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Esta metodologia de educação deve ganhar força na pós-pandemia

Cláudio Sassaki é cofundador de empresa especializada em educação inovadora no Brasil e acredita que o Ensino Híbrido vai ganhar cada vez mais força no país pós-pandemia. Confira seu pensamento!

Cláudio é é cofundador e CEO da Geekie e acredita que a educação é um dos pilares que sofrerá grandes mudanças em nossa sociedade, quando o período da pandemia passar. Segundo análise do Fórum Econômico Mundial sobre os possíveis impactos da pandemia na educação, já há uma mudança imediata: milhões de pessoas no planeta estão sendo educadas graças à brecha digital que trouxe novas abordagens pedagógicas via uso de tecnologias. Implementada como alternativa às salas de aula fechadas, essa via tecnológica conferiu inovação educacional a um setor que sempre resistiu aos ventos da mudança; sempre investiu em um modelo de aulas expositivas.

Ensino Híbrido ganhará força

Inspirado pelo relatório “Three ways the coronavirus pandemic could reshape education” (Três formas que a pandemia do coronavírus pode remodelar a educação, em uma tradução livre), conduzido pelo Fórum Econômico Mundial – e como mestre em Educação pela Universidade de Stanford – Cláudio pensou no possível “legado” da pandemia à educação.

“Sob a constatação do maior uso da tecnologia em um cenário de aulas a distância, acredito que veremos, no mundo sem Covid-19, um maior número de escolas adotando do Ensino Híbrido. Para conceituar melhor, essa modalidade integra as melhores práticas educacionais off-line e online; em inglês, inclusive, é reconhecido pelo termo blended learning – em livre tradução, misturar o processo de aprender. Nessa metodologia, há momentos em que o aluno estuda sozinho, aproveitando ferramentas online; em outros, a aprendizagem acontece de forma presencial, valorizando a interação entre alunos e com o professor e a professora”, acredita Cláudio.

Por inserir essas ferramentas digitais no processo de aprendizagem do(a) estudante, esta estratégia tem se mostrado mais coerente com o estado da arte da educação. Os alunos e as alunas deste século, os nativos digitais, estão imersos no mundo virtual – embora nem sempre com as competências e conhecimentos necessários para identificar seus riscos e suas oportunidades. É neste espaço digital que está a própria linguagem, a forma de expressão, as interações e, principalmente, as próprias fontes de informação. Neste sentido, o Ensino Híbrido traz para a sala de aula a realidade desta nova geração.

No livro “Blended – usando a inovação disruptiva para aprimorar a educação”, os autores Michael B. Horn e Heather Staker abordam o Ensino Híbrido como a modalidade que mescla um ensino presencial com o virtual dentro e fora da escola; ambos acreditam que essa é uma das tendências mais importantes da educação de século XXI. Os autores defendem que não por acaso esse programa de educação formal tem se disseminado em redes de ensino ao redor do mundo: ele oferece aos alunos acesso a um aprendizado mais interessante, eficiente e personalizado; torna-se, ainda, a base de um sistema educacional centrado no aluno. Na perspectiva desse processo eficiente e personalizado de aprender, o Ensino Híbrido funciona como um motor que alimenta a inovação e aquisição de conhecimento dentro e fora da escola.

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Fonte: https://www.geekie.com.br/blog/dia-mundial-da-educacao-2020-tendencia-pos-coronavirus/

Professora estimulou os alunos a colocar a mão na massa

Vera Ligia de Campos Henrique é professora de ensino fundamental no Colégio Genius, em Campinas/SP e propôs a utilização de plataforma digital para trabalhar conteúdos de ciências com turmas do primeiro ao quinto ano.

Vera já tem mais de 20 anos de “casa”, com grande experiência em livros didáticos e apostilas, então trabalhar com uma plataforma digital, foi um novo desafio. Mas já nas primeiras aulas, a professora percebeu que os alunos estavam se envolvendo e participando das atividades.

