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Difícil de convencer os alunos a ligarem a câmera nas videoconferências? Confira dicas

Os seus alunos participam sem problema das aulas remotas, mas quando é para ligarem suas câmeras a timidez toma conta? Nós temos algumas dicas para te ajudar a deixar eles mais à vontade para participarem das aulas dessa forma também.

1) Construa relacionamentos

Concentre-se na confiança professor-aluno e aluno-aluno.  Se os estudantes se sentem seguros e sabem que são tratados com cuidado, se sentirão mais confortáveis com suas câmeras ligadas.

2) Faça uma pesquisa com os alunos

Pergunte aos alunos individualmente ou em um formulário do Google o que os impede de ligar a câmera e o que os deixaria confortáveis. Depois de identificar as barreiras ao uso da câmera, você pode colaborar com os alunos para reduzir ou remover essas barreiras.

3) Use momentos para quebrar gelo

Experimente atividades de construção de comunidade que incentivem o uso da câmera. Por exemplo, peça aos alunos que “encontrem a maior coisa amarela em sua casa que você possa trazer com segurança para a câmera”. Como uma variação, é possível criar uma lista de itens de materiais escolares e pedir para quem tem à mão mostrar na câmera. Outra possibilidade é montar um jogo de passa a caneta remoto.

4) Adote jogos

Pedra, papel e tesoura funcionam bem em um ambiente de sala de aula remota, assim como Pictionary (adivinhar o desenho) e charadas. Explore este vídeo com 25 jogos para jogar no Zoom (ative as legendas em português), que inclui opções que funcionam para diferentes idades.

5) Vote ou compartilhe o entendimento

Peça aos alunos que votem com o polegar para cima ou para baixo em um tópico, ou faça uma votação para a turma em que eles votem de um a cinco com os dedos da mão, um sistema simples que pode envolver alunos relutantes e construir consenso dentro de um grupo.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

3 ferramentas para estimular as crianças nas aulas remotas

Está difícil de manter os alunos estimulados durante as aulas remotas? Estas ferramentas podem te ajudar!

Mentimenter

Essa ferramenta tem recursos que auxiliam a aumentar a interação entre professor e a sua turma. Tudo em tempo real. O Mentimenter é como uma plataforma de pesquisa, onde há questionários para serem respondidos durante a aula. Os resultados aparecem simultaneamente assim que as respostas são enviadas.

Há diversos formatos de como as perguntas podem ser feitas: múltipla escolha, dissertativa, escolha de imagens, e, o mais comum que é respondendo apenas uma questão para a criação de uma nuvem de palavras, que mostra os termos que mais apareceram. Esse último pode ser um ótimo recurso para estimular o debate durante aula.

Kahoot

O Kahoot é uma opção que tem muita interação e é super divertida para engajar seus alunos em tempo real. Na plataforma (que infelizmente só está disponível em inglês), é possível criar pesquisas e questionários. Com inspiração em jogos de perguntas de múltipla escolha, há muitas possibilidades para se compartilhar aprendizado, já que é possível jogar tanto individualmente como em grupos.  

A criação das perguntas é simples, onde o professor cria quizes sobre quaisquer assuntos. Também é possível inserir fotos, vídeos e planilhas e, após cada pergunta, pode-se analisar acertos e erros, compreendendo melhor como os alunos estão indo.

O acesso pode ser feito por meio de um código pelo site ou pelo aplicativo, disponível para dispositivos Android e iOS.

Quizlet

A ferramenta Quizlet permite criar e compartilhar cartões e listas de estudo, jogos e testes. Assim como o Kahoot, este também permite a criação e organização de turmas. Está disponível para acessar pelo navegador, ou pelo aplicativo, disponível para sistemas Android e iOS.

A ferramenta possui recursos avançados dentro do módulo Quizlet Live, que permite aos alunos participarem, em grupo ou individualmente, de jogos em tempo real. O educador pode criar equipes personalizadas e configurar a partida com diagramas e áudios.

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Fonte: Nova Escola

4 dicas para planejar as aulas de acordo com a experiência do aluno

As aulas remotas estão sendo difíceis neste momento de pandemia? Talvez seja o momento de você reavaliar os métodos e planejar suas aulas de acordo com a experiência dos alunos. Confira agora 4 dicas para te ajudar!

