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Tag - educação e coronavírus

Quer continuar motivando seus alunos neste final de ano? Então veja dicas

Nesse ano de pandemia, muita coisa mudou. Professores tiveram de se renovar para manter seus alunos motivados durante as aulas à distância. E agora, com o final do ano, a situação muitas vezes fica mais difícil. Mas veja estas dicas de atividades para manter seus alunos de ensino fundamental e médio motivados para o ano que vem!

1) Desafios Criativo da Escola

Nesta iniciativa do programa Criativos da Escola, do Instituto Alana, estudantes de todo o país podem se organizar em equipes e, com o apoio de seus educadores e educadoras, inscrever seus planos de ação na etapa Premiação.

Esse ano, o Desafio Criativos da Escola realiza uma jornada criativa, organizada em três etapas: Fagulha, Chama e Premiação. Para participar da última etapa, não é obrigatório que as crianças e adolescentes tenham participado das etapas anteriores. No entanto, aqueles que participaram das missões das etapas Fagulha e Chama terão mais subsídios para elaborar um plano de ação mais completo. Serão selecionados até 50 planos de ação que evidenciem a empatia, a criatividade, o protagonismo e a colaboração das crianças e dos adolescentes.

Prazo até 10/11 no site https://criativosdaescola.com.br.

2) Olimpíada Jovens Gênios

Durante 7 dias, alunos dos anos finais do ensino fundamental de escolas privadas, poderão acessar a plataforma para fazer os quizzes adaptativos, de diferentes disciplinas, a partir de um banco de mais de 45 mil questões parametrizadas pela TRI (sigla para o método estatístico Teoria de Resposta ao Item, o mesmo do Enem).

A data exata de início e término da Olimpíada Jovens Gênios é determinada pelas escolas, entre os meses de outubro e novembro. Ao final do período escolhido, os três primeiros alunos de cada ano do fundamental 2 são premiados com troféu (para o 1º lugar) e medalhas para o segundo e terceiro colocados. A competição ocorre entre turmas, na qual a vencedora é a que tem a maior pontuação média.

Prazo até 30/11 no site https://oferta.jovensgenios.com/olimpiadas-jg-2020#rd-column-jsc3dpzm.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Conselho do MEC recomenda redes sociais para orientar estudos

O Conselho Nacional de Educação (CNE) sugeriu a utilização de redes sociais como WhatsApp e Facebook para estimular os estudos durante a pandemia.

Na resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que estendeu o ensino remoto até dezembro do ano que vem e aprovou a junção dos anos letivos de 2020 e 2021, há a sugestão “para a utilização de mídias sociais de longo alcance (WhatsApp, Facebook, Instagram etc.) para estimular e orientar os estudos, pesquisas e projetos”.

As redes de ensino locais poderão aderir ou não à iniciativa, que ainda deve ter seu documento homologado pelo Ministério da Educação (MEC).

O texto aprovado também torna possível:

– que estados e municípios optem pela fusão dos anos letivos de 2020 e 2021 por meio da adoção de um continuum curricular de dois anos, na educação básica;

– um ano letivo “suplementar” para estudantes do 3º ano do ensino médio;

– volta às aulas presenciais: veja as redes estaduais de ensino público que já têm data de retorno e consulte a situação em seu estado e sua capital.

O documento flexibiliza a aprovação escolar ao permitir a “redefinição de critérios de avaliação” para a “promoção” do estudante.

Recomenda também uma “especial atenção” à aprovação de estudantes dos anos finais do ensino fundamental (5° ao 9º ano). Essa etapa de ensino registra alto índice de reprovação e abandono escolar.

Que você, professor(a), acha da ideia? Comente abaixo!

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Fonte: Globo

Esta professora fez um caderno de elogios para seus alunos

Enquanto as aulas não são retomadas presencialmente, você já pode aprender a fazer uma atividade muito bacana com seus alunos: um caderno de elogios, que ajuda a valorizar a autoestima dos estudantes, ainda mais nesse momento tão delicadao do nosso mundo. Confira!

