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Educação 3.0 (parte 2)

Na parte 1 do conteúdo sobre a intitulada “Educação 3.0”, que postamos aqui no blog, trouxemos depoimentos de professores e alunos, que compartilharam suas experiências com a tecnologia envolvida na educação. E hoje trazemos mais algumas opiniões sobre o assunto, como do Coordenador de Ciências da Natureza do Colégio Sagrado Coração de Jesus, o professor de química Hélio Vilaça.

Hélio acredita que a tecnologia facilita o aprendizado do aluno e, hoje, ficou mais simples de explicar o que é uma reação atômica através de simulações em 3D, por exemplo. Isso porque o estudante tem a compreensão visual e física do conceito, aumentando a possibilidade de entendimento e de associação do conteúdo a algo do cotidiano. Mas ele pondera: precisa haver mediação do professor para que a informação adquirida transforme-se em conhecimento de fato.

E a opinião dos alunos é quase que unânime: a tecnologia é aliada aos estudos. Como para estudante Lírian Alves Gomes de Oliveira, de 14 anos, que está na oitava série e vê as aulas de biologia muito mais interessantes e instigantes, agora que sua turma usa a plataforma sobiologia.com. Ela sente o aprendizado muito mais prazeroso, pois é possível ver o organismo funcionando, os movimentos que os órgãos fazem em conjunto e isso acaba com as “decorebas”.

Mas claro: é preciso ter controle sobre a tecnologia na educação. Sofia Fada percebe, por exemplo, que o acesso à informação facilitado pelos meios tecnológicos empodera a juventude e este excesso de protagonismo pode ter o lado negativo do jovem sentir-se superior e capaz de tudo. Para ela, o empoderamento deve vir acompanhado de outras habilidades como empatia e busca de soluções.

Já o coordenador de códigos de linguagens da Escola Sagrado Coração de Jesus, o professor de português Tony Labanca, tem a percepção de que era mais fácil dar aula no modelo antigo: meninos enfileirados que levantavam a mão para falar. Porém, à época, os alunos eram menos críticos e menos empoderados de conhecimento, onde quem detinha as informações era exclusivamente o professor. Para ele, os alunos de hoje precisam de um formato de aula que atenda a seus anseios de geração conectada.

Você quer ver a parte 1 do assunto Educação 3.0?
Então acesse o link: Educação 3.0 (parte 1)

 

Fontes: CorreioWeb 

Educação 3.0 (parte 1)

Estruturas com equipamentos de última geração, notebooks, projetores e todos aparatos tecnológicos imprescindíveis para viver o século XXI. Mas e nossa vivência, será que está de acordo com este século? Será que o professor está preparado para lidar com todas mudanças que a nova geração traz consigo?

A frase “temos uma educação do século 19, um professor do século 20 e um aluno do século 21”, do especialista em educação, Mozarte Neves Ramos, ilustra o desafio que o professor tem em despertar o interesse de crianças e adolescentes, pelo aprendizado em sala de aula. O professor de química, Gilson Rodrigues Alvarenga, leciona há 17 anos e é consultor do Kroton Educacional. Para ele, o uso da tecnologia em sala de aula ajuda a despertar o interesse dos jovens pelo conteúdo, mas de nada adianta ela sem a mudança de metodologia. Segundo ele, “transportar o conteúdo do quadro para a tela não é suficiente.”.

Laura Bandeira Menezes dos Santos, de 12 anos, e estudante do sétimo ano do Colégio Santa Marcelina, em Belo Horizonte, quase não leva mais caderno para a sala de aula. Ela anota utiliza o Power Point do conteúdo passado, que remotamente estará disponível na web e em seu celular. Ela diz que, de fato, a tecnologia deixa a aula mais atratativa e o aluno presta mais atenção, mas que, sem dúvida, o professor explica melhor do que o conteúdo que é acessado na internet. O educador dá exemplos, contextualiza, explica o mesmo assunto de modos diferentes e supre as necessidades que o mundo virtual não consegue.