1) Deixe os planos de aula “descansarem”

Uma das dicas é quando você criar materiais para as aulas, faça rascunhos e revisões. Quando você reler o que escreveu, pode descobrir que está com alguns erros ortográficos, por exemplo.  Aproveite para ensinar isso para seus alunos também (edição e revisão).

2) Pela perspectiva do aluno

Coloque-se no lugar do aluno. Se você utiliza uma plataforma online de ensino, logue-se como um estudante faria e execute o que pedirá a ele depois. Busque utilizar dispositivos que o jovem usaria, como smartphone ou tablet.

Alguns detalhes são importantes de se observar quando você fazer o exercício como se fosse um aluno: quantas vezes precisou mudar de tela? Precisou usar memória de curto prazo? As funcionalidades são fáceis de utilizar (principalmente por um usuário com deficiência)?

Isso te ajudará a entender possíveis frustrações dos alunos e como corrigí-las.

3) Formatos mais simples

Novidades sempre são bem-vindas, mas busque manter o mesmo padrão em cada atividade proposta. Se o aluno necessita sempre ficar mudando de plataforma para estudar, por exemplo, isso o frustrará.

4) Não pense como um professor

Coloque alguém (que não seja educador) para resolver, antecipadamente, os testes que você criar. As pessoas que não são do setor de educação podem perceber os jargões e partes mais confusas que facilitam a revisão do professor. Crie um banco de recursos (como vídeos de orientação para acesso das plataformas, sobre como ter a senha sempre em mãos, por exemplo) para que as famílias possam ser seu “copiloto”.

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Fonte: Porvir

Paraná utiliza a tecnologia para modernizar a educação

Para dar atendimento pleno aos alunos durante a pandemia, estado implantou plataforma de ensino a distância e sistemas como registro online e de combate à evasão, além de ferramentas como o Classroom.

O programa Aula Paraná tem aulas online transmitidas na TV aberta e também Youtube. Há ainda o aplicativo Aula Paraná. Ele permite que os estudantes assistam às aulas transmitidas pela TV, em tempo real, e possam interagir com os colegas de sala e professores através do chat do app.

Outra iniciativa foi a parceria firmada com a Google, oferecendo o Classroom para os alunos. Após a completa adesão dos professores e dos alunos ao Aula Paraná e suas ferramentas, a Secretaria da Educação deu início a incentivos de outras ferramentas disponíveis na parceria com a Google, como o Meet, sistema de videochamadas dentro do Classroom.

Em poucos dias a adesão aos meets já havia se consolidado. Ao todo, mais de 10.000 meetings diários passaram a ser realizados entre alunos e professores. Desde maio professores de todo o Estado passaram a complementar as videoaulas e tirar dúvidas de seus alunos por vídeo, uma forma ainda mais dinâmica do que o chat e os murais.

A professora Daniele Araujo, de Ciências, do Núcleo Regional de Educação de Maringá, conta que a opção foi excelente para ela e seus alunos. “Por meio dos Meets minha aula com minha turma continua, tenho o suporte das outras ferramentas on-line e estou respeitando a quarentena”, explica.

Plataforma de games para matemática

Alem disso, a Secretaria da Educação também fechou uma parceria com a Matific, plataforma de games educativos de matemática, usada para dinamizar o aprendizado dos estudantes. O Matific é oferecido gratuitamente aos alunos de Matemática do 6º e 7º anos, e permite ao professor diversificar suas aulas, que passam a contar com jogos educativos capazes de facilitar a absorção dos conteúdos mais complexos da disciplina.

A professora Marytta Rennó Masseli afirma que a novidade foi de grande aceitação entre seus colegas de profissão e entre os alunos. “Algo que todos comentamos é que com o Matific o professor conseguiu deixar a aula ainda mais acessível para o aluno”, explica.

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Fonte: Agência de Notícias do Paraná

3 planos de aula para trabalhar higiene mesmo à distância

Mesmo com a distância, devido ao isolamento social, você pode trabalhar com seus alunos de fundamental 1, a higiene deles e do seu entorno. Confira 3 planos de aula para isso!

1) Higiene do corpo e cuidados com a pele

Este plano de aula vai te ajudar a discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde. Confira o plano aqui.

2) Higiene bucal para um sorriso saudável

Este plano de aula propõe trabalhar a importância dos hábitos de higiene bucal, contemplando a habilidade de Ciências Naturais. O objetivo é discutir as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas, etc.) são necessários para a manutenção da saúde e do sorriso saudável e bonito. Confira o plano aqui.