A experiência da professora Sandra Cristina da Silva Cassiano, do Centro de Educação Integrada de Maracajaú, em Maxaranguape/RN, adota palavras positivas e frases de afirmação, para que as crianças adquiram confiança e demonstrem seus interesses. A prática é inspirada na pedagogia da Seicho-No-Ie, que sugere extrair a capacidade inata de cada um e manifestar o potencial dos estudantes. Vamos aprender a fazê-lo em 7 passos. Confira:

1) Reúna os materiais

Para começar, busque reaproveitar materiais. Separe folhas de rascunho para montar um caderno. Escolha o tamanho desejado e corte os papeis de maneira organizada, de modo que todos os lados não utilizados estejam virados para cima. Prenda os papeis com o grampeador ou use um furador de papel para amarrar fitas.

2) Peça para os alunos decorarem o caderno

Estimule a criatividade dos alunos, pedindo que eles confeccionem uma capa personalizada. Ela pode ter colagens, tecidos ou até mesmo desenhos feitos pelas crianças.

3) Sugira que eles comecem o caderno com um autoelogio

Como primeira atividade, estimule que os alunos valorizem suas qualidades. Peça para eles escreverem elogios para si mesmos, tentando reconhecer o potencial que existe em cada um.

4) Oriente que elogiem outras pessoas

Em seguida, oriente os alunos a escreverem elogios para outras pessoas, que podem ser membros da família, funcionários da escola ou colegas de classe.

5) Use palavras positivas e frases afirmativas

Incorpore o trabalho com o caderno de elogios no dia a dia da sala de aula. Além de estimular que escrevam no caderno, tente sempre usar palavras positivas e frases afirmativas com os alunos.

6) Compartilhe o caderno de elogios com as famílias

A ação também pode extrapolar a sala de aula: peça para as crianças levarem seus cadernos para casa e compartilharem seus elogios com os familiares. Na reunião de pais, também faça elogios sobre as crianças para os seus responsáveis.

7) Desenvolva outras atividades para reforçar o trabalho com elogios

Potencialize o trabalho de valorização da autoestima das crianças com outras ações. Você pode criar um mural para o correio da amizade, onde elas compartilham cartas e mensagens positivas com os colegas. Outra sugestão é elaborar um pote da gratidão para cada aluno escrever em pequenos papéis as suas conquistas ou celebrações pessoais.

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Fonte: Porvir

A volta das aulas em outros países

Diante de uma possível retomada das aulas presenciais em diversos estados do Brasil, há muitas dúvidas e preocupações. Mas os exemplos de outros países, que já tiveram o retorno das aulas,  podem elucidar os cuidados que deverão ser tomados por aqui. Confira como foi em alguns países.

Israel

Logo que a pandemia atingiu o país, entre os meses de março e abril, foram tomadas atitudes drásticas, como fechamento das fronteiras e a parada de atividades presenciais em empresas, estabelecimentos e escolas.

Mas, em maio, foram retomadas diversas atividades, como as aulas presenciais. O resultado não foi bom: em um dos colégios mais tradicionais em Jerusalém, o Gymnasia Ha’ivrit, foram identificados dois casos de covid-19. A escolha foi optar pelo fechamento da escola e aplicar o isolamento. Aliado a isso, foi realizada testagem em massa, que resultou em 178 pessoas contaminadas (153 estudantes e 25 profissionais).

Mais casos foram registrados em outros colégios e, aproximadamente 250 escolas precisaram fechar novamente. Era necessário identificar respostas para o surto em Israel e especialistas chegaram às seguintes conclusões:

– Três dias depois da reabertura das escolas, com uma onda de calor com temperaturas batendo mais de 40 graus, o governo liberou que os alunos não utilizassem máscaras por três dias;

– Na escola que foi o primeiro foco de infecção, o número de alunos por sala de aula superava 30, quantidade acima da recomendável por órgãos especializados;

– Houve uma desatenção ao distanciamento social e à ventilação dos ambiente.

