os jogos pedagógicos têm uma função pré-jogo, ou seja: servem para preparar as crianças para os seus próximos desafios de aprendizagem, como compreensão de regras.

“Existe uma diferença entre uma brincadeira e um jogo. O jogo pode ser uma brincadeira, mas o jogo exige regras e combinados para as crianças brincarem”, comenta.

Escolha dos jogos preferidos

Indicado para crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

Oportunize a seus alunos conversarem sobre quais jogos mais gostam. Com uma lista de atividades familiar entre as crianças, faça a divisão da sala em grupos, para que os pequenos interajam brincando com os jogos que eles escolheram e apresentem aos colegas.

Observe, então, quais as brincadeiras que determinado grupo reconhece e o que eles gostam de jogar ou não. Converse com as crianças e tente entender quais emoções estão presentes: irritação, conforto, diversão, etc. Com as aulas remotas, oriente os responsáveis para que eles possam observar a dinâmica das crianças sozinhas em casa, ou para que eles brinquem com os pequenos nas atividades sugeridas.

Contagem e registro a partir de coleções

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

A ideia é fazer uma coleção. Solicite às crianças (ou adulto responsável) separarem diferentes objetos para a atividade. Podem ser tampinhas, garrafas, enfim: embalagens diversas. Mostre os materiais reunidos aos pequenos e veja se reconhecem os objetos. Cada criança poderá separar o objeto que mais gostar, enquanto você observa como são as escolhas dos preferidos e quais critérios utilizam. Por exemplo: os objetos têm características específicas? Para aqueles que já têm idade para reconhecer e reproduzir números no papel, incentive a contagem dos objetos escolhidos em casa.

Resolvendo problemas de contagem das crianças

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Inspirado no trabalho da cozinha da escola, ele pode ser trabalhado com as crianças em casa, onde você grava um vídeo curto e envia aos pais com a seguinte questão: “Quantas pessoas comem na sua casa?”. A ideia é incentivar as crianças a contar quantos pratos são necessários para alimentar todos da família. Eles podem responder dizendo “muito”, “bastante”, mas tente contar com as crianças e familiares, mostrando um quadro ou enviando uma imagem com uma sequência de número de 0 a 100.

Problemas de contagem no jogo de boliche

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Em sala, você pode perguntar às crianças se conhecem o jogo de boliche. É importante para essa atividade que elas saibam como funciona a dinâmica desse jogo. Monte os pinos, prepare as bolas para o jogo e tenha à disposição lápis e cartolina para que as crianças anotem o placar e pontos das jogadas. Você pode indicar esse trabalho como uma tarefa para casa, assim um adulto responsável repetirá a dinâmica do jogo, ou indique um jogo digital de boliche na internet, que possa reproduzir esse ambiente, com a orientação de um adulto. A família pode adaptar o jogo de boliche em casa, com garrafas pet e bolas feitas de meia.

Brincadeiras com os dados coloridos durante a “Corrida dos Cones”

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Para esta atividade, o material necessário inclui folhas de papel, cartolina, cones de papel ou garrafas plásticas. O objetivo é combinar o uso dos dados para avançar em um tabuleiro, que pode ser montado a partir de um molde com alguém da família. Em sala, permita aos pequenos se familiarizar com os dados coloridos. Para reproduzir a atividade em casa, converse com as crianças por áudio ou vídeo, explicando o jogo, e pergunte o que sabem sobre a atividade. Com as informações compartilhadas, as crianças usarão o cone para avançar no tabuleiro, de acordo com as cores após lançar o dado.

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto#_=_

Esta professora dá dicas de como acompanhar a aprendizagem nas aulas remotas

Thalía Di Grassi é professora de Língua e Produção de Texto do Ensino Médio Integrado ao Técnico, no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e explicou como utiliza ferramentas para compreender como os seus alunos estão progredindo. Confira agora!

Com a nova realidade das aulas remotas, a professora precisou adaptar todo os seus materiais para o modelo online. O problema? Ela não tinha trabalhado com aulas à distância até o momento. Em paralelo a isso, ela também começou um curso para seu aprimorar seu conhecimento, mas as aulas que, antes eram presenciais, também se tornaram online.