3) Higiene o dia todo

Neste plano há a proposta de um jogo que pode ser desenvolvido por toda a família e, no final, a dica é os adultos conversarem com a criança sobre o que pode ser melhorado em casa. Confira o plano aqui.

Obs: para acessar os planos de aula da Nova Escola, basta um cadastro rápido e gratuito.

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Créditos da imagem: Pixabay (Licença Free)
Fonte: Nova Escola

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 2)

Confira mais opiniões e dicas sobre a utilização do Google Classroom durante o período de pandemia!

Criando uma turma no Google Classroom

Para criar uma sala de aula no Classroom, basta fazer login no seu Gmail e selecionar o ícone dos vários pontinhos no canto superior direito, e escolher a opção Google Sala de Aula (um ícone de lousa). É possível, ainda, entrar diretamente na página do Classroom. Após apertar o botão “continuar”, o processo é bastante intuitivo: o professor cai numa tela em que basta clicar no ícone de “mais” no canto superior direito, e selecionar a opção “Criar turma”.

Criada a turma, a visão inicial do professor inclui o nome da sala, acompanhado de uma imagem de capa (que pode ser alterada nas opções laterais “Selecionar tema” e “Fazer upload da foto”) e do código da turma. Acima dessa imagem, o professor observa quatro abas: Mural (que é a página inicial), Atividades, Pessoas e Notas.

Em relação ao Mural, sua dinâmica é muito parecida com a do Facebook, permitindo aos professores realizarem publicações gerais que podem ser visualizadas e respondidas pelos alunos – no ícone de engrenagem no lado superior direito, o professor tem acesso às configurações e pode editar as funcionalidades do mural.

Para adicionar os alunos ou incluir outros professores à sala, são duas opções: a primeira é clicar na aba “Pessoas” e adicioná-los por meio dos seus endereços de e-mail. A segunda é compartilhar o código da turma, e cada aluno abre o Classroom com sua conta no Gmail e clica no ícone de “mais”, mas ao invés de selecionar “Criar turma”, escolhe a opção “Participar da turma”, digitando ali o código.

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Créditos da imagem de Photo Mix por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

Dicas de utilização do Google Classroom em suas aulas remotas (parte 1)

Através da sala virtual do Google você pode passar atividades, fazer correções de tarefas e marcar aulas. Confira como tirar o melhor proveito do Google Classroom!

O Google Classroom é uma excelente ferramenta para se trabalhar as suas aulas à distância nesse momento de pandemia. “O Classroom é como um coração, o professor pode usá-lo para centralizar todo o seu trabalho e depois migrar para outras possibilidades”, diz Renata Capovilla, formadora de professores e capacitadora do Google For Education, plataforma educacional colaborativa da empresa de tecnologia.

Confira a opinião de outros educadores a respeito da ferramenta:

Tutorial pode dar suporte aos alunos

“No primeiro momento, houve uma euforia e um choque para usar o Google Classroom”, comenta a professora Ana Maria Marcondes de Jesus, que atua na rede estadual de São Paulo/SP, dando aulas de Biologia e Prática de Ciências no Ensino Médio.

Os professores e estudantes do seu estado obtiveram uma conta institucional do Google, permitindo o acesso ao amplo pacote de ferramentas voltadas à Educação. Porém, houve um pouco de ‘receio’ dos alunos, em um primeiro momento: “No início, houve muita resistência dos alunos na utilização do e-mail institucional. Notei que muitos não tinham familiaridade com e-mails e ferramentas educacionais. Termos como ‘anexar’ e ‘e-mail institucional’ eram enigmas para eles”, comenta Ana Maria.

Adriana Vitoriano, que também trabalha na rede estadual paulista, como professora de Química para Ensino Médio em São Bernardo do Campo (SP), teve de lidar com um cenário semelhante. “Alguns alunos não sabiam que tinham um Gmail no celular para acessar a PlayStore [loja para aparelhos de aplicativos com sistema operacional Android]”, relembra a professora, “e houve uma resistência ao uso do e-mail fornecido pela Secretaria de Educação, pois não vinha com o nome deles, e sim, com o número identificação no sistema (RA)”. À falta de personalização somaram-se problemas com senha de acesso e até mesmo no uso da plataforma via celular. “A visão no computador é diferente da visão no celular”, enfatiza Adriana.