Não existe um consenso se foi a reabertura das escolas que ocasionou o surto de Covid-19, mas ainda assim é possível retirar alguns apontamentos dessa tentativa. “O meu entendimento da experiência de Israel é que não podemos relaxar nas medidas de segurança, enquanto não houver uma vacina”, afirma Tatiana Filgueiras, vice-presidente de Educação e Inovação do Instituto Ayrton Senna. “É muito importante que as medidas básicas – uso de máscara, lavagem das mãos, distanciamento social – sejam mantidas”.

O fato enfatiza um alerta que vem sendo expressado por professores e epidemiologistas. “Ainda que tenhamos prejuízos acadêmicos, a vida deve estar em primeiro lugar. Enquanto não tivermos uma vacina, penso que seja pouco provável que as escolas consigam administrar um retorno às aulas presenciais com segurança”, afirma Vera Capellini.

China

Sendo epicentro do covid-19, a China manteve suas escolas fechadas por 4 meses, com retorno progressivo entre abril e maio, sendo dividido por províncias e também de acordo com idade dos alunos.

Os protocolos chineses para reabertura estabeleceram diversos requisitos:

– Só podem reabrir escolas localizadas em regiões sem nenhum caso de contaminação nos últimos 14 dias;

– Todos os alunos e funcionários passam por medição de temperatura diariamente pela manhã;

– As escolas distribuem máscaras, luvas e desinfetantes de mãos para todos os alunos e funcionários;

– Os espaços da escola passam por uma desinfecção diária;

– Os professores devem oferecer acolhimento emocional aos alunos;

– As escolas devem manter um mapeamento detalhado da situação epidemiológica; caso sejam confirmados novos casos, autoridades precisam ser notificadas e o isolamento social deve ser recomendado.

Quando a volta aconteceu, somente um caso foi reportado: um estudante que viajou para o exterior. Mas logo depois, outros 55 casos de viajantes foram vistos. Já em Pequim, os alunos ganharam pulseiras que emitem alertas quando for detectada temperatura corporal elevada.

Coréia do Sul

O país, que foi uma das referências sobre como lidar com a pandemia, iniciou a reabertura de suas escolas ao final de maio, através de sua testagem em massa. Assim como na China, o retorno foi gradual e iniciou pelos estudantes do Ensino Médio.

As exigências da reabertura sul-coreana foram similares às chinesas:

– Uso obrigatório de máscaras em toda a escola;

– Escalonamento dos horários de aulas e intervalos;

– Medição da temperatura de alunos e funcionários da escola diariamente pela manhã;

– Regras claras de distanciamento social; os alunos se sentam sozinhos em mesas que anteriormente abrigavam dois estudantes.

Apesar de todo esse cuidado, houve alguns problemas: escolas da região da capital Seul precisaram fechar poucos dias depois da reabertura, enquanto mais de cem tiveram que adiar a reabertura, pois dois estudantes foram diagnosticados com o novo coronavírus.

França

A França iniciou a retomada, de forma voluntária, na primeira quinzena de maio, priorizando Ensino Infantil e Fundamental. No final de junho, a volta foi obrigatória para todos os alunos de Fundamental e Médio, ainda que por apenas duas semanas – pois logo se iniciaram as férias de verão por lá.

Na França, o distanciamento social determinado entre alunos foi de quatro metros quadrados. Com isso, a quantidade de alunos por turma precisou ser reduzida pela metade. Crédito: Getty Images

O ministro da Educação Jean Michel Blanquer alegou que reabrir era necessário por uma questão de “emergência social” – referindo-se a preocupações como fracasso escolar e evasão. Os protocolos franceses para reabertura foram rigorosos: medidas de desinfecção e higiene de todos os tipos, máscaras obrigatórias para professores e estudantes maiores de 11 anos, distanciamento social de quatro metros quadrados entre alunos, e redução do tamanho das turmas, de 30 para 15 estudantes.

Ainda assim, uma semana após a reabertura, 70 das 40 mil escolas francesas precisaram fechar novamente, por conta da identificação de casos da Covid-19 – não se sabe ao certo se o contágio ocorreu nas próprias escolas, pois o período de incubação é de 14 dias, podendo a contaminação ter ocorrido na semana anterior à reabertura.