O curso possibilitou que ela entrasse em contato com ferramentas que ela já conhecia, como o Kahoot e o Mentimeter, além de recursos que nunca havia utilizado, como Flipgrid, Jamboard e Padlet. Isso possilibitou que ela percebesse a importância de tornar o pensamento visível para os alunos e a necessidade de documentação do processo de aprendizagem.

Novas percepções

“A partir da nova realidade de isolamento social, aulas síncronas, atividades assíncronas e o curso de formação continuada, procurei planejar as aulas apresentando os conteúdos de uma maneira mais leve e dinâmica e, sempre que possível, utilizando uma nova ferramenta. Meu objetivo era tornar as aulas mais interativas e, também, acompanhar o engajamento dos estudantes. Com as aulas online, perdemos um pouco a noção de quem realmente está acompanhando a aula ou só deixou o computador ligado”, comenta Thalía.

E uma das propostas desenvolvidas durante o primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. “Uma das propostas desenvolvidas ao longo do primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. Decidi trabalhar com esse tema como uma estratégia de auxiliar os estudantes com a interpretação de diferentes textos. No início dessa sequência de atividades, fiz um levantamento utilizando o Mentimeter. O objetivo desse levantamento era sondar quantos alunos já conheciam o conceito em questão. Essa informação foi apresentada para os alunos e ‘arquivada’”, complementa.

Divisão por grupos

Após conversarem sobre a definição de paráfrase e realizarem diferentes exercícios sobre os assuntos, houve a divisão da turma em grupos. Cada um dos alunos precisou exercer um papel escriba, repórter, controlador do tempo e harmonizador). O objetivo de cada grupo foi produzir um vídeo utilizando a ferramenta Flipgrid. Nesse vídeo, os alunos precisavam fazer uma comparação entre o que já sabiam e o que aprenderam depois das aulas.

Esse exercício de metacognição foi importante para os alunos perceberem o quanto tinham aprendido durante as aulas, ou seja: uma maneira de tornar a aprendizagem visível. A divisão de papéis nos grupos ajudou na organização da preparação da atividade e em uma maior interação entre os estudantes.

A necessidade de produzir o vídeo fez com que os alunos perdessem um pouco a timidez de aparecer na frente da câmera. Como feedback (retorno avaliativo) desse trabalho, cada grupo recebeu um “vídeo resposta” sobre o desempenho do grupo. “Acredito que atividades como essa contribuem com o processo de aprendizado dos estudantes”, acrescenta.

Blogs para manter a comunicação

Além da utilização de novas ferramentas, a professora também criou um blog para as turmas. O objetivo foi estabelecer mais um canal de comunicação com os alunos. Neste espaço, ela disponibilizou materiais, criou desafios e tarefas de casa. As atividades não valiam nota. “Com isso, pude acompanhar também como estava a participação dos estudantes nas minhas aulas. O blog representou também importante documentação no processo de ensino-aprendizagem”, avalia.

O resultado

Ao final do semestre, Thalía  realizou um levantamento para saber quais estratégias e recursos os alunos gostaram mais. Para sua surpresa, os alunos gostaram mais de fazer atividades no Kahoot, mas percebem que aprendem mais com os registros realizados no Jamboard. “Fiquei surpresa com a escolha do Kahoot, pois era algo que grande parte dos alunos já conhecia de outras escolas. A partir dessas informações, pretendo preparar as atividades do próximo semestre e engajar ainda mais os estudantes nas aulas de Língua e Produção de texto”, finaliza a professora.

E você, professor(a): que estratégias e ferramentas têm utilizado para acompanhar o aprendizado de seus alunos durante a pandemia? Comente e compartilhe conosco, e com outros professores, abaixo!

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto

A estratégia destes professores têm dado certo durante a pandemia

Paulo Gallina e Thiago Azevedo são professores de história e estão levando jogos de RPG para outras disciplinas durante a quarentena.

Os dois professores já lecionam em turmas presenciais de RPG (que traduzindo, significa “jogo de interpretação ou narrativos). Porém, com a pandemia, as aulas foram suspensas. Mas, apesar do distaciamento social, o jogo pode ser uma ferramenta aplicável em ambiente virtual. “Para começar, é preciso entender o que é um jogo de RPG. Ele se baseia em compartilhar a narrativa de uma história (aqui chamamos de aventura). Isso quer dizer que os jogadores apenas contam uma história em conjunto. Cada jogador controla um personagem dessa história, enquanto o narrador é um tipo de jogador especial, responsável pelo resto do cenário dessa aventura. O papel de narrador tem várias semelhanças com o papel de um professor em sala de aula. Ele precisa ensinar as regras do jogo, propor o fio narrativo, improvisar diante das escolhas dos jogadores e mediar a condução da aventura. Tudo isso sem deixar nenhum jogador de lado.”.