Dessa forma, as duas professoras – que já tinham experiências prévias com o Classroom – investiram numa espécie de letramento tecnológico, para então começar as suas atividades on-line. “Precisei tirar o pé do acelerador, e ensinar a linguagem tecnológica, então montei apresentações explicando passo a passo, traduzindo cada palavra e cada ferramenta. Além disso, enviei tutoriais, e ainda fiz atendimentos por vídeochamadas e WhatsApp”, detalha Ana Maria. Já a professora Adriana começou os trabalhos com uma vídeoaula via Google Meet. “Ali, expliquei aos alunos como obter os acessos para as atividades, materiais e prazos de entrega, e deixei postado no Classroom de todas as salas [virtuais]”.

Confira mais opiniões na próxima postagem!

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Créditos da imagem: William Iven por Pixabay.

Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19591/ensino-remoto-como-tirar-o-melhor-proveito-do-google-classroom

5 atividades pra trabalhar jogos com alunos da educação infantil até na quarentena

Os jogos são uma oportunidade de trabalhar com a educação infantil, inclusive durante esse período de pandemia. Veja agora algumas dicas do que você pode trabalhar!

Segundo Evandro Tortora, professor-autor de planos de atividades do Time de Autores Nova Escola, os jogos, em um contexto de aprendizagem, nem sempre tem o objetivo de transmitir um conhecimento escolar para os alunos, ou desenvolver habilidades motoras e lógicas.

Para as crianças na faixa etária que vai dos quase dois anos até pouco antes dos quatro, os jogos pedagógicos têm uma função pré-jogo, ou seja: servem para preparar as crianças para os seus próximos desafios de aprendizagem, como compreensão de regras.

“Existe uma diferença entre uma brincadeira e um jogo. O jogo pode ser uma brincadeira, mas o jogo exige regras e combinados para as crianças brincarem”, comenta.

Escolha dos jogos preferidos

Indicado para crianças bem pequenas (1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses)

Oportunize a seus alunos conversarem sobre quais jogos mais gostam. Com uma lista de atividades familiar entre as crianças, faça a divisão da sala em grupos, para que os pequenos interajam brincando com os jogos que eles escolheram e apresentem aos colegas.

Observe, então, quais as brincadeiras que determinado grupo reconhece e o que eles gostam de jogar ou não. Converse com as crianças e tente entender quais emoções estão presentes: irritação, conforto, diversão, etc. Com as aulas remotas, oriente os responsáveis para que eles possam observar a dinâmica das crianças sozinhas em casa, ou para que eles brinquem com os pequenos nas atividades sugeridas.

Contagem e registro a partir de coleções

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

A ideia é fazer uma coleção. Solicite às crianças (ou adulto responsável) separarem diferentes objetos para a atividade. Podem ser tampinhas, garrafas, enfim: embalagens diversas. Mostre os materiais reunidos aos pequenos e veja se reconhecem os objetos. Cada criança poderá separar o objeto que mais gostar, enquanto você observa como são as escolhas dos preferidos e quais critérios utilizam. Por exemplo: os objetos têm características específicas? Para aqueles que já têm idade para reconhecer e reproduzir números no papel, incentive a contagem dos objetos escolhidos em casa.

Resolvendo problemas de contagem das crianças

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Inspirado no trabalho da cozinha da escola, ele pode ser trabalhado com as crianças em casa, onde você grava um vídeo curto e envia aos pais com a seguinte questão: “Quantas pessoas comem na sua casa?”. A ideia é incentivar as crianças a contar quantos pratos são necessários para alimentar todos da família. Eles podem responder dizendo “muito”, “bastante”, mas tente contar com as crianças e familiares, mostrando um quadro ou enviando uma imagem com uma sequência de número de 0 a 100.

Problemas de contagem no jogo de boliche

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Em sala, você pode perguntar às crianças se conhecem o jogo de boliche. É importante para essa atividade que elas saibam como funciona a dinâmica desse jogo. Monte os pinos, prepare as bolas para o jogo e tenha à disposição lápis e cartolina para que as crianças anotem o placar e pontos das jogadas. Você pode indicar esse trabalho como uma tarefa para casa, assim um adulto responsável repetirá a dinâmica do jogo, ou indique um jogo digital de boliche na internet, que possa reproduzir esse ambiente, com a orientação de um adulto. A família pode adaptar o jogo de boliche em casa, com garrafas pet e bolas feitas de meia.