A plataforma CLOE trabalha com a aprendizagem ativa, colocando o aluno no centro do processo. Por lá, é possível percorrer diferentes expedições que integram projetos, conteúdos e atividades práticas para trabalhar de forma significativa.

“Antes do fechamento das escolas, cada uma das minhas turmas estava participando de uma expedição. No quarto ano, por exemplo, estávamos percorrendo uma trilha que apresentava muitas experiências e estimulava momentos de interação entre os estudantes”, salienta Vera.

Quarto ano

A expedição do quarto ano falava um pouco sobre gastronomia molecular, transformações físicas e energia térmica. Além de trabalhar os conteúdos propostos, foram realizadas muitas atividades em sala de aula que estimulavam a reflexão dos estudantes, como experiência de observação de como a água passa do estado sólido para o estado líquido.

“Quando começou a quarentena, apesar de já estar trabalhando com uma plataforma digital, tive que fazer adaptações das aulas porque elas exigiam muitos momentos de interação e trabalho coletivo. Para dar continuidade aos conteúdos, passei a fazer algumas experiências na minha casa e também pedi para que os estudantes tentassem reproduzir com as suas famílias”, afirma Vera.

Resultados das experiências

Durante as últimas semanas, puderam observar o que acontecia com o mingau armazenado em potinhos, fizeram chá e até “geladinho” de vários sabores. “Compartilhamos receitas e tivemos um tempo para descrever como cada um fez na sua casa. Essa parte prática foi muito divertida, e os estudantes se engajaram muito”, completa a professora.

Segundo Vera, faltam três aulas para concluir essa expedição, mas ela já percebe que os estudantes estão envolvidos com o conteúdo. As experiências chamaram muito a atenção da turma, que consegue lembrar de diferentes atividades e conteúdos que foram trabalhados.

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Fonte: https://porvir.org/longe-do-laboratorio-turma-de-fundamental-1-pratica-ciencias-na-cozinha/

Estas professoras do fundamental 1 estão engajando os alunos à distância

Com passeio pela NASA e construção de foguete, atividade remota é feita com metodologia da sala de aula invertida para trabalhar sistema solar com turma do quarto ano.

Quando começou a quarentena, as professoras Laís Amorim e Mayara Lopes Schmidt precisavam dar a continuidade ao trabalho que estavam desenvolvendo com seus alunos do quarto ano do ensino fundamental da Escola Projeto/Lápis de Cor, em Curitiba (PR).

Para isso, elas trabalharam com o conceito de sala de aula invertida, planejando uma expedição virtual e incentivando a turma a colocar a mão na massa.

“Como prevê a metodologia da sala de aula invertida, as curiosidades, os conteúdos e os slides foram enviados para eles estudarem antes. Quando nos reunimos ao vivo, aproveitamos esse momento para consolidar o que eles aprenderam, debater e fazer experiências. A intenção era instigar os alunos a procurarem informações e utilizarem a ferramenta que tínhamos apresentado de exploração virtual”, afirmam.

Nesta aula, a princípio elas produziram um roteiro para as crianças. Gravaram um vídeo explicativo sobre a atividade e também falaram de algumas curiosidades relacionadas ao conteúdo, tais como quem foi o primeiro homem que pisou na lua ou como os astronautas dormem.

Antes da aula também elaboraram um convite personalizado para despertar o interesse dos alunos. Fizeram os slides e todos os materiais gráficos no site Canva Design, que oferece alguns templates fáceis de personalizar.

“Durante a aula, utilizamos uma ferramenta de videoconferência para fazer um passeio virtual com os alunos no site da NASA, a agência espacial dos Estados Unidos. Nós visitamos um laboratório de propulsão, local onde são construídos os motores dos foguetes, e acompanhamos toda a exploração ao lado dos alunos para deixar a atividade mais lúdica, além de enviar um link para que pudessem depois continuar sozinhos ou com as famílias”, salientam.

Concluída a exploração virtual, lançaram a proposta de construir um foguete de materiais recicláveis com os alunos. Com essa atividade, conseguiram trabalhar formas geométricas, sistema solar, exploração espacial, meios de transportes, inglês, entre outros conteúdos.

