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Método Montessori em escola norte-americana

Escola norte-americana utiliza o método Montessori de forma diferenciada. Entenda!

Presente em diversos estados dos EUA, a Wildflower é uma rede de 21 escolas que seguem o método Montessori. A principal unidade fica em Cambridge, Massachusetts, e por lá a tecnologia é utilizada de forma diferente: as crianças não passam tempo diante das telas.

Na verdade, elas nunca as vêem. Em vez disso, a tecnologia é incorporada ao ambiente quase de forma invisível. Câmeras gravam estudantes, com idades que variam de dois a seis anos, enquanto eles se movem pela sala, e sensores em seus chinelos verdes acompanham sua localização exata e os objetos que tocam para avaliar suas interações.

As escolas seguem de perto o método tradicional Montessori. Os alunos passam grande parte do dia escolhendo como ocupar seu tempo, enquanto os professores observam e às vezes fazem sugestões – ou “orientam” – para que eles tentem algo novo. Os professores muitas vezes se revezam ora interagindo com os alunos, ora recuando para observar as crianças e seu progresso.

Os alunos recebem aulas curtas em ciências, geografia, artes da linguagem, música e outros assuntos centrais. Às vezes é por interesse, mas sempre quando professores e alunos sentem que estão prontos. Caso contrário, os dias são bem diferentes da estrutura tradicional. Em geral, os alunos aprendem através da interação com objetos colocados estrategicamente ao redor da sala de aula, projetados para desenvolver lentamente habilidades e aumentar pouco a pouco em complexidade.

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Fonte: http://porvir.org/escola-dos-eua-adiciona-cameras-e-sensores-ao-metodo-montessori/

Um outro olhar sobre ensino e aprendizado

imagem: divulgação

A cidade de Curitiba sediou recentemente um evento da rede TEDx, cujo foco eram ideias e iniciativas inovadoras relacionadas ao processo de ensino e aprendizado. O TEDx promove eventos independentes, seguindo os moldes do TED que, por sua vez, é uma organização sem fins lucrativos, com o objetivo de organizar e transmitir palestras curtas sobre diversos temas. O evento contou com a presença de palestrantes de diferentes partes do Brasil e do mundo, que compartilharam suas experiências e visões sobre a Educação.

Um desses palestrantes foi José Pacheco. Ele é um dos fundadores da “Escola da Ponte”, em Portugal, referência mundial de sucesso em inovação pedagógica. Atualmente José reside no Brasil, realizando projetos de mobilização de professores, educadores e estudantes, visando a integração comunitária por meio da educação. Em sua palestra, o educador compartilhou experiências divertidas e até controversas vividas em sala de aula.

José Pacheco defende posições um tanto diferentes para a maioria dos professores, questionando os moldes seculares da educação nas escolas e ressaltando a importância da autonomia intelectual das crianças. Ele também contou rapidamente sobre sua chegada ao Brasil e sua percepção sobre a educação no país e levantou uma questão desafiadora: “Por que nós damos aulas tão bem dadas e há alunos que não aprendem?”

Para José Pacheco, as escolas não são meros edifícios; elas são feitas de pessoas e seu valores e, e por isso, parte da comunidade. Reforçando os valores de autonomia, responsabilidade e solidariedade, que fundamentaram a criação da “Escola da Ponte”, o educador acredita que as escolas devem promover uma produção de conhecimento que vá beneficiar e envolver toda a comunidade.

Assista o vídeo e confira na íntegra a palestra dele:

https://youtu.be/a5Ua7Xq9I6Y

 

Fonte: Revista Escola