Inovação na educação em tempos de pandemia

A experiência com o RPG tem sido muito inovadora, pois está colocando o aluno como protagonista de uma história. Logo, ele está produzindo seu próprio conhecimento. “Ao conhecer o cenário em que ocorrerá o jogo, o aluno precisa, naturalmente, entender as leis da natureza que o regem, o momento histórico e as relações de poder entre os grupos sociais, sejam eles quais forem. Na hora de criar seu personagem, deve se perguntar uma infinidade de detalhes: sua origem, sua identidade, suas crenças, sua classe social, suas relações com os outros e com o ambiente (e isso tudo depende de muita pesquisa sobre o cenário em que o jogo ocorrerá, o que por si só já é uma parte importante do aprendizado em história e geografia).”

Hora de jogar

A partir do início do jogo, o jogador deve escolher o que seu personagem diz e faz nessa história. Assim, os jogadores conseguem entender melhor as relações de consequência, de poder, entre muitas outras, de um determinado componente escolar. Também é necessário que o aluno use conhecimentos prévios para conseguir que seu personagem faça o que ele deseja. Se precisa abrir um alçapão sem a chave, precisa entender a física das alavancas. Se precisa negociar com nações vizinhas, precisa conhecer a cultura de seu interlocutor. Para salvar o personagem de outro jogador na selva, deve saber como funciona o corpo humano, além das possibilidades de fauna e flora do local. As possibilidades são infinitas. Tudo depende dos objetivos do professor-narrador, que colocará desafios a serem resolvidos pelos jogadores, colaborativamente.

Regras

É claro que, como é um jogo, todas as escolhas são pautadas por diversas regras. Os sistemas clássicos de RPG possuem  regras muito complexas para a aplicação pedagógica, por isso os professores utilizam um sistema de regras próprio, criado por eles mesmos, que serve para equilibrar e tornar mais interessante as decisões dos jogadores. Ele funciona basicamente com uma ficha de jogador e um dado de dez lados. Na ficha, o jogador tem várias informações sobre seu personagem, que podem ajudar os testes, que são rolagens do dado. Quem decide quando um teste é necessário é o narrador. Eles servem para tornar a experiência mais divertida, pois quando os personagens podem fazer tudo sem restrições, a diversão se perde.

Desse modo, não é necessário fazer um teste para seu personagem se levantar da cama, mas sim quando ele deseja levantar de uma cama de campanha no meio de um bombardeio na guerra do Vietnã, por exemplo. As competências socioemocionais também estão sempre sendo desenvolvidas no RPG. Dar vida a um personagem em uma história é um movimento de empatia importantíssimo, além do trabalho colaborativo.

Experiência durante a quarentena

Durante a quarentena, as sessões de jogos migraram para as plataformas de reunião por vídeo e para um aplicativo que dá suporte visual, e eles ensinaram outros professores de história e matemática a jogar RPG. A aventura de história se passa em uma vila no interior do país no século 18, e os jogadores controlam personagens que devem investigar a morte de um escravizado que extraía ouro nas terras de um senhor. A aventura de matemática se passa no futuro, e pretende trabalhar a ideia do quadrado perfeito nos produtos notáveis, pois a tecnologia daquele cenário só permite que naves espaciais cheguem à velocidade da luz quando seu formato é um quadrado perfeito. Os professores se divertiram enquanto tomavam o primeiro contato com o RPG.

A ideia é aprender sem perceber. Vivendo essas histórias, o conteúdo é aprendido, utilizado e ressignificado de maneira quase intuitiva e extremamente prazerosa.

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Fonte: https://porvir.org/professores-de-historia-levam-jogos-de-rpg-para-outras-disciplinas-durante-a-quarentena/

Dicas de especialistas para manter atenção dos alunos durante aulas online

Há algumas postagens atrás, trouxemos dicas para manter a atenção dos alunos durante as aulas à distância. Hoje trazemos ainda mais dicas de especialistas, para te ajudarem neste momento tão delicado. Confira!

