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Aplicativo auxilia na aprendizagem de alunos surdos

O Sinalário Disciplinar em Libras é uma ferramenta de apoio para ser utilizado por estudantes com deficiência auditiva.

O aplicativo disponibiliza vídeos com termos e também conteúdos disciplinares em Libras e está disponível para toda comunidade de Maringá. Ele contém cerca de 300 vídeos, com conteúdos das 13 disciplinas que compõem o currículo do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, como Filosofia, Matemática, Português e Histórias.

Seu diferencial é que, além do sinal em Libras, também traz a datilologia (alfabeto manual) da palavra à contextualização do termo apresentado no vídeo. Seu layout oportuniza fácil usabilidade e é intuitivo, permitindo o compartilhamento desses vídeos.

Crédito da foto: Ricardo Almeida ANPr

Fonte: http://maringa.odiario.com/parana/2017/10/estado-lanca-aplicativo-que-ajuda-na-aprendizagem-de-alunos-surdos/2420108/

Estudante desenvolve quiz para estudos

Ana Luiz Mees, de 17 anos e aluna do Colégio Catarinense, de Florianópolis/SC cria aplicativo que funciona como um quiz, que possui perguntas de assuntos trabalhados em sala de aulas, para os alunos estudarem.

Primeiro ela analisou outros aplicativos educativos e, assimilando suas ideias, criou o Geni, aplicativo totalmente interativo. O quiz pode ser desenvolvido pelo próprio professor, que poderá acessar o aplicativo após um cadastro inicial. O educador, então, cria as perguntas e pode postar comentários e dicas aos alunos, para que encontrem as respostas. Os estudantes cadastrados respondem os questionamentos de acordo com a sua série. O app tem um ranking, que traz premiações, como moedas virtuais.

O Geni pode ser baixado gratuitamente para sistemas iOS e Android e não tem fins lucrativos. Ele já está sendo testado na rede de educação da cidade de Palhoça/SC.

Fonte: http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2017/08/aplicativo-criado-por-adolescente-e-usado-por-escolas-publicas-de-palhoca-9871800.html

Aplicativo que ajuda no dever de casa

Gratuito e desenvolvido para ser utilizado em Android e iOS, o aplicativo Socratic agora está disponível também em português. Esse é um app que permite ao aluno tirar foto de uma pergunta da lição e, automaticamente, recebe explicações, conceitos mais difíceis, perguntas e respostas, vídeos e definições sobre o tema.

O Socratic utiliza inteligência artificial e informações coletadas na internet para interpretar as questões, utilizadas respostas elaboradas por uma comunidade de professores, estudantes e especialistas sobre as diversas matérias.

A diferença do aplicativo é que ele utiliza a inteligência artificial para entender qual é o conceito por trás de determinada questão, enquanto buscadores, como o Google, trazem links que contenham as palavras da pergunta. Por exemplo: quando o estudante fotografa a seguinte pergunta: “Um balão tem um volume de 2,9 litros a 320 Kelvin. Se a temperatura for aumentada para 343 Kelvin, qual passará a ser o volume?”, o aplicativo sabe que a questão é, de fato, sobre Lei de Charles, relacionada a transformações gasosas.

O aplicativo é mais indicado para estudantes entre 12 a 18 anos e você pode saber mais sobre ele aqui.

Fonte: http://porvir.org/aplicativo-ajuda-dever-de-casa-ganha-versao-em-portugues/

Aplicativo para interatividade entre matérias

A ferramenta Quizlet, disponível para iOS e Google Android, é uma excelente novidade para professores e alunos. Através dela, é possível criar e compartilhar flashcards, que são cartões ou fichas de estudo, além de jogos e testes. Os assuntos, lá encontrados, são vários.

Através dele, existe a possibilidade de se montar um plano de estudos em cima de outros conteúdos já publicados por alunos e professores, que atendem diferentes necessidades, por série, disciplina ou localização geográfica. O aplicativo também tem o modo “aprender”, que oferece uma experiência personalizada e faz uma adaptação da dificuldade de questões, de acordo com o desempenho do usuário.

O Quizlet já reúne 25 milhões de usuários pelo mundo e tem recebido brasileiros desde que teve a opção português disponibilizada, no final de 2016. Ele foi desenvolvido através de pesquisas com ciência cognitiva e também tem dados de milhões de sessões de estudo, ao longo dos últimos 10 anos.