Brincadeiras com os dados coloridos durante a “Corrida dos Cones”

Indicado para 1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses

Para esta atividade, o material necessário inclui folhas de papel, cartolina, cones de papel ou garrafas plásticas. O objetivo é combinar o uso dos dados para avançar em um tabuleiro, que pode ser montado a partir de um molde com alguém da família. Em sala, permita aos pequenos se familiarizar com os dados coloridos. Para reproduzir a atividade em casa, converse com as crianças por áudio ou vídeo, explicando o jogo, e pergunte o que sabem sobre a atividade. Com as informações compartilhadas, as crianças usarão o cone para avançar no tabuleiro, de acordo com as cores após lançar o dado.

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto#_=_

Esta professora dá dicas de como acompanhar a aprendizagem nas aulas remotas

Thalía Di Grassi é professora de Língua e Produção de Texto do Ensino Médio Integrado ao Técnico, no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein e explicou como utiliza ferramentas para compreender como os seus alunos estão progredindo. Confira agora!

Com a nova realidade das aulas remotas, a professora precisou adaptar todo os seus materiais para o modelo online. O problema? Ela não tinha trabalhado com aulas à distância até o momento. Em paralelo a isso, ela também começou um curso para seu aprimorar seu conhecimento, mas as aulas que, antes eram presenciais, também se tornaram online.

O curso possibilitou que ela entrasse em contato com ferramentas que ela já conhecia, como o Kahoot e o Mentimeter, além de recursos que nunca havia utilizado, como Flipgrid, Jamboard e Padlet. Isso possilibitou que ela percebesse a importância de tornar o pensamento visível para os alunos e a necessidade de documentação do processo de aprendizagem.

Novas percepções

“A partir da nova realidade de isolamento social, aulas síncronas, atividades assíncronas e o curso de formação continuada, procurei planejar as aulas apresentando os conteúdos de uma maneira mais leve e dinâmica e, sempre que possível, utilizando uma nova ferramenta. Meu objetivo era tornar as aulas mais interativas e, também, acompanhar o engajamento dos estudantes. Com as aulas online, perdemos um pouco a noção de quem realmente está acompanhando a aula ou só deixou o computador ligado”, comenta Thalía.

E uma das propostas desenvolvidas durante o primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. “Uma das propostas desenvolvidas ao longo do primeiro semestre foi a partir do conceito de paráfrase. Decidi trabalhar com esse tema como uma estratégia de auxiliar os estudantes com a interpretação de diferentes textos. No início dessa sequência de atividades, fiz um levantamento utilizando o Mentimeter. O objetivo desse levantamento era sondar quantos alunos já conheciam o conceito em questão. Essa informação foi apresentada para os alunos e ‘arquivada’”, complementa.

Divisão por grupos

Após conversarem sobre a definição de paráfrase e realizarem diferentes exercícios sobre os assuntos, houve a divisão da turma em grupos. Cada um dos alunos precisou exercer um papel escriba, repórter, controlador do tempo e harmonizador). O objetivo de cada grupo foi produzir um vídeo utilizando a ferramenta Flipgrid. Nesse vídeo, os alunos precisavam fazer uma comparação entre o que já sabiam e o que aprenderam depois das aulas.

Esse exercício de metacognição foi importante para os alunos perceberem o quanto tinham aprendido durante as aulas, ou seja: uma maneira de tornar a aprendizagem visível. A divisão de papéis nos grupos ajudou na organização da preparação da atividade e em uma maior interação entre os estudantes.

A necessidade de produzir o vídeo fez com que os alunos perdessem um pouco a timidez de aparecer na frente da câmera. Como feedback (retorno avaliativo) desse trabalho, cada grupo recebeu um “vídeo resposta” sobre o desempenho do grupo. “Acredito que atividades como essa contribuem com o processo de aprendizado dos estudantes”, acrescenta.

Blogs para manter a comunicação

Além da utilização de novas ferramentas, a professora também criou um blog para as turmas. O objetivo foi estabelecer mais um canal de comunicação com os alunos. Neste espaço, ela disponibilizou materiais, criou desafios e tarefas de casa. As atividades não valiam nota. “Com isso, pude acompanhar também como estava a participação dos estudantes nas minhas aulas. O blog representou também importante documentação no processo de ensino-aprendizagem”, avalia.