Alemanha

Já na Alemanha, nação que, assim como a Coreia do Sul, foi considerada uma das referências no combate ao novo coronavírus, a reabertura oficial se deu mais tarde, nas primeiras semanas de agosto, e de forma faseada por estados (alguns voltarão apenas no início de setembro).

Os protocolos alemães incluem medidas bem definidas de distanciamento social e higiene, escalonamento de aulas, e em muitos estados, o uso de máscaras também é obrigatório. No entanto, mesmo com esse cuidado, duas escolas do norte do país precisaram fechar novamente, por conta da confirmação de novos casos de Covid-19 entre estudantes e professores.

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Fonte: Nova Escola

4 dicas para planejar as aulas de acordo com a experiência do aluno

As aulas remotas estão sendo difíceis neste momento de pandemia? Talvez seja o momento de você reavaliar os métodos e planejar suas aulas de acordo com a experiência dos alunos. Confira agora 4 dicas para te ajudar!

1) Deixe os planos de aula “descansarem”

Uma das dicas é quando você criar materiais para as aulas, faça rascunhos e revisões. Quando você reler o que escreveu, pode descobrir que está com alguns erros ortográficos, por exemplo.  Aproveite para ensinar isso para seus alunos também (edição e revisão).

2) Pela perspectiva do aluno

Coloque-se no lugar do aluno. Se você utiliza uma plataforma online de ensino, logue-se como um estudante faria e execute o que pedirá a ele depois. Busque utilizar dispositivos que o jovem usaria, como smartphone ou tablet.

Alguns detalhes são importantes de se observar quando você fazer o exercício como se fosse um aluno: quantas vezes precisou mudar de tela? Precisou usar memória de curto prazo? As funcionalidades são fáceis de utilizar (principalmente por um usuário com deficiência)?

Isso te ajudará a entender possíveis frustrações dos alunos e como corrigí-las.

3) Formatos mais simples

Novidades sempre são bem-vindas, mas busque manter o mesmo padrão em cada atividade proposta. Se o aluno necessita sempre ficar mudando de plataforma para estudar, por exemplo, isso o frustrará.

4) Não pense como um professor

Coloque alguém (que não seja educador) para resolver, antecipadamente, os testes que você criar. As pessoas que não são do setor de educação podem perceber os jargões e partes mais confusas que facilitam a revisão do professor. Crie um banco de recursos (como vídeos de orientação para acesso das plataformas, sobre como ter a senha sempre em mãos, por exemplo) para que as famílias possam ser seu “copiloto”.

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Fonte: Porvir

Esta professora utilizou memes para falar sobre história da arte

Sabrine Schoenell Evangelista é professora de artes e contou com a ajuda dos memes para se adaptar às aulas remotas.

Com todas as mudanças que ocorreram na educação, devido à pandemia, como aulas remotas e online, a professora Sabrine precisou se reinventar. E a inspiração veio de onde as crianças e adolescentes estão mais inseridos: as redes sociais. Inspirada no perfil “artesdepressão”, que utiliza imagens de obras de arte para fazer memes, ela utilizou um meme sobre arte barroca para fazer introdução do  conteúdo de aula para seus alunos de 1º ano do ensino médio.

A estratégia deu certo. A professora notou que os alunos tiveram grande interesse no assunto que foi abordado, depois de utilizar o meme, e então lançou um desafio para os estudantes criarem memes de acordo com imagens de obras de arte. Depois de estudar os conceitos, as obras e artistas do Renascimento e também do Barroco Europeu, os jovens foram pesquisar imagens de obras dos períodos mencionados e que pudessem gerar a criação de memes.

Os temas centrais foram a pandemia e a escola online. Assim, o objetivo focou mais nas questões socioemocionais dos alunos, possibilitando que, através da atividade também pudessem demonstrar o que estão sentindo nesse momento do mundo.

O resultado surpreendeu a professora. “Como todos sabem, não está sendo tarefa fácil conseguir alcançar a todos os alunos. Mas, para minha surpresa, esta atividade teve uma grande envolvimento. Até mesmo alunos que não haviam assistido a aula, começaram a enviar a tarefa”, salienta Sabrine.

