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Esta professora inovou para manter o engajamento dos alunos de ensino médio

Lucimara Bauab Bochixio Bello é professora de turmas de ensino médio e precisou se reinventar para manter o engajamento de seus alunos a partir do momento em que as aulas se tornaram à distância.

Buscando soluções para essa mudança, que praticamente ocorreu de um dia para o outro, a professora manteve o costume de trabalhar a antecipação de conteúdos que serão trabalhados na aula seguinte, possibilitando aos seus alunos pesquisarem antes sobre o assunto. “Isso otimiza o tempo de aula e faz com que os alunos busquem a informação por conta própria, desenvolvendo, assim, a sua autonomia; algo essencial para a vida de qualquer ser humano. Além disso, a devolutiva do tópico pesquisado é dada pelos próprios alunos que apresentam o que foi estudado previamente, durante a aula. Nesse momento, o professor deixa de cumprir aquele antigo papel de mero expositor de conteúdos e passa a atuar como alguém que aponta caminhos, esclarece possíveis dúvidas, quando necessário, e faz seus alunos refletirem”, comenta.

E é nesse processo de pesquisa e mostra dos conteúdos por parte dos alunos que ela inicia seu processo de avaliação, que agora não é mais aquela “clássica” e formal: agora ela avalia muito mais o empenho e o quanto o aluno se dedicou na pesquisa das informações para os conteúdos.

Gamificação

Outro caminho que ela utiliza é a gamificação dos conteúdos. “Uma outra estratégia que funciona muito no ensino remoto é a gamificação de conteúdos que garante a participação dos alunos em aula. Qual criança ou jovem não gosta de jogar? E hoje há disponível uma gama enorme de aplicativos para isso: Kahoot, Quizlet, Quizizz, entre outros. A gamificação de conteúdos auxilia em sua sistematização, além de ser uma forma garantida de diversão!”, salienta.

Ela cita, também, o Microsoft Teams. Nele há o recurso “breakout room”, que é uma sala de aula virtual onde os estudantes são divididos em pequenos grupos para conversarem sobre os assuntos da aula, tendo foco total na oralidade. “Em grupos menores, os alunos se sentem mais confiantes para falar e perdem o medo de se expor. O professor “visita” cada grupo, fazendo as devidas correções quanto à pronúncia, possibilitando uma maior atenção a cada aluno. Por estarem em grupos, os alunos não se sentem envergonhados ao serem corrigidos e, inclusive, sentem-se à vontade para abrirem as suas câmeras”, afirma.

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Créditos da imagem:  Freepik
Fonte: Porvir

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