O resultado

Ao final do semestre, Thalía  realizou um levantamento para saber quais estratégias e recursos os alunos gostaram mais. Para sua surpresa, os alunos gostaram mais de fazer atividades no Kahoot, mas percebem que aprendem mais com os registros realizados no Jamboard. “Fiquei surpresa com a escolha do Kahoot, pois era algo que grande parte dos alunos já conhecia de outras escolas. A partir dessas informações, pretendo preparar as atividades do próximo semestre e engajar ainda mais os estudantes nas aulas de Língua e Produção de texto”, finaliza a professora.

E você, professor(a): que estratégias e ferramentas têm utilizado para acompanhar o aprendizado de seus alunos durante a pandemia? Comente e compartilhe conosco, e com outros professores, abaixo!

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Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/19560/educacao-infantil-10-planos-de-atividade-para-trabalhar-jogos-ate-no-ensino-remoto

Professoras mostraram que é possível unir duas matérias

As professoras Janaína Fernandes Pessoa e Elaine Higino se uniram para aula sobre texto narrativo e geometria no fundamental 1. Confira!

Com toda a situação da pandemia em andamento, aulas remotas e distanciamento social, as professoras realizaram um projeto interdisciplinar com dois componentes curriculares que geralmente os alunos veem como distantes: língua portuguesa e matemática.

“A ideia foi trabalhar o texto narrativo e a construção de personagens através de sólidos geométricos dando a oportunidade dos alunos criarem um universo de possibilidades, experimentando o pensamento, colocando a mão na massa, gerando envolvimento com as famílias e vivendo a construção dos conhecimentos. Dividimos o projeto em quatro etapas e cada uma delas trabalhou um P da aprendizagem criativa (projeto, paixão, parcerias e pensar brincando)”, conta Janaína.

Elas então apresentaram a ideia para os alunos de quatro turmas do 4º ano do ensino fundamental em forma de um vídeo convite, convidando os alunos a embarcarem nessa criação. Para isso elas fizeram o vídeo em formato de narrativa, com personagens, para promover o interesse dos alunos, e estes ficaram muito empolgados com a possibilidade de desenvolver um projeto à distância.

Etapas do projeto

“Na primeira etapa trabalhamos a imaginação, onde os alunos tiveram aulas invertidas de língua portuguesa e matemática, videoaulas que foram gravadas por nós, professoras, explicando o que é um texto narrativo e seus elementos, e também o que são sólidos geométricos. Nas aulas síncronas, fizemos a discussão das ideias, com momentos para tirar dúvidas e realizamos uma oficina de criação de roteiro de imaginação, onde os alunos fizeram a chuva de ideias para a sua narrativa”, salienta Janaína.

Já a segunda etapa foi de criação dos personagens. Na aula de língua portuguesa, com o roteiro de imaginação em mãos, os alunos fizeram um roteiro para criação de seus personagens e colocaram a mão na massa durante a aula de matemática, prototipando seus personagens de sólidos geométricos. “A empolgação foi total. Com os personagens prontos, foi a hora de criar a história. Nessa terceira etapa, o pensar brincando foi muito explorado”, afirma Janaína.

A quarta e última etapa foi de compartilhamento. Em três aulas os alunos puderam interagir uns com os outros durante a apresentação das suas histórias, fazendo um pequenos teatro com os personagens e cenários criados.

Resultado

“O brilho nos olhos, a empolgação por ver e ouvir os colegas, a alegria em poder apresentar seu trabalho e interagir com os colegas, mesmo cada um estando em suas casas foi um fator observado muito relevante. Os alunos sentiram-se unidos, próximos, juntos novamente. Os estudantes criaram conexões entre língua portuguesa e matemática que nos surpreenderam.

O envolvimento das famílias com a apresentação dos trabalhos foi muito bonito e algumas mães agradeceram a oportunidade de poder participar de um momento tão significativo dentro desse atual contexto que estamos vivendo”, fala Janaína, empolgada com o resultado.

Segundo Janaína, desenvolver um projeto interdisciplinar à distância lhes ensinou muito sobre como podemos e devemos superar obstáculos e perceber nossas potencialidades. Foi uma experiência muito rica, que marcou as vidas delas como educadoras.

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Fonte: https://porvir.org/professoras-se-unem-para-aula-sobre-texto-narrativo-e-geometria-no-fundamental-1/