Escritora, autora do livro “O Menino Revirado” e empreendedora na área de educação e tecnologia, Sofia Fada entende que escola, professores e família tem de estar em harmonia para garantir o desenvolvimento da criatividade das crianças, que deve ser compartilhada. Ela também é CEO da plataforma Kriativar, ambiente digital em que alunos podem criar, cocriar e compartilhar conteúdos que incluem textos, desenhos e livros. O projeto foi inspirado no filho de Sofia, que sempre gostou de desenhar, mas tinha dificuldades na alfabetização, o que se levou a cogitar que ele tivesse dislexia. Quando o menino tinha 12 anos, foi criado o site “Um Dragão Por Dia” e seus desenhos fizeram sucesso, inclusive incentivando seu potencial criativo, aumentando seu comprometimento, disciplina, autoestima e desenvolvendo o gosto pela leitura. Tanto é, que hoje João tem um livro de 100 páginas escrito.

 

Continua…

 

 

Fontes: CorreioWeb

Você já conhece a fermenta ExamTime?

A gente sempre compartilha com você ideias legais para ajudar você no ensino dos seus alunos. Chegou no Brasil uma das ferramentas mais usadas internacionalmente dentro da sala de aula, o Examtime.

A ferramenta é totalmente gratuita e pode ser acessada por computador ou smartphone. Atualmente a rede está presente em mais de 140 países e está disponível nos idiomas inglês, espanhol e alemão, além da versão em português disponível no Brasil.

Criado em 2012, o site foi idealizado para que estudantes e professores do ensino médio e de universidades compartilhem conhecimento. A plataforma estimula os usuários a serem coautores de conteúdos que ficam disponíveis em forma de mapas mentais, quizzes, notas e jogo de cartas. Os participantes também podem formar grupos de estudo, criar calendários e trocar mensagens com outros estudantes e docentes do mundo todo.

O cadastro no serviço é gratuito e pode ser feito no site www.examtime.com.br. Lá é possível encontrar boas dicas de estudo para o Enem, o vestibular e o exame da OAB; testes de inglês, francês e mandarim; e simulados.

Três tendências da tecnologia que nos levarão à educação do futuro

A presença da tecnologia na educação existe há tempos, com o uso de equipamentos e recursos como vídeocassete, projetores, computadores, internet, lousa interativa e, mais recentemente, laptops e tablets. Entretanto, a discussão sobre o uso da tecnologia nessa área tem-se tornado mais frequente nos últimos anos, à medida que ela se torna mais intrínseca à vida das pessoas.

Além de mudar o cotidiano das pessoas, a tecnologia – com sua constante e rápida evolução – muda a maneira que os estudantes aprendem, como eles interagem e colaboram entre si e como os professores ensinam. Essas transformações nos dão uma prévia de como será o futuro da educação e como as escolas, universidades e instituições de educação precisam estar preparadas para se adaptar e suportar tudo isso. Abaixo, listo alguns dos principais sinais que vão ditar os rumos da educação:

Múltiplos dispositivos: Ter aulas no computador no laboratório de informática, acessar o conteúdo das aulas no tablet, colaborar em um trabalho pelo smartphone… são inúmeros os dispositivos que acessamos no dia, e muitas vezes, usamos vários aparelhos ao mesmo tempo. Além desses citados, também estamos evoluindo para óculos e relógios inteligentes e outros dispositivos vestíveis que só eram sonhos no passado.

Independentemente do equipamento que será mais utilizado na educação do futuro, a mensagem é clara: o acesso às informações, conteúdos e aplicativos desses gadgets precisa ser contínuo, e é preciso que a TI das escolas seja capaz de suportar e garantir esse acesso por qualquer dispositivo.