No total, a aula teve quarenta minutos de duração. Durante os dez minutos iniciais, fizeram o passeio virtual e em seguida começaram a construção do foguete.

“Como foi a nossa primeira experiência, ainda estávamos nos adaptando. Ficamos com medo de não funcionar a internet na hora, então já elaboramos um plano B caso não fosse possível explorar o laboratório da NASA com os alunos. Já tínhamos separado um material com as instruções e o link para eles acessarem depois em casa”, disseram.

Com a aula, os alunos puderam notar a conexão de conteúdos que estavam estudando com a vida deles. Além de aprender a usar novos recursos digitais, eles também acabaram descobrindo que vários itens que utilizam hoje foram desenvolvidos para viagens espaciais.

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Fonte: https://porvir.org/com-passeio-pela-nasa-e-construcao-de-foguete-professoras-engajam-alunos-do-fundamental-1/

Jogos durante a quarentena? Podem ser uma boa pedida

Para que as aulas online tornem-se mais divertidas para os alunos, o Sesi usou um famoso jogo. Confira!

A proposta do Sesi é despertar o interesse dos alunos pelas atividades através no Minecraft. “Eles usam várias ferramentas para as aulas online e offline, mas que não são tão atrativas como o jogo que já é de domínio dessa geração”, explica a Especialista em Desenvolvimento Industrial da Unidade de Educação do Sesi, Perla Amorim.

Os estudantes têm acesso a uma edição especial voltada para a educação. Segundo Perla, o jogo “já estava sendo utilizado na escola, o custo da licença é alto para disponibilizar para todo os alunos em casa, para isso, tivemos a parceira com a Microsoft para oferecer esse recurso para os alunos em casa.”

E não é só o jogo pelo jogo. Foi lançado um desafio para que os meninos e as meninas criem dois mundos: um com coronavírus e outro pós-pandemia. Eles também precisam recriar a estrutura do vírus. “Para isso, tem um trabalho de pesquisa que deverá ser feito, como avaliar a rotina de sua comunidade nesse período de isolamento, o comportamento e pensar como será tudo isso no futuro.”

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Fonte: https://noticias.r7.com/educacao/game-famoso-e-usado-em-atividade-escolar-para-alunos-em-quarentena-30042020

Esta professora tem usado a tecnologia para enfrentar a quarentena

Sara Sousa é professora de inglês das turmas do ensino fundamental 2 e está usando as tecnologias a seu favor nessa quarentena. Entenda!

Antes mesmo da pandemia, Sara ficou sabendo que iria acontecer uma olimpíada de inglês, propôs a seus alunos que participassem: foi como se fosse uma olimpíada de esportes, com cerimônia de abertura, hino e ranking, em que a professora atualizava semanalmente. Tudo em ferramenta online. Essa experiência ajudou a já ter certa proximidade com esse tipo de plataforma. Antes, ela não usava tão intensamente. Mas agora, a ferramenta é o dia a dia. A principal que ela usa é o ChatClass. O aplicativo é uma plataforma de aprendizagem que roda inteligência artificial por meio do WhatsApp, algo que já é do universo dos alunos.

Os alunos interagem diretamente com o robô e o papel de Sara é apenas direcionar as atividades de acordo com o assunto que estão estudando. “Por exemplo: se estamos trabalhando “Simple Present”, eles devem entrar nas atividades sobre esse assunto e praticar gramática, escuta e conversação. O mais interessante é que ele tem a correção automática e permite que professores criem suas próprias atividades. Eu fiz isso quando precisamos migrar da aula presencial para online. Criei um banco de perguntas para fazer a ponte e relembrar o último assunto que tínhamos tratado”, salienta a professora.

Youtube também é uma ótima ferramenta

Além disso, no caso da escola onde Sara leciona, foi necessário utilizar as redes sociais da escola para passar o conteúdo para os alunos quando as aulas foram suspensas. “Resolvi criar um canal no YouTube para direcionar as atividades e facilitar o acesso, já que é muito difícil marcar um horário e reunir todo mundo online. Estou gravando um vídeo por semana e disponibilizo para que eles acessem a qualquer hora. O último que gravei usei personagens do Roblox, um jogo que eles gostam muito, para ensinar sobre ‘The Genitive Case’”.

Essa foi uma forma que a professora encontrou para aumentar a proximidade em um momento de distância. “Se eles percebem que eu estou presente e pronta para orientar, existe uma chance maior de lembrarem de suas responsabilidades com os estudos. Como alguns alunos são mais auditivos ou visuais, os vídeos também são úteis para tentar dar conta dessas demandas”, enfatiza.

“A situação da pandemia do COVID-19 é muito triste e complicada, mas está nos mostrando outros caminhos para agir. Sempre achei importante ir além durante minhas aulas e isso garantiu que meus alunos não estivessem totalmente por fora. O modelo tradicional de aula é muito bem-vindo em vários momentos, mas também devemos olhar para as especificidades de cada estudante e usar a tecnologia e inovação a favor disso”, completa Sara.

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Fonte: https://porvir.org/professora-de-ingles-enfrenta-quarentena-com-app-canal-de-youtube-e-pagina-no-facebook

A tecnologia tem sido uma forte aliada desta escola no período de quarentena

Escola está utilizando recursos tecnológicos para garantir que seus alunos recebam os conteúdos de aula com qualidade. Confira!

Entre as ferramentas utilizadas pelas Escolas Idaam estão vídeo-aulas que foram produzidas pelos próprios professores, aulas online, podcasts com conteúdos de disciplinas, a utilização da realidade aumentada e acesso a plataformas de soluções digitais.

Organização

Os alunos recebem um planejamento quinzenal de atividades e nesta programação estão a proposta de aula, o conteúdo (tanto o que está no material físico e em que momento precisarão dos recursos tecnológicos).

“Além dessas aulas ao vivo, em que o professor vai explicar e tirar dúvidas de forma online, eles também têm outros recursos como vídeo-aulas e podcasts, o que estamos preparando justamente para facilitar o estudo em casa. Outro recurso exclusivo do material Idaam é a realidade aumentada”, explicou a diretora pedagógica das Escolas Idaam, Célia Carrara.

“O aluno vai estudar sobre a célula, ele vai ao capítulo que fala sobre isso e, como celular, ele amplia de forma real e consegue ver o que contém em uma célula”, exemplificou.

De acordo com a diretora de Supervisão das Escolas Idaam, Luciana Barbosa, a utilização da realidade aumentada tem o objetivo de potencializar o aprendizado do aluno nas disciplinas em que a metodologia é aplicada.

Então, os estudantes desde a Educação Infantil até o oitavo ano do Ensino Fundamental tem a possibilidade de aprofundar o conhecimento nos conteúdos de disciplinas como matemática, ciências, geografia e língua portuguesa.

“A ideia é fazer com que os alunos tenham mais uma ferramenta para identificar aspectos do conteúdo e faça com que apreenda o conteúdo de forma significativa”, destacou a profissional.

Atividades específicas por faixa etária

Para a elaboração dos vídeos-aulas, os professores possuem a liberdade de gravar o conteúdo de casa. Além disso, os alunos podem estudar e assistir às aulas que acontecem ao vivo via internet também de maneira programada, conforme o que foi proposto no cronograma.

Outra facilidade é a produção de podcasts, ou seja, aulas em áudio para que os alunos consigam assimilar o conhecimento.

“Nós precisamos oferecer aos nossos alunos instrumentos que sejam compatíveis com a maturidade psíquica deles. Para a educação infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental, priorizamos os podcasts e também os vídeos-aulas”, reforçou Luciana Barbosa.

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Fonte: www.acritica.com

Você já conhece o Edmodo? Ele pode te ajudar muito nesse momento

Ferramenta é uma espécie de rede social da educação e pode ser muito útil nesse momento de quarentena. Confira!

