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Isto reduz situações de bullying entre os alunos

O bullying, não se pode negar, é um problema sério que aflinge praticamente todas as escolas. Muitos métodos são trabalhados por educadores e pedagogos, mas nem sempre funcionam. A mudança pode estar nesta ideia.

Pesquisadores da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, descobriram que os estudantes que sentem um maior senso de pertencimento a grupos de colegas, família e comunidade escolar são menos propensos a se tornarem valentões, ou seja, a praticar bullying.

— Quando o aluno se sente valorizado e pertencente a um grupo, a autoestima aumenta e ele tende a não se comportar de forma a intimidar colegas. É importante lembrar que o bullying só existe porque há uma plateia. Em torno daquele que agride e daquele que é atacado estão colegas que dão risada e aplaudem — diz a educadora Andrea Ramal.

Foram analisadas as respostas de mais de 900 alunos do ensino médio de escolas rurais americanas. Os resultados indicam que quanto mais o aluno se sente bem entre os colegas e a família, maior a probabilidade de se sentirem pertencentes à escola. Além disso, quanto mais eles acham que fazem parte da comunidade escolar, menos eles relatam comportamentos de bullying. Isso indica que os pais podem desempenhar um papel proativo no aumento do sentimento de pertencimento da criança na escola, concentrando-se em melhorar o pertencimento à família.

— Ao encorajar os irmãos a apoiarem uns aos outros, os pais podem ajudar seus filhos a sentirem que seus interesses são aceitos e que eles se encaixam dentro da unidade familiar — indica Christopher Slaten professora da Faculdade de Educação da Universidade do Missouri.

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Fonte: https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/sensacao-de-pertencimento-reduz-situacoes-de-bullying-entre-os-jovens-23854724.html

O bullying está sendo combatido por uma ferramenta tecnológica. Descubra qual!

O bullying é um problema que pode afetar crianças e adolescentes pro resto de suas vidas. O tema é cada vez mais comum em salas de aula, debatido para encontrar soluções para diminuí-lo ou acaba-lo. Mas sabe quem pode ser uma forte aliada na prevenção? A Inteligência Artificial.

A tecnologia tanto pode aumentar o potencial para o bullying quanto ser usada para acabar com ele. Computadores alimentados por inteligência artificial estão sendo usados para detectar e lidar com casos de assédio.

“É quase impossível para os moderadores humanos ler todos os posts e determinar se há algum problema”, diz Gilles Jacobs, pesquisador de idiomas da Universidade de Ghent, na Bélgica. “Por isso, a IA é fundamental para automatizar a detecção e moderação de bullying e trolling.”

A equipe de Jacobs desenvolveu um algoritmo de aprendizado de máquina capaz de identificar palavras e frases associadas ao bullying na rede social AskFM, onde usuário fazem e respondem perguntas. O sistema desenvolvido detectou e bloqueou quase 2/3 dos insultos em quase 114 mil postagens.

Todavia, o discuso abusivo é notoriamente de difícil detecção, já que muitos usuários utilizam de linguagem ofensiva por inúmeros motivos e, alguns dos comentários, não usam palavras hostis. Pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, estão treinando algoritmos para detectar o discurso de ódio, ensinando a eles como comunidades específicas no Reddit têm como alvo mulheres, negros e pessoas com excesso de peso usando palavras específicas.

“Minhas descobertas sugerem que precisamos de filtros separados de fala de ódio para alvos distintos do discurso de ódio”, diz Haji Saleem, um dos responsáveis pela pesquisa.

Surpreendentemente, a ferramenta foi mais precisa do que a treinada para identificar palavras-chave. Também foi capaz de identificar abusos menos óbvios – palavras como “animais”, por exemplo – que podem ter um efeito desumanizador.

Já o chatbot inteligente Spot visa ajudar as vítimas a relatar suas experiências de assédio no local de trabalho com precisão e segurança. O sistema gera um ‘interrogatório’ com registro de data e hora que o usuário pode manter arquivado ou enviar ao seu empregador, anonimamente, se necessário. A ideia é “transformar uma lembrança em evidência”, diz Julia Shaw, psicóloga da University College London e co-criadora da Spot.

“A IA pode coletar muitas informações e montar o quebra-cabeça rapidamente, o que pode ser útil para analisar vários fatores de risco”, diz Martina Di Simplicio, professora de psiquiatria da Universidade Imperial College London, no Reino Unido.

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Fonte: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/04/como-a-inteligencia-artificial-e-usada-para-combater-o-bullying-e-monitorar-pensamentos-suicidas.ghtml

Bullying: lições para combater a prática

O bullying é um assunto cada vez mais debatido (e combatido) no ambiente escolar. Há pouco tempo atrás, houve o lançamento de Extraordinário, inspirado no livro de mesmo nome da autora R. J. Palacio, e que está em cartaz nas salas de cinema.