Nuvem: Com a nuvem, ensinar e aprender tem-se tornado mais social. Os professores podem usar a nuvem para recolher e avaliar os trabalhos e compartilhar as notas on-line. Os alunos podem acessar conteúdos on-line, como documentos, vídeos, imagens interativas, podcasts. Além disso, aplicativos de educação pela nuvem permitem que estudantes de diferentes estados, países e até continentes colaborem juntos.

Muitas instituições de ensino já estão investindo nessa tecnologia e oferecem cursos técnicos, programas de graduação e pós-graduação pela educação a distância, utilizando os recursos da nuvem. Cursos gratuitos on-line de curta duração e sobre todo tipo de assunto – muitas vezes proporcionados por universidades internacionais renomadas – também são cada vez mais comuns de se encontrar.

Disponibilidade: De nada adianta a mobilidade e a nuvem se os sistemas das instituições de ensino não se mantiverem disponíveis. Se houver problemas na velocidade de conexão ou paradas que impeçam que alunos e professores acessem seus dados e conteúdos, eles não vão querer utilizar seus dispositivos para aprender e ensinar.

Da mesma forma, de nada adianta ter belos livros e materiais virtualizados, se eles não puderem ser acessados. E para que a tecnologia não se torne uma barreira para isso, é preciso garantir que a infraestrutura a suporte. Proteger o ambiente de TI da escola ou da universidade com soluções que garantam o acesso em tempo real, evitem paradas no sistema, recuperem qualquer tipo de aplicação ou informação em caso de falhas é essencial para conseguir uma boa experiência da tecnologia no ensino.

Além dessas três tendências que nos mostram a influência da tecnologia na educação, é preciso levar em consideração que as instituições de ensino também demandam atualmente uma infraestrutura de TI mais eficiente para atender às demandas tanto de alunos como de professores. Ter uma estrutura sempre disponível e que pode reduzir custos é um requisito que atrai futuros estudantes e que colabora para a educação conectada do futuro.

Fonte: http://itforum365.com.br

Além da tecnologia, proposta pedagógica deve ser consistente, diz especialista

Em escolas e faculdades onde a aposta tecnológica é antiga, professores relatam maior aprendizagem e engajamento dos alunos. O risco, segundo especialistas, é investir apenas no uso dos equipamentos sem uma proposta pedagógica consistente.

O sonho de todo o professor é uma sala de aula equipada com internet, computadores, smartphones e muito mais tecnologias em prol da educação. Esses aparelhos agilizam as aulas de uma forma mais rápida e criativa. Nos dias de hoje é impossível pensar na formação do aluno sem a ajuda da tecnologia.

Mas é preciso se ter em mente que a tecnologia só terá efeito positivo na educação se houver uma proposta pedagógica completa e diversificada. A tecnologia nunca irá substituir o papel do professor em sala de aula e também ele não poderá ser apenas um operador de sistemas. É fundamental que ele mantenha a função de promotor do conhecimento.

As tecnologias precisam estar integradas ao projeto educacional da escola e também ao nível do aluno. Se bem usadas, as tecnologias serão suas aliadas e pode melhorar, e muito, o processo de aprendizagem em todas as idades.

Professora usa Minecraft para ensinar Impressionismo

Usar jogos em sala de aula já é uma realidade. Vamos conhecer o relato da professora Sabrina Quarentani que usou o jogo Minecraft em suas aulas para ensinar os alunos sobre o Impressionismo, movimento criado em Paris que revelou grandes nomes da pintura como Van Gogh.

“Na elaboração das minhas aulas de artes, sempre procuro entender a realidade dos alunos e buscar elementos que estimulem o interesse e a vontade de aprender. Desde o ano passado, eu percebi que as crianças dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos falavam muito sobre o jogo Minecraft. Então, a partir de conversas com os próprios estudantes, eu elaborei um projeto que trouxesse a história da arte para dentro do jogo.

