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Seus alunos também podem aprender com vídeos. E você pode ajudá-los

Os vídeos podem ser muito eficazes no aprendizado. E você pode guiar as crianças para aprenderem através deles. Veja as dicas!

1) Divida o trabalho em partes

Quais são seus objetivos com o vídeo que quer passar? Pense nisso. Se, por exemplo, seus alunos estão aprendendo uma nova habilidade, analise o vídeo de instrução da nova habilidade e auxilie sobre o que os alunos precisam fazer enquando o conteúdo é reproduzido.

Um exemplo: ao trabalhar em uma equação matemática, sugira que os alunos façam uma pausa depois de assistir à primeira etapa e tentem por conta própria.

2) O momento certo dentro do vídeo

Discuta como pausar, retroceder e avançar pode ajudá-los a aprender mais com o vídeo. Encontre um momento ideal para pausar a gravação e se envolver na atividade. Imediatamente após o vídeo demonstrar cada etapa de uma habilidade, diga aos alunos para pausar o vídeo e dedicar algum tempo à prática. Embora isso possa parecer intuitivo, os alunos podem não necessariamente perceber que esta etapa é vital para seu aprendizado.

3) Interaja

No vídeo The Flipped Class: Overcoming Common Hurdles (“A sala de aula invertida: Como superar barreiras mais comuns”, com legendas em português”, de Jon Bergmann e Aaron Sams), Bergmann explica a diferença entre assistir passivamente a algo para entretenimento e se envolver ou interagir com um vídeo instrutivo.

Ao alterar o termo de assistir para interagir, passamos uma mensagem aos alunos de que eles precisam estar presentes, focados e engajados com o conteúdo do vídeo. Nossos alunos estão acostumados a assistir a vídeos para se divertir, o que é uma atividade muito diferente.

4) Dê espaço para seu aluno

Perguntar aos alunos o que aprenderam com um vídeo é importante, assim como perguntar por que e como aprenderam. À medida que os alunos progridem em uma experiência de aprendizagem por vídeo, pause a reprodução o e crie momentos reflexivos intencionais que os levem a avaliar se eles estão se concentrando e entendendo o material.

Ao usar vídeos online ou em sala de aula, tente aplicar essas lições para que os alunos se envolvam ativamente com o que está diante deles na tela e não apenas assistam passivamente. Isso garantirá que eles se tornem mais capazes de processar e desenvolver com sucesso (e em seu próprio ritmo) as habilidades e mensagens que o vídeo está ensinando.

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Créditos da imagem: Freepik  
Fonte: Porvir

Seus alunos não querem abrir as câmeras? Entenda alguns dos motivos

Muitas vezes, nas aulas à distância, os alunos não querem abrir suas câmeras. E os motivos são muitos. Confira alguns deles, aqui.

Qualidade dos equipamentos

A falta de equipamentos com câmera ou até a baixa qualidade da conexão de internet, podem ser alguns dos motivos.

Desconforto

Muitas crianças podem se sentir incomodadas de exporem o ambiente familiar, por N motivos: cachorro latindo, pessoas passando atrás, etc.

Cyberbullying

Durante uma aula online, a facilidade de printar a tela e armazenar imagens faz com que alguns estudantes desliguem suas câmeras com medo de sofrer cyberbullying (bullying no ambiente virtual). “O ambiente virtual reúne muitos alunos em uma mesma vídeochamada, e às vezes eles relatam que não querem abrir a câmera porque outro coleguinha pode tirar uma foto e fazer um meme para colocar em um grupo de WhatsApp”, conta Jessé Geminiano Júnior, professor de geografia e da disciplina Colabore e Inove da Rede Estadual da Paraíba.

Aparência

A fase da adolescência aumenta a preocupação com a autoimagem. E isso se traduz em câmeras desligadas. Em uma breve pesquisa feita com a sua turma, a professora Renata Salomone (fundadora da MAPA Metodologias Ativas e professora de sociologia e de socioemocionais na Escola Eleva e no Eliezer, no Rio de Janeiro) identificou que alguns estudantes não se sentiam confortáveis com a sua aparência, e por esse motivo não abriam a câmera.

Timidez

Alguns estudantes podem ser tímidos ou mais introvertidos. Isso faz com que eles prefiram não se expôr durante a aula online, principalmente quando eles precisam participar de videochamadas com colegas de outras turmas.

Pouco engajamento nas aulas

Além de todos os itens anteriores, outra questão pode ser central na abertura ou fechamento das câmeras: o engajamento. Quando os estudantes não se sentem participantes das aulas, existem mais chances deles não demonstrarem interesse em aparecer. Apesar de não ser possível obrigar que eles acompanhem as aulas com as câmeras abertas, existem muitas estratégias que podem trazer mais motivação e interação para o ambiente virtual.