Fontes:
http://porvir.org/aplicativo-leva-interatividade-conteudos-de-qualquer-disciplina/

Um presente de Dia dos Pais diferente

Não precisa-se pensar muito nas dificuldades que um motorista, que faz entrega, passa ao procurar endereços e, muitas vezes, não encontrá-los. Mesmo com o GPS, a rota traçada pode trazer problemas consigo e o resultado é tempo precioso perdido. Foi pensando nisso que Lisandro, filho de motorista, desenvolveu um aplicativo que coordena as rotas mais comuns do trabalho de entregas feito pelo pai.

Lisandro tem 14 anos e faz curso de programação na escola onde estuda, em Itatiba, interior de São Paulo. A ideia do aplicativo surgiu em uma das tarefas do curso que participa, onde a ideia era sincronizar dados de mapas do Google para inserir pontos turísticos em um aplicativo. Ele então pensou que isso poderia ajudar também seu pai.

O aplicativo, simples e fácil de utilizar, registra uma lista de endereços até onde Leandro (pai de Lisandro) precisa dirigir com mais frequência, e facilita o trabalho na hora de traçar rotas de um lugar para outro. Segundo Leandro, a aplicação é mais útil que os GPS convencionais e, depois que foi instalada em seu celular, não precisa mais gastar minutos dentro do carro programando o aparelho de GPS para chegar ao próximo local de entrega. A redução de tempo é de poucos minutos, mas a tranquilidade faz a diferença.

 

Fontes: Globo 

Aplicativo para prevenção do Alzheimer

O Alzheimer é uma doença que, quem tem familiares portadores da mesma, sabe das dificuldades que ela impõe ao dia a dia, transformando a vida de quem está enfermo. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 1,2 milhão de brasileiros têm o problema, que apesar da possibilidade de ser controlado e retardado, é incurável. E é pensando nisso, que quatro estudantes do Instituto Alpha Lumen (IAL), em São José dos Campos/SP, desenvolveram um aplicativo que auxilia os familiares nos cuidados dos portadores da doença.

Conhecida como HelpAlz, a ferramenta foi criada por Ana Paula Maciel, Débora Gabriel, Larissa Fonseca e Thaís Nakamura, e traz informações para a realização de um diagnóstico precoce, diminuindo as chances de descobrir a doença em estágios mais avançados, além de indicar locais para o tratamento. Segundo Débora, o app tem quatro funções principais: a primeira delas é uma lista contendo profissionais para o tratamento, como médicos, farmacêuticos e cuidadores. A segunda função é um mapa que mostra a localização de clínicas, hospitais, casa do idoso e outros lugares importantes. A terceira, de acordo com a estudante, é um pré-diagnóstico simples para ver se os sintomas que o paciente apresenta são de Alzheimer. Na quarta função há conteúdo que traz dicas gerais para os familiares, como alimentos que podem ajudar a estagnar a doença, como dar banho, ajudar a comer, dicas para o condicionamento físico, além de exercícios cognitivos.

A oportunidade de criar o app surgiu por meio das disciplinas optativas que o currículo aplicado pelo IAL oferece, como robótica, programação e cinema. No caso do HelpAlz, a ideia que o originou, surgiu da experiência pessoal de uma das estudantes. O aplicativo está disponível gratuitamente para sistemas Android e as alunas estão participando do concurso Village to Raise a Child, promovido pela Universidade de Harvard, nos EUA. Dos 73 projetos participantes da primeira etapa, 5 passaram para a fase seguinte. Entre eles o HelpAlz.

 

Fonte: Carta Educação 

Aplicativo que ajuda no consumo de energia

A conta de luz vive mudando de valor: às vezes pra mais, às vezes pra menos. Mas independente disso, tomar medidas como evitar desperdícios, fazem toda diferença no final do mês, quando a conta chega. Pensando na ideia de economizar energia, dois estudantes do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet) de Divinópolis desenvolveram, em sala de aula, um aplicativo que faz a diferença.