Nós usamos o tour virtual do Google Art Project para visitar museus ao redor do mundo. Eu escolhi trabalhar com o Impressionismo, já que esse movimento traz a questão das pinceladas rápidas e a importância de retratar a impressão do momento. Os alunos conheceram galerias e obras de artistas famosos mundialmente, como Monet e Renoir. Depois, eu propus que realizassem releituras das obras vistas usando os blocos do jogo ao invés de pincéis.

A receptividade das crianças foi ótima. Aquelas que tinham mais dificuldade recebiam ajuda dos colegas, o que contribuiu muito para o trabalho colaborativo.

Como conclusão das atividades das aulas de artes, nós geralmente fazemos exposições. Nesse projeto, eu queria uma forma de apresentar as releituras que os alunos fizeram digitalmente. A ideia de fazer um passeio pelas obras dentro do jogo veio dos próprios estudantes, que elaboraram um tour pelas produções: montaram o caminho, os trilhos e o carrinho, que passeava virtualmente.

O resultado não poderia ter sido melhor. Foram aulas muito interativas, porque todos deram ideias, já que eles entendiam muito mais do jogo do que eu. A partir desse espaço aberto para a troca e colaboração, a participação de cada um aumentou muito. Tanto que, depois do projeto, uma aluna sugeriu outro aplicativo, que nós já estamos trabalhando.

O engajamento dos pais também foi muito importante. Um dos alunos comentou em casa sobre as obras impressionistas. Então, a família resolveu visitar o Masp (Museu de Arte de São Paulo), para conhecer um pouco mais desse movimento.

Como os alunos têm um dia da semana em que podem levar eletrônicos para a escola, é importante aproveitar essa oportunidade e saber trabalhar de uma forma pedagógica, para que não fique como uma “aula livre”. Nesse sentido, o uso do jogo a partir de tablets e celulares conseguiu despertar o interesse pelo aprendizado da história da arte.”

Fonte: www.porvir.org

Maneiras criativas de usar as redes sociais na sala de aula

Não há como negar que a Internet está inserida na rotina de crianças e adolescentes ao redor do mundo. E esse envolvimento é ainda maior quando se trata de redes sociais, cujo alcance se expandiu muito nos últimos anos com a popularização dos Smartfones. Mas quando se trata de mídias sociais em sala de aula, o assunto ainda é tabu e muitos professores abominam a ideia. A gente já comentou aqui no blog como você pode contar com a ajuda dessas ferramentas na sua aula e agora trazemos mais algumas dicas de como inovar com a ajuda dessas ferramentas.

Além do Google: Antes mesmo de aparecer nas buscas do Google as notícias circulam primeiro nas redes sociais. Você pode pedir para os seus alunos acompanharem um episódio com o auxílio da hashtag.

Entrevistas: Com a ajuda das redes sociais você pode conseguir palestras e entrevistas com pessoas bem interessantes que vão tornar a sua aula muito mais rica.

Interação e colaboração: Alunos e professores podem criar conteúdo nas redes e convidar outras pessoas com o mesmo interesse a interagir, opinar e colaborar de diversas formas aumentando a qualidade do projeto.

Grupos Online: Quando uma turma está envolvida em um mesmo tema, é possível criar grupos de estudo e discussão e incluir pessoas de relevância, como especialistas, que contribuam com a troca de conteúdos e informações, motivando os alunos.

Apresentações: Criar um banco de apresentações e vídeos online sobre temas variados que ajude a fomentar a troca de informações e referências entre os alunos. Pode-se também pedir aos alunos que disponibilizem suas apresentações a outras turmas.

Debates do virtual para o real: Iniciar debates nas redes sociais com alunos e estimulá-los a pesquisar informações para embasar suas respostas em um debate real na sala de aula, pode ser uma forma de enriquecer as discussões.

Senso crítico: É possível encontrar muita informação nas redes, e isso é uma forma de estimular seus alunos a ter senso crítico, tolerância com opiniões contrárias e discernimento na hora de usar um conteúdo como verdadeiro.

