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5 jogos para ensino de crianças com dislexia

Confira estes exemplos de jogos que podem te auxiliar na educação de crianças com transtorno de aprendizagem.

Em outras postagens aqui do blog, já mostramos exemplos de como os jogos podem ser fortes aliados na educação. E eles também auxiliar muito no ensino de crianças com dislexia. Confira estes 5 jogos gratuitos que podem ser utilizados na alfabetização de alunos com transtornos de aprendizagem:

1) Domlexia – Dom e as Letras

De forma lúdica e interativa, o jogo propõe que a criança ajude o dragão Dom por meio de jogos no mundo das letras. A ideia é melhorar a consciência fonológica do jogador, estimulando que ele aprenda a ler a escrever brincando. O aplicativo possui versão para Android e iOS.

2) EduPaint

Disponível em 12 idiomas, o jogo estimula o aprendizado das cores, formas, números e letras. Ao pintar, as crianças têm contato com diferentes atividades que trabalham padrões, sequências, contagem e letras do alfabeto. O aplicativo está disponível para iOS.

3) Caça Palavras – Word Search

O clássico caça palavras também pode ser um aliado na alfabetização, pois estimula o reconhecimento das letras. Nesta versão, o usuário pode escolher entre oito temas e três níveis diferentes. O aplicativo está disponível para Android.

4) Mestre da Palavra

No formato de um sopa de letras, o jogo de palavras traz mais de 2 mil níveis. A proposta é exercitar o cérebro e melhorar a gramática, enquanto o jogador tenta descobrir e formar as palavras. O aplicativo está disponível para Android e iOS.

5) Lumosity

Como uma espécie de treinamento para mente, o Lumosity ajuda a melhorar a memória e a concentração. Por meio de exercícios, ele também dá dicas de como relaxar e se concentrar. O aplicativo está disponível para Android, iOS e desktop.

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Fonte: http://porvir.org/5-jogos-para-auxiliar-na-alfabetizacao-de-criancas-com-dislexia/

Você sabe o que são mapas mentais e como podem ajudar suas aulas?

A utilização de mapas mentais auxilia a memorização de conteúdos e análise crítica dos alunos. Saiba mais!

A utilização de diagramas, instrumentos, música e quaisquer outras técnicas que tornam lúdica e positiva a aprendizagem e a memorização de conteúdos é uma forma de estimular o foco e a reflexão em sala de aula. E os mapas mentais podem ser uma excelente ferramenta para isso.

Criada pelo escritor inglês Tony Buzan, a técnica consiste em uma espécie de resumo do conteúdo, por meio das informações principais em palavras-chaves, desenhos ou pequenos ícones, que devem funcionar como uma âncora, que puxa o restante do conteúdo na memória. O mapa mental trabalha com comparações, síntese de informações e hierarquização.

Essa metodologia de ensino pode facilitar o entendimento de informações complexas, fazendo com que os estudantes possam criar ou conectar ideias. Com isso, o professor pode perceber mais claramente qual é o processo de pensamento de cada aluno para fazer suas internvenções quando a aprendizagem precisa avançar mais.

Exemplos de utilizações de mapas mentais na educação

Os mapas mentais são muito úteis em processos como a fixação da linguagem escrita, o ensino e visualizações de fatos históricos. Segundo a psicopedagoga e professora da UERJ, Regina Lima, “Os mapas mentais ajudam na estruturação de informações, compreensão, síntese, memorização e geração de novas ideias”.

Narcélio Pereira é mestre em Geografia e estudou a utilização dos mapas mentais como instrumento de percepção do espaço geográfico. Para ele, um dos principais aspectos positivos do uso dos mapas mentais nas aulas é a desmistificação da cartografia como um simples desenho que reproduz fielmente a superfície da Terra. “A utilização de conceitos cartográficos para a produção dos mapas mentais possibilita o tratamento dos alunos não como meros reprodutores e, sim, sujeitos participantes na construção de um material cartográfico”, diz. Narcélio afirma que essa mudança de perspectiva é capaz de mostrar como o aluno vê e interpreta o meio em que vive e a sociedade onde ele está inserido.

Nessas atividades, o professor acompanha o processo de representação espacial, questiona os alunos sobre o que estão fazendo ou fizeram, promove reflexões sobre a possibilidade de soluções aos problemas encontrados durante a elaboração dos mapas mentais. David Luiz Rodrigues pesquisa Educação Geográfica e Cartografia Escolar na Universidade Federal da Paraíba e, de acordo com ele, o mapa mental pode auxiliar os alunos a desenvolver não apenas uma representação do espaço geográfico, mas uma habilidade consciente do ato de mapear, uma leitura de mundo da qual faz parte.

Em uma de suas pesquisas em campo, em uma turma do 4º ano, David trabalhou com uma oficina sobre os principais rios da Paraíba e sua influência no cotidiano da população. “Realizamos um estudo de caso com um pequeno curso de rio canalizado que passa ao lado da escola e deságua em um dos cartões postais da cidade de Campina Grande, o Açude Velho, analisando também os problemas sociais urbanos relacionados a ele. Uma aluna desenhou o curso de água e a acompanhei no ato de pintar o rio. Em um determinado momento, ela pegou uma caneta preta e coloriu o meio do rio de preto. Quando a questionei sobre aquela ação, ela respondeu: ‘Professor, quando o riacho nasce a água é limpinha, quando vai chegando dentro da cidade as pessoas vão jogando lixo nele’. Essa interpretação, por mais simples que seja, auxilia o aluno a desenvolver conhecimentos cada vez mais complexos e atribui novos significados ao aprendizado”, afirma.

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Fonte:
https://novaescola.org.br/conteudo/17882/como-usar-mapas-mentais-para-melhorar-aprendizagem-na-escola