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Fonte: Porvir

Saiba o que você deve considerar na transição das aulas remotas, presenciais e híbridas

Especialistas dão suas opiniões sobre como tornar as transições dos formatos de ensino mais tranquilas e beneficentes à educação.

Para Leandro Holanda, diretor da Tríade Educacional, é necessária uma maior compreensão sobre a infraestrutura tecnólogica da escola, se os professores têm o conhecimento sobre as inovações, ter uma prévia da quantidade de aulas presenciais que os estudantes poderão ter, se o modelo adotado será mais presencial ou online, e inúmeros outros fatores. “Acredito que a primeira coisa a entender é que não existe uma receita, cada rede vai precisar construir seu próprio modelo. Mas considerando que ainda estamos vendo movimentos de fechamento em razão da pandemia, aconselhamos que vale pensar em rotas com grande porcentagem online. Não adianta pensarmos que 2021 vai começar com força no presencial”, explica.

Na compreensão de Leandro, as aulas de 2020 se caracterizaram como ensino remoto e não híbrido, uma vez que, noensino híbrido, há uma preocupação em de fato integrar o que acontece de forma remota e o que acontece presencialmente, e não, por exemplo, transmitir a aula para um grupo que está online ao mesmo tempo em que o professor ministra para outro grupo presencialmente.

Para Diana Tatit, gerente pedagógica da CLOE e integrante do grupo Tiquequê, também deve haver uma ressignificação das aulas presenciais, onde há possa acontecer a interação entre os alunos. “Nesse período de quarentena, uma das principais aprendizagens foi a importância do encontro. Isso fez muita falta, em todos os âmbitos. Na educação, a discussão pode ser: por que estamos todos juntos para ler um texto individualmente que poderia ter sido lido em casa?”, completa.

Além da tecnologia

A tecnologia se mostrou muito útil no período da quarentena, mas ela não seria nada se não houvessem os professores. Ainda mais que muitas escolas ainda não têm a estrutura necessária para que ela flua da melhor forma. Por isso o corpo docente é extremamente necessário para a educação. “É possível fazer a integração entre remoto e presencial sem ter a tecnologia, com, por exemplo, atividades impressas. Então a lógica do ensino híbrido depende muito mais de pessoas, ou seja, de quem planeja, do que da tecnologia em si”, reforça. Por isso, outra dica a ser considerada no momento de planejamento é avaliar, de acordo com as expectativas, quais habilidades os alunos deverão trabalhar online e presencialmente.

Esse redesenho do currículo – antecipar alguns conteúdos para serem trabalhados online e protelar outros que podem ser vistos presencialmente – pode ser apoiado pelos Mapas de Foco da BNCC, como indica Leandro. As produções do Instituto Reúna apresentam uma seleção de habilidades focais para cada ano do ensino fundamental de acordo com a Base Nacional Comum Curricular, com o objetivo de orientar a flexibilização curricular em situações como a pandemia.

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Fonte: Porvir

5 atividades para o ensino remoto ou híbrido (parte 2)

No post “5 atividades para o ensino remoto ou híbrido (parte 1)”, trouxemos as inspirações que a professora Mara Mansani dá para aulas remotas ou híbridas de segunda à quarta. Agora confira mais inspirações, agora para quinta e sexta-feira.

Quinta-feira

Para esse momento, compartilhe um vídeo pelos grupos do Whatsapp com uma leitura feita por você de um poema infantil. Depois siga os mesmos passos de leitura dos outros dias.

Para finalizar as atividades do dia, oriente os alunos para que escolham um dos textos lidos na semana para participarem do “Festival da troca de leituras”. Para que as crianças fiquem tranquilas quanto a gravação, grave vídeos com mais de um aluno lendo, se você estiver no contexto familiar um de cada tipo lido durante a semana. Explique que as gravações deverão ser feitas com ajuda da família em suas casas.

Sexta-feira

O último dia é reservado para o Festival da troca de leituras. Decore a sala de aula para acolher e recepcionar os alunos. Pode ser interessante pensar em uma organização que dê a ideia de uma festa. Organize a sala em uma grande roda com cadeiras para todos e prepare uma caixinha com o nome de todos os alunos para o sorteio das trocas. Caso você esteja no formato remoto, pode decorar o fundo da sua imagem.

“Agradeça e dê parabéns aos alunos pela participação de todos durante a semana, destaque os pontos positivos e fale principalmente sobre o desenvolvimento da leitura. Para começar o compartilhamento das leituras, um aluno sorteia um nome e faz a leitura escolhida para o colega sorteado até que todos participem”, sugere Mara.