Melissa Goichman, que é psicóloga e consultora pedagógica do LIV (Laboratório Inteligência de Vida),
esclarece que, antes de mais nada, temos que entender que estamos em um momento atípico, o que acaba tornando as respostas em nosso dia a dia, muitas vezes, diversas. Nem todos lidam da mesma forma com o problema. Mas estas dicas abaixo, podem te auxiliar a melhorar a questão da atenção de seus alunos:

1) Internet e seu novo propósito

Culturalmente, crianças e jovens, tendem a associar as “telas” a momentos de prazer e lazer. “Primeiro precisamos dar um tempo para que as crianças possam entender que esses recursos, como computadores, celulares e tablets, agora são também uma ferramenta educacional. É como se estivéssemos passando por uma transição na nossa relação com esses ‘gadgets’ (dispositivos)”, explica Melissa.

Se já não bastasse essa percepção das tecnologias, também é preciso compreender que houve uma mudança total e completa de ambiente de aprendizado. Se antes era a escola, hoje o estudo é em casa e sem a presença de professores e colegas. “Estudar online traz o ônus de perder um certo contorno que a sala de aula dava para as crianças. Digo contorno no sentido de estabelecer certas balizas sociais que indicavam para os estudantes que aquele seria um momento dedicado ao aprendizado. Muitos símbolos da escola nos lembram de seu propósito educacional, e isso nos ajuda a lembrar que estamos ocupando aquele espaço com a intencionalidade de desenvolver o conhecimento.”.

2) Participar em detrimento de assistir

É praticamente consenso entre professores e profissionais da educação que aulas ativas, que colocam o aluno em posição de criar, pensar, debater e desenvolver ideias, são mais dinâmicas e ativas do que aulas expositivas, nas quais o professor explica o conteúdo durante os 50 minutos de aula. Se adotada como única estratégia também no modo remoto,  existe uma grande probabilidade de os estudantes não criarem uma conexão com o que estão fazendo, o que consequentemente pode dispersar o foco.

“Eu investiria em uma forma de educar que possa ser estimulante ao protagonismo dos estudantes, mesmo que dentro do âmbito virtual. Isso já era um desafio para qualquer escola mesmo antes do modelo de aulas online: a dificuldade de pensar uma forma de educar que faça sentido para os estudantes, de maneira que eles possam participar ativamente do processo de aprendizagem. Quando vemos sentido em alguma tarefa, e nos dedicamos a ela também por gosto, é difícil interrompê-la”, afirma Melissa.

Vanessa Zito, professora e psicopedagoga, atualmente dá aula para alunos do ensino fundamental 1 e concorda com Melissa ao afirmar que, seja presencial ou virtualmente, a ideia é pensar em propostas de aula o menos expositivas possível, de forma a engajar, envolver e motivar os estudantes.

“Precisamos fazer uso de estratégias que garantam a participação da maioria, como a construção de mapas mentais sobre o tema da aula, a realização de uma chuva de palavras por aplicativo antes da discussão do dia para acionar o conhecimento prévio e engajar os alunos, a construção de apresentações durante as discussões e leituras compartilhadas. Da mesma forma que tentamos engajá-los no ensino presencial, fazemos a mesma coisa no online, claro que usando outros recursos porque o contato físico, o olhar, a mediação não estão presentes.”

No processo de elaboração de aulas online, docentes também precisam levar em consideração que, em casa e, em muitos casos, sem a mediação de um adulto, que por sua vez precisa trabalhar remotamente, a atenção que seria dedicada às aulas pode ser capturada por um sem fim de possibilidades: brinquedos, videogames, conversas paralelas com os amigos na internet ou simplesmente não ouvir o que o professor está falando do outro lado da tela. Para evitar que isso aconteça, Melissa reforça a importância de não esperar que alunos não se distraiam eventualmente com o celular, considerando que ele faz parte dessa nova geração. Além disso, tem papel fundamental a elaboração de aulas que cativem, engajem e possibilitem que as crianças atuem como protagonistas do debate.

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Fonte: https://porvir.org/especialistas-dao-dicas-sobre-como-lidar-com-falta-de-atencao-dos-alunos-durante-aulas-online/

3 dicas para os alunos fazerem atividades complementares na pandemia

Confira estas 3 dicas de plataformas e canais que trazem conteúdos e atividades complementares para seus alunos, durante a quarentena.

