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Hora do Código

Você com certeza conhece, ou ao menos já ouviu falar, das empresas Amazon, Apple, Facebook, Skype, Microsoft e Disney. Em comum, a tecnologia e inovação de cada uma delas, e também a presença na iniciativa Hora do Código, que também conta com embaixadores como Barack Obama.  O projeto ensina programação durante uma hora, usando jogos de videogames intuitivos.

Segundo o site do projeto, “a Hora do Código é um movimento global que atinge dezenas de milhões de estudantes em mais de 180 países. Qualquer um, em qualquer lugar, pode organizar um evento da Hora do Código. Tutoriais de uma hora estão disponíveis em mais de 40 idiomas. Não é necessário experiência. Podem participar pessoas com idades entre 4 e 104 anos.”

A ideia de crianças digitarem códigos pode soar distante para a maioria dos brasileiros, mas no Reino Unido a programação já faz parte do currículo escolar. Lá, crianças de 5 a 14 anos têm três estágios em programação no colégio. Mas, apesar da desconfiança no Brasil, a fundação Lemann tem o Programaê!, para aproximar o tema a rotina dos jovens daqui. Lá é possível encontrar, gratuitamente, ferramentas que ajudam leigos a programar, como o programa Scratch, com foco em crianças, e aulas da Codeacademy e Khan Academy.

No Brasil, a maioria das iniciativas para estimular programação ainda são de instituições particulares. Entre elas, está a escola Super Geeks, em São Paulo, feita para quem tem de sete a 17 anos. “Estamos abrindo a estrutura da escola para mostrar que programação não é só um e zero, não é Matrix”, diz Amanda Cantinelli, COO e professora da Super Geeks.

Já a startup Quaddro ensina programação para adultos. Passaram pelas suas aulas até agora 1,2 mil alunos de profissões diversas. “Temos um mercado muito aquecido de aplicativos para dispositivos móveis, mas não temos profissionais qualificados para cargos que pagam bem”, explica Gustavo Torrente, gerente de negócios da Quaddro. “Hoje um programador júnior ganha até R$ 4 mil por mês. É um salário legal”, diz.

Saiba mais sobre o projeto, que não para de crescer:

https://hourofcode.com/br

 


Fontes:
El País e Estadão 

 

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