E a ideia de Vinicius Alves Campos, de 17 anos, e Amanda Conceição Xavier de Almeida, de 16 anos, funcionou tão bem, que até ganharam o primeiro lugar geral da Mostra Específica do Cefet e levaram a experiência para apresentar na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A iniciativa começou de um projeto dentro do curso de informática que fazem, com apoio do professor Alberto Penalara e do orientador Vinícius Laredo. Com o tema “sustentabilidade”, os alunos queriam produzir algo relacionado à energia, pois acreditavam que a utilização do simulador levaria informações sobre seu consumo de energia e assim mudarem hábitos e atitudes que geravam desperdícios.

Com 3 opções, o Simulador de Consumo de Energia consegue simular o consumo de apenas um aparelho, ou fazer a simulação de consumo mensal de todos os eletrônicos dentro de uma residência. Além disso, ele tem a opção de detalhar a conta de energia. O usuário consegue fazer, assim, um acompanhamento onde pode colocar a leitura anterior, a atual e o constante do medidor, e o aplicativo então apresenta um gráfico com o consumo. Esse gráfico fica salvo e a pessoa vai vendo a evolução a partir do simulador.

 

Fonte: Globo 

 

Brincando com a comida

“Mãe, mas eu não gosto de verdura…”, “Mas pai, fruta é ruim!” são frases comuns ditas à mesa por muitas crianças. O gosto pela alimentação saudável é difícil, para muitas delas, e preocupam pais que buscam hábitos melhores para seus filhos. E foi uma situação assim que inspirou um professor a criar o UBA, um jogo para smartphones e tablets.

O UBA leva o jogador controlar um boneco para pegar somente alimentos saudáveis, como frutas, legumes e verduras que caem do céu, evitando comidas como doces e refrigerantes. O responsável por sua criação foi Tiago Eugênio, professor de biologia, que também encontrou inspiração no filme “‘Tá Chovendo Hambúrguer” e, apesar de ser destinado ao ensino fundamental 1 e às séries iniciais do ensino fundamental 2, o jogo tem feito sucesso também entre adultos.

Tiago diz que aulas expositivas não convencem os alunos sobre os benefícios de uma alimentação balanceada, e entende que a grande vantagem da mídia jogo é ter uma estrutura de feedback imediato. O aluno se dá conta de que, se não souber diferenciar alimento correto de incorreto, em um curto período de tempo, não conseguirá avançar para atingir outros níveis.

Dividido em níveis, UBA (que significa “fruta” em Tupi-guarani), está disponível na Google Play Store de forma gratuita.


Fonte: Porvir

 

 

Professor cria prova em aplicativo e aumenta interesse dos alunos pelos estudos

Thiago Ribeiro, professor de Geografia na rede estadual do Rio de Janeiro, vinha tendo dificuldades com as avaliações complementares. Por valerem poucos pontos, muitos alunos acabavam não as realizando. Notando que os estudantes estavam sempre com os celulares na mão, o professor resolveu utilizar o aparelho como aliado.

Usando o programa App Inventor, do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Thiago criou um aplicativo, batizado então de RecGeo 089 pois, inicialmente, foi pensado como um dispositivo para avaliações de recuperação. Como a recepção dos alunos foi boa e seu uso trouxe bons resultados, o professor expandiu a utilização para outras avaliações.

Thiago confessa que, assim como muitos professores, tinha um certo receio em usar a tecnologia na sala de aula. Ele afirma que se perguntava se os alunos faria a prova mais de uma vez, ou se fariam em grupos, ou ainda se pesquisariam as respostas na internet. Mas ele conseguiu desconstruir estes questionamentos, olhando a situação por outro ângulo: se os estudantes fizessem a prova mais de uma vez, significaria que estão interessados; se pesquisassem na internet, significaria que estão estudando e, se fizessem em grupos, estariam trabalhando de forma coletiva. Ou seja, haveria algum aprendizado de qualquer forma.

A iniciativa de usar o aplicativo para realização das provas ajudou a resgatar o interesse dos alunos, pois o processo de avaliação ficou mais atual e dinâmico, além de possibilitar um tempo mais flexível para a realização e não exigir entrega em papel. A participação dos alunos nas avaliações complementares aumentou de 50% para 90%, refletindo-se também nas notas deles. E, mais do que um desempenho melhor nos estudos, o uso do aplicativo também despertou o interesse de alguns alunos em aprender sobre programação. Ou seja, a solução inovadora do professor Thiago não só reverteu o problema das avaliações, como também acabou incentivando os estudantes a produzir novos conhecimentos.

 

Fonte: Porvir