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Este aplicativo auxilia na alfabetização de crianças surdas

Através da utilização de inteligência artificial, este aplicativo ajuda na alfabetização de crianças surdas, fazendo a tradução simultânea de português para Libras.

Já presente em outros países, o StorySign chegou ao Brasil no final de 2020, através de parceria entre Huawei e a Feneis (Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos). Disponível para Android e iOS, basta à criança apontar a câmera do seu smartphone para o texto do livre. Com a utilização de inteligência artificial e realidade aumentada, o aplicativo faz a tradução simultânea do português para libras.

Conforme Antonio Campos, presidente da Feneis, o app pode ser muito útil na inclusão das crianças surdas. “Ainda estamos conhecendo o aplicativo, apresentando ele para a comunidade surda, mas já está sendo muito bem aceito. Acredito que tecnologias como o StorySign sejam essenciais para promover uma educação mais inclusiva”.

O aplicativo foi lançado em 2019 na Europa e no mesmo ano conquistou dois prêmios na Marketing Week Awards: Clio Award for Branded Entertainment e Clio Award: Digital/Mobile. Na versão brasileira, dois livros infantis estão disponíveis no StorySign: “Gildo”, de Silvana Rando e “A Festa Encrencada”, de Sônia Junqueira.

A biblioteca deve ganhar novos títulos nos próximos anos, mas o aplicativo ainda está em uma primeira fase, que tem como objetivo atingir a maior quantidade possível de crianças surdas. A iniciativa pretende ainda doar 2.000 exemplares das obras, que estão sendo distribuídas pelo Brasil sob coordenação da Feneis e outras instituições que vão fazer o uso para áreas educacionais. De qualquer forma, ambos os títulos são encontrados em livrarias.

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Créditos da imagem: Freepik
Fontes: Porvir

MEC lança aplicativo de alfabetização

Aplicativo gratuito vai auxiliar as crianças no processo de alfabetização e se chama Graphogame.

Parte do programa “Tempo de Aprender”, o Graphogame auxilia os pequenos a assimilarem o som às letras e sílabas escritas, e foi desenvolvido na Finlândia pelo professor de Neuropsicologia do Desenvolvimento, Heikki Lyytinen.

Inicialmente voltado a crianças com dislexia, o app foi aperfeiçoado para alfabetizar alunos de 4 a 9 anos e é adotado em diversos países, como França e Estados Unidos, além de países africanos, como a Zâmbia. Há projetos para replicá-lo no Quênia, Namíbia e Tanzânia.

“Nosso objetivo é reduzir as dificuldades de aprendizagem, oferecendo apoio proativo a todas as crianças na escola e em casa. O ambiente de aprendizagem GraphoGame desenvolvido para praticar a alfabetização básica tem se mostrado uma ajuda significativa, também nos países mais pobres ”, afirmou Heikki Lyytinen, em texto publicado no site da universidade.

Durante o evento de lançamento do app, o secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, afirmou que a recomendação é que o seu uso se restrinja a 15 minutos ao dia, e seja feito com fones de ouvido, para melhorar a assimilação dos sons.

A versão em português foi feita por pesquisadores do Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul (InsCer), da PUC-RS.

Aplicativo visa melhorar o desempenho em língua portuguesa

Dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), divulgados no início do mês de novembro, apontam que, em 17 estados, alunos do 2º ano do ensino fundamental têm desempenho abaixo da média nacional em língua portuguesa.

Já a mais recente Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA), feita em 2016, mostrou que 54,73% dos alunos do 3º ano do ensino fundamental têm conhecimento insuficiente em leitura e 33,95% têm níveis insuficientes em escrita.

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Créditos da imagem: Freepik
Fonte: G1

Este aplicativo está ajudando na alfabetização de crianças com deficiência

Utilizando a realidade aumentada, este aplicativo gratuito ajuda no tratamento da apraxia de fala. Saiba mais!

As crianças que têm capacidade reduzida de pronunciar clara e corretamente sílabas e palavras podem ter o distúrbio neurológico chamado de apraxia de fala, limitando a comunicação e compreensão dos pequenos.

Compreendendo as dificuldades para manter as atividades e também tratamentos dessa condição durante a pandemia, a Educ360°, empresa que desenvolve tecnologia para a aprendizagem, lançou o aplicativo “Alfabetização na Apraxia de Fala Infantil” para iOS e Android.