1) SAS Educação

Com conteúdos voltados para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio, o canal do SAS Educação tem aulas ao vivo, todos os dias, em parceria com diversos professores.

As aulas também ficam disponíveis na plataforma de ensino da empresa, que já conta com mais de 860 escolas e 100 mil alunos, o que pode aumentar devido à liberação dos conteúdos aos mais de 20 milhões de estudantes do Brasil que cursam os anos finais do Fundamental e o Ensino Médio.

2) Escola Mais

A Escola Mais é uma empresa de educação focada no currículo do Ensino Fundamental II e atende, principalmente, alunos e famílias de baixa renda.

Nesse período de quarentena, liberou acesso gratuito a sua plataforma educacional para toda a rede pública de ensino. Veja o que a ferramenta oferece:

  • Currículo 100% alinhado à BNCC;
  • Mais de 600 videoaulas gravadas;
  • Aulas ao vivo, pela internet, seguindo a grade escolar de 4h20/dia;
  • Métricas de aprendizagem e roteiros de estudos com exercícios;
  • Mais de 1.000 atividades e exercícios;
  • Acompanhamento do desempenho e produção dos alunos;
  • Disponível pelo computador e pelo celular (aplicativo para Android ou IOS).

3) Escola Games

Jogos educativos são excelentes atividades complementares para que os alunos aprendam brincando. No site da Escola Games você encontra jogos e livros para crianças a partir de 5 anos. Todos desenvolvidos com acompanhamento pedagógico.

São mais de 90 atividades relacionadas à Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Inglês e Meio Ambiente.

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Fonte: https://blog.portabilis.com.br/5-plataformas-com-atividades-complementares-para-os-alunos-fazerem-na-quarentena/

A tecnologia tem sido uma forte aliada desta escola no período de quarentena

Escola está utilizando recursos tecnológicos para garantir que seus alunos recebam os conteúdos de aula com qualidade. Confira!

Entre as ferramentas utilizadas pelas Escolas Idaam estão vídeo-aulas que foram produzidas pelos próprios professores, aulas online, podcasts com conteúdos de disciplinas, a utilização da realidade aumentada e acesso a plataformas de soluções digitais.

Organização

Os alunos recebem um planejamento quinzenal de atividades e nesta programação estão a proposta de aula, o conteúdo (tanto o que está no material físico e em que momento precisarão dos recursos tecnológicos).

“Além dessas aulas ao vivo, em que o professor vai explicar e tirar dúvidas de forma online, eles também têm outros recursos como vídeo-aulas e podcasts, o que estamos preparando justamente para facilitar o estudo em casa. Outro recurso exclusivo do material Idaam é a realidade aumentada”, explicou a diretora pedagógica das Escolas Idaam, Célia Carrara.

“O aluno vai estudar sobre a célula, ele vai ao capítulo que fala sobre isso e, como celular, ele amplia de forma real e consegue ver o que contém em uma célula”, exemplificou.

De acordo com a diretora de Supervisão das Escolas Idaam, Luciana Barbosa, a utilização da realidade aumentada tem o objetivo de potencializar o aprendizado do aluno nas disciplinas em que a metodologia é aplicada.

Então, os estudantes desde a Educação Infantil até o oitavo ano do Ensino Fundamental tem a possibilidade de aprofundar o conhecimento nos conteúdos de disciplinas como matemática, ciências, geografia e língua portuguesa.

“A ideia é fazer com que os alunos tenham mais uma ferramenta para identificar aspectos do conteúdo e faça com que apreenda o conteúdo de forma significativa”, destacou a profissional.

Atividades específicas por faixa etária

Para a elaboração dos vídeos-aulas, os professores possuem a liberdade de gravar o conteúdo de casa. Além disso, os alunos podem estudar e assistir às aulas que acontecem ao vivo via internet também de maneira programada, conforme o que foi proposto no cronograma.

Outra facilidade é a produção de podcasts, ou seja, aulas em áudio para que os alunos consigam assimilar o conhecimento.

“Nós precisamos oferecer aos nossos alunos instrumentos que sejam compatíveis com a maturidade psíquica deles. Para a educação infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental, priorizamos os podcasts e também os vídeos-aulas”, reforçou Luciana Barbosa.