E ela também percebeu que o formato que mais deu engajamento foi através dos stories no Instagram, gerando um grande alcance e número de comentários. “Após a realização desta atividade, os alunos passaram a estar mais presentes e participativos na aula e eu, passei a cada vez mais buscar soluções para as aulas de arte neste contexto online, finaliza.

Que achou da ideia, professor(a)? Comente abaixo!

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Fonte: Porvir

Paraná utiliza a tecnologia para modernizar a educação

Para dar atendimento pleno aos alunos durante a pandemia, estado implantou plataforma de ensino a distância e sistemas como registro online e de combate à evasão, além de ferramentas como o Classroom.

O programa Aula Paraná tem aulas online transmitidas na TV aberta e também Youtube. Há ainda o aplicativo Aula Paraná. Ele permite que os estudantes assistam às aulas transmitidas pela TV, em tempo real, e possam interagir com os colegas de sala e professores através do chat do app.

Outra iniciativa foi a parceria firmada com a Google, oferecendo o Classroom para os alunos. Após a completa adesão dos professores e dos alunos ao Aula Paraná e suas ferramentas, a Secretaria da Educação deu início a incentivos de outras ferramentas disponíveis na parceria com a Google, como o Meet, sistema de videochamadas dentro do Classroom.

Em poucos dias a adesão aos meets já havia se consolidado. Ao todo, mais de 10.000 meetings diários passaram a ser realizados entre alunos e professores. Desde maio professores de todo o Estado passaram a complementar as videoaulas e tirar dúvidas de seus alunos por vídeo, uma forma ainda mais dinâmica do que o chat e os murais.

A professora Daniele Araujo, de Ciências, do Núcleo Regional de Educação de Maringá, conta que a opção foi excelente para ela e seus alunos. “Por meio dos Meets minha aula com minha turma continua, tenho o suporte das outras ferramentas on-line e estou respeitando a quarentena”, explica.

Plataforma de games para matemática

Alem disso, a Secretaria da Educação também fechou uma parceria com a Matific, plataforma de games educativos de matemática, usada para dinamizar o aprendizado dos estudantes. O Matific é oferecido gratuitamente aos alunos de Matemática do 6º e 7º anos, e permite ao professor diversificar suas aulas, que passam a contar com jogos educativos capazes de facilitar a absorção dos conteúdos mais complexos da disciplina.

A professora Marytta Rennó Masseli afirma que a novidade foi de grande aceitação entre seus colegas de profissão e entre os alunos. “Algo que todos comentamos é que com o Matific o professor conseguiu deixar a aula ainda mais acessível para o aluno”, explica.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Agência de Notícias do Paraná

3 planos de aula para trabalhar higiene mesmo à distância

Mesmo com a distância, devido ao isolamento social, você pode trabalhar com seus alunos de fundamental 1, a higiene deles e do seu entorno. Confira 3 planos de aula para isso!

1) Higiene do corpo e cuidados com a pele

Este plano de aula vai te ajudar a discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde. Confira o plano aqui.

2) Higiene bucal para um sorriso saudável

Este plano de aula propõe trabalhar a importância dos hábitos de higiene bucal, contemplando a habilidade de Ciências Naturais. O objetivo é discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde e do sorriso saudável e bonito. Confira o plano aqui.

3) Higiene o dia todo

Neste plano há a proposta de um jogo que pode ser desenvolvido por toda a família e, no final, a dica é os adultos conversarem com a criança sobre o que pode ser melhorado em casa. Confira o plano aqui.

Obs: para acessar os planos de aula da Nova Escola, basta um cadastro rápido e gratuito.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Nova Escola

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 2)

Confira mais opiniões e dicas sobre a utilização do Google Classroom durante o período de pandemia!

Criando uma turma no Google Classroom

Para criar uma sala de aula no Classroom, basta fazer login no seu Gmail e selecionar o ícone dos vários pontinhos no canto superior direito, e escolher a opção Google Sala de Aula (um ícone de lousa). É possível, ainda, entrar diretamente na página do Classroom. Após apertar o botão “continuar”, o processo é bastante intuitivo: o professor cai numa tela em que basta clicar no ícone de “mais” no canto superior direito, e selecionar a opção “Criar turma”.