Ao final do festival, apresente os vídeos das leituras de todos, que podem também ser disponibilizados em canais de comunicação utilizados pela escola. Os textos lidos impressos podem também ser colocados em um painel em sala de aula para que as crianças continuem suas leituras e também para registrar esses momentos especiais em sala.

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Fonte: Nova Escola

5 atividades para o ensino remoto ou híbrido (parte 1)

Utilizando a leitura, esta professora criou uma semana “especial” de atividades para fazer com seus alunos durante o ensino remoto ou híbrido. Confira e inspire-se!

Mara Mansani é professora há quase 3 décadas e criou uma proposta de programação para desenvolver com seus alunos na alfabetização. Ela fez uma atividade para cada dia da semana e ficou muito legal. Que tal se inspirar e criar as suas? Então confira!

O primeiro passo que Mara sugere é de, através de videoconferência, explicar aos seus alunos a proposta da semana especial e do “Festival da troca de leituras”, onde todos poderão dar e também receber a sugestão de um livro. “Fale que para as trocas será feito um sorteio com todos os nomes da turma como um amigo secreto”, completa Mara.

Segunda-feira

A primeira atividade que a professora fez foi disponibilizar quadrinhas em arquivo PDF, onde cada aluno escolheu uma, leu e depois fez a escolha de um colega para ler junto. Oriente as leituras, ouvindo-as e auxiliando nas dificuldades. “Se possível, envie para as famílias links de leitura de quadrinhas para que acessem com suas crianças em casa, preparando para as leituras em sala de aula online ou presencial. Desta forma, você amplia também o repertório de leituras dos alunos. No Youtube é possível encontrar vários canais de leituras de quadrinhas, onde os textos e suas leituras são apresentados”, completa Mara.

Terça-feira

Faça todos os passos com os alunos, propostos na atividade de segunda-feira, mas ao invés de usar as quadrinhas, disponibilize diferentes parlendas. Deixe que as crianças leiam em voz alta para todos a parlenda escolhida. Dessa forma, elas já vão se soltando e se preparando para a gravação do vídeo.

Conheça o passo a passo de uma atividade para sua turma da alfabetização que pode ser feita no ensino remoto e com poucos recursos.

Quarta-feira

A terceira atividade é focada nos textos de trava-línguas. É importante acompanhar com mais atenção a leitura individualizada, pois nesse tipo de texto os alunos podem apresentar um pouco mais de dificuldades, devido a combinações de rimas e sons parecidos nas palavras.

Geralmente meus alunos gostam muito desses textos! Eles promovem momentos divertidos de leitura e apresentam um desafio que as crianças querem conseguir realizar, o que demanda várias leituras do mesmo texto.

Gostou das ideias? Confira na parte 2, as atividades para quinta e sexta-feira.

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Fonte: Nova Escola

Esta professora encontrou uma forma de motivar os alunos na pandemia. Confira!

Ao perceber que seus alunos não pareciam motivados nas aulas remotas, a professora Edizia Rodrigues desenvolveu atividade com outra professora para os alunos das turmas do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

Edizia é professora de língua portuguesa na escola estadual Doutor Leôncio Gomes de Araújo, em São Lourenço da Mata/PE e, juntamente à professora Bruna Gomes desenvolveu uma atividade que retomou a motivação de seus alunos nas aulas remotas.

Após um de seus alunos mostrar um anime que tinha produzido (estilo de animação japonesa), Edizia logo lembrou de um aplicativo que havia conhecido durante a sua formação do EducaMídia: o Toontastic 3D. Através desse app dá para escolher muitos ambientes e personagens para construir, desenhar, narrar e animar uma história.

Foi então que ela e Bruna criaram um festival de animes. Como o app permite a inserção de gravações de áudio, isso trouxe outros recursos para a aula de língua portuguesa, que vão além da produção de textos e dos desenhos. Através da proposta, foi possível construir um trabalho interdisciplinar.

Desenvolvimento da atividade

Para construir os roteiros das histórias, os alunos utilizar tópicos como a produção da vacina contra a covid-19, por exemplo. Além da construção da narrativa, os estudantes foram responsáveis pelos desenhos, animações e gravações de áudio para a dublagem dos animes. E, para apresentar, a ideia foi a criação de um festival online, com convites enviados pelo WhatsApp para turmas e famílias.