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Fonte: www.acritica.com

Você já conhece o Edmodo? Ele pode te ajudar muito nesse momento

Ferramenta é uma espécie de rede social da educação e pode ser muito útil nesse momento de quarentena. Confira!

Para gerir grupos de alunos à distância, o professor e a escola precisam de um AVA, ou seja, um Ambiente Virtual de Aprendizagem. Entre eles está o Edmodo. Com ele os alunos podem:

– Participar de comunidades;

– Ter acesso a material didático, textos, links de vídeos e outros materiais oferecidos pelo professor;

– Compartilhar mensagens, participar de fóruns;

– Organizar uma agenda de trabalho;

– Elaborar textos e apresentações;

– Entregar tarefas e receber notas e medalhas.

Para configurá-lo para utilização, não é um bicho de sete cabeças. Confira o passo a passo:

1 – Acesse www.edmodo.com

2 – Desça a página e mude o idioma para o português

3 – Crie uma nova conta. Você deve escolher uma entre três opções:

– Sou um (a) professor

– Sou um (a) aluno

– Sou um (a) pai/mãe/responsável

4 – Faça o login

5 – Preencha seu perfil: adicione uma foto, informações pessoais, conecte-se a outros professores. O Edmodo também funciona como uma rede social de professores e meio de comunicação entre professor e pai/mãe/responsável.

6 – No menu superior, clique em “salas”. No ícone “+” você pode escolher a opção “criar sala” ou “juntar-se a uma classe”. Caso opte pela última opção, você deverá digitar um código que costuma ser compartilhado pelo professor dono de uma sala/classe.  Se optar pela opção “criar sala”, você será encaminhado para um formulário. Preencha as informações básicas como nome, descrição, ano, assunto e cor do ícone que representará sua sala dentre outras que criadas.

7 – Adicione os alunos via código ou e-mail.

8 – Pronto. Sua sala está pronta. No mural, você já pode iniciar uma discussão, compartilhar materiais, criar enquetes e até agendar suas postagens.

9 – Na biblioteca você pode integrá-la ao seu Google Drive ou OneDrive, permitindo o acesso rápido aos seus arquivos, ou então, pode fazer o upload diretamente do seu computador.

10 – Na página da sala, você já pode criar uma tarefa, um teste ou carregar um teste existente.

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Fonte: porvir.org

Esta professora está inovando para enfrentar a quarentena

Sara Sousa é professora de inglês de turmas de ensino fundamental 2 dá dicas de como continuar seu trabalho mesmo com a quarentena.

Sara já tinha tido outras experiências com tecnologia na educação, mas agora, com a quarentena, as inovações se tornaram parte do seu dia a dia. Uma das ferramentas que ela tem utilizado o é o ChatClass, uma plataforma de aprendizagem que roda inteligência artificial por meio do WhatsApp, algo que já é do universo dos alunos.

Eles interagem diretamente com o robô. O papel da professora é apenas ir direcionando as atividades de acordo com o assunto que estão estudando. Por exemplo: se estão trabalhando “Simple Present”, eles devem entrar nas atividades sobre esse assunto e praticar gramática, escuta e conversação. O mais interessante é que ele tem a correção automática e permite que professores criem suas próprias atividades. Sara fez isso quando precisou migrar da aula presencial para online. Criou um banco de perguntas para fazer a ponte e relembrar o último assunto que tínhamos tratado.

Além disso, no caso da escola de onde dá aula, as redes sociais foram utilizadas passar o conteúdo quando as aulas foram suspensas. “Resolvi criar um canal no YouTube para direcionar as atividades e facilitar o acesso, já que é muito difícil marcar um horário e reunir todo mundo online. Estou gravando um vídeo por semana e disponibilizo para que eles acessem a qualquer hora. O último que gravei usei personagens do Roblox, um jogo que eles gostam muito, para ensinar sobre ‘The Genitive Case’”, explica.

Essa foi uma forma que a professora encontrou para aumentar a proximidade em um momento que tão distantes. “Se eles percebem que eu estou presente e pronta para orientar, existe uma chance maior de lembrarem de suas responsabilidades com os estudos. Como alguns alunos são mais auditivos ou visuais, os vídeos também são úteis para tentar dar conta dessas demandas”, completa.

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Fonte:
https://porvir.org/professora-de-ingles-enfrenta-quarentena-com-app-canal-de-youtube-e-pagina-no-facebook