Criada a turma, a visão inicial do professor inclui o nome da sala, acompanhado de uma imagem de capa (que pode ser alterada nas opções laterais “Selecionar tema” e “Fazer upload da foto”) e do código da turma. Acima dessa imagem, o professor observa quatro abas: Mural (que é a página inicial), Atividades, Pessoas e Notas.

Em relação ao Mural, sua dinâmica é muito parecida com a do Facebook, permitindo aos professores realizarem publicações gerais que podem ser visualizadas e respondidas pelos alunos – no ícone de engrenagem no lado superior direito, o professor tem acesso às configurações e pode editar as funcionalidades do mural.

Para adicionar os alunos ou incluir outros professores à sala, são duas opções: a primeira é clicar na aba “Pessoas” e adicioná-los por meio dos seus endereços de e-mail. A segunda é compartilhar o código da turma, e cada aluno abre o Classroom com sua conta no Gmail e clica no ícone de “mais”, mas ao invés de selecionar “Criar turma”, escolhe a opção “Participar da turma”, digitando ali o código.

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Créditos da imagem de Photo Mix por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 1)

Através da sala virtual do Google você pode passar atividades, fazer correções de tarefas e marcar aulas. Confira como tirar o melhor proveito do Google Classroom!

O Google Classroom é uma excelente ferramenta para se trabalhar as suas aulas à distância nesse momento de pandemia. “O Classroom é como um coração, o professor pode usá-lo para centralizar todo o seu trabalho e depois migrar para outras possibilidades”, diz Renata Capovilla, formadora de professores e capacitadora do Google For Education, plataforma educacional colaborativa da empresa de tecnologia.

Confira a opinião de outros educadores a respeito da ferramenta:

Tutorial pode dar suporte aos alunos

“No primeiro momento, houve uma euforia e um choque para usar o Google Classroom”, comenta a professora Ana Maria Marcondes de Jesus, que atua na rede estadual de São Paulo/SP, dando aulas de Biologia e Prática de Ciências no Ensino Médio.

Os professores e estudantes do seu estado obtiveram uma conta institucional do Google, permitindo o acesso ao amplo pacote de ferramentas voltadas à Educação. Porém, houve um pouco de ‘receio’ dos alunos, em um primeiro momento: “No início, houve muita resistência dos alunos na utilização do e-mail institucional. Notei que muitos não tinham familiaridade com e-mails e ferramentas educacionais. Termos como ‘anexar’ e ‘e-mail institucional’ eram enigmas para eles”, comenta Ana Maria.

Adriana Vitoriano, que também trabalha na rede estadual paulista, como professora de Química para Ensino Médio em São Bernardo do Campo (SP), teve de lidar com um cenário semelhante. “Alguns alunos não sabiam que tinham um Gmail no celular para acessar a PlayStore [loja para aparelhos de aplicativos com sistema operacional Android]”, relembra a professora, “e houve uma resistência ao uso do e-mail fornecido pela Secretaria de Educação, pois não vinha com o nome deles, e sim, com o número identificação no sistema (RA)”. À falta de personalização somaram-se problemas com senha de acesso e até mesmo no uso da plataforma via celular. “A visão no computador é diferente da visão no celular”, enfatiza Adriana.

Dessa forma, as duas professoras – que já tinham experiências prévias com o Classroom – investiram numa espécie de letramento tecnológico, para então começar as suas atividades on-line. “Precisei tirar o pé do acelerador, e ensinar a linguagem tecnológica, então montei apresentações explicando passo a passo, traduzindo cada palavra e cada ferramenta. Além disso, enviei tutoriais, e ainda fiz atendimentos por vídeochamadas e WhatsApp”, detalha Ana Maria. Já a professora Adriana começou os trabalhos com uma vídeoaula via Google Meet. “Ali, expliquei aos alunos como obter os acessos para as atividades, materiais e prazos de entrega, e deixei postado no Classroom de todas as salas [virtuais]”.

Confira mais opiniões na próxima postagem!

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Créditos da imagem: William Iven por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom