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Seus alunos não querem abrir as câmeras? Entenda alguns dos motivos

Muitas vezes, nas aulas à distância, os alunos não querem abrir suas câmeras. E os motivos são muitos. Confira alguns deles, aqui.

Qualidade dos equipamentos

A falta de equipamentos com câmera ou até a baixa qualidade da conexão de internet, podem ser alguns dos motivos.

Desconforto

Muitas crianças podem se sentir incomodadas de exporem o ambiente familiar, por N motivos: cachorro latindo, pessoas passando atrás, etc.

Cyberbullying

Durante uma aula online, a facilidade de printar a tela e armazenar imagens faz com que alguns estudantes desliguem suas câmeras com medo de sofrer cyberbullying (bullying no ambiente virtual). “O ambiente virtual reúne muitos alunos em uma mesma vídeochamada, e às vezes eles relatam que não querem abrir a câmera porque outro coleguinha pode tirar uma foto e fazer um meme para colocar em um grupo de WhatsApp”, conta Jessé Geminiano Júnior, professor de geografia e da disciplina Colabore e Inove da Rede Estadual da Paraíba.

Aparência

A fase da adolescência aumenta a preocupação com a autoimagem. E isso se traduz em câmeras desligadas. Em uma breve pesquisa feita com a sua turma, a professora Renata Salomone (fundadora da MAPA Metodologias Ativas e professora de sociologia e de socioemocionais na Escola Eleva e no Eliezer, no Rio de Janeiro) identificou que alguns estudantes não se sentiam confortáveis com a sua aparência, e por esse motivo não abriam a câmera.

Timidez

Alguns estudantes podem ser tímidos ou mais introvertidos. Isso faz com que eles prefiram não se expôr durante a aula online, principalmente quando eles precisam participar de videochamadas com colegas de outras turmas.

Pouco engajamento nas aulas

Além de todos os itens anteriores, outra questão pode ser central na abertura ou fechamento das câmeras: o engajamento. Quando os estudantes não se sentem participantes das aulas, existem mais chances deles não demonstrarem interesse em aparecer. Apesar de não ser possível obrigar que eles acompanhem as aulas com as câmeras abertas, existem muitas estratégias que podem trazer mais motivação e interação para o ambiente virtual.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Alunos se sentem desmotivados a estudarem durante pandemia, aponta estudo

Em pesquisa desenvolvida pelo Instituto Datafolha, o percentual de estudantes que estão desmotivados em estudar na pandemia chegou a 54%.

Se em maio o percentual era de 46%, em setembro o número a chegou aos alarmantes 54%. Isso soma-se à dificuldade que os alunos têm tido para se organizar em estudar em casa, que aumentou de 58% para 68%, nesse mesmo período.

As informações foram obtidas pelo Instituto Datafolha, a pedido da Fundação Lemann, Itaú Social e Imaginable Futures. Foram ouvidos 1.021 pais ou responsáveis de alunos de escolas públicas municipais e estaduais, de 6 a 18 anos, entre 16 de setembro e 2 de outubro.

Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, alerta para o risco de evasão escolar desses alunos. “A evasão e o abandono escolar terá reflexo sobre o estudante, sua família e a sociedade, aumentando ainda mais a desigualdade”, diz Mizne.

A pesquisa ainda aponta que, em setembro, 92% dos estudantes receberam atividades para fazer em casa, contra 74% em maio. O índice aumentou em todas as regiões do país, especialmente no Norte, que passou de 52% em maio para 84% em setembro.

Apesar de o conteúdo estar chegando, ele não motiva os alunos. O cansaço dos estudantes apontado na pesquisa indica o desafio para o ano letivo de 2021, que deverá ocorrer de forma híbrida, com aulas remotas e presenciais, podendo incluir rodízio das turmas.

Diante desses números, sempre importante realçar a necessidade de tornar as aulas à distância mais atrativas aos seus alunos. Há cada semana temos postado, aqui no Conexão Xalingo, diversos exemplos de professores que tão inovando suas aulas para torná-las mais engajadoras nesse difícil período. Continue nos acompanhando para se inpirar!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: G1

Será que os alunos estão realmente concentrados nas aulas remotas?

A neurociência ajuda a desvendar como tem sido, para os estudantes, as aulas remotas, através de projeto da SOMOS Educação. Saiba mais!

Através de dispositivo acoplado à cabeça de estudantes, a iniciativa da SOMOS Educação faz mapeamento de quais atividades estão engajamento mais os alunos, para assim construir planejamentos de aula mais eficazes.

O estudo, realizado durante a quarentena, acompanhou as atividades cerebrais de alunos do segundo do ensino médio, mapeando quando os estudantes estão mais engajados, determinando quais atividades geraram atenção, motivação positiva e memorização. A experiência foi feita utilizando um headband, que é um dispositivo parecido com uma tiara eletrônica, que é conectado à internet.

Resultados

Entre as muitas descobertas, percebeu-se um nível maior de concentração em estudantes que estavam discutindo e participando de atividades colaborativas, em relação àquelas que estudavam de forma isolada. Segundo o professor de matemática, Thales Athanásio, “a headband mostra que aquele aluno que a gente sempre desconfiou que não prestava atenção estava realmente em um plano paralelo. E quando o aluno se depara com um resultado surpreendente, no qual a epifania é até sonora, existe uma mudança drástica em sua concentração”.

Além das aulas de matemática, também houve acompanhamento dos alunos em atividades de biologia, geografia, português e artes. Os dados foram agregados em uma plataforma online chamada BrainEdu, na qual professores, coordenadores e gestores podem analisar gráficos que mostram o que aconteceu quando um aluno assistiu a um vídeo, leu um texto, fez um exercício ou uma atividade em grupo.

Em comparação ao que acontece na educação presencial, Ricardo Schneider, diretor para a área de ciências da SOMOS, nota que na aula remota existe uma maior divergência entre os níveis de atenção registrados pelos alunos, enquanto que, em sala de aula, os gráficos da turma apresentam maior similaridade. “O nosso desafio é criar uma nova pedagogia para a aula digital que resgate essa atenção compartilhada que resulta em satisfação, sintonia e aprendizagem”, disse.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Porvir

Passo a passo para dar aulas pelo Google Meet

O Google Meet é uma das ferramentas de videoconferência mais utilizadas atualmente, e pode te ajudar nas aulas à distância. Confira um passo a passo de como utilizá-lo.

A ferramenta permite que possam ter até 250 participantes ao mesmo tempo (para clientes do G Suite ou contas de instituições ensino).

Para que você possa fazer uma conferência à sua turma do Google Classroom, confira o passo a passo:

1 – Selecione a turma do Classroom que você deseja ter uma videoconferência. Após, clique nas opções (localizada no canto direito superior) e abra a “Agenda Google”;

2 – Então crie um evento na agenda, dando um nome a ele e escolhendo a opção “Participar com Google Meet”;

3 – Após, selecione no ícone de calendário a turma que você quer fazer a videoconferência. É importante frisar que todas as turmas que estão no seu quadro principal do Google Classroom vão aparecer;

4 – Em “Mais Opções” você pode escolher que seus alunos recebam um alerta sobre a videoconferência. Lembrando que serão os estudantes da turma que selecionou;

5 – Salve o evento e ele aparecerá na sua Agenda;

6 – Assim que o evento for salvo, ele é criado para todos alunos da turma selecionada. Para que esse mesmo evento apareça no Google Classroom e os alunos saibam dele, é necessário seguir os próximos passos;

7 – Acesse o Google Classroom e crie uma pergunta na aba “Atividade”. Selecione um título para a pergunta e, na descrição, explique que ocorrerá uma reunião por vídeo e que os alunos precisarão participar em hora determinada;

8 – Então selecione “acrescentar um link à pergunta”, e use o link do Google Meet que você já criou na Agenda;

9 – Determine data e horário de vencimento que sejam iguais à data e horário da reunião;

10 – Salve a pergunta e pronto! A reunião vai aparecer no quadro do Google Classroom.

Gostou do passo a passo? Então comente abaixo!

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: Guia do PC

Professora estimulou os alunos a colocar a mão na massa

Vera Ligia de Campos Henrique é professora de ensino fundamental no Colégio Genius, em Campinas/SP e propôs a utilização de plataforma digital para trabalhar conteúdos de ciências com turmas do primeiro ao quinto ano.

Vera já tem mais de 20 anos de “casa”, com grande experiência em livros didáticos e apostilas, então trabalhar com uma plataforma digital, foi um novo desafio. Mas já nas primeiras aulas, a professora percebeu que os alunos estavam se envolvendo e participando das atividades.

A plataforma CLOE trabalha com a aprendizagem ativa, colocando o aluno no centro do processo. Por lá, é possível percorrer diferentes expedições que integram projetos, conteúdos e atividades práticas para trabalhar de forma significativa.

“Antes do fechamento das escolas, cada uma das minhas turmas estava participando de uma expedição. No quarto ano, por exemplo, estávamos percorrendo uma trilha que apresentava muitas experiências e estimulava momentos de interação entre os estudantes”, salienta Vera.

Quarto ano

A expedição do quarto ano falava um pouco sobre gastronomia molecular, transformações físicas e energia térmica. Além de trabalhar os conteúdos propostos, foram realizadas muitas atividades em sala de aula que estimulavam a reflexão dos estudantes, como experiência de observação de como a água passa do estado sólido para o estado líquido.

“Quando começou a quarentena, apesar de já estar trabalhando com uma plataforma digital, tive que fazer adaptações das aulas porque elas exigiam muitos momentos de interação e trabalho coletivo. Para dar continuidade aos conteúdos, passei a fazer algumas experiências na minha casa e também pedi para que os estudantes tentassem reproduzir com as suas famílias”, afirma Vera.

Resultados das experiências

Durante as últimas semanas, puderam observar o que acontecia com o mingau armazenado em potinhos, fizeram chá e até “geladinho” de vários sabores. “Compartilhamos receitas e tivemos um tempo para descrever como cada um fez na sua casa. Essa parte prática foi muito divertida, e os estudantes se engajaram muito”, completa a professora.

Segundo Vera, faltam três aulas para concluir essa expedição, mas ela já percebe que os estudantes estão envolvidos com o conteúdo. As experiências chamaram muito a atenção da turma, que consegue lembrar de diferentes atividades e conteúdos que foram trabalhados.

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Fonte: https://porvir.org/longe-do-laboratorio-turma-de-fundamental-1-pratica-ciencias-na-cozinha/