O filme aborda a história August Pullman, um menino de 10 anos que nasceu com uma síndrome rara que causou diversos problemas de saúde, inclusive uma deformação em seu rosto. Ao ser matriculado na escola, começa a sofrer ataques de todos os tipos, devido à sua aparência. E, embasado em Extraordinário, a coordenadora do Grupo de Pesquisas em Educação Moral (Gepem) da Unesp e da Unicamp, Luciene Tognetta, fala algumas lições de combate à prática do bullying. Confira:

1. Discuta abertamente sobre as diferenças entre todo os alunos

A escola regular tem recebido cada vez mais alunos com algum tipo de deficiência. Segundo dados da pesquisa Conselho de Classe, realizada pela Fundação Lemann, 22% dos professores brasileiros veem a inclusão como uma das três maiores prioridades para seu trabalho. Porém, um dos receios sobre a entrada desses alunos é a possibilidade de que sofram bullying e intimidação – como acontece com August, no filme. Para Luciene Tognetta, ensinar as crianças a conviver com outras que reconheçam como diferentes passa pela necessidade de fazê-las pensar que todos são, em alguma medida, diferentes uns dos outros. “E não basta falar que todos são diferentes, é preciso viver a diferença”, ressalta. Uma das atividades propostas pela especialista, é a roda de conversa, em que cada criança possa expor seus interesses, seus gostos e suas histórias. “Também é possível trazer espelhos e estimular os estudantes a observar as diferenças físicas também. Assim, eles verão que não é apenas um colega que é diferente”, afirma.

2. Prepare os próprios alunos para combater o bullying

O bullying acontece longe da observação adulta. É nas relações entre as próprias crianças, como no filme: por muito tempo, diretor, pais e professores não tomam conhecimento das intimidações a que August é exposto. A especialista Luciene explica que uma boa maneira de contornar essa invisibilidade é investir na formação dos próprios alunos para que eles ajudem a resolver a situação na escola. “Quando um adulto trabalha sozinho, as crianças e os jovens tendem a encarar suas falas como ‘ordens’”, afirma Luciene. “Quando o tema é levantado por pares, a compreensão é diferente”. E não basta dar sermões ou fazer palestras sobre o tema.

E você: o que acha sobre o assunto? Tem alguma dica para ajudar a combater esse problema? Comente!

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/9473/extraordinario-filme-sobre-bullying-inclusao-deficiencia

Aplicativo auxilia no combate ao bullying

O aplicativo Timokids School busca auxiliar profissionais da educação a tratarem assuntos delicados dentro da sala de aula, como bullying, assédios e preconceitos.

Fazendo parte do aplicativo multilíngue Timokids, a plataforma Timokids School é desenvolvida para os profissionais de educação, que podem escolher o conteúdo que vão trabalhar com seus alunos. Ela possui histórias que tratam de temas delicados (mas que devem ser abordados) como o bullying, por exemplo.

A plataforma possibilita a separação dos conteúdos por classe e também faz monitoramento do tempo que cada aluno leva para ler as histórias. A escola que deseja utilizar o serviço, pode escolher quantas atividades quer disponível, seus temas e idiomas (português, inglês, espanhol e italiano).

Segundo a CEO e fundadora do Timokids, além de uma iniciativa pedagógica, o serviço se difere por auxiliar na administração de comportamentos do ambiente escolar.

Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/suplementos/tecno/online/aplicativo-ajuda-a-tratar-de-assuntos-delicados-em-sala-de-aula-1.1819817

Ser igual a todos é que é estranho

A pequena Sophia Spencer sofria preconceito por parte de seus colegas. O motivo? Sua paixão por estudar insetos. Porém, seu gosto pelo assunto acabou virando pesquisa científica. E o melhor: ela é coautora.

Canadense, Sophia sonha em ser entomologista, nome dado aos biólogos que estudam os insetos em seus vários aspectos. Apesar da pequena sofrer bullying por isso, Nicole, sua mãe, não desistiu de incentivá-la e decidiu pedir ajuda: mandou uma carta para a Sociedade de Etimologistas do Canadá.
A mensagem dizia: ”Se alguém pudesse talvez conversar com ela mesmo por cinco minutos, ou alguém que não se importaria em trocar cartas com ela, eu agradeceria muito. Quero que ela ouça de um especialista que ela não é esquisita ou estranha (como as crianças a chamam) por amar insetos e bichos.”

Para ajudar Sophia, os etimologistas usaram seus perfis no Twitter para pedir o e-mail de outros pesquisadores interessados em apoiar a menina. A ideia viralizou com a hashtag #BugsR4Girls (“insetos são para meninas”, em tradução livre). A ajuda, veio: Morgan Jackson (cientista da Escola de Ciências Ambientais da Universidade de Guelph, em Ontario) a ajudou a publicar na revista Anais da Sociedade Entomológica da América o artigo “Se engajando por uma boa causa: a história de Sophia e por que #BugsR4Girls”.

O artigo não é especificamente sobre insetos, mas sobre a utilização das redes sociais para divulgação científica.

Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/apos-sofrer-bullying-na-escola-por-querer-estudar-insetos-garota-de-oito-anos-vira-co-autora-de-artigo-academico.ghtml