Para gerir grupos de alunos à distância, o professor e a escola precisam de um AVA, ou seja, um Ambiente Virtual de Aprendizagem. Entre eles está o Edmodo. Com ele os alunos podem:

– Participar de comunidades;

– Ter acesso a material didático, textos, links de vídeos e outros materiais oferecidos pelo professor;

– Compartilhar mensagens, participar de fóruns;

– Organizar uma agenda de trabalho;

– Elaborar textos e apresentações;

– Entregar tarefas e receber notas e medalhas.

Para configurá-lo para utilização, não é um bicho de sete cabeças. Confira o passo a passo:

1 – Acesse www.edmodo.com

2 – Desça a página e mude o idioma para o português

3 – Crie uma nova conta. Você deve escolher uma entre três opções:

– Sou um (a) professor

– Sou um (a) aluno

– Sou um (a) pai/mãe/responsável

4 – Faça o login

5 – Preencha seu perfil: adicione uma foto, informações pessoais, conecte-se a outros professores. O Edmodo também funciona como uma rede social de professores e meio de comunicação entre professor e pai/mãe/responsável.

6 – No menu superior, clique em “salas”. No ícone “+” você pode escolher a opção “criar sala” ou “juntar-se a uma classe”. Caso opte pela última opção, você deverá digitar um código que costuma ser compartilhado pelo professor dono de uma sala/classe.  Se optar pela opção “criar sala”, você será encaminhado para um formulário. Preencha as informações básicas como nome, descrição, ano, assunto e cor do ícone que representará sua sala dentre outras que criadas.

7 – Adicione os alunos via código ou e-mail.

8 – Pronto. Sua sala está pronta. No mural, você já pode iniciar uma discussão, compartilhar materiais, criar enquetes e até agendar suas postagens.

9 – Na biblioteca você pode integrá-la ao seu Google Drive ou OneDrive, permitindo o acesso rápido aos seus arquivos, ou então, pode fazer o upload diretamente do seu computador.

10 – Na página da sala, você já pode criar uma tarefa, um teste ou carregar um teste existente.

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Fonte: porvir.org

Esta professora está inovando para enfrentar a quarentena

Sara Sousa é professora de inglês de turmas de ensino fundamental 2 dá dicas de como continuar seu trabalho mesmo com a quarentena.

Sara já tinha tido outras experiências com tecnologia na educação, mas agora, com a quarentena, as inovações se tornaram parte do seu dia a dia. Uma das ferramentas que ela tem utilizado o é o ChatClass, uma plataforma de aprendizagem que roda inteligência artificial por meio do WhatsApp, algo que já é do universo dos alunos.

Eles interagem diretamente com o robô. O papel da professora é apenas ir direcionando as atividades de acordo com o assunto que estão estudando. Por exemplo: se estão trabalhando “Simple Present”, eles devem entrar nas atividades sobre esse assunto e praticar gramática, escuta e conversação. O mais interessante é que ele tem a correção automática e permite que professores criem suas próprias atividades. Sara fez isso quando precisou migrar da aula presencial para online. Criou um banco de perguntas para fazer a ponte e relembrar o último assunto que tínhamos tratado.

Além disso, no caso da escola de onde dá aula, as redes sociais foram utilizadas passar o conteúdo quando as aulas foram suspensas. “Resolvi criar um canal no YouTube para direcionar as atividades e facilitar o acesso, já que é muito difícil marcar um horário e reunir todo mundo online. Estou gravando um vídeo por semana e disponibilizo para que eles acessem a qualquer hora. O último que gravei usei personagens do Roblox, um jogo que eles gostam muito, para ensinar sobre ‘The Genitive Case’”, explica.

Essa foi uma forma que a professora encontrou para aumentar a proximidade em um momento que tão distantes. “Se eles percebem que eu estou presente e pronta para orientar, existe uma chance maior de lembrarem de suas responsabilidades com os estudos. Como alguns alunos são mais auditivos ou visuais, os vídeos também são úteis para tentar dar conta dessas demandas”, completa.

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Fonte:
https://porvir.org/professora-de-ingles-enfrenta-quarentena-com-app-canal-de-youtube-e-pagina-no-facebook