Estudar, revisar, testar e compartilhar: Existem várias plataformas onde é possível usar redes sociais na escola. Uma dessas plataforma é a ExamTime, como ela você pode criar gratuitamente, fichas de memorização, testes, mapas mentais, notas online, grupos de estudo e ainda compartilhar tudo isso em outras plataformas ou com os colegas. Também é possível acessar a biblioteca virtual, que possui milhares de recursos criados por outros alunos e professores.

Você sabe o que é uma sala de aula flexível?

O que é uma sala de aula flexível e como conseguir fazer essa inovação sem comprometer o ensino das crianças?

Ir à escola significa manter uma rotina de estudos e atividades, responsabilidades que a criança assume desde muito cedo e que ajudarão a moldar o seu caráter. O modelo tradicional de ensino vem ficando cada vez mais defasado e afastando mais alunos da escola. A vida dos jovens hoje é muito agitada e muitos deles não se sentem atraídos em ficar sentados o dia todo copiando materiais de um quadro negro, sem interação e novidades.

O bom é que cada vez menos escolas mundo afora aceitam esse modelo tradicional de ensino. Em julho desse ano, a Universidade de Harvard realizou o “Learning Spaces Week” (“Semana dos Espaços de Aprendizado”), a fim de discutir o impacto dos espaços físicos de aprendizagem. Desde então algumas escolas vêm mudando o jeito de fazer com que o aluno se sinta à vontade para estudar.

Um bom exemplo disso é a Albemarle County Public School, nos Estados Unidos, que incorporou o modelo da “sala de aula flexível”, que oferece espaços pequenos – equipados com móveis, sofás e diversos tipos de cadeiras – dentro de uma classe descontraída, onde os alunos são estimulados a escolher o que querem estudar.

Quer conhecer melhor como funciona uma sala de aula flexível? Dá uma olhada nesse vídeo:

 

Aulas de programação ainda na infância é tendência na China

Wu Pei começou a ensinar programação ao seu filho de 6 anos neste ano, acreditando que ele desfrutaria de aprender uma habilidade que poderia melhorar suas perspectivas de emprego no futuro em um mundo cada vez mais digitalizado. Agora, ela dá aulas em Nanjing, na China, e está ajudando mais de 100 pais a iniciarem seus filhos na codificação.

A ex-programadora da Foxconn Technology Group, de 35 anos, está aproveitando a crescente demanda de pais decididos a preparar seus filhos em idade pré-escolar para um mundo no qual, segundo previsão de pesquisadores da Universidade de Oxford, metade dos empregos em alguns países poderão ser eliminados por robôs e computadores.

Aulas semelhantes estão surgindo por toda a China. Reynold Ren ensinou cerca de 150 crianças do Ensino Fundamental em Pequim a utilizarem o Scratch, um projeto desenvolvido pelo MIT Media Lab, e o Arduino, que permite que os usuários criem objetos interativos, como robôs. Em Hong Kong, cerca de 2.500 estudantes participaram dos cursos da First Code Academy, dirigida por Michelle Sun.

Wu refletiu durante semanas sobre como poderia apresentar os conceitos fundamentais de programação a crianças em idade pré-escolar — que estão apenas começando a aprender matemática e chinês — de uma forma que elas pudessem entender.

Ela decidiu mostrar às crianças um tabuleiro de 3 x 3 unidades e as convidou a jogar um jogo no qual se pedia que os estudantes identificassem as localizações usando direções simples, como para cima, para baixo, direita e esquerda. Depois, ela passou para um sistema numérico e pediu que as crianças apontassem as localizações utilizando coordenadas.

Quando os estudantes já estão familiarizados com o conceito de eixos X e Y, ela os ensina jogos simples com aviões no Scratch. E quando se entusiasmam, ela os incentiva a aprender a criar jogos similares por conta própria.