Essa limitação é muito comum em crianças com autismo e síndrome de down e, segundo Fábio Educ, diretor da Educ360°, “elas costumam ter dificuldade em se concentrar, mas adoram tecnologia. Por isso, o objetivo do aplicativo é apoiar familiares e cuidadores de alunos durante o tempo de reclusão devido à pandemia”.

Com realidade aumentada

O aplicativo utiliza realidade aumentada e foi desenvolvido com o apoio tecnológico da Foursys, sendo fruto de uma parceria da Educ360° com a Apae de Cotia, em São Paulo, e o Multigestos, método de auxílio no tratamento da apraxia de fala infantil e que foi criado pelas fonoaudiólogas Cinthia Coimbra de Azevedo e Leticia Maria de Paula Silva.

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Créditos da imagem: drobotdean/Freepik (Licença Free)
Fonte: Estadão

A tecnologia que alfabetiza

Você sabia que, só em São Paulo/SP, cada cidadão gera 16 quilos de resíduos todos os dias, gerando uma montanha de descarte de 20 mil toneladas. Pensando nas pessoas que trabalham que fazem coleta, separação e tratamento desses resquícios, e que não sabem ler ou escrever, essa empresa desenvolveu um projeto que utiliza a tecnologia para ajudá-los.

Atualmente, o número de pessoas que realizam esse trabalho, no Brasil, é de 800 mil. E eles são responsáveis por nada menos que 90% de todo os resíduos reciclado no Brasil, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Pensando nessas pessoas, a Samsung desenvolveu o projeto “Alfabetização Cidadã – da digital ao digital”, que tem como objetivo usar a tecnologia para auxiliar 300 adultos, entre 18 e 83 anos, que trabalham no descarte de resíduos em geral. Essas pessoas, até então, utilizavam somente as digitais para assinar o próprio nome.

Para cuidar da área pedagógica, a empresa escolheu como parceiro o Instituto Paulo Freire, que gerencia as 28 turmas espalhadas na grande São Paulo desde outubro de 2017. Todos os espaços receberam TVs e notebooks e, além disso, cada participante ganhou um smartphone novo, com um plano de dados 3G e o app Palma, da IES2, já instalado para alfabetização.

O resultados estão sendo muito bons. Através da leitura e da escrita, os alunos têm mais autonomia e independência no dia a dia. Algo que antes era impensável. Abrem-se novas perspectivas de vida para um futuro mais inclusivo e sustentável.

Para mais informações sobre o projeto acesse www.samsungsocial.com.br

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Fonte:
https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/07/tecnologia-e-educacao-para-alfabetizar-quem-ajuda-a-salvar-o-mundo.ghtml

Esta professora criou um projeto de leitura que trouxe resultados

Para incentivar a leitura por parte dos seus alunos, a professora Liciane de Fátima Xavier Lourenço, criou o projeto “Ler é uma gostosura”, que trouxe excelentes resultados em sala de aula.

O início do projeto se deu quando Liciane, no início do ano letivo, percebeu que seus alunos não estavam interessados em histórias e rodas de conversa. Para incentivar o interesse dos estudantes, ela resolveu utilizar um livro de Todd Parr. Todos os dias, a professora incentivava a leitura e, com base na história fizeram diversas atividades relacionadas aos conteúdos de língua portuguesa e matemática. Estava iniciado o “Ler é uma gostosura”.

Durante o processo do projeto, foram utilizadas atividades lúdicas, como a senha da sala de aula. Quando um aluno queria ir ao banheiro, era necessário que ele pegasse uma senha dentro de uma caixa de sapato, que ficava estrategicamente localizada na porta. Após ler uma palavra do livro, o aluno estava liberado para sair.

Isso virou rotina e as crianças até começaram a fazer senhas para utilizarem em casa. Na escola, foram criados momentos de leitura na sala, com regras regidas pelos alunos, como momentos no chão, embaixo de árvores e nos corredores da escola. Para Liciane, as crianças precisam ser observadas, escutadas e valorizadas, pois são seres singulares. Logo que eles começaram a ler, os olhinhos brilharam e acabam incentivando os colegas.

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Fonte:
http://porvir.org/brincadeiras-producoes-autorais-contribuem-para-alfabetizacao/