Apresentação

Para apresentar o festival, foi o utilizado o Google Meet. No início das apresentações, foi feita uma recepção ao público com músicas de animes, com apresentação do que foi a atividade desenvolvida com as turmas. Além disso, foram convidadas duas aulas para que explicassem o que tinham estudado sobre a linguagem de HQs, animes e cartoons. A partir daí, começaram as exibições das produções feitas pelos estudantes.

Resultado

Segundo Edizia, “essa atividade teve um valor muito significativo. A turma estava muito desmotivada, e trabalhar com esse aplicativo e com a produção de animes foi uma forma de fomentar a leitura e ainda desenvolver competências relacionadas à minha disciplina”.

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Fonte: Porvir

Será que os alunos estão realmente concentrados nas aulas remotas?

A neurociência ajuda a desvendar como tem sido, para os estudantes, as aulas remotas, através de projeto da SOMOS Educação. Saiba mais!

Através de dispositivo acoplado à cabeça de estudantes, a iniciativa da SOMOS Educação faz mapeamento de quais atividades estão engajamento mais os alunos, para assim construir planejamentos de aula mais eficazes.

O estudo, realizado durante a quarentena, acompanhou as atividades cerebrais de alunos do segundo do ensino médio, mapeando quando os estudantes estão mais engajados, determinando quais atividades geraram atenção, motivação positiva e memorização. A experiência foi feita utilizando um headband, que é um dispositivo parecido com uma tiara eletrônica, que é conectado à internet.

Resultados

Entre as muitas descobertas, percebeu-se um nível maior de concentração em estudantes que estavam discutindo e participando de atividades colaborativas, em relação àquelas que estudavam de forma isolada. Segundo o professor de matemática, Thales Athanásio, “a headband mostra que aquele aluno que a gente sempre desconfiou que não prestava atenção estava realmente em um plano paralelo. E quando o aluno se depara com um resultado surpreendente, no qual a epifania é até sonora, existe uma mudança drástica em sua concentração”.

Além das aulas de matemática, também houve acompanhamento dos alunos em atividades de biologia, geografia, português e artes. Os dados foram agregados em uma plataforma online chamada BrainEdu, na qual professores, coordenadores e gestores podem analisar gráficos que mostram o que aconteceu quando um aluno assistiu a um vídeo, leu um texto, fez um exercício ou uma atividade em grupo.

Em comparação ao que acontece na educação presencial, Ricardo Schneider, diretor para a área de ciências da SOMOS, nota que na aula remota existe uma maior divergência entre os níveis de atenção registrados pelos alunos, enquanto que, em sala de aula, os gráficos da turma apresentam maior similaridade. “O nosso desafio é criar uma nova pedagogia para a aula digital que resgate essa atenção compartilhada que resulta em satisfação, sintonia e aprendizagem”, disse.

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Fonte: Porvir

Passo a passo para dar aulas pelo Google Meet

O Google Meet é uma das ferramentas de videoconferência mais utilizadas atualmente, e pode te ajudar nas aulas à distância. Confira um passo a passo de como utilizá-lo.

A ferramenta permite que possam ter até 250 participantes ao mesmo tempo (para clientes do G Suite ou contas de instituições ensino).

Para que você possa fazer uma conferência à sua turma do Google Classroom, confira o passo a passo:

1 – Selecione a turma do Classroom que você deseja ter uma videoconferência. Após, clique nas opções (localizada no canto direito superior) e abra a “Agenda Google”;

2 – Então crie um evento na agenda, dando um nome a ele e escolhendo a opção “Participar com Google Meet”;

3 – Após, selecione no ícone de calendário a turma que você quer fazer a videoconferência. É importante frisar que todas as turmas que estão no seu quadro principal do Google Classroom vão aparecer;

4 – Em “Mais Opções” você pode escolher que seus alunos recebam um alerta sobre a videoconferência. Lembrando que serão os estudantes da turma que selecionou;

5 – Salve o evento e ele aparecerá na sua Agenda;

6 – Assim que o evento for salvo, ele é criado para todos alunos da turma selecionada. Para que esse mesmo evento apareça no Google Classroom e os alunos saibam dele, é necessário seguir os próximos passos;

7 – Acesse o Google Classroom e crie uma pergunta na aba “Atividade”. Selecione um título para a pergunta e, na descrição, explique que ocorrerá uma reunião por vídeo e que os alunos precisarão participar em hora determinada;

8 – Então selecione “acrescentar um link à pergunta”, e use o link do Google Meet que você já criou na Agenda;

9 – Determine data e horário de vencimento que sejam iguais à data e horário da reunião;

10 – Salve a pergunta e pronto! A reunião vai aparecer no quadro do Google Classroom.

Gostou do passo a passo? Então comente abaixo!

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Fonte: Guia do PC