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Saiba porque esta escola é tão inovadora

Esta escola sueca queria fugir das aulas teóricas, em salas tradicionais, retangulares, com o professor de um lado e os alunos do outro, distribuídos em fileiras de mesas e cadeiras, e quase nenhuma interação. Para isso, criou um inovador projeto arquitetônico. Confira!

A escola tem um projeto arquitetônico inovador, com poucas paredes e salas, e vários espaços pensados para aguçar a criatividade dos alunos. A tecnologia faz parte do dia a dia dos estudantes e professores, que usam laptops para estudar e trabalhar. A aprendizagem é baseada em projetos, de acordo com interesses individuais e feita de maneira colaborativa.

O projeto foi desenvolvido por arquitetos, professores, designers e estudantes, sob a liderança da arquiteta Rosan Bosch. A escola integra a Vittra, uma rede independente de 35 escolas gratuitas, mantidas com recursos públicos, e construídas com arquitetura inovadora. O objetivo é que a escola seja inspiradora e um local que propicie a comunicação.

Soluções

Os estudos são baseados em projetos e acontecem em espaços criativos, pensados para potencializar o aprendizado e motivar os alunos a fazerem perguntas e a aprender de acordo com seus próprios interesses, mas de forma colaborativa.

O ambiente é aberto, positivo e divertido. Há espaços como a caverna, que é um canto para trabalhos individuais; o laboratório, onde ocorrem atividades práticas de matemática, ciências e artes; o acampamento, em que os alunos se reúnem para discutir ou trabalhar em algum projeto; o açude, local de socialização e atividades físicas, como dança; e o auditório, para apresentações. A escola conta ainda com espaços para relaxamento e para conversas, áreas para assistir a vídeos e salas multimídia.

Espaço da escola

As atividades diárias começam com todos os alunos da escola reunidos em grupos de diferentes idades e séries, para discutir algum assunto ou para tentar resolver um problema comum. A ideia é que eles compartilhem experiências, usem a criatividade, acreditem em si mesmos e sejam inovadores. Depois, partem para aulas das disciplinas, que são dadas parte em salas de aula e parte nos outros espaços da escola. Todos os professores e alunos com mais de 10 anos trabalham com o próprio laptop. Os estudantes mais novos também têm acesso a laptops e tablets da escola.

O aprendizado acontece em módulos online, e os alunos podem publicar seus trabalhos e compartilhar ideias com os colegas. Os educadores atuam como facilitadores, ajudando os alunos a desenvolverem seus projetos. Cada aluno tem um arquivo na internet, chamado de Vittra Book, onde são armazenados todos os dados relacionados à sua evolução na escola e que pode ser acessado de casa pelos pais.

Inovação nos espaços escolares

Resultados

O aprendizado se torna interessante, envolvente e interativo. As crianças gostam da escola, se sentem motivadas e desenvolvem competências para o século 21, como comunicação, empatia, confiança e concentração. Elas aprendem a enfrentar desafios. O uso de laptops desenvolve a leitura, a escrita, a criatividade e a capacidade de usar ferramentas digitais. O Vittra Book aumenta a interação entre os pais e a escola.

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Crédito da imagem de capa: https://www.archdaily.com

Fonte: http://www.innoveedu.org/pt/telefonplan-school

Três dinâmicas de grupo para você usar com os alunos do ensino fundamental

A dinâmica de grupo pode ser uma ótima alternativa para ensinar alguns conteúdos para os seus alunos em sala de aula. Além de ser divertido, as dinâmicas desse tipo ajudam nas relações entre as crianças, criam laços de afeto e eles já começam a trabalhar em equipe, o que é sempre muito bom para o futuro, dentro e fora da escola.

Além disso, é possível abordar temas que fogem da rotina do dia a dia da aula como respeito, solidariedade, trabalho em equipe e criatividade – habilidades fundamentais para o crescimento dos estudantes dentro e fora da sala de aula.

Confira três opções que podem ser utilizadas nas turmas de ensino fundamental e divirta-se junto com os seus alunos.

Troca de cartas: Quanto tempo faz que você não manda uma carta para alguém? A Internet e as redes sociais tomaram o lugar das cartas enviadas pelos Correios. Que tal ensinar seus alunos a escreverem uma carta à moda antiga? Você pode trabalhar aspectos da língua portuguesa e da construção textual, além de relações de amizade entre os alunos. Você pode convidar uma turma da mesma série da escola, ou de outra próxima à sua. Faça uma lista de alunos para saber qual deles vai mandar e quais irão receber as cartas. Você pode trabalhar temas, como uma redação convencional. A carta pode ser mandada pelo Correio ou apenas trocada em sala mesmo. Os alunos podem falar como foi a experiência de escrever cartas e contar histórias com essa forma tão pouco usada nos dias de hoje. É importante deixar claro que o conteúdo das cartas é pessoal, mas não confidencial. Por isso, cada texto deve passar pelo professor antes de ser entregue à outra turma.

A teia: Com as carteiras afastadas, o professor forma um círculo com toda a turma. Um rolo de barbante deve ser entregue a um aluno, que deverá dizer seu nome e jogar o rolo para o colega mais distante dele, ao mesmo tempo em que diz o que deseja para a pessoa naquele semestre ou ano. Cada aluno repete a ação, sempre segurando uma parte do fio e jogando o rolo para outro colega, até que a turma toda tenha participado da dinâmica.

O resultado da prática será uma teia em que todos seguram uma parte do barbante, mostrando que cada pessoa tem sua importância no processo. Ao final, o professor pode perguntar o que significa aquela teia, estimulando os estudantes a expressarem livremente suas interpretações.

Árvore das férias: O professor apresenta em sala uma grande árvore desenhada em uma cartolina, na qual papeis coloridos representam suas folhas. Cada folha deve ter uma pergunta para orientar a dinâmica, como: “Para onde você foi nas suas férias?” “Com quem você foi?” “O que mais gostou?” ou “E do que não gostou?”.

Os alunos recebem as folhas e devem desenhar ou escrever a resposta da pergunta indicada. Em seguida, os papeis são colados na árvore, que deve ser disposta em um lugar visível na sala de aula. O professor pode, ainda, estimular o diálogo trazendo informações que complementem os dados dos estudantes, ampliando o conhecimento da turma sobre diferentes regiões, culturas e línguas.

Fonte: Universia