Há crianças aprendendo a programar também em outros países. Incentivar as crianças a aprenderem a escrever as instruções para os programas de computador pode ajudar a China a subir na cadeia de valor da tecnologia, tornando-se mais inovadora em termos de softwares e ferramentas digitais em vez de ser uma fabricante em escala e uma fornecedora de componentes. Na atualidade, a segunda maior economia do mundo está atrás de pelo menos 16 países da Europa e dos EUA que estão colocando a programação no currículo escolar nacional.

Fonte: Uol

Canais do YouTube que podem te ajudar a ensinar matemática aos seus alunos

As redes sociais podem ajudar você na hora de ensinar os seus alunos. Nada mais certo do que recorrer a um universo que tenha a ver com a rotina da criança e do jovem, não é mesmo?

Separamos alguns canais bem legais do YouTube que podem te ajudar na hora de ensinar matemática para os seus alunos. Use a tecnologia a seu favor e aproveite as dicas desses colegas para deixar suas aulas mais dinâmicas e divertidas!

Ever Salazar
“Vídeos matemáticos curtos e bonitos”, esse é o título e descreve perfeitamente esse brilhante canal no qual são publicadas coloridas obras com explicações gráficas, conceitos básicos de Geometria e curiosidades matemáticas. A frequência de publicação não é tão alta porém, é preciso se levar em conta que cada vídeo, como se pode perceber, nos requintados detalhes visuais, requer bastante tempo, trabalho e cuidado.

Julioprofe

Julio Alberto Ríos é um aclamado e premiado professor colombiano famoso por suas simples explicações de variados temas de Álgebra, Cálculo, Trigonometria, Física, Matemáticas básicas e outras ciências similares. Seus pontos fortes são sua caligrafia, sua paciência para explicar passo a passo cada tema, sua linguagem clara, seus conselhos e seus truques.

Khan Academy em Espanhol

Uma das plataformas pioneiras no que diz respeito a cursos massivos e gratuitos online foi Khan Academy, um espaço onde profissionais de diversas áreas e de diferentes partes do mundo compartilham seus amplos conhecimentos através de vídeos curtos e com claras explicações. Embora sua versão em espanhol não evoluiu tão rápido como sua elegante versão original em inglês.

Físicaymates

Físicaymates, tal qual o canal de Ever Salazar, conhecemos na comunidade de Cursos Online Gratuitos que gerenciamos em Google+. O responsável do site compartilha suas excelentes explicações em vídeo focadas a resolver “dúvidas de Matemáticas e Física e primeiros cursos universitários”. Vale destacar o útil material que podemos encontrar especificamente temas de Cálculo Diferencial, Cálculo Integral e Estatística.

Tareasplus

Em Tareasplus são oferecidos centenas de vídeo-tutoriais de Matemática, Física e Química. No primeiro grupo destacam matérias específicas como Aritmética, Cálculo (Diferencial e Integral), Probabilidade e Estatística, Equações diferenciais, Álgebra e até um espaço para as curiosidades matemáticas, todas com material explicativo e exercícios resolvidos e explicados facilmente. Também está disponível em forma de aplicativos para iPhone, iPad e Android.

math2me

“Aulas de matemática [Cálculo, Probabilidade, Estatística, Geometria, Álgebra, etc.], reportagens,piadas, truques e mais”, assim se apresenta este completo recurso para aprender matemática de uma forma pouco convencional, finalizando essa lista. Algo que chama a atenção é sua cativante lista de reprodução chamada “De que me serve a matemática” onde fazem reportagens sobre os importantes aplicativos na vida real de todos esses números e fórmulas que ensinam no colégio e que muitos não acham de grande utilidade. Algo muito curioso é que os responsáveis de math2me são amigos de Julioprofe, talvez por isso é que compartilham essa facilidade para ensinar.

Fonte: Canal do Ensino